Causador
Clamidia trachomatis
Clamídia é uma infecção bacteriana transmitida através de contato físico durante uma relação sexual. Pode ser transmitida também através de sexo vaginal, anal ou oral.
Os sintomas aparecem de 1 a 3 semanas após a infecção. Muitos homens e mulheres, no entanto, não os desenvolvem. Os sintomas são:
O exame é feito em laboratório com o material coletado da uretra (homens) ou da cérvice uterina (mulheres).
O tratamento é feito com antibióticos e o paciente fica curado. É importante tratar o parceiro também, para que não ocorra nova transmissão.
Se não for tratada, a Clamídia pode se espalhar para a cavidade e órgãos pélvicos, causando doença inflamatória pélvica. Esta doença pode causar danos irreparáveis aos órgãos pélvicos e infertilidade tanto em homens quanto em mulheres.
Pessoas com apenas um parceiro sexual têm menos chances de adquirir Clamídia. É muito importante o uso de camisinha e espermicidas. A camisinha é uma barreira entre o organismo e a bactéria. Os espermicidas ajudam a eliminar qualquer micro-organismo que entre em contato com eles.
Fonte: med.fm.usp.br
Doença infecto-contagiosa dos órgãos genitais femininos. Fase inicial da infecção pela Chlamydia trachomatis , bactéria também causadora do linfogranuloma venéreo, que pode provocar corrimento esbranquiçado em média quantidade não apresentando cheiro e nem coceira, mas pode apresentar ardor uretral ou vaginal que pode ser a única manifestação. Se não tratada, pode permanecer durante anos contaminando as vias genitais femininas. É importante saber que mesmo a pessoa portadora da doença mas sem sintomas pode transmiti-la.

Sinônimos
Uretrite ou cervicite inespecífica, Uretrite não gonocócica (UNG).
Agente
Chlamidia trachomatis.
Complicações/Consequências
Salpingite e sua sequelas (infertilidade), conjuntivite de inclusão, otite média, tracoma, linfogranuloma venéreo, bartolinite, Doença Inflamatória Pélvica, etc
Transmissão
Relação sexual
Período de Incubação
1-2 semanas a 1 mes ou mais.
Tratamento
Antibiótico oral e local.
Prevenção
Camisinha.
Fonte: www.eerp.usp.br
Doença infecto-contagiosa dos órgãos genitais masculinos ou femininos, transmitida através de relação sexual (mesmo que o doente não esteja apresentando sintomas). É uma doença perigosa, pois, normalmemte, só se manfesta quando já prejudicou seriamente os órgãos reprodutores, especialmente das mulheres.
A clamídia causa um corrimento escasso e ardor ao urinar. Se não tratada, pode permanecer durante anos contaminando o organismo. Nas mulheres, é comum que a infecção se manfeste de repente, de forma aguda, e exija hospitalização. Pode ser confundida com apendicite.
Tratamentos: Antibiótico oral e local (na mulher)
Período de Incubação: De uma semana a mais de um mês.
Complicações/Conseqüências: Infertilidade, doença inflamatória pélvica, infecção nos órgãos reprodutores.
Prevenção: Uso da camisinha.
A clamídia causa um corrimento escasso e ardor ao urinar. Se não tratada, pode permanecer durante anos contaminando o organismo. Nas mulheres, é comum que a infecção se manfeste de repente, de forma aguda, e exija hospitalização. Pode ser confundida com apendicite.
Fonte: saude.terra.com.br
Doença infecto-contagiosa dos órgãos genitais masculinos ou femininos. Caracteriza-se pela presença (pode não ocorrer) de secreção (corrimento) uretral escassa, translúcida e geralmente matinal. Um ardor uretral ou vaginal pode ser a única manifestação. Raramente a secreção pode ser purulenta e abundante. Se não tratada, pode permanecer durante anos contaminando as vias genitais dos pacientes. É importante saber que mesmo a pessoa assintomática (portadora da doença mas sem sintomas) pode transmiti-la.
