Seja na produção em escala industrial ou mesmo na produção caseira, o iogurte possui idênticas características quanto a sua composição química final, salvo a utilização dos aditivos, como os ditos sintéticos ou naturais, que fazem aumentar a vida útil do mesmo, o tempo de validade para consumo, além de melhorar a aparência, textura e paladar do alimento, e outros.
Acredita-se que cerca de 3.500 aditivos estão em uso atualmente. Todos os aditivos permitidos, até que provem o contrário, são controlados e aprovados por lei para a produção dos alimentos. Muitos dos aditivos são substâncias naturais, o ácido ascórbico (vitamina C) usado na industria de panificação é um dos exemplos.
Outro grupo de substâncias denominadas aditivos alimentares são os adoçantes. Os calóricos acrescentam energia à dieta e incluem o manitol, o sorbitol, o xilitol e xarope de glicose hidrogenada. Os adoçantes não-calóricos são adoçantes sintéticos e incluem o acesulfame K, o aspartarme, a sacarina e a taumatina. Sucrose, glicose, frutose e lactose são todas classificadas como alimentos e não como adoçantes ou aditivos.
Rica fonte alimentar de cálcio, o iogurte também é boa fonte alimentar de potássio, fósforo, proteínas e vitaminas, sobretudo as do complexo B. Por isso é considerado um grande aliado da saúde.
Sua maior aliança com o homem se baseia no princípio do equilíbrio entre as espécies que habitam a flora intestinal. A favor do corpo estão os lactobacilos, microorganismos anaeróbios (dispensam o oxigênio para sua sobrevivência), que, entre outras funções, protegem o intestino contra a ação de coliformes - bactérias do tipo aeróbio (precisam de oxigênio), responsáveis pela liberação de toxinas (resultado da digestão dos alimentos), de gases, pela prisão de ventre e pela redução da absorção dos nutrientes.
O desequilíbrio pode ocasionar o aumento das substâncias tóxicas, com sulfito de hidrogênio, dióxido de carbono, gás metano e fenol. Em transtornos intestinais os lactobacilos começam a proliferar rapidamente, equilibrando a flora. Nesse crescimento ocorre também a acidificação do meio intestinal, o que, aliás, é muito bom por dois motivos: ajuda no crescimento e multiplicação das colônias de lactobacilos já existentes porque essa espécie se dá muito bem em meio ácido; e dificulta a vida dos coliformes, que precisam de um meio alcalino para viver melhor.
Por ser um restaurador da flora intestinal, o iogurte é especialmente recomendado para as pessoas que estão em tratamento com antibióticos, que pode apresentar como efeito colateral a morte de colônias de bactérias que fazem habitualmente parte da flora. Em geral, a conseqüência da mortandade temporária é a diarréia. Daí o motivo de o leite acidificado ajudar no equilíbrio intestinal.
Fonte: www.riototal.com.br
PERGUNTA: A senhora trabalha com leite fermentado. Como podemos classificar e diferenciar o iogurte e o leite fermentado?
RESPOSTA: Ambos são produtos de leite fermentado, sendo a diferença entre eles as espécies bacterianas, a quantidade bactérias probióticas presentes em cada tipo de produto, variando de acordo com os fabricantes. O leite fermentado deverá apresentar ao redor de 107 a 108 bactérias vivas por mL de leite.
PERGUNTA: Esses produtos por si só são benéficos à saúde, ou necessitam de alguma adição (bactérias específicas) para ter seu potencial atingido?
RESPOSTA: Estes produtos já são adicionados de bactérias probióticas para desempenhar sua ação benéfica em nosso organismo.
PERGUNTA: Baseando nas pesquisas que a senhora já realizou e está realizando, qual a posição da senhora sobre o consumo desses produtos e qual a recomendação diária?
