
Nome Oficial: Negara Brunei Darussalam (Sultanato de Brunei)
Capital de Brunei: Bandar Seri Begawan
Área: 5.770 km² (163º maior)
População: 343,653 mil (2001)
Idiomas Oficiais: Malaio, Árabe, Inglês
Moeda: Dólar do Brunei
Nacionalidade: Bruneiana
Principal Cidade: Bandar Seri Begawan, Kuala Belait, Seria
Fonte: www.webbusca.com.br
Localizado no noroeste da ilha de Bornéu, no Sudeste Asiático, Brunei é formado por duas regiões descontínuas, separadas por parte do território da Malásia. Florestas tropicais cobrem 75% de sua área. A exploração de grandes reservas de petróleo e gás natural garante ao país uma das maiores rendas per capita da Ásia. Os serviços de saúde e educação são gratuitos e a população goza de benefícios sociais avançados. Essa situação começa a mudar em razão da baixa dos preços de petróleo e de prejuízos causados por desvios de recursos públicos. Quase tudo em Brunei é importado, desde o arroz - alimento básico da dieta nacional - até máquinas. O regime é uma monarquia islâmica autocrática denominada sultanato.
Reino islâmico instaurado no começo do século XVI, o sultanato de Brunei inicialmente domina a ilha de Bornéu. No século XIX, perde território para o Reino Unido e, em 1888, torna-se protetorado britânico. Durante a II Guerra Mundial é invadido pelo Japão, voltando a ser dependência britânica em 1945. Uma primeira Constituição é outorgada em 1959, mas o Reino Unido permanece responsável pela defesa e pelas relações exteriores. Brunei ganha autonomia gradualmente, até sua independência, em 1984. Em 1962, ampla revolta contra o governo é sufocada, e entra em vigor o estado de emergência, que ainda se mantém O governo é exercido ditatorialmente desde 1968 pelo sultão Hassanal Bolkiah. Em 1986, ele se vê envolvido no escândalo Irã-Contras, com a doação secreta de 10 milhões de dólares aos rebeldes anti-sandinistas da Nicarágua.
Em 1998, o irmão mais novo do sultão, príncipe Jefri Bolkiah, é afastado da administração da Brunei Investment Agency (BIA), conglomerado estatal que controla os investimentos oficiais do país no exterior, depois de haver perdido bilhões de dólares. Jefri também é envolvido no colapso da empresa Amedeo Development Corporation, que acumula perda de 16 bilhões de dólares e deixa 23 mil pessoas sem emprego. Os prejuízos levam o Estado a reduzir drasticamente suas despesas e investimentos. Ainda em 1998, o sultão oficializa o príncipe Al-Muhtadee Billah, seu filho mais velho, como herdeiro do trono.
O sultão abre processo judicial contra o príncipe Jefri, em fevereiro de 2000, por má administração de recursos públicos. Em maio, o príncipe promete devolver ao Estado os bens comprados com fundos da BIA. Em agosto de 2001, 10 mil itens devolvidos são leiloados, mas a arrecadação soma menos de 8 milhões de dólares. A fortuna do sultão - que chegou a ser apontado como o homem mais rico do mundo - diminui de 40 bilhões para 10 bilhões de dólares.
NOME OFICIAL
Sultanato de Brunei (Negara Brunei Darussalam).
CAPITAL
Bandar Seri Begawan
LOCALIZAÇÃO
Sudeste da Ásia
GEOGRAFIA
Área: 5.765 km². Hora local: +11h.
Clima: equatorial chuvoso.
Cidades: Bandar Seri Begawan (50.000) (1995); Kuala Belait (21.163), Seria (21.100), Tutong (13.000) (1991).
POPULAÇÃO
300 mil (2001); nacionalidade: bruneiana; composição: malaios 64%, chineses 20%, grupos étnicos autóctones 8%, tamis 3%, outros 5% (1996). Idioma: malaio (oficial), chinês, inglês. Religião: islamismo 64,4%, crenças tradicionais 11,2%, budismo 9,1%, cristianismo 7,7%, crenças populares chinesas 3,5%, outras 2,9%, sem religião 1,2% (2000). Densidade: 52,04 hab./km² (2001). Pop. urb.: 72% (2000). Cresc. dem.: 1,81% ao ano; fecundidade: 2,53 filhos por mulher; exp. de vida M/F: 74,2/78,9 anos; mort. infantil: 8,6- (2000-2005). Analfabetismo: 8,4% (2000).
