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Acre

ATAS FESTIVAS

25 de setembro, aniversário da cidade

08 de dezembro, festa de Nossa Senhora da Conceição; festival do mandi; campeonato de pesca.

SERVIÇOS DE TRANSPORTES

Rodoviários - através da BR-364, pavimentada até Rio Branco

Fluvial - através do Rio Purus, por meio de balsas, batelões e pequenas embarcações

Aéreo - por meio de pequenas aeronaves.

TARAUACÁ

Área 16.120,5 km2, eqüivalendo a 35,40% da Região e 10,53% da área total do Estado. 23.838 hab, na proporção de 52% rural e 48% urbana. Fundado em 1º de outubro de 1907, por Antônio Antunes de Alencar, obteve sua autonomia através do Decreto Federal nº 9.831 de 23 de outubro de 1912. Limita-se com o Estado do Amazonas, com a República do Peru e com os municípios de Feijó, Jordão, Marechal Thaumaturgo, Porto Walter e Cruzeiro do Sul.

A cidade de Tarauacá é banhada pelo rio do mesmo nome, que no verão, é margeado por quilômetros de praias de areias brancas e finas. O rio serve de opção nos finais de semana à centenas de banhistas, que procuram suas águas no afã de refrescar-se do forte calor da época. Tarauacá é conhecido como a terra do abacaxi gigante. Esse fruto chega a pesar em torno de 15 kg, fato que provoca grande admiração nos visitantes. A cidade é dotada de razoável infra-estrutura turística, conta com hospedarias, bares, dois hotéis que oferecem apartamentos dotados de frigobar, televisão, ar condicionado, restaurantes onde sempre se encontram pratos à base de peixes nobres da Região.

A base econômica do município fundamenta-se na agricultura, pecuária, pesca – (para subsistência) e no extrativismo de borracha e madeira, para exportação. Conta ainda, com pequenas indústrias de móveis, cerâmicas e artefatos de cimento. Dispõe de correios, telefone, rádio, uma emissora de televisão por satélite, um centro de saúde e um hospital além de contar periodicamente, com atendimento feito pelo barco-hospital da Secretaria de Saúde do Estado. O município sofre isolamento por causa das precárias condições da BR-364. Portanto, suas relações comerciais se dão no âmbito das vias fluviais, que por sua vez, é sazonal, devido a variação do nível das águas do Rio Tarauacá. O meio de acesso mais efetivo é o aéreo, em aviões de médio porte.

DATAS FESTIVAS

24 de abril, aniversário da cidade
26 de setembro, novenário de São Francisco.

SERVIÇOS DE TRANSPORTES

Aéreos - através de aeronaves de porte médio DASH 8 e outras aeronaves menores.

Rodoviários - através da BR-364, restrito à época de estiagem

Fluvial - através de balsas, batelões e outras embarcações de pequeno porte.

FEIJÓ

O município de Feijó tinha suas terras habitadas pelas tribos Jaminawás, kaxinauwás e Chacauwás. Com a chegada dos nordestinos à foz do rio Envira, em 1879, começou-se a desbravação da região, subindo os rios e igarapés, desmarcando os ‘seus’ lotes e terras e até ‘seringais’. No entanto, ocorreram vários conflitos na selva, entre os nordestinos e índios por conta da desocupação dessas áreas de terras, que pouco tempo depois transformaram-se em seringais. É neste contexto que surge à margem direita do rio Envira, o Seringal Porto Alegre que mais tarde deu origem ao município de Feijó.

Após alguns anos o seringal tornou-se um vilarejo, e aos 13 de maio de 1906, foi elevado a categoria de vila sob a denominação de Feijó, em homenagem ao Pe. Diogo Feijó, nome que se conserva até hoje. A instalação do município deu-se sob o decreto 968 de 21 de dezembro de 1938, sendo o governador do território do acre, o Sr.

Dr. Epaminondas Martins e o Prefeito municipal o Sr. Raimundo Augusto de Araújo.