RESPOSTA: A recomendação do consumo diário do leite fermentado é ao redor de três frascos de 60ml, para garantir a presença de pelo menos 107 bactérias por ml de bactérias vivas no intestino, para a obtenção da ação benéfica desejada. Parando a ingestão do leite fermentado, estas bactérias probióticas vão sendo eliminados lentamente até desaparecerem ao redor de duas semanas.
PERGUNTA: Na reportagem da Revista Cláudia, é citado o trabalho Efeito do Leite Fermentado Contendo Lactobacillus casei Shirota na Microbiota Intestinal de Crianças sob Terapia Antimicrobiana realizado com crianças no Hospital Universitário da USP. Como foi realizado esse trabalho? Como podemos usar esses resultados no dia a dia de pessoas sadias?
RESPOSTA: Tratou-se de um estudo com controles,randomizado, duplo cego com uma população de crianças internadas no Hospital por alguma doença infecciosa que necessitava de tratamento com antibióticos. Estudou-se o efeito da ingestão de Lactobacillus casei Shirota na flora intestinal destas crianças. O grupo que consumiu o leite fermentado mostrou um re-equilibrio mais rápido da flora intestinal desequilibrado, com terapia antimicrobiana do que o grupo controle, que consumiu placebo. Nenhuma criança deste estudo desenvolveu diarréia nem mostrou perda de peso.
PERGUNTA: Podemos dizer que o consumo desses produtos previne doenças? Quais?
RESPOSTA: O efeito protetor destes microrganismos ocorre segundo dois mecanismos: o antagonismo, que impede a multiplicação de patógenos - a rivalidade pelos nutrientes ou pelos locais de adesão ao epitélio intestinal; e a produção de toxinas que impossibilitam a ação patogênica. Mediante estes mecanismos, há uma maior proteção do hospedeiro, relativamente a infecções, devido ao fortalecimento do sistema imune.
Várias bactérias probióticas, como Lactobacillus casei shirota ou bulgaricus ou Streptococus thermophilus entre outras, fortalece a nossa flora intestinal, muitas vezes prevenindo e protegendo os nossos intestinos de uma série de agentes agressores, chamados de microorganismos patogénicos. E essa barreira protetora auxilia não somente na absorção das vitaminas lipossolúveis, como também proporciona um efeito laxativo aos intestinos. Poderia trazer grande benefício para as pessoas que sofrem constantemente de constipação intestinal.
Este tipo de complemento alimentar é utilizado, principalmente, quando há fatores específicos, tais como antibióticos ou outros medicamentos, dietas ou cirurgias, situações que desregulam a microflora hospedeira normal. Também já foi provado o efeito destes alimentos em estado patológicos, como diarréias, infecções do sistema urinário, problemas imunológicas, intolerâncias à lactose, hipercolesterolemia, alguns tipos de tumores e alergias alimentares, favorecendo a saúde do indivíduo, após um consumo prolongado. Estes dados estão sendo provados ao longo do tempo de forma direta ou indireta, por pesquisadores de muitos países.
PERGUNTA: A senhora cita estudos no Canadá e no Japão que estão descobrindo “utilidades efetivas dos lactobacilos vivos em vaginoses (doenças ginecológicas) e em respostas imunes ao câncer". Há alguma comprovação disso?
RESPOSTA: As publicações das pesquisas mostram que está havendo muito interesse na aplicação das bactérias com atividade probiótica tanto na prevenção quanto na cura de algumas patologias. Cito apenas algumas das centenas de referência encontradas no medline nos últimos três anos.
PERGUNTA: O que a senhora acha do consumo de leite e seus derivados para a prevenção de manutenção da saúde?
RESPOSTA: Estas bactérias, presentes no iogurte em outros lacticínios
fermentados, caracterizam-se por fermentar alguns açúcares,
principalmente a lactose, convertendo-a em ácidos orgânicos,
como o ácido láctico e o ácido acético que, por
sua vez, diminuem o pH intestinal e evitam a proliferação de
microorganismos patogênicos.
