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Caxumba

É uma doença viral, caracterizada por febre e aumento de volume de uma ou mais glândulas salivares (geralmente a parótida) e, às vezes, glândulas sublinguais ou submandibulares.

Sinônimos

Papeira, parotidite infecciosa, parotidite endêmica.

Como se manifesta?

Além do aumento das glândulas salivares (que pode ser percebido no pescoço, logo abaixo da orelha), pode ocorrer orquite (que é inflamação do testículo) em 20 a 30% dos casos em homens adultos. Em mulheres, ooforite (inflamação dos ovários). Aproximadamente um terço das infecções podem não apresentar aumento aparente das glândulas.

Também pode haver meningite, quase sempre sem seqüelas.

Como seqüelas, podem ocorrer diminuição da capacidade auditiva e esterilidade.

Agente causador

Vírus da família Paramyxoviridae, gênero paramyxovirus

É transmissível?

A transmissão se dá por contato direto com secreções das vias aéreas superiores de pessoas infectadas (saliva, espirros...).

Tempo para aparecimento da doença

Os sintomas podem surgir num período de 12 a 25 dias após o contato com a pessoa infectada.

Por quanto tempo é transmissível?

O período de transmissibilidade varia de seis a sete dias antes das primeiras manifestações, até nove dias após o surgimento dos sintomas. O vírus pode ser encontrado na urina até 14 dias após o início da doença.

A pessoa doente não deve comparecer à escola ou ao trabalho, durante nove dias após início da doença.

Como se trata?

Não há tratamento para o vírus. O próprio corpo resolve a infecção. O tratamento orientado pelo médico visa a facilitar a resposta do organismo e aliviar os sintomas da doença, através do uso de analgésicos e repouso.

Epidemiologia

Estima-se que, na ausência de imunização, 85% dos adultos têm caxumba e que um terço dos infectados não apresentam sintomas. A doença é mais severa em adultos. As estações com maior ocorrência de casos são o inverno e a primavera. A caxumba ocorre usualmente sob a forma de surtos, que acometem mais as crianças.

Como evitar?

A vacinação é a melhor forma de prevenir a doença. A vacina utilizada é a tríplice viral MMR (a sigla vem de Measles - sarampo; Mumps - caxumba; Rubella – rubéola) aos 15 meses de idade. Embora a vacinação após o contato com pessoa infectada não previna a doença, recomenda-se vacinação de quem teve contato com alguém infectado.

As contra-indicações ao uso da vacina tríplice viral são: uso recente de imunoglobulinas ou transfusão sangüínea nos últimos três meses, pacientes com imunodeficiência (leucemia, linfoma), uso de corticosteróides, gravidez. Pacientes com infecção por HIV já com sintomas, mas que não estejam severamente imunocomprometidos, devem ser vacinados.

Fonte: www.medicinal.com.br

CAXUMBA

É uma doença infecciosa aguda, transmissível, causada por um vírus que provoca febre e inflamação da glândula parótida.

Qual o agente envolvido?

O causador da infecção é o vírus da família Paramyxoviridae, gênero Rubulavírus.

Quais os sintomas?

Febre, aumento do volume das glândulas salivares localizadas na região da boca, principalmente, a parótida. Podem estar presentes outros sintomas como dor no corpo, dor de cabeça.Em homens adultos, pode ocorrer inflamação nos testículos (orquite) e, em mulheres acima de 15 anos, inflamação nos ovários (ooforite). É relativamente comum também o comprometimento do sistema nervoso central, conhecido por meningite asséptica, e pancreatite.

Como se transmite?

Pelo contato direto com gotículas de saliva do doente contendo o vírus.

Como tratar?

Não existe tratamento específico. São indicados repouso, uso de medicamentos analgésicos e observação de possíveis complicações. No caso de orquite (inflamação nos testículos), o repouso e o uso de suspensório escrotal são fundamentais para o alívio da dor.

Como se prevenir?

A prevenção é feita por meio da aplicação da vacina tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba), de acordo com o esquema vacinal preconizado pela SVS/MS.

Fonte: portal.saude.gov.br

CAXUMBA

A caxumba, ou parotide infecciosa, é causada por um vírus chamado Paramyxovirus, transmitido por gotículas de saliva ou perdigotos. Após uma incubação que dura entre duas e três semanas, seus sintomas aparecem sob a forma de febre e aumento de uma ou mais glândulas salivares (o que confere a forma característica da doença: o rosto inchado).