BUJARI

Área 3.397,9 km2, eqüivalendo a 14,47% da Região e 2,22% da área total do Estado. População 4.641 (hab.), na proporção de 72,91% rural e 27,09% urbana. O município do Bujari foi criado pela lei 1.031, de 28 de abril de 1992, desmembrado do município de Rio Branco. Está situado na Regional do Baixo Acre, às margens da BR- 364, distando 28 km de Rio Branco.

Bujari ficou conhecido desde a época em que ainda era vila, devido à qualidade das hortaliças cultivadas no polo-hortigranjeiro existente naquela localidade, que ajudava no abastecimento do mercado da Capital.

O Bujari conta também com várias Organizações não- governamentais, entre elas, a Caixa Agrícola dos Pequenos Produtores Rurais, que é hoje uma das responsáveis pelo desenvolvimento agrícola do município.

Encontra-se em fase de conclusão o novo aeroporto internacional do Estado, localizado a 14 Km da cidade de Rio Branco e apenas 08 Km da sede do município de Bujari, empreendimento que poderá trazer grandes benefícios sócio-econômicos para o município.

Bujari limita-se com os municípios de Rio Branco, Porto Acre, Sena Madureira e com o Estado do Amazonas. Sua economia está baseada na agricultura de subsistência, com destaque para a produção de hortaliças. Possui considerável rebanho bovino e também uma piscicultura em ascensão. Boa parte da Floresta Estadual do Antimari encontra-se dentro de seus limites.

DATAS FESTIVAS

28 de abril, aniversário da cidade.
24 de junho, Festa de São João Batista - Padroeiro da cidade.

SERVIÇOS DE TRANSPORTES

Rodoviário. Através da rodovia BR-364.

SENADOR GUIOMARD

1806,4 km2 , eqüivalendo a 7,69% da Região e 1,18% da área total do Estado. 13.791 hab., na proporção de 55% rural e 45% urbana.

O município de Senador Guiomard limita-se com o Estado do Amazonas e com os municípios de Acrelândia, Plácido de Castro, Capixaba, Rio Branco e Porto Acre. Foi fundado por Raimundo de Almeida Câmara, nas cabeceiras do Igarapé Judia com o nome de Quinari Grande. O nome Quinari tem a origem na existência de uma árvore da região conhecida como "quina-quina", que na forma de chá era usada para combater a malária e outras doenças na época.

Foi elevado a categoria de Vila (1956). Em 1º de março de 1963 passou à categoria de município, quando recebeu o nome de Senador Guiomard, em homenagem ao autor do Projeto de Lei Senador Guiomard dos Santos. O município oferece à população uma infra-estrutura razoável, dispõe na área central: ruas pavimentadas, em asfalto e tijolos, praças, restaurantes, hospital, posto de saúde, drogarias, hotéis, supermercados, agência de correios, bancos e outros serviços essenciais.

A atividade produtiva do município ganhou maior agilidade com a implantação de novas indústrias que operam com tecnologias modernas e dentro dos padrões exigidos pelos Ministérios da Saúde, Agricultura e do Trabalho. Vale ressaltar o trabalho desenvolvido na área extrativista e agrícola pelas cooperativas e associações de produtores rurais.

Para lazer e práticas desportivas a comunidade conta com um ginásio poliesportivo, um estádio de futebol, uma pista de motocross, um clube de pára-quedismo, quadras de esporte, bares e clubes recreativos com piscinas de água natural. Distando 24 Km de Rio Branco, é ligado à capital acreana através da AC – 40, em trecho totalmente asfaltado.

DATAS FESTIVAS

06 de maio, aniversário da cidade;
08 de junho, festa de Nossa Senhora das Graças.

SERVIÇOS DE TRANSPORTES

Rodoviários - com serviços diários de ônibus intermunicipal, através das rodovias BR-317 e AC-40.

CAPIXABA

Área 1.567 km2, eqüivalendo a 6,67% da Região e 1,02% da área total do Estado. 3.286 (hab.), na proporção de 66% rural e 34% urbana.

O município de Capixaba, antiga Vila Gavião, foi criado pela lei n.º 1.027, de 28 de abril de 1992, vivendo hoje, a sua segunda gestão administrativa.