Desta forma, deveria ser recomendada a ingestão regular de lacticínios
fermentados, que podem ser benéficos para prevenir patologias infecciosas
comuns.
As bactérias saudáveis como Lactobacilos e Bífidobactérias
presentes no nosso intestino são fundamentais na manutenção
da higidez imunológica do nosso organismo pela ação imuno
moduladora que apresentam.
Fonte: www.lactea.org.br

Os lactobacilos são importantes para o nosso sistema digestivo e imunológico. Os chamados alimentos probióticos representam saúde e proteção ao organismo.
Milhares de microorganismos vivos agem permanentemente em nossa flora intestinal e são responsáveis pela absorção dos nutrientes ingeridos através da alimentação. Esses "bichinhos" melhoram a integridade da parede intestinal e assimilam alguns nutrientes importantes para o organismo, como o cálcio e o ferro. De nada adianta seguir uma alimentação e saudável se a flora intestinal não estiver sadia.
Alimentos como o leite, iogurte, queijo fresco e coalhada, são fundamentais em nosso dia-a-dia, porque contêm o melhor dos probióticos: os lactobacilos vivos. Os mesmos do leite fermentado. Pesquisas mostram que os lactobacilos equilibram o funcionamento intestinal, impedem a multiplicação de bactérias nocivas, inibem a produção de toxinas, melhoram a digestão, fortalecem o sistema imunológico, além de prevenir o câncer de colón - localizado no intestino grosso.
Nossa flora intestinal é composta por um equilíbrio dos lactobacilos bons e maus. Ou seja, temos um conjunto de muitas espécies de bactérias que, quando estão equilibradas, não causam problemas à saúde, mas, caso contrário podem provocar doenças, alergias. Os microorganismos considerados bons (lactobacilos ou probióticos) devem ser maioria no intestino. Entretanto, vários motivos levam a morte desses microorganismos benéficos como, por exemplo, estresse, doenças intestinais, uso de antibióticos, envelhecimento. Por isso é importante ingerirmos esses alimentos e assim renovarmos nossos microorganismos.
Eles tendem a melhorar e regular todo o funcionamento da flora intestinal, além de combater as substâncias tóxicas e causadoras do câncer. Não só fortalecem o sistema imunológico, como minimizam os efeitos colaterais provocados por antibióticos - que desequilibram o intestino.
Como são resistentes, para chegar inteiros ao intestino vão acidificando o ambiente e assim dificultando a permanência dos microorganismos patogênicos, causadores de doenças no estômago e intestino. Esse ambiente ácido facilita a absorção dos minerais e das vitaminas, tão importantes ao organismo. Outra função é ajudar a manter íntegra a parede do intestino, o que permite que todos os nutrientes sejam absorvidos adequadamente.
É todo produto que coagula e diminui o ph do leite, por fermentação láctea, por meio de microorganismos. Nos frascos encontrados no mercado existem variações de lactobacilos, como o Lactobacillus Casei e Bifidobacterium. Qualquer pessoa pode consumir estes alimentos depois da fase do desmame. Quanto maior a freqüência, melhor a manutenção da flora bacteriana e a ingestão de cálcio, pois o leite fermentado é fonte deste mineral. E, para quem costuma ter desconforto após ingerir leite, uma boa noticia é que nestes produtos a lactose já vem processada, ou seja, o individuo não precisa digerí-la no organismo, diminuindo assim os sintomas dessa intolerância.
Um frasco por dia de leite fermentado e o consumo de queijos frescos, iogurtes, coalhadas - são suficientes para proteger o organismo contra os fatores que desequilibram a flora intestinal. Essa quantidade é o bastante para proteger organismo e ficar mais resistente às bactérias e a qualquer tipo de infecção. Entretanto, é bom evitar o consumo excessivo desses produtos, que podem causar um desconforto intestinal, além do excesso de calorias que pode prejudicar o seu processo de eliminação de peso.