Apesar de rara em pacientes após a puberdade, nos homens, a caxumba pode causar inflamação dos testículos (orquite) e entre as mulheres, do ovário (ooforite), sendo assim necessária atenção redobrada.

A caxumba muito raramente é letal e seu tratamento se dá de maneira simples por meio de repouso e administração de analgésicos. A melhor maneira de evitá-la se da pela vacinação aos 15 meses de idade.
Fonte: www.fiocruz.br

CAXUMBA

Incubação

12-26 dias. Mais freqüentemente entre 13 e 21 dias depois de exposição.

Imunização

Existe vacina altamente eficaz. Caxumba não é doença grave, a criança ser vacinada ou não depende de considerações individuais. Um adulto, que não teve a doença e cujo filho apresenta caxumba, deve ser vacinado.

Sintomas

Febre repentina, náuseas e inchaço de uma ou mais glândulas salivares, mais comumente aquelas localizadas no ângulo da região maxilar (parótidas). O inchaço que atinge seu máximo em 24 horas, pode durar de 07 a 10 dias. Nos meninos a infecção pode causar dor e inchaço dos testículos.

Cuidados em casa

Compressas quentes e analgésicos podem aliviar a dor. Alimentos líquidos são facilmente deglutidos. Caxumba não é grave. Se o testículo for infectado, pode ocorrer, ocasionalmente, esterilidade. Recomenda-se vacinas aos 15 meses de vida.

Fonte: www.lincx.com.br

CAXUMBA

Não existe um tratamento específico para a caxumba, mas todo cuidado deve ser tomado para evitar complicações. Veja o que se pode ser feito para aliviar as dores provocadas pela caxumba.

Passo a passo

Descrição:

1. A caxumba é uma doença infecciosa, causada por vírus.

2. Tem como sinal mais evidente o aumento das glândulas salivares, em particular, as parótidas. Em conseqüência, o pescoço do doente aumenta exageradamente de volume.

Incidência

1. Atinge principalmente crianças a partir dos 2 anos.

2. Pode ocorrer mais de uma vez no lado do pescoço atingido, mas não é usual.

Sintomas

1. Inchaço e dor nas regiões abaixo e em frente às orelhas, dor de cabeça, falta de apetite, vômitos, dores nas costas, zumbido nos ouvidos, suor excessivo, calafrios e geralmente febre alta.

Formas de contágio

1. É transmitido por gotículas de saliva. Assim, evite contato com através da tosse, fala e uso talheres em comum com a pessoa doente.

Tratamento

1. Se houver suspeita de algum sintoma, procure imediatamente um médico.

2. Mantenha uma boa higiene bucal enxagüando e bochechando com antisépticos.

3. Coloque uma bolsa de gelo no local do aumento das glândulas para aliviar a dor.

4. Faça uma alimentação leve e de fácil ingestão .

5. Se a febre estiver muito alta (acima de 39 graus), o médico deve receitar analgésicos e antitérmicos.

6. Mantenha repouso e evite se resfriar.

7. Fique afastado de outras pessoas, principalmente de gestantes.

Atenção

1. Eventuais complicações como inflamação dos testículos, dos ovários e dos seios podem ocorrer principalmente em pacientes com mais de 12 anos ou em pessoas muito debilitadas.

2. Este artigo tem caráter meramente informativo e não substitui a consulta médica. Não inicie nem interrompa qualquer tratamento sem orientação médica.

Fonte: www.sabido.com.br

CAXUMBA

VACINA CONTRA CAXUMBA

A vacina contra caxumba é produzida a partir de vírus vivos e atenuados. As cepas mais utilizadas são Jeryl Lynn, L-3 Zagreb e Urabe AM9 preparadas em ovos embrionados de galinha contendo no mínimo 5.000 TCID50 por dose. É apresentada na forma liofilizada apenas, ou associada às vacinas da rubéola e do sarampo, recebendo neste caso a denominação de vacina MMR II ou Trimovax. Antes da reconstituição, deve ser conservada ao abrigo da luz. Contém neomicina como conservante e os estabilizantes são o sorbitol e a gelatina hidrolizada. Pode ser conservada na forma liofilizada a –20ºC por até três anos. Após a reconstituição permanece estável por 8 horas à temperatura de +2 a +8ºC.

