
Durante seu ciclo vital, as abelhas passam por quatro etapas muito diferenciadas
Assim como as borboletas, sofrem uma metamorfose: as larvas são muito diferentes dos adultos e seu corpo sofre mudanças muito importantes durante seu desenvolvimento.
A rainha põe um ovo em uma pequena cavidade, chamada alvéolo. Todos os ovos tem o mesmo aspecto, mas podem ser de dois tipos: ovos fecundados, dos quais nascerão fêmeas, o os ovos não fecundados, dos quais sairão os machos.
Após três dias, nasce a larva, que não tem asas nem patas e cujo aspecto lembra o de um pequeno verme. A larva come muito e cresce rapidamente; em pouco tempo ocupa todo o alvéolo.
Nesse momento, entra na fase de ninfa ou pupa e as operárias fecham a entrada do alvéolo. Ali escondida, começa sua incrível transformação; pouco a pouco, seu corpo muda de aspecto e vai desenvolvendo as asas e patas.
Uma vez finalizada a metamorfose, sai a abelha adulta, copletamente formada.
Há somente uma rainha em cada colônia e é a única fêmea capaz de pôr ovos. A rainha quase nunca sai sa colméia e durante toda a sua vida, que dura de três a cinco anos, se dedica exclusivamente a pôr ovos.
A rainha nasce de um ovo fecundado e a larva é alimentada de forma especial pelas operárias durante o seu crescimento.
Pode ser distinguida do resto dos Habitantes da colméia pelo seu tamanho: é a maior, tem o abdome mais largo e seu ferrão é liso e curvo.
Diferentemente das operárias, não ataca o homem ou outros animais e só utiliza seu ferrão contra ourtas rainhas. Pode chegar a pôr até 2000 ovos por dia, embora a desova varie, dependendo, entre outras causas, da idade da rainha.
Os machos ou zangões não fazem nenhum trabalho. São incapazes de procurar alimento e não tem ferrão.
O mais esoetacular são seus olhos enormes, formados por um número muito mais elevado de facertas do que os das operárias ou os da rainha. Vivem cerca de três meses e sua única função é fecundar as jovens rainhas.
