
Você sabia que a cerimônia de casamento nasceu na Roma antiga? Todo esse ritual da noiva se vestir especialmente para a cerimônia, veio de lá e virou uma tradição. Foi em Roma ainda que aconteceram as primeiras uniões de direito e a liberdade da mulher casar por sua livre vontade.
A palavra lua de mel tem sua origem nos casamentos por captura. Era assim : um homem apaixonava-se por uma mulher, capturava a amada (muitas vezes contra a sua vontade) e a escondia por um mês (de uma lua cheia até a outra) em algum lugar afastado. Durante esse período, eles bebiam uma mistura afrodisíaca, adocicada com muito mel, até que ela se rendesse à sua sorte. Daí o nome "lua de mel".
Os primeiros buquês de noivas incluíam não apenas flores, mas também ervas e temperos. Os mais populares, geralmente com cheiro mais forte, como os alhos eram usados para espantar os maus espíritos. As flores tinham, cada uma, seu significado: hera representava fidelidade; lírio a pureza; rosas vermelhas o amor; violetas a modéstia; não-te-esqueças-de-mim era o símbolo de amor verdadeiro; flores de laranja davam fertilidade e alegria ao casal.
A tradição da escolha de um padrinho é na realidade, um costume que remonta à antiguidade quando se escolhia um bom amigo, na maioria das vezes um guerreiro tribal, para ajudar a proteger a noiva de possíveis raptores, conhecidos por rondarem o local da cerimônia.
Era uma vez um pobre moleiro holandês que ficou apaixonado por uma rica donzela. O pai da virgem desaprovou o casamento e recusou-se a financiar a união dos dois. Os amigos do moleiro, numa atitude de carinho e amizade, juntaram-se e ofereceram a eles alguns dos itens que ajudariam a mobiliar a casa. Assim, há muitos séculos atrás, nasceu o chá de cozinha.
A razão da noiva ficar sempre do lado esquerdo do seu noivo tem sua origem entre os anglo-saxões. O noivo temendo um ataque dos dragões e outras ameaças, deixava sempre o braço direito livre para sacar a sua espada.
Você sabia que o uso da aliança de casamento vem da tradição cristã, desde o século XI, e que era colocada no 3º dedo da mão esquerda, pois acreditavam que nesse dedo havia uma veia que ia direto para o coração? Aliás, ainda hoje, esse costume é praticado nos casamentos islâmicos.
Você sabia que o vestido branco para o casamento, que foi adotada em todo mundo, veio da Inglaterra, através da rainha Vitória em sua união com o primo, príncipe Albert? Sabia que foi a rainha quem o pediu em casamento? Pois, é! Naquela época não era permitido fazer um pedido desses a uma rainha, então, a rainha não teve outra alternativa, a não ser ela mesma pedir o príncipe em casamento. O mais romântico da história da rainha Vitória e do príncipe Albert é que ela o pediu em casamento porque o amava, o que não era costume na época, onde os casamentos eram sempre arranjados pelas famílias e o amor era o que menos importava.
Você sabia que os antigos romanos tinham o costume de atirar flores no trajeto da noiva, acreditando que as pétalas fariam a noiva ter sorte e dar carinho ao marido?
Você sabia que os italianos acreditam que as amêndoas trazem felicidade aos noivos e que na Itália, é tradição os familiares comerem as amêndoas às vésperas do casamento dos filhos? Aqui no Brasil, os italianos ou seus descendentes, oferecem as amêndoas no final da cerimônia, ou enfeitada na forma de lembrancinha.
Na China Antiga, a mais de 2000 anos antes de Cristo, o arroz já era tido como símbolo de fartura. O hábito de atirar alguns grãos de arroz sobre os noivos, após a cerimônia nupcial, data da Antigüidade. A tradição teve origem na China, onde um Mandarim poderoso quis dar prova de vida farta, e fez com que o casamento de sua filha se realizasse sob uma "chuva" de arroz.
A consulta astrológica evita augoros e é prática comum no Hinduismo e no Budismo, ajudando na definição da melhor data e local para o casamento. Em algumas sociedades o medo dos espíritos hostis leva os noivos ao disfarce ou mesmo mandar substitutos à cerimônia. Na Etiópia, é costume armar uma guarda para proteger os noivos dos demônios durante a cerimônia.
Você sabia que o uso do véu da noiva era um costume da antiga Grécia e que foi criado para proteger a noiva de mau olhado e também dos seus possíveis admiradores?
Diz-se que antigamente na China os noivos só se conheciam no dia do casamento. Eles namoravam a distância através dos parentes. A noiva chinesa, segundo a tradição, escolhia para suas damas de honra, as moças mais feias do lugar, com o fim de realçar a sua própria beleza. Na China, segundo a lei, as famílias só podem ter um filho.