A aplicação se faz pela via subcutânea, a partir dos 12 meses de idade, em dose única, ocorrendo a soroconversão em 97% dos casos vacinados. Está indicada também para viajantes e profissionais das áreas da saúde e da educação.

Existe contra-indicação quando o indivíduo apresenta história de sensibilidade a ovos, carne de galinha ou neomicina. Também está contra-indicada para gestantes, doentes imunocomprometidos ou sob efeito de corticosteróides, em presença de processo infeccioso agudo e uso prévio de gamaglobulina. A imunidade se desenvolve por meio da formação de anticorpos específicos a partir do 10º dia de aplicação, tornando-a contra-indicada em casos de contatos da doença. Não há indicação de revacinação.

Os efeitos colaterais são raros, porém podem ocorrer, após cinco a 10 dias da aplicação, aumento discreto das parótidas, tumefação e febre, que cedem espontaneamente.

Fonte: www.vacinas.org.br

CAXUMBA

A caxumba, ou parotidite epidêmica foi descrita pela primeira vez no Século V a.c. por Hipócrates, que observou o surto de uma doença caracterizada por inchaço e dores no pescoço, abaixo das orelhas, unilateral ou bilateral - alguns pacientes também apresentavam dor e edema dos testículos. Em 1790, Robert Hamilton descreveu casos de caxumba com a presença de inflamação dos testículos e manifestações neurológicas. O vírus da caxumba foi identificado em 1945 e em 1951 foi testada a primeira vacina no homem.

Atualmente, é utilizada uma vacina com vírus vivo atenuado, que pode ser administrada de forma individual ou em combinação com o vírus do sarampo e da rubéola - vacina tríplice viral.

Fonte: portal.saude.gov.br

CAXUMBA

A caxumba (parodidite*) é uma doença infecciosa imunoprevenível de transmissão respiratória. A infecção é causada pelo vírus da caxumba e, freqüentemente, resulta em manifestações discretas ou é assintomática.

A doença geralmente tem evolução benigna e é mais comum em crianças, mas pode ocorrer com maior gravidade em adultos susceptíveis (não imunes).

Durante a gravidez a infecção pelo vírus da caxumba pode resultar em aborto espontâneo, porém não existem evidências de que possa causar mal-formações congênitas. Como regra geral, a imunidade é permanente, ou seja, a caxumba comumente ocorre apenas uma vez na vida.

Transmissão

O vírus tem distribuição universal e a doença ocorre mais freqüentemente em regiões com baixa cobertura vacinal. O ser humano é o único hospedeiro natural do vírus da caxumba e a doença geralmente ocorre apenas uma vez na vida.

A transmissão para uma pessoa susceptível ocorre através do contato com as secreções respiratórias (gotículas de saliva, espirro, tosse) de um indivíduo infectado, mesmo quando assintomático.

O período de transmissibilidade da caxumba começa uma semana antes e vai até nove dias após o aparecimento de inflamação nas glândulas salivares (mais comumente das parótidas).

Após a transmissão, o vírus da caxumba se replica na mucosa da nasofaringe e nos gânglios linfáticos regionais. Entre 12 e 25 dias após a infecção, ocorre disseminação do vírus através da corrente sangüínea (viremia).

Durante o período de viremia, que dura de 3 a 5 dias, existe a possibilidade de disseminação para as glândulas salivares, meninges, pâncreas, testículos e ovários. A infecção pelo vírus da caxumba, produzindo ou não manifestações clínicas, geralmente resulta em imunidade permanente.

A reinfecção, embora possivel, é muito rara e, em geral, é inteiramente assintomática ou produz manifestações clínicas discretas.

Riscos

A caxumba tem distribuição universal e variação sazonal, com predomínio de casos no inverno e na primavera. Ainda é uma doença comum na maioria dos países em desenvolvimento.

Na maior parte do mundo a incidência anual da caxumba varia entre 100 a 1000 casos para cada 100 mil habitantes, com surtos ou epidemias a cada 2 a 5 anos. Entre 2004 e 2007 ocorreram diversos surtos e epidemias de caxumba em países do Continente Americano (Estados Unidos, Brasil, Canadá), Europa Ocidental (Espanha, Reino Unido, Irlanda) e Europa Oriental (Ucrânia). No Brasil (2007) está ocorrendo um surto em Campinas (SP), principalmente entre estudantes universitários.
É uma doença viral, caracterizada por febre e aumento de volume de uma ou mais glândulas salivares (geralmente a parótida) e, às vezes, glândulas sublinguais ou submandibulares.

