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BÚSSOLA

PARTES DE UMA BÚSSOLA

Bússolas de orientação variam um pouco entre si, mas tem os mesmos componentes básicos. Uma bússola é composta das seguintes partes:

Uma base transparente de plástico, em geral marcada com uma régua de escala (você quer 1:50.000) e com uma ou mais réguas laterais.

Uma cápsula contendo a agulha magnética, preenchida por um líquido, que em geral é um óleo pouco viscoso. O líquido existe para dar estabilidade à agulha. A agulha tem seu pólo norte sempre pintado de vermelho.

Um disco de leitura com escala em graus que fica em volta da cápsula, que é para ser girada manualmente para obtermos o rumo em graus (também chamada de azimute).

Um portão, que é uma faixa preta e vermelha pintada em uma lâmina ou na cápsula; o portão serve para alinhar a agulha. O portão se move junto com a cápsula e as linhas de Norte, e tem o lado norte colorido com vermelho. Em modelos com declinação ajustável este portão pode ser movido independentemente.

Uma série de linhas de Norte, que servem para alinhar a bússola com os meridianos no mapa. É uma série de linhas finas, pretas e paralelas, que ficam no fundo da cápsula ou em uma lâmina transparente. As linhas de norte se movem junto com o disco.

Fonte: www.async.com.br

BÚSSOLA

Uma bússola é um objecto com uma agulha magnética que é atraída para o polo magnético terrestre.

Os Polos Magnéticos

Qual é o fenómeno que faz a agulha da bússola apontar consistentemente na direcção Norte-Sul?

A resposta está na poderosa mas invisível força chamada Magnetismo. A Terra é um íman gigante. Apesar de o magnetismo ter sido descoberto à muito tempo, a sua utilização como auxiliar de orientação é bastante mais recente.

Descobriu-se que o minério de ferro magnetizado, quando colocado num pedaço de madeira a flutuar num recipiente com água, rodavam e adquiriam sempre uma posição fixa.

A bússola tinha sido inventada!

Breve História da Bússola

Não se sabe ao certo quem teve primeiro a ideia de deixar uma pedra de minério de ferro ionizado indicar o Norte. Estudiosos acreditam que os Chineses foram os primeiros a explorar o fenómeno. "Si Nan" é considerada como a primeira bússola. "Si Nan" significa "O Governador do Sul" e é simbolizada por uma concha cuja pega aponta para Sul.

Como a concha era bastante imprecisa, os Chineses começaram a magnetizar agulhas de modo a ganhar mais precisão e estabilidade. De acordo com alguns escritos Chineses, as primeiras bússolas foram utilizadas no mar por volta do ano 850. A invenção foi então espalhada pelo mundo por astrónomos e cartógrafos para ocidente até aos Indianos, Muçulmanos e Europeus.

A bússola foi desenvolvida através dos séculos, e um avanço considerável foi conseguido quando se descobriu que uma fina peça de metal podia ser magnetizada, esfregando-a com minério de ferro.

O passo seguinte foi conseguir envolver e encerrar a agulha num invólucro cheio de ar e transparente, o chamado invólucro da bússola. E desta forma a agulha estava protegida.

Inicialmente, as agulhas das bússolas "dançavam" bastante e demoravam muito tempo a estabilizar. As bússolas modernas são instrumentos de precisão, e a sua agulha, geralmente encerrada num envólucro cheio de líquido, rápidamente se posiciona na direcção norte-sul.

Declinação Magnética

O norte magnético, para onde a agulha aponta, não se situa exactamente no Pólo Norte definido pelos meridianos. A maioria dos mapas contem meridianos, que são linhas norte-sul. Estas passam pelo Pólo Norte geográfico. Os meridianos são representados por linhas finas geralmente a preto.

A declinação existe porque o pólo norte e o pólo magnético não coincidem. Esta declinação varia consoante o local do mundo. Em certas zonas do Canadá ultrapassa os 40 graus, mas, por exemplo, na Escandinávia ela é desprezável. Os mapas modernos utilizados para fins lúdicos e para a orientação, são impressos com os meridianos corrigidos para a declinação, e para o norte magnético.

