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Assis Chateaubriand

Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Mello nasceu a 5 de outubro de 1892, em Umbuzeiro, na Paraíba, divisa com Pernambuco. Filho de Francisco Chateaubriand Bandeira de Melo e Carmem Chateaubriand Bandeira de Melo, o prenome Chateaubriand teve origem na admiração do avô do jornalista pelo escritor homônimo francês.

Ingressou na Faculdade de Direito, em Recife, aos 15 anos de idade, quando já escrevia para o jornal "Pernambuco".

Colaborou para vários jornais pernambucanos, inclusive o "Diário de Pernambuco", onde chegou ao cargo de redator-chefe.

Em 1917, abriu uma banca de advocacia no Rio de Janeiro. Mas logo encaminhou-se para o jornalismo.

Escreveu para o "Jornal do Comércio", para o "Correio da Manhã" e parao "Jornal do Brasil", onde foi chefe de redação.

Visitou vários países da Europa como comentarista internacional e, em 1921, publicou o livro "Alemanha".

Também em 1921 pediu demissão do"Jornal do Brasil" e do "Correio da Manhã", e passou a se dedicar à aquisição da sua primeira publicação, "O Jornal", comprado por 5.800 contos de réis.

Em 1924, comprou o "Diário da Noite", em São Paulo.

Começava o que viria a ser os "Diários Associados".

Em 1928, Chatô fundou a empresa gráfica "O Cruzeiro" e , em 1934, adquiriu a revista "A Cigarra".

Em Minas, desde 12 de maio de 1929, juntou-se ao grupo o jornal "Estado de Minas". Pouco tempo depois, em 1931, nascia o "Diário da Tarde", e posteriormente, as rádios Guarani e Mineira e, na década de 50, às tevês Itacolomi e Alterosa.

Chatô fundou ainda a Agência Meridional e a Rádio Tupi. A ela se juntariam a Rádio Tupi, de São Paulo, e a Rádio Educadora, que se tornou a Rádio Tamoio, no Rio.

Em 1950 foi fundada por Chatô a primeira emissora de tevê da América Latina: a TV Tupi de São Paulo.

Foi senador pela Paraíba e pelo Maranhão, na década de 50.

Chatô ainda foi membro da Academia Brasileira de Letras e embaixador do Brasil na Inglaterra.

Criou também o Museu de Arte de São Paulo (MASP), um dos mais importantes do mundo.

Assis Chateaubriand morreu no dia 4 de abril de 1960, em São Paulo, depois de uma pertinaz doença a que ele resistiu por longos anos, continuando, mesmo paraplégico e impossibilitado de falar, a escrever seus artigos.

Fonte: www.microfone.jor.br

Assis Chateaubriand

A TRAJETÓRIA DO VISIONÁRIO

Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Melo nasceu em Umbuzeiro, Estado da Paraíba, em 5 de outubro de 1892, dia de São Francisco de Assis. Estudou no Ginásio Pernambucano, em Recife.

Aos quinze anos, entrou para a Faculdade de Direito da capital do Estado, onde viria a se tornar professor de Filosofia do Direito após conquistar o 1º lugar em concurso seletivo. Ainda em Recife, iniciou sua carreira jornalística, escrevendo para o Jornal Pequeno e o Diário de Pernambuco, onde chegou a redator-chefe.

Mudou-se para o Rio de Janeiro e colaborou com o Correio da Manhã. Em 1924, assumiu a direção de O Jornal, embrião de um conglomerado de empresas de comunicação que chegou a quase uma centena. Engajado no movimento político, tomou frente do partido da Aliança Liberal na campanha que teve por desfecho a vitória da Revolução de outubro de 1930, que o levaria ao exílio. Progressista, promoveu em 1941 a Campanha Nacional de Aviação, com o slogan “Dêem asas ao Brasil” e fundou mais de 400 centros de puericultura. Profundo incentivador da cultura, criou o Museu de Arte de São Paulo (MASP), uma das maiores riquezas culturais do país.

Em 1957, foi eleito senador pelo Estado da Paraíba e, posteriormente, pelo Estado do Maranhão, tendo renunciado a este mandato para assumir a embaixada do Brasil no Reino Unido. Eleito para a Academia Brasileira de Letras, ocupou a cadeira deixada por Getúlio Vargas. O “Velho Capitão” foi vitimado, em 1960, por doença que o deixou tetraplégico, mas lhe preservou a consciência. Continuou a escrever seu artigo diário graças a mecanismo próprio na máquina de datilografia. Faleceu em 1968, na cidade de São Paulo.

Fonte: fac.correioweb.com.br

Assis Chateaubriand

Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de MeIo nasceu a 5 de outubro de 1892, já no final do século XIX, em Umbuzeiro, no Estado da Paraíba.