Fonte: www1.uol.com.br
O termo "probiótico" foi definido inicialmente por Füller como: Organismos vivos que ingeridos exercem efeito benéfico no balanço da flora bacteriana intestinal do hospedeiro. Este conceito foi posteriormente ampliado e definido como "organismos vivos que quando ingeridos em determinado número exercem efeitos benéficos para a saúde".
Como função funcional benéfica no organismo, os probióticos tem efeito sobre o equilíbrio bacteriano intestinal: controle do colesterol e de diarréias e redução do risco de câncer.
O meio de atuação dos probióticos no organismo se refere principalmente à inibição que estes exercem na colonização do intestino por bactérias patogênicas. Os mecanismos através dos quais os probióticos reduzem as bactérias patogênicas seriam: produção de substâncias bactericidas; disputa por nutrientes; alteração do metabolismo microbiano; estimulação do sistema imunológico a partir da capacidade de adesão à mucosa intestinal.
Dentre os probióticos mais importantes citamos: Lactobacilos acidófilos, casei, bulgárico, lactis, plantarum, estreptococo termófilo , enterococus faecium e faecalis, bifidobactéria bifidus, longus e infantis.
Segundo Hutcheson, os probióticos devem apresentar algumas características específicas: serem habitantes normais do intestino; reproduzirem-se rapidamente; produzirem substâncias antimicrobianas; resistirem ao tempo entre a fabricação, comercialização e ingestão do produto devendo atingir o intestino ainda vivos.
Os probióticos podem ser componentes de alimentos industrializados presentes no mercado, como leites fermentados, yogurt ou podem ser encontrados na forma de pó ou cápsulas.
Inibição de bactérias intestinais indesejáveis - isto pode ocorrer por produção de substâncias bactericidas:
Os lactobacilos podem produzir peróxido de hidrogênio, substância inibidora da Escherichia coli, salmonela, etc.
Adesão à mucosa e multiplicação - este termo se refere à capacidade dos probióticos de aderirem nas vilosidades intestinais competindo e inibindo a fixação de patogênicos, como por exemplo, escherichia coli.
A adesão não ocorre com todos os probióticos, segundo Bengmark, parece ser verdadeiro somente para oLactobacilos Plantarum 299.
Presença sem adesão à mucosa - para que isto ocorra é necessário que a ingestão do probiótico seja contínua pois sua suspensão não garante permanência no colon por período prolongado.
Ativação da imunidade humoral e celular - Os Lactobacilos acidófilo, bulgárico e casei parecem aumentar a atividade fagocitária, a síntese de imunoglobulinas (IgA) e a ativação dos linfócitos T e B.
Aumento da digestibilidade da lactose - os Lactobacilos produzem a enzima beta galactosidade que facilita a digestão da lactose
O iogurte, além de carrear uma acidez necessária para a manutenção do sistema ecológico intestinal, ainda carreia microorganismos que, mesmo de maneira tansiente, ocupam um espaço que, de outra forma, seria ocupado por outros microorganismos. No entanto, as bactérias do iogurte (Streptococcus thermophilus e Lactobacillus bulgaricus) são transientes porque o seu habitat natural não é o intestino. Estas bactérias lançam ao meio seus produtos de metabolismo, principalmente ácidos orgânicos como láctico e acético, além de outras substâncias de efeito antagonista a patógenos e outros microorganismos indesejáveis como peróxido de hidrogênio e bacteriocinas. Devido à característica metabólica destes microorganismos, e por crescerem bem no leite, os principais produtos probióticos são de origem láctea.
O "CreamUp" Frozen Yogurt (sorvete de Yogurt) contém, na sua formulação, aproximadamente, 75% de puro iogurte que contém bacilos (lac-tobacillus bulgaricus e streptococcus thermophilus) vivos, que em estado de congelado estão parados, estabilizados, devendo, ao serem ingeridos, dentro do corpo humano, atingir a temperatura de 36/37 graus Celsius e com isto voltarem a vida combatendo microorganismos em nossa flora intestinal.