Em portugal, a declinação é de cerca de 7º

Desvio

A agulha da bússola pode ser influenciada por depósitos de minério de ferro, linhas de alta-tensão, vedações e outros objectos de ferro. Todos eles provocam uma leitura errada, a menos que o campo magnético externo esteja exactamente em linha com o eixo de orientação (norte-sul) da bússola e de polaridade oposta, mas as possibilidades de isso acontecer são remotas.

Fonte: www.fpo.pt

BÚSSOLA

ORIGEM DA BÚSSOLA

A palavra “bússola” vem do italiano do sul bussola, que significa “pequena caixa”.É composta por uma agulha magnética na horizontal suspensa pelo centro de gravidade, e aponta sempre pelo para o eixo norte-sul, ao seguir a direcção do centro magnético da Terra, ou seja, indica o pólo. Atribui-se a descoberta da orientação natural dos ímans aos chineses, por volta do ano 2000 a.C., e por consequência, a invenção da bússola. Foi introduzida na Europa pelos árabes, e foi Flávio Gioia que introduziu também o desenho da rosa-dos-ventos na bússola. Data pelo menos do século XV o conhecimento da declinação, quer dizer, da diferença entre o Norte magnético, indicado pela agulha, e o Norte verdadeiro e, possivelmente, foi descoberta pelos portugueses. A declinação era verificada pelo confronto com a observação da Estrela Polar, quando no hemisfério norte, ou da Estrela Pé do Cruzeiro, quando no hemisfério sul, e a direcção apontada pela bússola.

A bússola é sem dúvida o instrumento mais conhecido dos descobrimentos, pois foi provavelmente o mais importante. Indicando sempre o Norte, é uma ajuda preciosa para todo e qualquer navegador. As bússolas actuais variam um pouco entre si, mas têm os mesmos componentes básicos.

Uma bússola é um instrumento navigacional para se encontrarem direções. Ela consiste num ponteiro magnetizado livre para se alinhar de maneira precisa com o campo magnético da Terra. Uma bússola fornece a uma direção de referência conhecida que é de grande ajuda na navegação. Os pontos cardeais são norte, sul, leste e oeste. Uma bússola pode ser usada com um relógio e uma sextante para fornececer uma capacidade de navegação bem precisa. Esse dispositivo melhorou bastante o comércio marítimo tornando as viagens mais seguras e mais eficientes.

Uma bússola pode ser qualquer dispositivo magnético que usa uma agulha para indicar a direção do norte magnético da magnetosfera do planeta. Qualquer instrumento com uma barra magnetizada ou agulha girando livremente sobre um pivô e apontando para o norte e o sul pode ser considerada uma bússola.

Principais componentes das bússolas:

- Base: é transparente e de plástico, normalmente marcada com uma régua de escala e com uma (ou mais) réguas laterais.

- Cápsula: contém uma agulha magnética, é preenchida por um líquido que em geral é um óleo pouco viscoso, que tem como finalidade dar estabilidade à agulha. A agulha tem também o pólo Norte sempre colorido de vermelho.

- Disco de Leitura: Tem uma escala em graus que fica em volta da cápsula, que serve para ser girada manualmente de modo a obter o rumo em graus.

- Portão: Faixa preta e vermelha pintada numa lâmina ou na cápsula. Serve para alinhar a agulha, move-se junto com a cápsula e as linhas de Norte e tem o lado Norte pintado de vermelho. Em algumas bússolas o portão pode ser movido independentemente.

- Linhas de Norte: São sem série, e servem para alinhar a bússola com os meridianos inseridos no mapa. Movem-se juntamente com o disco de leitura, e são finas, pretas e paralelas ficando geralmente no fundo da cápsula ou numa lâmina transparente.

Actualmente, as bússolas electrónicas são mais utilizadas, mas no entanto as suas agulhas estão igualmente sujeitas a desvios, graças à acção que o ferro exerce sobre a agulha.

Como fazer uma bússola

Material necessário: uma agulha, uma rolha de cortiça, uma faca, um vasilhame com água e um íman de verdade.