Na maioria das sociedades o casamento é firmando com um procedimento contratual, o que algumas vezes depende da sanção religiosa. Nas sociedades ocidentais o contrato de casamento é resguardado como um sacramento religioso, e é indissolúvel somente nas Igrejas Católicas Romanas e Ortodoxas Orientais. A maioria dos casamentos são precedidos por um período de preparação, durante vários atos rituais, seja na troca de presentes e visitas e a cerimônia de casamento propriamente dita o que a torna publica e reúnem os parentes de um de outro. As sociedades onde os casamentos são arranjados ainda existem, as famílias negociam os dotes, sobre como viverão futuramente e outros problemas depois do casamento também são arranjados.
Na Ilha de Formosa, na cerimônia nupcial, o rapaz leva um feixe de lenha à casa da moça e deixa-o defronte a porta, repetindo o presente até completar o vigésimo feixe. Se, na manhã seguinte o feixe tiver sido recolhido, isso significa que o rapaz foi aceito e que os preparativos para as bodas devem ser iniciados. Na cerimônia nupcial, o noivo e a noiva sentam-se de costas um para o outro. Executam-se danças e após a realização de diversos ritos, faz-se um pequeno corte na perna de ambos, a fim de misturar-lhes o sangue. Depois disso, supõe-se que nada mais poderá separá-los.
A cerimônia nupcial contava com a presença de testemunhas, úteis em caso de contestação. Existia também o costume dos presentes de casamentos. Sendo legítimos os prazeres conjugais, os convidados tem o direito e até o dever de enaltecê-los alegremente no dia das bodas.
Por que as pessoas se casavam? > Por que as pessoas se casavam? Para esposar um dote (meio honroso de enriquecer) e para ter filhos legítimos que recolheriam a sucessão e perpetuariam o "corpo cívico", os cidadãos.
Fonte: www.clipmulher.com.br
Maio é mês das noivas. E muitas mulheres estão com a
ansiedade a mil com os preparativos finais do grande dia. Buffet acertado,
decoração perfeita, lembrancinhas ajeitadas, enfim, tudo correndo
conforme planejado. São tantos padrões e tradições
que a gente nem se pergunta o porquê de fazer aquilo tudo. E azar de
quem não fizer... Mas você já se perguntou, por exemplo,
o que representa o buquê ou de onde surgiu o costume de jogar arroz
nos pombinhos? Pois saiba que, além de todo encanto que a celebração
provoca, ela é repleta de lendas e curiosidades.
Celebrando a união
A celebração do casamento surgiu na Roma Antiga. Durante muito tempo, as pessoas se casavam para ganhar um dote, um meio honrado de enriquecimento, e para ter filhos legítimos que perpetuariam o nome do pai. No início não era obrigatório ter a bênção de um sacerdote. Este costume só foi oficializado depois do Concílio de Trento, no século XVI. Já o casamento civil só surgiu bem depois, em 1650, na Inglaterra.
A festa sempre tem um atrativo especial e as pessoas fazem de tudo para se destacar. Alguns exemplos são surreais. Por exemplo, o casamento mais caro do mundo foi o do filho do xeique Rashid Al Maktoum, dos Emirados Árabes, em 1981. Custou nada mais nada menos que parcos US$ 20 milhões, dinheiro que provavelmente Giovanni Vigliotto deve ter gastado somando todos os seus 104 casamentos. Ele foi o homem que mais se casou no mundo, entre 1949 e 1981. Para tal feito, ele usou nomes falsos e arrumou esposas em 15 países. Impressionada? Então veja como surgiram os costumes que nós temos até hoje.
Fonte: www.bolsademulher.com
O casamento tem uma série de regras (protocolos) que devem ser seguidas independentemente do tipo de casamento que se vá fazer. Estas regras foram adotadas por tradição. São regras simples e não pedem nenhum esforço extra nem dos noivos nem dos convidados. Então por que não segui-las? Confira abaixo!
O noivo sempre chegará antes da noiva, com uma diferença de
pelo menos meia hora. Tanto ele quanto ela devem entrar na igreja em cortejo,
ele de braço dado com sua mãe ou madrinha, ela, com seu pai
ou padrinho.
A noiva não deve se atrasar mais que dez minutos. Mais do que isso
é falta de consideração com seus convidados. Ao entrar,
ela deve se posicionar ao lado esquerdo do noivo. Esta tradição
remonta à época medieval em que os homens levavam a arma do
lado direito, e, desta forma, tinham mais liberdade de movimento.
Os convidados da noiva ficarão do lado esquerdo da igreja, atrás da noiva, enquanto os do noivo ficarão à direita, atrás dele.