Foi desmembrado dos municípios de Rio Branco e Xapuri e está situado na Regional do Baixo Acre. Encontra-se às margens da BR-317, com distância do município de Rio Branco de 77 km. Capixaba já teve dias promissores, quando no auge do extrativismo do látex, contribuiu com grande parte da produção de borracha do Estado.

A produção do látex e a extração da castanha do brasil continuam, ainda hoje, como destaques na economia municipal, onde o município de Capixaba figura como o segundo maior produtor do Estado.

A exploração de madeira, frutas tropicais e palmito são também de grande representatividade na economia do município.

DATAS FESTIVAS

Dia 28 de Abril – Aniversário do município.

SERVIÇOS DE TRANSPORTES

Rodoviários - através da Rodovia BR-317, pavimentada no trecho Rio Branco/Brasiléia.

MÂNCIO LIMA

Área 4.692,2 Km2, eqüivalendo a 15,86% da região e a 3,06% da área total do Estado. População 9.095 hab, na proporção de 46% rural e 54% urbana. O Município de Mâncio Lima começou como um povoado denominado Japiim (nome de um pássaro de plumagem preta e amarela, muito comum na região). E, em 1913, Rego Barros, prefeito na época do Departamento do Alto do Juruá, elevou Japiim à categoria de vila, com a denominação de Mâncio Lima, e, em 1963, Mâncio Lima é o município mais distante da capital e o ponto extremo a oeste do Brasil. Sendo denominado o ponto mais ocidental. Está ligado diretamente, com o Município de Cruzeiro do Sul pela BR-364, totalmente asfaltada, com uma distância de 34 km. Encontra-se a 700 km de Rio Branco, tendo seu acesso por via aérea em aeronaves de pequeno porte, terrestre ou fluvial. Faz fronteira com Peru e divisa com o Estado do Amazonas e com o Município de Cruzeiro do Sul.

A economia do município baseia-se no setor primário, sendo a cidade um reflexo da economia rural, onde a pequena diversidade do setor agrícola, com predomínio do extrativismo, reflete-se no abastecimento de produtos alimentares. A maior parte dos produtos consumidos são importados de outros municípios, via Cruzeiro do Sul, comercializados através de organismos monopolizados, onerando substancialmente o custo de vida e assim aumentando o grau de carência e necessidade da população.

DATAS FESTIVAS

30 de maio - aniversário da cidade;
20 de janeiro - festa de São Sebastião.

SERVIÇOS DE TRANSPORTES

Aéreo - através de pequenas aeronaves;
Rodoviário - através da BR-364; Fluvial - através de pequenas embarcações, via Rio Juruá.

EPITACIOLÂNDIA

Área 1.659,3 km2,. eqüivalendo a 12,18% da Regiões e 1,08% da área total do Estado. População. 10.012 (hab.), na proporção de 39,46% rural e 60,54% urbana.

Nas primeiras décadas deste século viveu o auge da exploração extrativista da castanha e da borracha, que eram transportadas pelo Rio Acre através de navios de carga conhecidos como "chata". Hoje esse tipo de transporte desapareceu, para dar lugar ao transporte rodoviário através da rodovia BR-317 que liga a capital do Estado, Rio Branco, totalmente asfaltada, constituindo-se na sua principal via de acesso. Apesar de instituída como Área de Livre Comércio, a mesma ainda não foi regulamentada.

Atualmente, registra-se forte dependência comercial com o vizinho município boliviano de Cobija, contrariando o ocorrido em décadas passadas, quando o fato era o inverso.

Atualmente a cidade de Brasiléia não conta com uma infra-estrutura hoteleira e de restaurantes capaz de atender ao fluxo de turistas que fazem compras na zona franca de Cobija, principalmente nos finais de semana. As atividades econômicas encontram-se praticamente paralisadas, sua agricultura é tradicional, a indústria dá lentos sinais de recuperação, com a instalação de uma beneficiadora de leite, que permitirá abastecer mercados como Epitaciolândia e Cobija (Bolívia); algumas serrarias e fábricas de móveis, no setor de prestação de serviços estão completamente paralisadas. A pecuária possui um efetivo considerável, principalmente de gado de corte. Existe grande potencial para o ecoturismo, precisando apenas de maior divulgação de seu potencial.

