Todo equipamento mecânico necessita de cuidados para que possa funcionar satisfatoriamente.
Sempre que passear em locais com lama, maresia (praia), ou chuva forte é necessário limpar sua bicicleta e relubrificar a corrente.
Nunca lave a bicicleta com querosene ou outro solvente, que podem penetrar, retirando a graxa interna dos rolamentos.
Nunca usar óleo de cozinha (comestível ) na bicicleta: em hipótese alguma.
Não exagere na quantidade do óleo lubrificante (Singer) na corrente - é prejudicial.
1- Limpe bem a corrente com uma escova ou pincel embebida com querosene, não deixando escorrer para outras partes da bicicleta.
2 - Escove também com querosene as engrenagens próximas à corrente, com cuidado para não deixar entrar no cubo ou no eixo da roda.
3 - Lave a bicicleta com água e sabão neutro com uma esponja suave por causa da pintura . Depois enxague e seque com pano macio.
4 - Seque e limpe as sapatas de freio com thinner ou acetona.
5 - Relubrifique a corrente com duas a três gotas em cada junção de elos da corrente.
Apesar da calibragem ser uma preferência individual, nunca ultrapasse as recomendações do fabricante escritas na lateral de cada pneu.
Calibre sempre seus pneus antes de sair, pois é normal que as câmaras de ar percam pressão quando paradas.
Pneus muito cheios (muito duros) podem estourar numa pequena pedra, ou fazer a bicicleta vibrar demasiado.
Pneus muito baixos furam rápido, e no contato com obstáculos não amortecem os impactos, podendo danificar as rodas.
Dianteiro Traseiro Alicate / Chave inglesa
Chave Phillips
Chave de fenda
Uma chave de boca regulável
Chaves fixas de 8 e 10 mm
Chaves Allen de 4, 5 e 6 mm
Espátulas de tirar pneus
Chave de raios
Bomba de encher.
Kit:cola, remendos e lixa.
Mountain.Bikes 36 a 40 psi 38 a 42 psi
Estrada (asfalto) 90 a 100 psi 90 a 110 psi
Moutain / Estrada 50 a 60 psi 50 a 70 psi
O cambio é muito útil quando usado de forma correta, facilita
as subidas e aumenta a velocidade no plano.
Mas deve ser usado com critério.
Não se deve usar a corrente na relação da coroa mais a esquerda com o pinhão mais à direita.
Assim você estará torcendo a corrente levando a um desgaste prematuro das peças sem grandes resultados práticos na velocidade da bicicleta.





Fonte: www.fazfacil.com.br
A bicicleta é um veículo movido pela força humana que consiste de duas rodas, uma atrás da outra, unidas por uma estrutura.
A primeira bicicleta era uma veículo muito simples; foi inventada pelo francês De Siorac, no ano de 1790 e era composta por duas rodas do mesmo tamanho, ligadas por uma travessa de madeira. Possuía também um cabo ou manivela para o apoio das mãos. O homem, sentado a cavalo na madeira transversal, empurrava o veículo tocando o chão com os pés. Mais tarde, em 1818, o alemão Carlos Drais aperfeiçoou este veículo, fazendo com que a roda anterior ou dianteira pudesse mover-se para a direita e para a esquerda. A Draisina, como se chamava, era ainda impelida pelos pés.

Em 1885, o francês Michaud lançou um novo modelo, o biciclo que possuía uma roda dianteira muito grande e a trazeira muito pequena demais. A roda dianteira apresentava pedais. Estes, forçados pelo ciclista que ia sentado em um selim altíssimo, fazia com que a roda se movesse. Era o primeiro biciclo que apresentava um mecanismo produtor de movimento. Sua velocidade era de 12 km por hora. Não tinha muita estabilidade por causa da desproporção entre as duas rodas e não era prático, pois era difícil de montar. O francês Sargent fez depois as duas rodas de mesmo tamanho e deu-lhes as dimensões que hoje conhecemos. Inventou também a cadeia de transmissão de movimento à roda posterior e os pedais foram inseridos em um sistema de duas rodas dentadas, unidas por uma cadeia. Assim nasceu a bicicleta. Em 1890, o inglês Dunlop colocou pneumáticos nas rodas deste meio de transporte.
No início do século 20 a bicicleta havia se transformado em uma forma barata de transporte pessoal no trabalho e lazer. A partir da década de 20 a ascensão do automóvel diminuiu a importância da bicicleta no Ocidente, mas na década de 60 houve um ressurgimento do interesse por este veículo.