Sinônimos

Papeira, parotidite infecciosa, parotidite endêmica.

Como se manifesta?

Além do aumento das glândulas salivares (que pode ser percebido no pescoço, logo abaixo da orelha), pode ocorrer orquite (que é inflamação do testículo) em 20 a 30% dos casos em homens adultos.

Em mulheres, ooforite (inflamação dos ovários). Aproximadamente um terço das infecções podem não apresentar aumento aparente das glândulas.

Também pode haver meningite, quase sempre sem seqüelas.
Como seqüelas, podem ocorrer diminuição da capacidade auditiva e esterilidade.

Agente causador

Vírus da família Paramyxoviridae, gênero paramyxovirus

É transmissível?

A transmissão se dá por contato direto com secreções das vias aéreas superiores de pessoas infectadas (saliva, espirros...).

Tempo para aparecimento da doença

Os sintomas podem surgir num período de 12 a 25 dias após o contato com a pessoa infectada.

Por quanto tempo é transmissível?

O período de transmissibilidade varia de seis a sete dias antes das primeiras manifestações, até nove dias após o surgimento dos sintomas. O vírus pode ser encontrado na urina até 14 dias após o início da doença.

A pessoa doente não deve comparecer à escola ou ao trabalho, durante nove dias após início da doença.

Como se trata?

Não há tratamento para o vírus. O próprio corpo resolve a infecção. O tratamento orientado pelo médico visa a facilitar a resposta do organismo e aliviar os sintomas da doença, através do uso de analgésicos e repouso.

Epidemiologia

Estima-se que, na ausência de imunização, 85% dos adultos têm caxumba e que um terço dos infectados não apresentam sintomas. A doença é mais severa em adultos. As estações com maior ocorrência de casos são o inverno e a primavera.

A caxumba ocorre usualmente sob a forma de surtos, que acometem mais as crianças.

Como evitar?

A vacinação é a melhor forma de prevenir a doença. A vacina utilizada é a tríplice viral MMR (a sigla vem de Measles - sarampo; Mumps - caxumba; Rubella – rubéola) aos 15 meses de idade.

Embora a vacinação após o contato com pessoa infectada não previna a doença, recomenda-se vacinação de quem teve contato com alguém infectado.

As contra-indicações ao uso da vacina tríplice viral são: uso recente de imunoglobulinas ou transfusão sangüínea nos últimos três meses, pacientes com imunodeficiência (leucemia, linfoma), uso de corticosteróides, gravidez.

Pacientes com infecção por HIV já com sintomas, mas que não estejam severamente imunocomprometidos, devem ser vacinados.

A exposição à caxumba é importante se a pessoa não tiver recebido a vacina contra a caxumba nem tiver pego, mas 10% dos adultos que não têm antecedente algum de caxumba realmente são suscetíveis.

Os adultos que quando criança viveram na mesma casa com irmãos que tiveram caxumba podem se considerar protegidos. Os que não estão protegidos devem procurar um médico no horário comercial para avaliar se a vacina seria útil.

- Crianças: todas devem receber a vacina.
- Adolescentes e homens adultos: a vacina contra a caxumba é opcional. O risco de contrair uma infecção testicular (orquite) é de 2,5%.
- Mulheres adultas: a vacina contra caxumba é desnecessária. Não ocorrem complicações sérias.

Procure ajuda médica imediatamente se:

- Seu filho ficar com o pescoço rígido ou com muita dor de cabeça.
- Seu filho vomitar repetidamente.
- Seu filho parecer muito doente.
- A inchação durar mais de 7 dias.
- A febre durar mais de 4 dias.
- A pele sobre a glândula parótida estiver avermelhada.
- Seu filho homem for adolescente e o testículo doer.
- Tiver outras perguntas e preocupações.