DATAS FESTIVAS

03 de julho, aniversário da cidade;
17 de setembro, festa de Nossa Senhora das Dores.

Pontos turísticos

MANOEL URBANO

Área 9.477,2 km2, eqüivalendo a 23,22% da região e 6,19% da área total do Estado. População 5.889 hab., na proporção de 52% rural e 48% urbana.

O Município de Manuel Urbano foi fundado a 1° de março de 1963, alcançando sua autonomia através da lei n.º 588 de 14 de maio de 1976.

Situado na Região do Purus, limita-se com o Estado do Amazonas e os municípios de Sena Madureira, Santa Rosa do Purus, Feijó e faz fronteira com a República do Peru. Está situado a margem esquerda do Rio Purus.

O município de Manuel Urbano ainda sofre com a falta de infra-estrutura, tanto urbana quanto rural. A cidade possui uma usina geradora de energia elétrica de motores à diesel, com uma potência instalada de 450 KWA.

Sua pavimentação é apenas de tijolos nas vias principais. Conta com uma pista de pouso, coberta de grama atendendo ao transporte de passageiros para Cruzeiro do Sul e Rio Branco através de pequenas aeronaves. O transporte fluvial é feito por balsas e pequenos batelões, através do Rio Purus. A Br-364 que liga o município à Sena Madureira não oferece condições de tráfego no período invernoso que começa, geralmente, com as primeiras chuvas de outubro e vai até o final de abril, condenando os moradores da região ao completo isolamento.

Do ponto de vista das atividades econômicas, Manuel Urbano tem como maior fonte de renda o extrativismo da borracha vegetal. A cidade é reflexo da economia rural, onde a produção é pequena, não sendo suficiente nem para subsistência. Em decorrência disso vários produtos são importados de outros municípios onerando substancialmente o custo de vida da população.

Por outro lado, o isolamento da região tem, de certa forma, preservado suas riquezas naturais, embora apresente áreas devastadas, com eliminação da floresta natural.

DATAS FESTIVAS

14 de maio, aniversário da cidade.

SERVIÇOS DE TRANSPORTES

Rodoviário - somente no verão, com linhas de ônibus diariamente pela BR-364

Aéreo - através de pequenas aeronaves

Fluvial - através de balsas, batelões e pequenas embarcações.

PORTO WALTER

Área 6.093,4 Km2, eqüivalendo a 20,6% da região e a 3,98% da área total do Estado. População 4.898 hab, na proporção de 78% rural e a 22% urbana.

Criado pela lei nº 1.030, de 28 de abril de 1992, foi desmembrado do Município de Cruzeiro do Sul.

Localiza-se às margens do Rio Juruá, limitando-se com os Municípios de Cruzeiro do Sul, Marechal Thaumaturgo e Tarauacá e faz fronteira com a República do Peru. Sua economia está baseada no extrativismo vegetal, principalmente do látex e da madeira.

O aspecto cultural é marcado por varias tradições e crendices populares. Destacam-se as comidas típicas como "chirumbe", "jacuba" e "chibé". Seu povo tem raízes indígenas e orgulha-se de ser amazônida.

Suas relações econômicas são realizadas basicamente com Cruzeiro do Sul.

DATAS FESTIVAS

25 de junho - aniversário da cidade
29/11 à 08/12 - novenário de Nossa Senhora da Imaculada Conceição.

SERVIÇOS DE TRANSPORTES

Rodoviário - não possui ligação rodoviária
Aéreo - através de aeronaves de pequeno porte;
Fluvial - através de pequenas embarcações, via Rio Juruá.

RODRIGUES ALVES

Área 3.318,5 km2, eqüivalendo a 11,22% da região e a 2,17% da área total do Estado. População: 9.360 hab, na proporção de 78% rural e 22% urbana.

Criado pela lei nº 1.032 de 28 de abril de 1992, Rodrigues Alves foi desmembrado dos Municípios de Cruzeiro do Sul e Mâncio Lima, com os quais faz divisa. Faz fronteira com a República do Peru.

Por ser um município novo, sua infra-estrutura física encontra-se ainda em fase de desenvolvimento. Sua economia está baseada no extrativismo vegetal, dando ênfase a hévea látex e a madeira.

