O caule desenvolve-se, durante a germinação da semente, a partir dum tecido embriónico chamado hipocótilo. O crescimento do hipocótilo leva os cotilédones, a plúmula (precursora das primeiras folhas) e o meristema apical a sairem do tegumento para formarem a nova planta.
as da superfície, em células da epiderme; - as da camada imediatamente interior, em colênquima, células com parede celular mais espessa, que fornecem suporte ao novo caule; - as do interior, em parênquima.
O meristema apical, para além de assegurar o crescimento vertical do caule, preside à formação do xilema e floema primários, os tecidos de transporte dos líquidos, que também contribuem para o suporte do caule.
Nas espécies de plantas com crescimento secundário, formam-se meristemas secundários, o câmbio vascular e o câmbio cortical) que irão formar novos tecidos (respectivamente, o lenho e o córtex, transformando o caule num tronco.
Muitas vezes, o caule ramifica-se a partir de gomos axilares, ficando os ramos com a mesma estrutura do caule principal.
O caule das plantas vasculares completamente desenvolvido é um corpo sub-cilíndrico formado por camadas sucessivas de diferentes tecidos:
o córtex formado pela epiderme (nas plantas jovens) e pelo parênquima cortical; ou o súber nas plantas com crescimento secundário; o câmbio cortical (apenas nas plantas com crescimento secundário); o floema; o câmbio vascular (apenas nas plantas com com crescimento secundário); o xilema que, nas plantas com crescimento secundário, forma o lenho; e a medula, a camada parênquimatosa central (que, nas plantas com crescimento secundário, pode ter desaparecido).
Fonte: pt.wikipedia.org