Fonte: www.caminhosdoconhecimento.com

CAXUMBA

Doença contagiosa de etiologia viral, caracterizada pelo edema inflamatório das glândulas salivares, notadamente das parótidas. Atinge, predominantemente, crianças entre 5 a 14 anos de idade. A caxumba quando adquirida na infância, apresenta, pouca possibilidade de complicações, porém, quando adquirida por adulto, ai, requer um cuidado um pouco mais intensivo.

A caxumba como varias outras doenças da infância, são causadas por VÍRUS que penetram pelas vias respiratórias e ali se alojam. Permanecendo incubado, em secreta proliferação, por cerca de três semanas, depois se coloca na corrente sangüínea e se distribui por todo o organismo. Quando difundido pela circulação sangüínea contamina e infecciona vários órgãos, porém, o órgão mais freqüentemente afetado são as parótidas, que são as maiores glândulas salivares. Sendo assim a caxumba é reconhecida no meio médico como parotidite epidêmica.

O agente causador da caxumba é morador permanente das grandes cidades. Quando entra em ação, determina o aparecimento de pequenas epidemias nos locais em que há maior concentração de crianças (escolas, parques infantis, clubes, etc.). Quando o organismo recebe o vírus imediatamente reage promovendo o desenvolvimento de agentes defensivos , anticorpo, por isso, quando uma criança se contamina com o vírus da caxumba os anticorpos que ali desenvolve irá protege-la para o resto da vida, há casos em que a quantidade de agentes defensivos produzido, não chegam a quantidade suficiente para proteger o indivíduo para toda a vida podendo ocorrer então uma nova reinfecção. O conhecimento popular diz que quando uma pessoa pela Segunda vez se infesta, diz que isso ocorreu porque da outra vez apenas um lado foi atacado. Hoje sabemos que isso se deve a uma imunização deficiente, podendo a mesma parótida ser infectada mais que uma vez.

TRANSMISSÃO

A transmissão se faz através de gotículas de saliva contaminadas, tendo um período de incubação que varia de 16 a 25 dias e o contágio ocorre 1 a 2 dias antes até 7 a 9 dias após o aparecimento do edema das parótidas.

SINTOMAS

Os primeiros sintomas surgem após três semanas de incubação. Os sintomas são iguais a qualquer outra doença infecciosa: mal estar, dor de cabeça, falta de apetite, ligeira febre e dores musculares e articulares difusas. Depois de dois dias aproximado, a criança sente como que uma distensão sob o lóbulo da orelha. É o começo do inchaço da (s) parótida(s), decorrido um ou dois dias a inflamação fica bem evidente, A trás da mandíbula, aparece uma massa rígida, com consistência de borracha e contornos mal definidos.

A pele da região fica esticada e brilhante, o lóbulo da orelha é empurrado para cima e para fora, desaparecendo o sulco que contorna o ângulo da mandíbula.

A parótida fica dolorida, o doente apresenta dificuldade para abrir a boca, virar a cabeça e se alimentar ou mesmo conversar. Quando a caxumba se apresenta externamente é um sinal que já esta chegando ao fim, com o decorrer de uma ou duas semanas o inchaço diminui gradualmente até desaparecer por completo.

COMPLICAÇÃO

Das complicações a mais temida entre os homens é a Orquite (inflamação dos testículos). Em geral, a inflamação dos testículos começa quando o inchaço da parótida já esta regredindo. Eventualmente, pode ocorrer mesmo sem a evidência de parotidite. O testículo fica inchado, dolorido, quente e aumenta de volume . A febre se eleva e o doente sente-se piorar. Ao fim de aproximadamente uma semana , os sintomas desaparecem . Em metade dos pacientes, a cura é integral. Mas a reação inflamatória se processa em focos e em geral poupa ao menos uma parte dos testículos e não determina atrofia completa, mantendo-se a fertilidade do doente.

Entre as mulheres a infecção temida é a Ooferite, que pode aparecer na mulher adulta, é mais rara ainda que a orquite, e não parece ser causa de esterilidade. O pâncreas também pode ser afetado, sofrendo uma pancreatite que, em geral, se cura espontaneamente em poucos dias. Outros órgãos, como o coração, os rins e a glândula tireóide também podem ser atingidos, o que origina miocardite, nefrite ou tireoidite.

O sistema nervoso freqüentemente é atingido pelo vírus da caxumba, mas sem complicação, dores de cabeça é o maior indicativo desta infestação, raras vezes chega ao estado de uma meningite ou encefalite, quando isso acontece, são curadas sem deixar qualquer tipo de marcas.