Custeou seus próprios estudos até se tornar advogado e, depois, pro­fessor catedrático de Direito Romano, Senador, Embaixador e Membro da Academia Brasileira de Letras.

Mas Chateaubriand foi, antes de tudo, um jornalista — ou um repór­ter, como se autodefinia. Um jornalista que acabou construindo o com­plexo empresarial chamado Diários Associados, por meio do qual pres­tou inestimáveis serviços ao país. “Em toda a minha vida, tenho sido ape­nas um repórter”, dizia ele. Mas Assis Chateaubriand foi muito além da notícia, mesmo quando, aos 14 anos, começou a escrever para o Jornal de Recife e o Diário de Pernambuco, fazendo comentários políticos e en­trevistando personalidades que chegavam nos navios.

O diário O Jornal, adquirido em 1924, foi o ponto de partida para o complexo empresarial que iria formar, incluindo o Diário da Noite de São, Paulo, o Estado de Minas em Belo Horizonte, o Correio Braziliense — em 1960, na inauguração de Brasília — o Jornal do Commercio do Rio de Janeiroeo Diário de Pernambuco — estes, os dois mais antigos jornais em circulação da América Latina — e mais de 30 jornais em todo o País. Foi também Assis Chateaubriand quem lançou o Brasil na era da televi­são, inaugurando a TV Tupi Difusora São Paulo em 1950. Era a primeira estação de TV da América Latina e a ela se juntaram 18 estações asso­ciadas. Antes de ser um empresário de comunicação, criador de um com­plexo empresarial que espalhava jornais, revistas e emissoras de rádio e televisão por todos os Estados do Brasil, Assis Chateaubriand foi um ho­mem de muita comunicação. Por isso, criou também um império de ami­gos. Hoje, Chateaubriandcontinuafazendoamigos,24anosdepoisde sua morte.

Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de MeIo morreu no dia 4 de abril de 1968, em pleno ato de viver, mas suas idéias e obras conti­nuam vivas, algumas nas memórias e outras no dia-a-dia de todos nós.

Fonte: www.vivabrazil.com

Assis Chateaubriand

Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Melo nasceu em Umbuzeiro, Estado da Paraíba, em 5 de outubro de 1892 e faleceu em São Paulo em 4 de abril de 1968.

Filho de Francisco Chateaubriand Bandeira de Melo, freqüentou no Recife o Ginásio Pernambucano cursando, a seguir, a Faculdade de Direito da capital pernambucana, da qual se tornaria um dos professores, mediante concurso para a cadeira de Filosofia do Direito, em que conquistou o 1º lugar. Membro da Academia Brasileira de Letras, eleito em 30 de dezembro de 1954 e empossado em 27 de agosto de 1955.

Dedicou-se Chateaubriand desde a juventude ao jornalismo, escrevendo no "Jornal Pequeno" e no veterano "Diário de Pernambuco".

Em 1917, já no Rio de Janeiro, colaborou no "Correio da Manhã", em cujas páginas publicaria impressões da viagem à Europa, em 1920.

Em 1924 assumiu a direção de "O Jornal" - o denominado "órgão líder dos Diários Associados", entidade que iria abranger no futuro um conjunto de 28 jornais, 16 estações de rádio, 5 revistas e uma agência telegráfica.

Assis Chateaubriand tomou o partido da Aliança Liberal, na campanha que teve por desfecho a vitória da Revolução de outubro de 1930. Contudo, dois anos depois, seu apoio à Revolução Constitucionalista o levaria ao exílio.

Promoveu, com início em março de 1941, a "Campanha Nacional de Aviação", com o lema - "Dêem asas ao Brasil".

Organizou o Museu de Arte de São Paulo, uma de suas mais importantes criações.

Eleito senador pelo Estado do Maranhão, em 1957, acabou renunciando à investidura para ocupar o cargo de Embaixador do Brasil na Inglaterra.

Com a morte de Getúlio Vargas, em 1954, candidatara-se a vaga deixada pelo ex-presidente na Academia Brasileira de Letras.

A maior parte da obra do diretor dos Diários Associados, encontra-se dispersa em seus artigos para a imprensa. Em livros contribuiu com os seguintes trabalhos: "Em defesa de Oliveira Lima"; "Terra desumana"; "Um professor de energia - Pedro Lessa" e "Alemanha" (impressões de viagem).

Em data recente o jornalista Fernando de Morais publicou "Chatô", impressionante biografia de Chateaubriand, magnificamente documentada e que se constituiu em notável êxito de livraria desde o seu lançamento.

Fonte: www.biblio.com.br

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