Na figura acima podemos verificar que a bicicleta possui uma corrente ( T ) que liga uma coroa dentada dianteira, movimentada pelos pedais, a uma coroa dentada de raio menor, chamada pinhão e fixada no eixo da roda traseira. Quando o ciclista pedala, a roda traseira gira com a mesma velocidade angular do pinhão (w).
O número de voltas dadas pela roda traseira a cada pedalada depende do tamanho relativo das coroas dentadas. Para uma coroa que tenha um raio cinco vezes maior que o do pinhão, por exemplo, para cada volta completa do pedal (e, portanto, da coroa maior), o pinhão dá cinco voltas completas - e a roda traseira faz o mesmo, pois pinhão e roda traseira têm a mesma velocidade angular.
Diz-se que uma bicicleta possui marchas quando ela tem um conjunto de coroas, cujo funcionamento consiste em fazer com que cada marcha seja uma combinação de uma das coroas dianteiras com uma das coroas traseiras. Assim, por exemplo, para uma bicicleta que tenha duas coroas dianteiras e quatro traseiras, temos um total de 2.4 = 8 marchas possíveis.

Fonte: br.geocities.com
A bicicleta é um veículo com duas rodas presas a um quadro movido pelo esforço do próprio usuário (ciclista) através de pedais. Foi inventada no século XIX na Europa e evoluiu rapidamente até o modelo atual das bicicletas. Com mais de um bilhão de unidades em todo o mundo, a bicicleta é usada tanto como meio de transporte, como objeto de lazer e para competições desportivas de ciclismo.
A bicicleta afetou consideravelmente a história tanto no campo industrial como no cultural. No início, a bicicleta inspirou-se em tecnologias pré-existentes. Hoje, no entanto, tem contribuído para outras áreas. Além de lazer e transporte, as bicicletas estão sendo adaptadas para outras utilizações, na área militar e em esportes.
A bicicleta também é bastante utilizada como meio de transporte no dia-a-dia, por ser uma transposte barato, ecológico e saudável.

Reflectores aconselhados
Falar a respeito do assunto é um tanto complexo, pois há vários estudos, muitas cópias e poucas definições razoáveis que podem ser aproveitadas. Entre os diversos que se relacionam com o assunto pode-se citar um estudo interessante que explica a sua de forma clara e resumida.
Segundo alguns historiadores e o que nos mostram alguns ensaios fotográficos, há um estudo muito bem feito, idealizado por Leonardo da Vinci e registrado em um código guardado no museu de Madrid, resultante de pesquisas feitas pelo professor Piccus, da Universidade de Massachussets, nos EUA, que nos mostra, através de esboços, um sistema de transmissão por corrente, mecanismo físico principal que aciona as atuais e modernas bicicletas idealizado por Da Vinci. Apesar de que tais desenhos na realidade mostrem um sistema de transmissão bem básico, muitos historiadores consideram-nos o primórdio da indústra da bicicleta no mundo.
No período compreendido entre os séculos XV e XVI, foram desenvolvidos diversos veículos de duas e quatro rodas acionados por mecanismo composto de corrente, alavanca e outros dispositivos os quais por vezes traziam problemas ao seu usuário, pois frequentemente levavam a tombos sérios ou mesmo causando danos às roupas. Tais dispositivos eram cômicos, outros não seguiam os princípios básicos da física e a grande maioria deles era na realidade uma imitação um tanto extravagante de um mecanismo já existente, com raríssimas exceções.
Entretanto, a bicicleta teve seu nome inserido na história por volta do início de 1790, quando o conde Sivrac da França idealiza o celerífer, posteriormente denominado de celífero, que era um veículo primitivo de duas rodas ligadas por uma ponte de madeira em forma de cavalo e acionado por impulso alternado dos pés sobre o chão, ou seja, na forma de solavancos. Curiosamente, apesar do incomodo e bastante desconfortável esse tipo de transporte era útil na época, para pequenas distâncias.
Por volta de 1816 o barão alemão Karl Friedrick Christian Ludwing Van Sauerbroun Drais adaptou uma direção ao celerífero que passou a ser denominada de guidão. Junto com o primeiro guidão apareceu a draisiana, umas das primeiras bicicletas. Apesar desse novo equipamento, ainda sim, era bastante incômodo e desconfortável manusear a draisiana.