Sinônimos: Uretrite ou cervicite inespecífica, Uretrite não gonocócica (UNG).
Agente: Chlamidia trachomatis.
Complicações/Consequências: Epididimite, proctite, salpingite e sua sequelas (infertilidade), conjuntivite de inclusão, otite média, tracoma, linfogranuloma venéreo, bartolinite, Doença Inflamatória Pélvica etc
Transmissão: Relação sexual
Período de Incubação: 1-2 semanas à 1 mes ou mais.
Tratamento: Antibiótico oral e local (na mulher)
Prevenção: Camisinha. Higiene pós-coito.

Fonte: www.dst.com.br
Considerada uma das principais causadoras da chamada Doença Inflamatória Pélvica (DIP), que atinge diversas mulheres ao longo da vida, a clamídia é uma bactéria que atinge exclusivamente os seres humanos. Ela pode ser danosa aos olhos, pulmões, intestinos, aparelho urinário, útero, trompas, faringe e reto, existindo, atualmente, o registro de 18 tipos diferentes dessa bactéria. Cada um dos tipos ataca preferencialmente uma região do corpo. Apesar de o nome não ser conhecido da maioria da população, estudos mostram que há mais mulheres infectadas por clamídia do que, por exemplo, pela popular gonorréia. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), apontam para cerca de 120 milhões de pessoas infectadas todos os anos no mundo.
A clamídia pode não ser percebida por um longo período, mas pode causar fortes dores abdominais, febre, corrimento e infertilidade. A bactéria já foi encontrada também no trato genital de mulheres que não apresentavam sintomas. Esta característica leva alguns médicos a acreditarem que a clamídia possa viver normalmente no corpo humano, sem causar alterações, aguardando uma infecção por outros germes ou bactérias, para então também inciar a sua infecção. Nos homens, é responsável por até metade dos casos de corrimento e uma das principais causas de epididimite (uma inflamação dentro da bolsa escrotal). Está presente também em metade dos casos de Síndrome de Reiter, um tipo de reumatismo. Nos homens que fazem sexo com homens, pode causar ainda uma inflamação da próstata.
Pesquisas mostram que, por exemplo, nos Estados Unidos, cerca de 4,5 milhões de pessoas contraem a bactéria todos os anos. Mais da metade dos casos ocorre na população feminina. Nas adolescentes, a infecção pode atingir uma em cada 10 meninas. Entre as gestantes, 2 a 5% apresentam a clamídia em suas secreções genitais.
A mulher portadora de clamídia, sem alterações visíveis em seu corpo, funciona como um reservatório da bactéria, além de disseminar a infecção para seu parceiro sexual e para seu filho, durante o parto. A contaminação do bebê ocorre pelo contato direto com o líquido amniótico, após o rompimento da bolsa amniótica. Pode atingir os olhos, a boca, a faringe, o aparelho genital, o aparelho urinário e o reto.
As conseqüências nos bebês vão desde conjuntivite (nas primeiras duas semanas de vida), e pneumonia (em duas semanas a quatro meses de vida), até outras doenças como a otite média e as infecções do sistema digestivo.
São a Uretrite, uma inflamação da uretra, o canal da urina; Endocervicite Mucopurulenta, uma inflamação da parte do útero que entra em contato com a vagina; Doença Inflamatória Pélvica (DIP), uma inflamação dentro do abome da mulher, bem embaixo; a Síndrome de Fiz-Hugh-Curtis (Peri-Hepatite), muito parecida com a DIP, mas causadora também de dor abdominal mais superior; Linfogranuloma venéreo, também chamado de Linfogranuloma Inguinal, uma doença de transmissão sexual.
Há uma série de exames que podem ser indicados (cultura, Papanicolau, Imunoensaio enzimático, Imunofluorescência direta e indireta). A decisão sobre o tipo de exame a ser realizado, e sobre o que fazer após o resultado positivo ou negativo de um exame, depende de toda a avaliação realizada pelo médico e de tudo o que o paciente está sentindo. O ginecologista e o urologista costumam juntar todas as informações sobre o paciente (exames, avaliação do consultório, o que o paciente está relatando, tratamentos anteriores) para, então, sugerir a conduta mais adequada.