ECONOMIA
Moeda: dólar do Brunei; cotação para US$ 1: 1,81 (jul./2001). PIB: US$ 4,8 bilhões (1998).
PIB agropec.: 3% (1998).
PIB ind.: 44% (1998).
PIB serv.: 53% (1998).
Cresc. PIB: 1% ao ano (1998).
Renda per capita: US$ 24.620 (1998).
Força de trabalho: 100 mil (1999).
Export.: US$ 2,6 bilhões (1999).
Import.: US$ 1,5 bilhão (1999).
Parceiros comerciais: Cingapura, Reino Unido, Malásia, EUA, Japão, Coréia do Sul, Tailândia.
Exército: 3,9 mil
Marinha: 700
Aeronáutica: 400 (2000)
Gastos: US$ 402 milhões (1999)
Monarquia islâmica (sultanato).
Divisão administrativa: 4 distritos.
Chefe de Estado e de governo: sultão Haji Hassanal Bolkiah (desde 1968).
Partido: Solidariedade
Nacional de Brunei (PPKB) (único legal).
Legislativo: não há.
Constituição: 1959.
Fonte: www.ministeriobethel.com.br
Durante os séculos XV e XVI desenvolveu-se como uma poderosa nação conhecida formalmente como Brunei Darussalam, extendendo suas relações para Borneo e as Filipinas. Foram os espanhóis e os portugueses quem desceram pela primeira vez na região, no século XVI, porém, seus intentos de domínio do território foram prontamente declinados pelas forças locais.
A chegada das forças britânicas sob a liderança de James Brooke no século XIX, sucumbiu os moradores. Posteriormente, uma série de tratados impuseram o domínio imperial, cuja força comercial se estabeleceu no território, sob a justificação de defesa da região aos ataques dos piratas.
O país foi gradualmente dividido em 1890, Limbagn foi cedido a zona de Sarawak, o que significou sua repartição em dois. Passados os anos, em 1929, quando esteve a ponto de ser absorvido em sua totalidade, acharam petróleo na zona que serviu para continuar com sua estrutura geográfica. O pai do atual sultão, que abdicou em 1967, manteve Brunei fôra da confederação da Malásia e preferiu deixa-la nas maõs dos ingleses, que vinham desenvolvendo-se desde 1888.
Em 1962, durante o processo de preparação para a unificação com Malásia, Grã-Bretanha pressionou o sultão Omar Saifuddin a celebrar eleições. O partido da oposição o Ra'ayat, encabeçado pela M Azahari, não estava disposto a permitir a adesão de seu país, nem continuar com o regime monárquico do sultão. Azahari arruinou a Filipinas, desde onde dirigiu uma rebelião armada contando com o apoio da Indonésia. O levantamento foi controlado rapidamente pelos militares britânicos e o sultão teve que optar pela independência no meio de um estado de emergência.
Nos começos de 1984 Brunei foi declarado completamente independente da Grã- Bretanha. Desde então o país reforçou-se ao islamismo fundamentalista e tem-se orientado rumo a modernização e aos valores ocidentais de desenvolvimento. A ideologia nacional é o Melayu Ilham Beraja (MIB) que tem imposto sobre a cultura malaya, o islamismo e a monarquia, e é promovida pelos ministros de educação, religião e meios de informação . Em 1991, a venda de álcool foi proibida e introduziram-se restritos códigos de roupas e em 1992 o MIB converteu-se em uma matéria estudada nas escolas.
Passaporte em vigor, com uma validez mínima de 6 meses, É imprescindível visto, passagem de saída e fundos suficientes. Para estadias superiores a 15 dias é necessário solicitar o visto correspondente.
Pode-se introduzir no país 200 cigarros ou 250 gr. de tabaco picado, dois vidros de perfume, e um quarto de litro de água de colônia e um litro de bebida alcólica ou duas garrafas de vinho. Não pode-se exportar antigüidades nem elementos de história natural.
O idioma oficial é o malayo. Também fala-se o inglês.
A corrente elétrica é de 230 voltios a 50 Hz.