Os primeiros bancos são destinados aos familiares mais diretos. No primeiro banco devem estar os pais, avós e padrinhos de batismo. No segundo, outros parentes próximos e as testemunhas. Os outros convidados podem se sentar onde desejarem.
É costume que alguns convidados iniciem uma chuva de arroz na saída
dos noivos da Igreja. Saiba o significado e a origem desta tradição
clicando aqui.
O fato de os noivos chegarem antes ou depois dos convidados não é
considerado um detalhe importante e também não existe uma regra
pré-determinada. O importante é que haja alguém da família
para recepcionar as pessoas que forem chegando.
Os pais devem se sentar em mesas próximas à destinada ao novo casal.
Fonte: www.casamentobrasil.com.br
A palavra lua de mel tem sua origem nos casamentos por captura.
um homem apaixonava-se por uma mulher, capturava a amada ( muitas vezes contra sua vontade ) e a escondia por um mês ( de uma lua cheia até a outra ) em algum lugar afastado. Durante esse período, eles bebiam uma mistura afrodisíaca, adocicada com muito mel, até que ela se rendesse à sua sorte. Daí o nome "lua de mel".
Os primeiros buquês de noivas incluiam não apenas flores, mas também ervas e temperos. Os mais populares, geralmente com cheiro mais forte, como os alhos
eram usados para espantar os maus espíritos. As flores tinham, cada uma, seu significado : hera representava fidelidade; lírio a pureza; rosas vermelhas o amor;
violetas a modéstia; não-te-esqueças-de-mim era o símbolo de amor verdadeiro;
flores de laranja davam fertilidade e alegria ao casal.
A tradição da escolha de um padrinho é na realidade, um costume que remonta à antiguidade quando se escolhia um bom amigo, na maioria das vezes um guerreiro tribal, para ajudar a proteger a noiva de possíveis raptores, conhecidos por rondarem o local da cerimônia.
Era uma vez um pobre moleiro holandês que ficou apaixonado por uma rica donzela.
O pai da virgem desaprovou o casamento e recusou-se a financiar a união dos dois.
Os amigos do moleiro, numa atitude de carinho e amizade, juntaram-se e ofereceram a eles alguns dos itens que ajudariam a mobiliar a casa. Assim, há muitos séculos atrás, nasceu o chá de cozinha.
A razão da noiva ficar sempre do lado esquerdo do seu noivo tem sua origem entre os anglo-saxões. O noivo temendo um ataque dos dragões e outras ameaças, deixava sempre o braço direito livre para sacar a sua espada.
Você sabia que o uso da aliança de casamento vem da tradição cristã, desde o século XI, e que era colocada no 3º dedo da mão esquerda, pois acreditavam que nesse dedo havia uma veia que ia direto para o coração?
Aliás, ainda hoje, esse costume é praticado nos casamentos islâmicos.
Você sabia que o vestido branco para o casamento, que foi adotada em todo mundo, veio da Inglaterra, através da rainha Vitória em sua união com o primo, príncipe Albert? Sabia que foi a rainha quem o pediu em casamento? Pois, é! Naquela época não era permitido fazer um pedido desses a uma rainha, então, a rainha não teve outra alternativa, a não ser ela mesma pedir o príncipe em casamento.
O mais romântico da história da rainha Vitória e do príncipe Albert é que ela o pediu em casamento porque o amava, o que não era costume na época, onde os casamentos eram sempre arranjados pelas famílias e o amor era o que menos importava.
Você sabia que os antigos romanos tinham o costume de atirar flores no trajeto da noiva, acreditando que as pétalas fariam a noiva ter sorte e dar carinho ao marido?
Você sabia que os italianos acreditam que as amêndoas trazem felicidade aos noivos e que na Itália, é tradição os familiares comerem as amêndoas às vésperas do casamento dos filhos? Aqui no Brasil, os italianos ou seus descendentes, oferecem as amêndoas no final da cerimônia, ou enfeitada na forma de lembrancinha.
Na China Antiga, a mais de 2000 anos antes de Cristo, o arroz já era tido como símbolo de fartura. O hábito de atirar alguns grãos de arroz sobre os noivos, após a cerimônia nupcial, data da Antigüidade. A tradição teve origem na China, onde um Mandarim poderoso quis dar prova de vida farta, e fez com que o casamento de sua filha se realizasse sob uma "chuva" de arroz.
A consulta astrológica evita augoros e é prática comum no Hinduismo e no Budismo, ajudando na definição da melhor data e local para o casamento.
Em algumas sociedades o medo dos espíritos hostis leva os noivos ao disfarce ou mesmo mandar substitutos à cerimônia. Na Etiópia, é costume armar uma guarda para proteger os noivos dos demônios durante a cerimônia.
