
Nesta fase, por microscopia, não visualizamos modificações tanto no citoplasma quanto no núcleo. As células porém estão em franca atividade, sintetizando os componentes que irão constituir as células filhas. O tempo de duração desta fase varia de célula para célula. É composta pela sucessão de três fases: * G1 = Intervalo de tempo entre o final da mitose e o início da fase S * S = Fase de Síntese de DNA * G2 = Intervalo de tempo entre o final da fase S e o início da mitose O tempo de duração da fase G1 é o principal fator para determinar o tempo da intérfase.
É um intervalo de tempo entre o final da mitose e o início da fase S. A duração deste intervalo varia de acordo com o tipo celular: - Células embrionárias = G1 é praticamente inexistente - Células diferenciadas = G1 é variável As células quiescentes, isto é células que não estão se dividindo, estão num estado especial de G1 que chamamos de G0. Existem três pontos críticos que servem como marcadores desta fase G1, que são denominados de pontos críticos de Competência (C), Entrada (V) e Progressão (R).
Nesta fase ocorre a replicação do DNA. O tempo de duração é de, em média, 8 horas. O núcleo é induzido a entrar na fase S por sinais citoplasmáticos ou seja, o citoplasma induz o núcleo a replicar o seu DNA. Após a fase S, a célula passa por um segundo intervalo de tempo que é considerado a terceira fase da intérfase, que chamamos de fase G2
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"G de gap = intervalo" É o segundo intervalo de tempo da intérfase. Um núcleo que completa a fase S e entra na fase G2 condensa seus cromossomos e segue para a mitose. É um período de preparação para produção de fatores cruciais que disparam a Mitose.

Fonte: www.virtual.epm.br