A agência de correios de Bandar encontra-se na esquina das ruas Jalam sultão e Jalam oizabeth Dua. Está aberta das 7:45 às 16:30 horas, exceto as sextas -feiras e sábados. Muito perto encontra-se a agência de telefones, que permanece aberta das 8 até meia noite. Oferecem os serviços de chamadas de larga distância, envio de telegramas e fax. Vende-se cartões telefónicos. As chamadas internacionais também podem realizar-se desde as cabines públicas. Deve marcar 00-673, seguido do prefixo da cidade e do número desejado.
Pode-se conseguir os materiais necessários para os equipamentos de fotografía e vídeo, em alguns recintos militares e religiosos é conveniente consultar antes de utilizar as câmaras.
As oficinas públicas atendem das 7:45 às 12:15 horas e de 13:30 a 16:30 horas de segunda às sextas -feiras . As agências privadas em geral, trabalham das 9 às 17 horas de segunda ás sextas-feiras, e aos sábados das 9 ás 12 horas. Os bancos têm horários das 9 às 15 horas, durante a semana, e aos sábados das 9 `as 11 horas.
Está a cargo do cliente. Aconselhamos deixar, caso esteja satisfeito com o serviço.
Existe uma taxa do aeroporto.
O artesanato de Brunei utiliza basicamente o atón e a prata para produzir jóias e instrumentos de grande beleza. O atón serve para a elaboração de gongs, canhões e instrumentos caseiros. Nos objetos de joalheria representam imágens de cobras e outros animais, assim como alguns versos do Alcorão, e peças que tem um poder especial na cultura do país. Os canhões não são utilizados para enfrentamentos bélicos, mas em ceremonias especiais e como dotes. Atualmente, pode-se encontrar nas casas malayas o nos remotos povos de Dayak, onde outorga-se um significado espiritual.
Os artesãos também fazem uso de uma antiga técnica que utiliza a cera para fundir o atón. A prata foi provalvemente introduzida desde Java, quase no mesmo tempo que a técnica da cera. Estes procedimentos tem sido herdados por gerações de artesãos que tem sabido manter com orgulho suas formas tradicionais de produção.
A Arte do tecido de Jong Sarat tem sobrevivido a passos dosados. As roupas que utilizam-se nos eventos ceremoniais são elaboradas desta maneira. Caracterizam-se pelo seu colorido nos trajes femininos, e a utilização do ouro para as decorações. Elaboram também, uns desenhos florais que são característicos e conhecidos como Kukma-Indera.
A comida em Brunei tem muita influência malaya, chinesa e hindu. É comum poder ver pratos que combinam as carnes (exceto o porco) com os vegetais e o arroz. Pode-se comer os pescados em variadas combinações: fritos, nas brasas ou com molho de barbacoa. Também existem diversas apresentações de frango e é comum que sejam acompanhados de kuek melayu (pastéis doces, feitos de milho e recheados de amendoim, passas e açúcar). As carnes ao curry são pratos muito populares. Outros pratos são os elaborados à base de arroz e frango, as especialidades vegetarianas.
É uma pequena população islâmica em Sarawak (Malásia) e está considerada dentro da categoria dos pequenos estados remanescentes de impérios, colônias e caprichos da história que parecem ainda captar a imaginação . É um país muito jovem e de fato sua história independente não tem mais de uma década de vida; porém, Brunei tem sabido organizar suas atividades em meio da modernidade cotidiana, as tradições populares, os cultos religiosos e um crescente desenvolvimento baseado na exploração do petróleo.
Royal Brunei Airlines tem vôos diretos desde Bandar para as principais cidades da região como Darwing, Perth, Bali, Yakarta, Sengapur, Kuala Lumpur, Kuching, Manila, Taipei, Hong Kong e Abu Dhabi. Outras linhas aéreas como Thai International e Philippine Airlines cobrem outras rotas. Também tem vôos a Londres, Frankfurt e Jeddah.
Os serviços de transporte marítimo são muitos. Existem rotas definidas em Bangar que conectam o distrito de Temburong com Bandar Seri Begawan. Os serviços são similares nas principais cidades, incluidos os taxis marítimos que pode-se conseguir acordando o preço.