Você sabia que o uso do véu da noiva era um costume da antiga Grécia e que foi criado para proteger a noiva de mau olhado e também dos seus possíveis admiradores?
Diz-se que antigamente na China os noivos só se conheciam no dia do casamento.
Eles namoravam a distância através dos parentes. A noiva chinesa, segundo a tradição, escolhia para suas damas de honra, as moças mais feias do lugar, com o fim de realçar a sua própria beleza. Na China, segundo a lei, as famílias só podem ter um filho.
Na maioria das sociedades o casamento é firmando com um procedimento contratual, o que algumas vezes depende da sanção religiosa. Nas sociedades ocidentais o contrato de casamento é resguardado como um sacramento religioso, e é indissolúvel somente nas Igrejas Católicas Romanas e Ortodoxas Orientais. A maioria dos casamentos são precedidos por um período de preparação, durante vários atos rituais, seja na troca de presentes e visitas e a cerimonia de casamento propriamente dita o que a torna publica e reúnem os parentes de um de outro. As sociedades onde os casamentos são arranjados ainda existem, as famílias negociam os dotes, sobre como viverão futuramente e outros problemas depois do casamento também são arranjados.
Na Ilha de Formosa, na cerimônia nupcial, o rapaz leva um feixe de lenha à casa da moça e deixa-o defronte a porta, repetindo o presente até completar o vigésimo feixe.
Se, na manhã seguinte o feixe tiver sido recolhido, isso significa que o rapaz foi aceito e que os preparativos para as bodas devem ser iniciados. Na cerimônia nupcial, o noivo e a noiva sentam-se de costas um para o outro. Executam-se danças e após a realização de diversos ritos, faz-se um pequeno corte na perna de ambos, a fim de misturar-lhes o sangue. Depois disso, supõe-se que nada mais poderá separá-los.
A cerimônia nupcial contava com a presença de testemunhas, úteis em caso de contestação. Existia também o costume dos presentes de casamentos.
legítimos os prazeres conjugais, os convidados tem o direito e até o dever de enaltecê-los alegremente no dia das bodas.
Por que as pessoas se casavam? Para esposar um dote (meio honroso de enriquecer)
e para ter filhos legítimos que recolheriam a sucessão e perpetuariam
o "corpo cívico",
os cidadãos.
O casamento mais caro do mundo foi o do filho do xeique Rashid Al Maktoum, dos Emirados Árabes, em 1981. Custou US$ 20 milhões.
O homem que mais casou foi Gionani Viglioto, de Nova York: 104 vezes, de 1949 a 1981, em 15 países.
O maior casamento em grupo que se tem notícia aconteceu em Seul, Coréia do Sul. Foi em 1992, entre 60 mil membros da Igreja da Unificação. Para acomodar tamanha multidão, só teve um jeito: realizar a cerimônia no Estádio Olímpico da capital sul coreana.
O uso da aliança de casamento vem da tradição cristã, desde o século XI, e era colocada no 3º dedo da mão esquerda, pois acreditavam que nesse dedo havia uma veia que ia direto para o coração?! Aliás, ainda hoje, esse costume é praticado nos casamentos islâmicos.
O tradicional bolo de casamento também surgiu entre os romanos da idade antiga. Tinha o mesmo simbolismo dos tempos de hoje: retribuir aos convidados as oferendas e agradecer suas presenças para compartilhar a alegria de se estabelecer uma nova família.
A palavra aliança surgiu por volta do século XV provavelmente em Provence, na França, época que nasceu o amor romântico. Na antigüidade era comum a troca de anéis de ouro, utilizado pelos gregos, em seguida pelos romanos, firmando-se como tradição na igreja.
Atirar arroz nos noivos no final da cerimônia vem de um ritual grego, para lançar prosperidade sobre os recém-casados. O véu da noiva era um costume da antiga Grécia que foi criado para proteger a noiva de mau olhado e também dos seus possíveis admiradores.
A lista de presentes se inicia na Idade Média. A noiva recebia doações como animais domésticos, roupas, pedras preciosas, moedas, um cofre, um leito com cobertas e ferramentas.
Na França e na Itália, casais passam pelo "casamento de experiência". Vivem um período de conhecimento antes do enlace e dos filhos.
Militares têm a tradição do "casamento oficial", ou seja, o noivo casa-se de uniforme, com pompa e honra. Na porta, um cerimonial interessante: se é militar, espadas se cruzam para que ele passe por baixo. Se é bombeiro, um extintor aparece e dá um banho nos recém-casados.
Entre algumas tribos indígenas da Amazônia, os casamentos são festanças com muito canto e bebedeira. Cantam, durante horas, uma música curiosa cuja letra é assim: "Casar, casar. Agora vamos casar. Vamos vestir. Vamos comer. Vamos sacudir".
Fonte: www.soleratecladista.com