TRATAMENTO

O tratamento para a caxumba não existe por ser esta infestação benigna que evolui e se cura por si só. A o se observar a contaminação o infectado deve ser mantido em uma forma de isolamento para evitar que outros se contamine. O que mais se indica é o repouso total, com uma boa higienização bucal, para que bactérias oportunista, não aproveitem das circunstâncias e se instalem nas regiões afetada podendo agravar o quadro.

Como as pessoas sentem dores para movimentar as mandíbulas, recomenda-se alimentos líquidos ou pastosos. Para um melhor alivio do adoentado, se surgirem febres alta, o indivíduo deve tomar antitérmicos e para combater a dor fazer compressas quentes. Tomar antibióticos nem pensar, este tipo de medicamentos não resulta efeito, isso porque, antibióticos combatem infecções causadas por bactérias enquanto que a caxumba é uma doença viral, portanto nem sente a presença de antibióticos. Os antibióticos neste caso só é recomendado quando ocorre infecção secundária produzida por bactérias.

Quando crianças debilitadas, gestantes ou mesmo adultos com complicação da caxumba, pode se adotar medidas especiais, como a ingestão de gamaglobulina, com elevada concentração de anticorpos. Nessas circunstâncias especiais a medida permite atenuar a doença e a evitar complicações, porém, não oferecem imunidade definitiva, que só pode resultar dos anticorpos produzidos naturalmente pelo organismo ou pela aplicação de vacina especifica.

Vacina contra Sarampo, Rubéola e Caxumba

A profilaxia contra sarampo (measles), caxumba (mumps) e rubéola (rubella) pode ser feita com a MMR. Trata-se de uma suspensão de vírus vivos atenuados e veiculados em um meio estéril, destinada à aplicação por via intramuscular ou subcutânea. A administração simultânea destes componentes é tão eficaz (>95%) quanto o uso de cada vacina isolada, com a vantagem de reduzir o número de aplicações. A vacina utilizada na atual campanha, que tem como população alvo mulheres entre 15 e 29 anos, é a "dupla viral" (sarampo e caxumba). As contraindicações e os efeitos colaterais da "dupla viral" são semelhantes aos da MMR.

A MMR deve ser administrada preferencialmente após o primeiro ano de vida, no intuito de minimizar uma possível interferência na resposta ao estímulo vacinal do sarampo por anticorpos maternos, adquiridos passivamente pela criança durante a gestação. No calendário brasileiro, à semelhança dos países onde a prevalência de sarampo ainda é significativa, a imunização para o sarampo inicia-se aos nove meses de idade com uma dose da vacina de sarampo isolada, recomendando-se que pelo menos, uma segunda dose da vacina contra sarampo, preferencialmente com a MMR, seja feita após doze meses (geralmente feita aos 15 meses).

A vacinação com a MMR também pode ser utilizada como medida estratégica de bloqueio diante da ameaça de surtos e epidemias, tal como ocorreu em 1997 nos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo. O objetivo é a proteção dos indivíduos sob risco de adquirir a doença, isto é, os que não tiveram sarampo e que não foram vacinados, ou foram possivelmente vacinados de forma inadequada (dose única de vacina para o sarampo antes de 1 ano de vida ou vacinação feita antes de 1968). A prioridade da vacinação é para contactantes de casos de sarampo (eficaz se feita até 72 horas depois do contato) e grupos populacionais com alto risco de exposição, como os profissionais de saúde.

Efeitos colaterais

Para evitar a infecção natural pelos vírus do sarampo, rubéola e caxumba, a imunização é claramente importante, eficaz e bastante segura. Os para-efeitos com a MMR são pouco freqüentes e geralmente desprovidos de gravidade, como febre (5-15%) e rash cutâneo (5%), que surgem entre o 5o e o 12o dia após a vacinação. Pode ainda ocorrer artralgia e discreto aumento parotídeo (em razão do componente da caxumba). Os para-efeitos mais graves, como encefalite associada ao componente do sarampo (<1:1000000 de doses) e púrpura associada ao componente da rubéola, são raríssimos e consideravelmente menos freqüentes que os mesmos agravos decorrentes da infecção natural. Não há relatos de reações anafiláticas fatais. O risco de para-efeitos da vacina não aumenta em indivíduos que tiveram a infecção natural ou receberam dose prévia da vacina com vírus atenuado.