Existem ônibus que fazem percursos ao interior do país; alguns inclusive vêem das regiões próximas do exterior. Quanto o transporte urbano das cidades, como já foi mostrado antes, é comum ver o trânsito de grandes carros pelas ruas. Os serviços públicos no têm um horário definido e somente partem das bases quando estão cheios. Seu horário de circulação termina às16 horas. Tem também a alternativa de alugar um carro.
Fonte: www.rumbo.com.br

Brunei é um país no sudeste da Ásia. A capital é Bandar Seri Begawan. As principais religiões são o Islã, Budismo e Cristianismo. A língua nacional é o Malaio, outras línguas principais são o Inglês e o Chinês. O protetorado Britanico de Brunei se tornou independente em 1984. O país é uma monarquia absoluta sem partidos políticos. O Sultanato da influência de Brunei atingiu o pico entre os séculos 15 e 17 quando seu controle se estendeu sobre áreas litoraneas do noroeste de Bornéu e do sul das Filipinas. Brunei subseqüentemente ingressou num período de declínio trazido pela disputa interna sobre a sucessão real, pela expansão colonial dos poderes europeus, e pela pirataria. Em 1888, Brunei se tornou um protetorado Britânico; a independência foi conseguida em 1984. A mesma família tem governado Brunei por 6 séculos. Brunei beneficia-se dos extensos campos de petróleo e de gás natural, a fonte de uma das mais elevadas rendas per capita no mundo em desenvolvimento.
1. Com cêrca do tamanho do estado de Delaware (EUA), a rica em petróleo nação de Brunei ganhou sua independência da Grã Bretanha em 1984 após 96 anos como um protetorado britânico. Brunei fica situado na verde luxuriante costa noroeste da enorme ilha de Bornéu, que compartilha com partes da Malaysia e da Indonésia. Sir Muda Hassanal Bolkiah, um sultão, é o líder político e religioso da nação. É o 29° sultão hereditário a governar o país numa linha que data de 500 anos. Mais de um quarto de todos os Bruneianos vivem na capital e maior cidade Bandar Seri Begawan.
2. Brunei é dividido em duas regiões. As regiões são separadas e cercadas em todas as fronteiras terrestres pelo estado Malaysiano de Sarawak. A região oeste consiste na maior parte em planícies litoraneas baixas e pantanosas. A região leste é montanhosa e ergue-se a 1.800 m no sudeste. O país tem um clima equatorial quente e húmido com chuva considerável. Densas florestas tropicais cobrem 75% da terra.
Cêrca de 65% de todos os Bruneianos são Malayos étnicos. Cêrca de 25% são chineses, e o restante são pela maior parte Dayaks e membros de outros grupos nativos a Bornéu. O Malayo e o Inglês são as línguas oficiais, mas muitos falam também o Chinês. O Islã é a religião oficial de Brunei. O governo usa a renda de seus recursos de petróleo e investimentos mundiais para fornecer livre educação e assistência médica gratuita, e subsidiar os custos dos alimentos e da habitação. Construiu novas casas para cêrca de 1/3 dos Bruneianos que vivem "em cidades d'água" de casas de madeira construídas em palafitas acima da água. Feitas de madeira, as novas casas são estruturas retangulares de um-quarto simples com alpendre. O sultão, tido como o homem mais rico do mundo, vive num palácio de 1.788 quartos que contem também os escritórios do governo. Ele move-se fàcilmente entre seus subordinados. A renda da nação, por pessoa, é uma das mais elevadas do mundo.
3. O petróleo e o gás natural liquefeito (GNL) são as exportações principais e fontes de renda de Brunei. Muito do petróleo é produzido perto da cidade de Seria pelas companhias estrangeiras trabalhando sob contrato com o governo de Brunei. Mais de 40% da força de trabalho estão engajados em produzir petróleo e gás natural e na construção. Muitos outros Bruneianos fornecem serviços, especialmente em obras do governo, ou estão envolvidos no comércio. Cultivar e pescar empregam quase 4% da força de trabalho. As colheitas, crescidas em áreas limpas das planícies litoraneas, incluem o arroz, o sagu, a pimenta, o coco, e frutas. Cêrca de 80% dos alimentos do país são importados. Como parte de um plano de longo prazo para incentivar o crescimento industrial, o governo modernizou seu porto de água profunda em Muara, criou a maior planta de liquefação de gás do mundo em Lumut, construiu um aeroporto internacional em Bandar Seri Begawan, e fundou as Linhas Aéreas Reais de Brunei.