A agricultura municipal é praticada apenas como forma de subsistência.

Devido sua localização geográfica e o difícil acesso à capital do Estado, suas relações econômicas são feitas via Cruzeiro do Sul, cuja ligação rodoviária com o mesmo é totalmente asfaltada.

DATAS FESTIVAS

28 de abril, aniversário da cidade.

SERVIÇOS DE TRANSPORTES

Rodoviário - através da BR-364, totalmente asfaltada até Cruzeiro do Sul

Aéreos - através de aeronaves de pequeno porte

Fluvial - é o meio de transporte mais intenso do município, feito através do Rio Juruá por meio de pequenas e médias embarcações.

PLÁCIDO DE CASTRO

Área 2.055,6 km2, eqüivalendo a 8,76% da Região e 1,34% da área total do Estado. População 12.101 (hab.), na proporção de 68% rural e 32% urbana. O município de Plácido de Castro está localizado entre as latitudes 9°45’S e 10°45’S e as longitudes 66°30’ WGr e 67°45’ WGr. Faz fronteira com a Bolívia, e divisa com o Estado de Rondônia e com os municípios de Acrelândia, Senador Guiomard e Rio Branco. Localiza-se às margens do Rio Abunã, na Regional do Baixo Acre.

O Município de Plácido de Castro, foi criado em 30 de março de 1963. Inicialmente o local era uma colocação de seringueiros, passando posteriormente a depósito do Seringal São Gabriel, com o nome de Pacatuba. Em 1922 com o crescimento do povoado recebeu o nome de Plácido de Castro, em homenagem ao herói da revolução acreana. Seu surgimento deu-se em razão da posição comercial estratégica para compra de borracha, castanha e fornecimento de mercadorias, função de entreposto que concentrava toda produção da rica e vasta região boliviana. Obteve sua autonomia pela Lei Estadual n.º 568, de 14 de maio de 1976 e tendo sua efetiva instalação dia 30 de março de 1977. Situa-se a uma altitude de 120 m acima do nível do mar.

Com o asfaltamento dos 95 km da rodovia Ac-40 , a população de Rio Branco e outros municípios passou a utilizá-la para passeios. O fluxo de pessoas levou os vizinhos bolivianos a trazerem produtos importados, principalmente dos Estados Unidos, Panamá e países asiáticos para a Vila Montevidéu, em solo boliviano e que hoje é popularmente conhecido como o "shopping da Amazônia". Plácido de Castro também é conhecido por possuir um parque ecológico, com 34 hectares e 113 espécies da flora tropical, considerado um dos mais importantes e completos da Região Amazônica.

DATAS FESTIVAS

30 de janeiro, aniversário da cidade
7 e 8 de julho, Festa do Bom Jesus do Abunã

SERVIÇOS DE TRANSPORTES

Transportes fluviais - através do Rio Abunã em pequenas e médias embarcações.

Transportes rodoviário - através da AC-401 e AC-40.

BRASILÉIA

Área 4.356,4 km2, eqüivalendo a 31,98% da Região e 2,84% da área total do Estado. 13.938 (hab.), na proporção de 47,76% rural e 52,24% urbana. Localizado a 237 km ao sul de Rio Branco, na fronteira com a República da Bolívia, tem limites com os municípios de Epitaciolândia, Assis Brasil, Sena Madureira e Xapuri. É banhado pelos rios Acre e Xapuri. Com o primeiro faz limite com a vizinha República da Bolívia.

Nas primeiras décadas deste século viveu o auge da exploração extrativista da castanha e da borracha, que eram transportadas pelo Rio Acre através de navios de carga conhecidos como "chata". Hoje esse tipo de transporte desapareceu, para dar lugar ao transporte rodoviário através da rodovia BR-317 que liga a capital do Estado, Rio Branco, totalmente asfaltada, constituindo-se na sua principal via de acesso. Apesar de instituída como Área de Livre Comércio, a mesma ainda não foi regulamentada.

Atualmente, registra-se forte dependência comercial com o vizinho município boliviano de Cobija, contrariando o ocorrido em décadas passadas, quando o fato era o inverso.