A comunidade européia vem mantendo vários grupos compostos de especialistas nas áreas de nutrição, biotécnólogos, engenheiros de alimentos, farmacêuticos, ecologistas, laticinista e médicos, em projetos que visam "definir, produzir e legislar probióticos", com estudos que abordam desde o conceito aos reclames benéficos dos probióticos. Uma nova tendência é a sua inclusão na categoria de alimentos funcionais que, como indicado pelo próprio nome, ao serem consumidos espera-se que exerçam uma função específica no seu organismo. Muitas destas funções já são conhecidas, sentidas, mas ainda não validadas e, portanto não poderão ser utilizadas como marketing para o produto. Devido as informações hoje já acumuladas sobre os benefícios dos alimentos probióticos e a grande variedade de tais produtos no mercado externo, pode-se afirmar que estes produtos constituem hoje uma realidade no mercado laticinista.
Fonte: www.travialimentos.com.br
Probiótico é um suplemento alimentar constituído de microorganismos vivos, que mantêm o equilíbrio das microbiotas ruminal e intestinais, favorecendo a absorção de nutrientes, promovendo assim, aumento na produtividade dos animais. Um bom Probiótico deve ser constituído de bactérias resistentes a ação do suco gástrico, da bile, de pH ácido, não ser tóxico, ser estável à estocagem e atuar no organismo animal de forma benéfica, melhorando a digestibilidade e eliminando bactérias patogênicas.
Vale ressaltar a diferença entre Probióticos e Prebióticos. Os Prebióticos são constituídos de oligossacarídeos ou de leveduras mortas. As leveduras, após o processo de fermentação para obtenção de álcool ou de cerveja, são retiradas das dornas e secas por um processo denominado “spray dry” que as matam pelo calor. Esse derivado de leveduras mortas é constituído de proteínas, carboidratos, vitaminas e minerais e é usado como complemento na alimentação animal. Não existem provas da eficácia de leveduras vivas como Probiótico, pois sua estabilidade à estocagem é muito variável, necessitando de temperaturas de refrigeração.
No Probiótico as bactérias são mantidas vivas através do processo de liofilização, podendo ser estocadas por muito tempo. O Probiótico também age de maneira diferente dos antibióticos. Os antibióticos matam as bactérias patogênicas e as benéficas e são utilizados em dosagens sub-clínicas, como promotores de crescimento. Durante muito tempo os antibióticos vêm sendo utilizados para promover melhoria no ganho de peso nos animais. Hoje já existem restrições dos países importadores de carne (Europa, América do norte e Ásia) ao uso de antimicrobianos como promotores de crescimento, devido à seleção de bactérias patogênicas para o homem e de animais resistentes a antibióticos e quimioterápicos.
É neste sentido que o Probiótico, um produto natural, está sendo utilizado como uma alternativa no ganho de peso, como preventivo das infecções intestinais e no restabelecimento das microbiotas ruminal e intestinais. Essas microbiotas podem ser afetadas principalmente pela seca e por tratamento de infecção com antibióticos ou quimioterápicos. Estes fatores diminuem a população de bactérias das microbiotas e conseqüentemente baixam a produtividade e a imunidade dos animais.
A utilização de Probiótico constituído de bactérias ruminal e intestinais, administrado juntamente com alimentos para bezerros, estimula o desenvolvimento precoce do rúmen devido à produção principalmente de ácidos graxos voláteis, antecipando a ingestão de matéria fibrosa como capim ou feno. Esse tipo de Probiótico aumenta a população de bactérias celulolíticas no rúmen e conseqüentemente aumenta a produção de proteínas (carne, leite).
Outro benefício do uso do Probiótico é o aumento da proteção contra infecções devido a produção de bacteriocinas pelas bactérias probióticas intestinais. Proporciona também, maior controle e rápida recuperação dos animais com fotossensibilização hepatógena primária e secundária (requeima de pastagens).
Fonte: www.agronline.com.br