4. Uma vez um poderoso sultanato muçulmano, pelo início dos anos 1500s, Brunei controlava todo o noroeste de Bornéu, a forma da palavra Brunei que os Europeus deram à ilha inteira. Após 1600, Brunei começou a declinar, e pelo final dos anos 1800s, incluía somente sua área atual. Pelos termos de um tratado assinado em 1888, Brunei ficou sob a proteção da Grã Bretanha. Em 1959, Brunei retomou o controle de seus assuntos internos; a Grã Bretanha remanesceu responsável pela defesa e pelas relações externas. Nessa época, a Malaysia e a Indonésia ameaçaram anexar o sultanato rico em petróleo. Ambos os países estabeleceram eventualmente relações amigáveis com Brunei. O sultão aceitou a plena independência para seu país em 1° de Janeiro de 1984.
Esta pequena e rica economia abrange uma mistura do empreendimento estrangeiro e doméstico, regulação governamental, medidas do bem-estar, e tradição da vila. A produção do petróleo cru e do gás natural representam quase a metade do PNB. A renda per capita é bem maior da maioria dos outros países do Terceiro Mundo, e a renda substancial do investimento ultramarino suplementa a renda da produção doméstica. O governo fornece todos os serviços médicos e subsidia o arroz e a moradia. Os líderes de Brunei estão conscientes que a firme integração na economia mundial irá minar a coesão social interna, embora tivesse se tornado um ator mais proeminente servindo como presidente para o forum de 2000 da APEC (Cooperação Econômica da Asia Pacífica). Os planos para o futuro incluem promover a força de trabalho, reduzindo o desemprego, reforçando os setores do turismo e das operações bancárias, e, no geral, alargando mais a base econômica além do petróleo e do gás.
Em 2003 Brunei e Malaysia cessaram a exploração do gás e do petróleo em seus leitos marinhos profundos e offshore até que as negociações progridam para um acordo sobre a alocação das áreas disputadas; a fronteira terrestre da Malaysia com Brunei em torno de Limbang está em disputa; Brunei estabeleceu uma zona pesqueira econômica exclusiva abrangendo o Recife Louisa no sul das Ilhas Spratly em 1984 mas não fêz nenhuma reivindicação territorial pública aos recifes offshore; a "Declaração na Conduta das Partes no Mar do Sul da China" aliviou as tensões nas Ilhas Spratly mas não satisfez a um legalmente ligando "código de conduta" desejado por diversos dos disputantes.
O tráfico de drogas e a importação ilegal de substâncias controladas são ofensas sérias em Brunei e implicam na pena de morte imperativa.
Sultão: Hassan al Bolkiah Muizaddin Waddaulah (1967)
Parlamento: O Conselho Legislativo tem 20 membros indicados com somente funções consultivas. Não são permitidos partidos.
Fonte: br.geocities.com
Nome oficial: Sultanato de Brunei (Negara Brunei Darussalam).
Nacionalidade: bruneiana.
Data nacional: 23 de fevereiro (Data Nacional).
Capital: Bandar Seri Begawan.
Cidades principais: Bandar Seri Begawan (50.000) (1995); Kuala Belait
(21.163), Seria (21.100), Tutong (13.000) (1991).
Idioma: malaio (oficial), chinês, inglês.
Religião: islamismo 67,2%, budismo 12,8%, cristianismo 10%,
outras 10% (1991).
Localização: sudeste da Ásia.
Hora local: +11h.
Área: 5.765 km2.
Clima: equatorial chuvoso.
Área de floresta: 4 mil km2 (1995).
Total: 330 mil (2000), sendo malaios 64%, chineses 20%, grupos étnicos
autóctones 8%, tamis 3%, outros 5% (1996).
Densidade: 56,9 hab./km2.
População urbana: 71% (1998).
População rural: 29% (1998).
Crescimento demográfico: 2% ao ano (1998).
Fecundidade: 2,8 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 73/78 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 10 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: 8,4% (2000).
IDH (0-1): 0,848 (1998).