Atualmente a cidade de Brasiléia não conta com uma infra-estrutura hoteleira e de restaurantes capaz de atender ao fluxo de turistas que fazem compras na zona franca de Cobija, principalmente nos finais de semana. As atividades econômicas encontram-se praticamente paralisadas, sua agricultura é tradicional, a indústria dá lentos sinais de recuperação, com a instalação de uma beneficiadora de leite, que permitirá abastecer mercados como Epitaciolândia e Cobija (Bolívia); algumas serrarias e fábricas de móveis, no setor de prestação de serviços estão completamente paralisadas. A pecuária possui um efetivo considerável, principalmente de gado de corte. Existe grande potencial para o ecoturismo, precisando apenas de maior divulgação de seu potencial.

DATAS FESTIVAS

03 de julho, aniversário da cidade
17 de setembro, festa de Nossa Senhora das Dores.

Pontos turísticos

ASSIS BRASIL

Área 2.884,2 km2, eqüivalendo a 21,17% da Região e 1,88% da área total do Estado. 2.918, na proporção de 36,36% rural e 63,64% urbana. Situado entre os rios Acre e Iaco, sua sede está localizada na região conhecida pelas três fronteiras, entre Brasil, Bolívia e Peru. O município está situado à margem esquerda do Rio Acre.

Limita-se com a região peruana de Inapari e com Bolpebra na Bolívia, com quem tem laços comerciais crescentes, já que na parte boliviana existe uma pequena zona franca, onde são comercializados, principalmente, produtos eletrônicos. Assis Brasil está ligado à cidade de Brasiléia, através da BR-317, com uma distância de 118 km, em rodovia ainda de terra, esperando-se que nos próximos anos esta seja pavimentada. Conta com uma pista de pouso de terra para receber pequenos aviões que fazem serviço de taxi-aéreo.

Outra via de importante ligação é o transporte fluvial através do Rio Acre, que liga o município a cidade de Brasiléia. Sua atividade econômica encontra seu maior destaque na pecuária. A produção agrícola municipal é insignificante. Outra atividade bastante explorada é a madereira. Hoje o Município conta com algumas serrarias e pequenas fábricas de móveis.

A população de Assis Brasil sonha com a pavimentação da BR-317, ligando o Brasil aos portos do pacífico, quando o município se constituirá de entreposto comercial para atividades de exportação, saindo do isolamento imposto por conta de sua localização geográfica.

Vale a pena ressaltar o grande contingente indígena existente em Assis Brasil.

DATAS FESTIVAS

SERVIÇOS DE TRANSPORTES

ACRELÂNDIA

Área 1.609,7 Km2, eqüivalendo a 6,86% da Região e 1,05% da área total do Estado. 6.730 hab., na proporção de 70% rural e 30% urbana. Criada pela lei n.º 1.025 de 28 de abril de 1992, desmembrado dos municípios de Plácido de Castro e Senador Guiomard, Acrelândia vive hoje a sua segunda gestão administrativa.

Está situado na Regional do Baixo Acre e faz fronteira com a República da Bolívia , além de limitar-se com os municípios de Senador Guiomard , Plácido de Castro e com o Estado do Amazonas.

Sua origem remonta ao período dos projetos de assentamento do INCRA , na década passada , sendo sua população constituída, na maioria, por famílias de agricultores que migraram de outras regiões do País.

A base econômica do município é a agricultura , tanto de subsistência quanto de lavouras permanentes, com destaque para o cultivo do algodão , do café e da banana.

A extração da madeira e da castanha do Brasil, atividades geridas, em sua maior parte por cooperativas e associações de produtores locais, é também representativa na economia municipal. . O acesso ao município pode ser feito pela BR-364 até o Km 95 , entrando 17 Km na Rodovia AC-401 , ou ainda: pela rodovia AC-40 até o Km 95, desviando o sentido à esquerda pela AC-401 em direção ao projeto Redenção .

DATAS FESTIVAS

28 de abril, aniversário do município.

SERVIÇOS DE TRANSPORTES

Rodoviário - através da Rodovia Ac-401.

MARECHAL THAUMATURGO

Área 7.700,6 Km2, eqüivalendo a 26,03% da região e a 5,03% da área total do Estado. População 8.522 hab, na proporção de 94% rural e 6% urbana.

