A consistência dos caules depende da natureza dos tecidos que os compõem, podendo ser :
Herbácea - quando prevalecem tecidos tenros, portanto moles, mais ou menos suculentos, frágeis, e comumente verdes, como no tomateiro (Lycopersicon esculentum), Aboboreira (Cucurbita pepo e Cucurbita moschata), couve (Brassica oleracea var. acephala).
Lenhosa - com predominância de tecidos lenhosos que tornam o caule rijo e resistentes, como no caule das árvores em geral. Entre os caules lenhosos e os herbáceos existem termos de transição, conforme se aproxima de um ou de outro tipo, serão respectivamente sublenhosos e subherbáceos.
Quando o caule é volumoso, porém tenro e constituído de tecidos ricos em água. Podemos considerar ainda os caules e ocos ou fistulosos, que possuem um canal medular de diâmetro grande, quando comparado com a respectiva secção transversal e os caules medulosos, quando conservam seu tecido medular. Por outro lado, os caules chamados maciços ou compactos possuem medula reduzida.
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