Forma de governo: Monarquia islâmica (sultanato).
Divisão administrativa: 4 distritos.
Partido político: Solidariedade Nacional de Brunei (PPKB) (único
legal).
Legislativo: não há.
Constituição em vigor: 1959.
Moeda: dólar do Brunei.
PIB: US$ 4,9 bilhões (1998).
PIB agropecuária: 3% (1998).
PIB indústria: 44% (1998).
PIB serviços: 53% (1998).
Crescimento do PIB: 1% ao ano (1998).
Renda per capita: US$ 27.270 (1997).
Força de trabalho: 140 mil (1998).
Agricultura: arroz, banana, abacaxi, mandioca.
Pecuária: bovinos, búfalos, caprinos, aves.
Pesca: 4,7mil t (1997).
Mineração: petróleo, gás natural.
Indústria: refino de petróleo, têxtil.
Exportações: US$ 3,2 bilhões (1997).
Importações: US$ 2 bilhões (1997).
Principais parceiros comerciais: Cingapura, Reino Unido, Malásia,
EUA, Japão, Coréia do Sul, Tailândia.
Efetivo total: 5 mil (1998).
Gastos: US$ 371 milhões (1998).
Fonte: www.portalbrasil.net
O Brunei foi um sultanato poderoso nos séculos XVI a XIX, mas tornou-se um protetorado do Reino Unido em 1888, mais tarde na Segunda Guerra Mundial é invadido pelo Japão, em 1945 volta ser protetorado britânico. Em 1959, o país obtem a independencia, porém o Reino Unido fica responsável por sua defesa e relações exteriores.
Em 1962 é sufocada um a revolta contra o governo, por tentativa de unificação do país com a Malásia. Em 1984, o país se torna completamente independente, mas com governo ditadoral, pelo sultão Hassanal Bokiah.
Em 1998, o príncipe Jefri Bolkiah, irmão mais novo do sultão, é afastado de empresas estatais por má adminstração e pela falência de um empresa estatal, a Amedeo Development Corportion, que acumularam prejuízos de US$16 bilhões e 23 mil novos desempregados. O sultão que antes era considerado o homem mais rico do mndo, tem sua fortuna diminuida de US$40 bi para US$10 bi, el processa seu irmão.

Bandeira de Brunei
A principal riqueza do Brunei é o petróleo, que contribui para mais de metade do Produto Nacional Bruto. Brunei faz parte do tratado internacional chamado APEC (Asia-Pacific Economic Cooperation), um bloco econômico que tem por objetivo transformar o Pacífico numa área de livre comércio e que engloba economias asiáticas, americanas e da Oceania.
O Brunei consiste de duas partes sem ligação. 97% da população vive na parte maior, a ocidente, enquanto que só 10 000 pessoas vivem na parte leste, montanhosa, que constitui o distrito de Temburong. As cidades principais são a capital, Bandar Seri Begawan (cerca de 46 000 habitantes), a cidade portuária de Muara e Seria.
O clima no Brunei é tropical, com temperaturas e humidade atmosférica elevadas e muita chuva.
Malaio, inglês, chinês e tâmil
Islamismo 75%, cristianismo 7,6%. A liberdade de culto é limitada e a evangelização é proibida
O país tem hábitos alimentares bem diferentes, umas frutas bem comuns são a famosa Carambola, a banana e a graviola e os pratos são extremamente exóticos..os mais comuns nos restaurantes das cidades Bruneianas são de origem árabe, mistura-se bastante frutas com legumes e os grelhados também são optados pelo povo de Brunei.
Os hábitos de vestimenta são bastante incomuns aos países ocidentais.
As mulheres usam roupas bem estampadas, misturando muitas cores e complementando com a burca que é adotada devido as tradições mulçumanas do país, onde a mulher é exageradamente reservada quanto às vestimentas... os homens por sua vez utilizam roupas em tons mais discretos e um turbante na cabeça (utilizado na maioria das vezes em festas).
É interessante lembrar que apesar de essas roupas serem “tradicionalistas” não é toda a população do país que utiliza rigorosamente esse tipo de roupa, até porque o país, ainda seja em maior quantidade de origem Malaia, possui mais de uma origem.
Fonte: pt.wikipedia.org