Contra-indicações

A MMR, assim como todas as vacinas de vírus atenuado, está contra-indicada durante a gestação e esta deve ser evitada nos três meses que sucedem a aplicação da vacina. Como regra geral, a vacina não deve ser utilizada em imunodeficientes, exceto em situações especiais em que o risco da doença é consideravelmente superior ao imposto pela vacina (indivíduos infectados pelo HIV em áreas de elevada prevalência de sarampo). No caso de antecedentes de reações alérgicas à vacina ou a qualquer um dos seus componentes (incluindo ovo, neomicina e gelatina), caberá ao médico responsável a avaliação quanto à realização do procedimento. Há contra-indicação em indivíduos com história de reação alérgica grave (anafilaxia) devida a dose anterior da vacina.

É prudente adiar a vacinação em indivíduos com febre, até esta desapareça. Deve-se também adiar a vacinação em pessoas que fizeram uso de sangue ou derivados nos meses anteriores (possível inativação da vacina). Nos indivíduos com história de convulsão deve-se utilizar antitérmicos entre o 5° e o 12° dia após vacinação. Como as infecções induzidas pelos vírus atenuados presentes na vacina MMR não são potencialmente transmissíveis não há riscos no contato do indivíduo vacinado com imunodeficientes e gestantes.

Fonte: www.consulteme.com.br

CAXUMBA

A doença

A caxumba é uma doença viral contagiosa causada pelo vírus da caxumba, com tropismo glandular e nervoso, da família dos paramixovírus. A manifestação clínica mais freqüente é a parotidite, presente em 30% dos casos.

As complicações mais graves são neurológicas (surdez temporária, manifestações de meningoencefalite por caxumba, etc.) e glandulares (particularmente a temida orquite, que pode trazer como conseqüência a azoospermia, assim como a ooforite, a pancreatite, e a mastite).

História da vacinação

Pouco depois de isolar-se pela primeira vez o vírus da caxumba, tentou-se elaborar vacinas com base num vírus inativado com formalina. A imunidade induzida por estas vacinas não resultou duradoura e, nos Estados Unidos, na década de 1950, elas foram abandonadas.

Desde então, foram utilizadas mais de dez cepas de vacina para preparar vacinas atenuadas vivas. Elas foram adaptadas ao cultivo em ovos de galinha embrionados, fibroblastos de embrião de frango, células diplóides humanas, células de rim de cobaias, e fibroblastos de embriões de codorna.

As cepas de maior utilização são as de Jeryl Lynn e Urabe. A primeira foi isolada na garganta de Jeryl Lynn Hillemann, e em seguida foi atenuada por passagens em embriões de frango e cultivos de células de embriões de frango. Com relação à cepa de Urabe, desenvolvida no Japão, foi isolada na saliva de um paciente.

Na década de 1950, na URSS, Smrodistsev e Klyachko obtiveram a cepa Leningrad-3 com base em cultivos em células renais de cobaias, depois de passagens sucessivas em culturas de células de embrião de codorna. As vacinas baseadas nessa cepa foram empregadas largamente na ex-União Soviética. A cepa Leningrad-3 foi atenuada ainda mais na Croácia, através de passagens em culturas de fibroblasto de embrião de frango. Denominada então L-Zagreb, esta cepa é utilizada na Croácia e na Índia.

Dados epidemiológicos atuais

Desde 1994, a incidência da caxumba ficou estabilizada entre 40.000 a 50.000 casos anuais na França, entre crianças de 5 e 9 anos, afetando sobretudo crianças do sexo masculino. A incidência da caxumba foi estimada em 40.000 casos em 1997. Várias observações e dados epidemiológicos sobre sarampo e rubéola levaram a uma revisão dos programas de vacinação, pelos quais entre os 3 e 6 anos de idade foi administrada uma segunda dose de três vacinas combinadas contra estas três doenças.

Na França, os adultos constituem 20% de todos os casos de caxumba.

Vacinas disponíveis

A vacina contra a caxumba é uma vacina viva atenuada. Inclui uma variedade monovalente (empregada na Rússia e nos novos Estados Independentes), uma bivalente (associada com a vacina anti-sarampo), e uma trivalente. Neste último caso, está integrada na vacina tríplice viral, que contém também as vacinas contra o sarampo e a rubéola.