O tratamento da infecção pela clamídia costuma ser simples e pode ser realizado com apenas uma dose de antibiótico ou com doses repetidas por uma a três semanas, dependendo do tipo de doença do paciente.
Nos casos mais graves, pode haver necessidade de internação hospitalar.
Esse tratamento da doença não está completo sem o tratamento concomitante do parceiro. O parceiro deve sempre ser tratado, já que apenas um ou dois em cada dez contaminados podem apresentar algum sintoma. Os demais, embora tenham a clamídia, não sentem absolutamente nada.
Fonte: www.medicinal.com.br
A clamídia é atualmente uma das doenças sexualmente transmissíveis mais comum. acredita-se que boa parte das pessoas que tenham tido alguma outra doença sexualmente transmissível também seja hospedeira da clamídia. A clamídia também pode acelerar o aparecimento dos sintomas da AIDS em pessoas infectadas pelo HIV.
Entretanto, os sintomas podem ser tão leves que frequentemente não são notados. estima-se que 75% das mulheres e 25% dos homens que tem clamídia não tem nenhum sintoma até o aparecimento de complicações. Quando os sintomas aparecem geralmente ocorrem de 2 a 4 semanas depois de a pessoa ter sido infectada. A única maneira de saber com certeza se você tem ou não clamídia é ser testado.
Os médicos recomendam que as pessoas sexualmente ativas que não estejam envolvidas em relacionamentos. monogamicos de longa data sejam testadas periodicamente. Entretanto é importante você saber que o teste diagnóstico de clamídia mais confiáveis é a cultura de tecidos, que é a cara e ainda não se encontra amplamente disponível. Por este motivo, muitos médicos usam um método mais simples. Coleta-se uma pequena quantidade de secreção da região infectada com um coletor de algodão estéril. Os resultados costumam ficar prontos no mesmo dia da coleta.
Toda pessoa que tem clamídia deve ser tratada com antibióticos por via oral, como a tetracilina, eritromicina ou azitromicina. Os médicos irão tratar o(a) parceiro(a) sexual da pessoa infectada mesmo que ele(a) não apresente nenhum sinal do sintoma da doença. A pessoa e seu(sua) parceiro(a) sexual devem-se abster de sexo até completar o tratamento. Se não tratada, a clamídia pode causar uma variedade de problemas graves incluindo no homem infecção e inflamação da próstata e das estruturas em volta e na mulher moléstia inflamatória pélvica (mipa) e infertilidade. Crianças nascidas de mães com clamídias podem desenvolver pneumonia ou infecções graves nos olhos nos primeiros meses de vida e ficar com danos nos pulmões para o resto da vida.
Fonte: www.lincx.com.br
Sinônimos: Uretrite ou cervicite inespecífica, Uretrite não gonocócica.
É uma doença infecto-contagiosa dos órgãos genitais masculinos ou femininos. Caracteriza-se pela presença (pode não ocorrer) de secreção (corrimento) uretral escassa, translúcida e geralmente matinal. Um ardor uretral ou vaginal pode ser a única manifestação. Raramente a secreção pode ser purulenta e abundante. Se não tratada, pode permanecer durante anos contaminando as vias genitais dos pacientes. É importante saber que mesmo a pessoa assintomática (portadora da doença mas sem sintomas) pode transmiti-la.
Ou...
Essa é a doença sexualmente transmitida mais comum e, muitas vezes, passa sem ser diagnosticada, pois nem sempre as pessoas apresentam sintomas, principalmente as mulheres. É muito comum ela estar associada com a gonorréia, o que torna o tratamento mais difícil. A doença é causada por um tipo diferente de bactéria, chamada Chlamydia Trachomatis.