Bicicleta de corrida
Em abril de 1818, o próprio Barão Drais apresenta seu invento no parque de Luxemburgo, em Paris, e meses mais tarde faz o trajeto Beaum - Dijon, na França. Esse invento é mais parecido com a atual bicicleta, porém de forma dinâmica bem diferente e de material mais pesado, pois era feita com uma liga de antimônio, metal bem pesado.
Em 1820, o escocês Kikpatrick Mcmillan adapta ao eixo traseiro duas bielas ligadas por uma barra de ferro. Isto provocou o avanço da roda traseira, dando-lhe maior estabilidade e possibilidade de manuseio e manejo rápido. Com esse mecanismo a bicicleta ficou mais segura e estável, pois nas curvas evitava o antigo jogo do corpo para o lado oposto ao movimento a fim de manter estável o equilíbrio, já que o equipamento em si era bastante pesado.
No ano de 1855 o francês Ernest Michaux inventa o pedal, que foi instalado num veículo de duas rodas traseiras e uma dianteira. Os pedais eram ligados à roda dianteira, e o invento ficou conhecido como velocípede, palavra oriunda do latim velocidade + pé ou velocidade movida a pé. Alguns consideram-no a primeira bicicicleta moderna, e na verdade ficou sendo chamado de triciclo posteriormente.
A prefeitura de Paris criou, em 1862, caminhos especiais nos parques para os velocípedes para não se misturarem com as charretes e carroças, dando assim origem às primeiras ciclovias, pois era comum alguns acidentes, rotineiramente os animais das charretes e carroças assustavam-se, causando sustos e ferimentos aos condutores.
No ano de 1862, Ernest Michaux consegue fabricar 142 unidades em doze meses, sendo considerado o primeiro fabricante oficial de bicicletas ou biciclos. Essa denominação de biciclos caiu em desuso, pois um brinquedo chamado triciclo acabava deixando o usuário confuso quanto aos nomes de tais produtos.
Resultante da idéia de Michaux, em 1875 nasce a primeira fábrica de bicicletas do mundo, a Companhia Michaux, esta começou a fabricar bicicletas em série.
Em 1877 Rousseau apresenta um dispositivo que, por meio de duas correntes, multiplicava o giro da roda dianteira, dando maior velocidade e flexibilidade à bicicleta.
Como medida de aperfeiçoamento e evolução, em 1880 Vicent constrói a primeira bicicleta com transmissão aplicada ao cubo da roda traseira e, no mesmo ano, na Inglaterra, Thomas Humbert inventa o quadro de quatro tubos. Com esses dispositivos o conjunto obtém maior estabilidade, principalmente nas descidas e curvas.
Inventado em 1887, na Irlanda por John Boyd Dunlop, sua idéia deu tão certo que originou-se umas das mais famosas marcas de pneus do mundo, a Dunlop Tires.
Em 1891, o francês André Michelin lança o pneu desmontável e o mesmo francês funda a indústria de pneus Michelin, tão conhecida nos dias atuais na Fórmula 1, um dos grandes concorrentes da Dunlop e Goodyear.
Em 1868 são realizadas as primeiras provas de biciclos nas categorais masculina e feminina na Europa.
No desporto é criado o Veloce Club de Firenze na Itália, que organiza a primeira corrida de bicicletas, sendo seu primeiro vencedor Heste Rynner no ano de 1880.
Cinco anos após, já em 1885, Giuseppe Pasta vence a primeira volta de Bastiones realizada em Milão.
No ano de 1895 chega a Milão Raffaelle Gatti, que tinha competido no Tour do Círculo Polar Ártico. Essa competição ficou famosa pela dificuldade e falta de tecnologia e do frio que enfrentaram os competidores.
Nas décadas seguintes diversas fábricas vieram para o Brasil, entre elas a Caloi e a Monark.
Fonte: pt.wikipedia.org