A abundante vida vegetal do nosso planeta é armazenadora da energia
solar e de substâncias químicas, sendo um recurso renovável
que chamamos de BIOMASSA. Assim, todos os organismos biológicos que
podem ser aproveitados como fontes de energia, são chamados de Biomassa:
a cana-de-açúcar, o eucalipto, a beterraba (dos quais se extrai
álcool), o biogás (produzido pela biodegradação
anaeróbica existente no lixo e dejetos orgânicos), lenha e carvão
vegetal, alguns óleos vegetais (amendoim, soja, dendê), etc.
A Biomassa é formada pela combinação de dióxido
de carbono da atmosfera e água na fotossíntese clorofiliana,
que produz os hidratos de carbono - a energia solar é armazenada nas
ligações químicas dos componentes estruturais da biomassa.
Se a biomassa for queimada de modo eficiente, há produção
de dióxido de carbono e água. Portanto, o processo é
cíclico e dizemos que a biomassa é um recurso renovável.
A composição química da biomassa é:

As principais fontes de energia do século XXI provavelmente serão de origem biológica, produzidas a partir da biotecnologia. Atualmente, responde por 1% da energia elétrica mundial, mas calcula-se que daqui a vinte anos cerca de 30% do total de energia consumido pela humanidade será proveniente da biomassa. Além de agrupar várias opções como queima de madeira, carvão vegetal e o processamento industrial de celulose e bagaço de cana-de-açúcar, inclui o uso do álcool como combustível.
PRÓ: Aproveita restos, reduzindo o desperdício. O álcool
tem eficiência equivalente à da gasolina como combustível
para automóveis.
CONTRA: o uso em larga escala na geração de energia da biomassa
esbarra nos limites da sazonalidade. A produção de energia cai
no período de entressafra. Dependendo de como se queima, pode ser muito
poluente.
Fonte: www.soaresoliveira.br