Instruções: Primeiro, deve-se cortar a rolha de cortiça, deixando-a com cerca de um centímetro de altura, formando um disco. Deve-se fazer um pequeno espaço de para poder deixar a agulha fixa na rolha de cortiça. Depois deve-se magnetizar a agulha : com uma das extremidades da agulha, passa-se umas 20 vezes sempre na mesma direcção por entre um dos magnetos. No fim, a agulha deve ser fixada na cortiça e colocada sobre um vasilhame com água. Se mexer na agulha, reparará que ela aponta sempre na mesma direcção: a direcção norte-sul.

Fonte: http://pt.wikipedia.org

BÚSSOLA

BÚSSOLA MAGNÉTICA

Uma bússola pode ser descrita, em poucas palavras, como um pequeno imã em forma de agulha que gira sobre uma rosa-dos-ventos. Afastada de qualquer imã, é um eficiente instrumento de orientação, uma vez que aponta sempre para o pólo norte terrestre. Quando sob a ação de um imã colocado em suas proximidades, aponta para a resultante da composição dos dois campos, o terrestre e o do imã. Se o último está muito perto, então passa a predominar sobre o campo terrestre e a bússola praticamente "sente" somente a presença do campo criado pelo magneto.

A primeira referência clara à bússola encontra-se numa enciclopédia chinesa elaborada em 1040 da era cristã, em que se descreve a fabricação de agulhas magnéticas. É provável que o aparelho tenha sido usado inicialmente não como auxiliar de navegação, mas como recurso mágico para prever acontecimentos futuros.

Originalmente a bússola chinesa compunha-se de um pedaço de magnetita (óxido de ferro magnético), escavado em forma de colher e colocado a flutuar na água. Influenciada pelo campo magnético terrestre, a magnetita flutuante tomava sempre a mesma direção ao longo do eixo norte-sul.
Como o tempo, os chineses aprenderam a magnetizar o ferro, friccionando-o com magnetita ou aquecendo-o e deixando-o imóvel até esfriar.

O primeiro registro de uso de bússola no mar encontra-se num relatório chin6es de 1115 d.C. A primeira bússola de navegação possuía um ponteiro em formato de peixe, equilibrado sobre um eixo vertical. Tratava-se, contudo, de um instrumento bastante inadequado, útil apenas para navegação em mares muito calmos.

É difícil determinar como a bússola foi introduzida na Europa e nos países islâmicos. No final do século XIII, o instrumento era amplamente utilizado em todo o continente europeu.

Por volta de 1300, introduziram-se dois aperfeiçoamentos importantes na forma original do instrumento. O primeiro consistiu na colocação da bússola em argolas de sustentação. Estas eram compostas de anéis concêntricos de latão, articulados de tal modo que, quando o navio balançava, a bússola permanecia na posição vertical.

A segunda inovação foi a introdução da rosa-dos-ventos, assinalada com quatro pontos cardeais e suas subdivisões. Antes da adoção desse equipamento, a agulha só podia ser utilizada como simples controle da direção tomada pelo navio.

A rosa-dos-ventos permitia ao navegante demarcar com precisão e controlar continuamente o curso do timoneiro.

Durante o século XIX, à medida que os armadores navais passavam a usar mais ferro na construção, as embarcações se perdiam devido à interferência magnética da estrutura na agulha. A solução para esse problema consistiu em instalar no suporte da bússola um sistema de compensação por conjuntos separados de ímãs e blocos de ferro doce.

As bússolas montadas em base fixa, como as utilizadas em agrimensura, são muito simples embora de alta precisão. Um imã suspenso num pivô com visor pode ser incorporado a um teodolito para medir os ângulos horizontal e vertical.

A bússola giroscópica depende da propriedade de um giroscópio para funcionar. Nesse tipo de bússola, o giroscópio é alinhado ao longo do eixo norte-sul e mantém este alinhamento à medida que o navio ou avião muda a sua direção devido à sua inércia rotacional. A bússola giroscópia não é afetada pelos componentes metálicos do veículo e aponta na direção do norte verdadeiro e não na direção do norte magnético. Na maioria dos navios a bússola giroscópia substituiu a bússola magnética na navegação e é um equipamento padrão virtualmente em todos os aviões.

Fonte: br.geocities.com

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