Na França, de 1983 a 1994, foi utilizada a cepa Urabe. Nesse país, a primeira vacina combinada contra o sarampo, caxumba e rubéola (tríplice viral) foi lançada no mercado em 1985.

Estratégias de imunização

Na França, a vacinação contra a caxumba é administrada após os 12 meses de idade, e associada à vacina contra o sarampo e a rubéola. Aplica-se uma segunda dose entre os 3 e os 6 anos de idade.

Fonte: www.drashirleydecampos.com.br

CAXUMBA

Uma das doenças típicas da infância é a caxumba. Provocada por um vírus, ela é altamente contagiosa e tem maior incidência no fim do inverno e no começo da primavera. Febre, mal estar, dores na garganta e dificuldade para engolir são alguns dos sintomas da caxumba. Mas o principal sinal de que a doença atacou é o inchaço observado na região abaixo da ouvido - a grande característica da caxumba. Conheça mais sobre ela e os cuidados que devem ser tomados no caso de seu filho ter sido contaminado.


Em primeiro lugar, é preciso ficar claro que a caxumba não é uma doença grave. No entanto, não é por isso que não são necessários cuidados especiais quando se é atacado pela doença - que contamina, principalmente, crianças a partir de dois anos de idade.

A caxumba é uma infecção viral aguda provocada por um vírus da família Paramyxoviridae e se caracteriza por um inchaço nas glândulas que produzem a saliva (especialmente as parótidas, que são localizadas nas concavidades abaixo dos lóbulos das orelhas).

Assim que o vírus entrar em contato com o organismo da pessoa, demorará de duas a três semanas para que se manifeste o inchaço na parótida (em 70% dos casos, ambas as glândulas ficam inchadas). E esse inchaço permanecerá durante dez dias aproximadamente.

Contudo, essa não é a única conseqüência que a caxumba provoca no organismo. Febre repentinas, dores de cabeça, náuseas, perda de apetite e dificuldade para engolir também são efeitos observados nas pessoas que estão sofrendo com a infecção. Nos casos mais severos, pode haver ainda dores musculares e vômitos.

Transmissão fácil

A caxumba é considerada altamente contagiosa, já que sua forma de transmissão é bastante simples: o vírus se espalha pelo ar, através das gotículas de saliva expelidas por quem está com a doença.

Ele pode ser transmitido antes mesmo de a pessoa contaminada descobrir que está com caxumba (num período que vai de três a quatro dias antes de aparecerem os primeiros sintomas).

E mesmo tendo se passado uma semana do desaparecimento do inchaço nas parótidas, a caxumba poderá ser transmitida para outras pessoas.

A única maneira de prevenir-se contra a doença é tomar a vacina tríplice viral (que protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba). Geralmente a primeira dose é administrada aos 15 meses de idade. Para saber mais, converse com o pediatra.

Caxumba causa esterilidade?

Quando acomete adolescentes ou adultos, a caxumba pode trazer mais riscos à saúde. Isso porque, a partir da puberdade, existe uma maior possibilidade de a infecção afetar outros órgãos, como os testículos ou os ovários.

No entanto, são raros os casos em que essas infecções causam esterilidade. Para se precaver contra isso, é preciso repousar (assim você cria melhores condições para que a infecção seja curada e não deixe seqüelas graves). Além disso, um especialista precisa acompanhar a evolução da doença.

Cura natural

Não existe um medicamento capaz de curar a caxumba: o próprio organismo se encarrega de eliminar o vírus e curar a doença. Porém, para contribuir com esse processo, durante o período de convalescença, deve-se permanecer em repouso, alimentar-se bem e ingerir bastante líquidos.

Em casa, podem ser feitas compressas com água fria para tentar aplacar as possíveis dores na região da garganta e do pescoço.

Mas não esqueça que um médico deve sempre acompanhar a evolução da doença. Então, ao perceber os primeiros sintomas, procure um especialista. Se necessário, ele prescreverá analgésicos ou anti-térmicos para controlar as dores e a febre.

E assim que o organismo tiver se recuperado da doença, seu filho estará pronto para voltar a se dedicar às suas atividades diárias. Totalmente saudável!

Fonte: www.jnjbrasil.com.br