Criado pela lei de nº 1.029, de 28 de abril de 1992, foi desmembrado do município de Cruzeiro do Sul.

Situa-se na região do Juruá limitando-se com os municípios de Tarauacá, Jordão e Porto Walter e faz fronteira com a República do Peru. Sua economia baseia-se no extrativismo vegetal e na agropecuária. Devido a sua localização geográfica, suas relações econômicas realizam-se basicamente com o município de Cruzeiro do Sul.

Está localizado às margens dos Rios Amônia e Juruá, em terras do antigo Seringal Minas Gerais.

DATAS FESTIVAS

28 de abril - aniversário da cidade.

SERVIÇOS DE TRANSPORTES

Aéreos - através de aeronave de pequeno porte, em pequena pista de pouso

Fluviais - através de pequenas embarcações, via Rio Juruá.

SANTA ROSA

Área 6.049,7 Km 2, eqüivalendo a 14,82% da região e 3,95% da área total do Estado. População 1.848 (hab.), na proporção de 80% rural e 20% urbana.

O Município de Santa Rosa do Purus, desmembrado de Manuel Urbano, foi constituído através da Lei Estadual nº 1.028 de 28 de abril de 1992.

Situado na Regional do Purus, seu limite começa no marco Internacional da fronteira Brasil/Peru, localizado próximo à nascente do Rio Santa Rosa, limitando-se também com os municípios de Feijó e Manuel Urbano. É talvez o município de mais difícil acesso, por não dispor de rodovias, possuindo apenas uma pista de pouso improvisada, com cobertura de grama, servindo apenas para pouso de pequenas aeronaves.

O transporte fluvial é o único meio para o escoamento de produtos agrícolas, como também, transporte de seus habitantes até ao município de Sena Madureira e outras regiões. Sua economia baseia-se principalmente no extrativismo (látex e madeira). A atividade da pesca, é bastante representativa como meio de subsistência. Santa Rosa não possui sistema de geração de energia e nenhuma obra de saneamento.

DATAS FESTIVAS

28 de abril - aniversário da cidade.

SERVIÇOS DE TRANSPORTES

Fluvial - através do Rio Purus.

PORTO ACRE

Área 2.923 km2, eqüivalendo 12,45% da Região e 1,91% da área total do Estado. 7.944 (hab.), na proporção de 89% na zona rural e 11% urbana.

Considerado município histórico por ter sediado no início do século repartições boliviana (Puerto Alonso) e brasileira (Porto Acre) e ainda por servir de palco para sangrentas batalhas que culminaram com a incorporação do território acreano à nação brasileira.

Seu povoamento processou-se ao longo do Rio Acre que servia de rota para a marcha de ocupação e também por ser, à época, a única via de circulação para pessoas e mercadorias.

Essa faixa de terra propiciou ampla produção aos moradores ribeirinhos com o cultivo do caju, da melancia, da banana, das hortaliças e de outras culturas de subsistência.

A atividade produtiva do município, em sua maior parte, é gerada pela agricultura e pelo extrativismo vegetal. Nessa área destaca-se a atuação das cooperativas e das associações de produtores rurais, com ênfase à participação do polo hortifrutigranjeiro Pad. Humaitá como referência para outras regiões.

O município faz limites com o Estado do Amazonas e com os municípios de Rio Branco, Senador Guiomard e Bujari com quem mantêm considerável intercâmbio, e fronteira com a Bolívia.

É ligado a Rio Branco através da Rodovia AC-010, distando 57 Km da capital.

DATAS FESTIVAS

24 de janeiro, aniversário da cidade
4º domingo do mês de outubro, Círio de Nossa Senhora de Nazaré.
28 de abril, data de criação do município.

SERVIÇOS DE TRANSPORTES

Rodoviário - principalmente através da Rodovia Ac-401, que se ressente de urgente recuperação.

Fluvial - através do Rio Acre por meio de embarcações de médio e pequeno portes.

Colaboração: Departamento de Patrimônio Histórico e Cultura - FEM

Fonte: www.achetudoeregiao.com.br

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