Esse germe provoca uma inflamação na uretra tanto do homem como da mulher, pode dar cervicite e inflamação pélvica aguda. Devido à inflamação que provoca, a pessoa passa a eliminar pus pela uretra. No homem, a saída de pus é mais evidente do que para a mulher. O que chama atenção para o diagnóstico é que, apesar do pus e da dor para urinar, a cultura da urina se revela negativa.
Na mulher também pode haver uma inflamação do colo do útero, com saída de secreção mucopurulenta cervical. Quando o germe atinge partes mais internas do órgão feminino, provoca a inflamação pélvica aguda, semelhante àquela da gonorréia, porém os sintomas de dor pélvica e febre são bem mais amenos e a pessoa tende a ficar com a doença por mais tempo, por não ser reconhecida. Mulheres que usam D.I.U. tem maior propensão a desenvolver essas doença. O diagnóstico é feito por imunoflorescência direta do material colhido das secreções.
Uretrite por clamídia (no homem)
Agente: Chlamidia trachomatis.
Complicações/Consequências: Epididimite, proctite, salpingite e sua sequelas, conjuntivite de inclusão, otite média, tracoma, linfogranuloma venéreo, bartolinite etc
Transmissão: Relação sexual
Incubação: Fica incubado por 1-2 semanas à 1 mes ou mais.
Camisinha
Higiene pós-coito
E quando já se tiver contraído, o tratamento é feito com antibióticos durante 7 a 10 dias.
Na transmissão sexual se recomenda sexo seguro (abstinência, relação monogâmica com parceiro HIV negativo, uso de camisinha). Na transmissão pelo sangue recomenda-se cuidado no manejo de sangue (uso de seringas descartáveis, exigir que todo sangue a ser transfundido seja previamente testado para a presença do HIV, uso de luvas quando estiver manipulando feridas ou líquidos potencialmente contaminados). Não há, no momento, vacina efetiva para a prevenção da infecção pelo HIV.
Fonte: www.dstfacil.hpg.ig.com.br
Clamídia é uma bactéria que causa uma Doença Sexualmente Transmissível (DST). Ela é comum em São Paulo e no Brasil. Homens e mulheres podem contrair Clamídia. A maioria dos casos se apresenta em mulheres, principalmente mulheres com idades até 24 anos. O colo do útero de mulheres jovens é mais vulnerável à Clamídia que o colo do útero de mulheres mais velhas.
A Clamídia é transmitida através de contato com uma pessoa infectada durante sexo vaginal, anal ou oral.
Muitas pessoas com Clamídia não apresentam sintomas, especialmente as mulheres. Quando eles aparecem, as mulheres podem observar corrimento vaginal, dor ou sangramento durante ou após relações sexuais, e dor ou ardência ao urinar. Os homens podem apresentar corrimento grosso e amarelado ou esverdeado, e dor ou ardência ao urinar. A infecção por Clamídia do ânus pode causar dor, sangramento, pus ou corrimento, ou constipação. Se você acha que foi exposto a Clamídia seu médico poderá fazer os exames necessários para saber se você está infectado, até mesmo se você não apresentar os sintomas.
Mesmo que você não apresente sintomas, dê a chance para que o seu médico descubra infecções que não apresentem sintomas. Esta é a verdadeira razão dos exames de rotina.
A Clamídia é tratada com antibióticos, e geralmente, em dose única. Como o risco de reinfecção é alto, mulheres devem refazer o exame 3 a 4 meses após terminar o tratamento. É possível que uma pessoa seja re-infectada caso seja novamente exposta à Clamídia.
Se a Clamídia não for tratada ela pode causar dores fortes e danos irreversíveis ao sistema de reprodução, podendo ainda, provocar a infertilidade em homens e mulheres. Em mulheres, a Clamídia pode causar doença inflamatória pélvica (DIP). A DIP pode não apresentar sintomas. Mas quando eles aparecem, podem incluir dor no baixo ventre, câimbra, ardência ao urinar, dor ou sangramento durante ou após relação sexual, corrimento vaginal, tontura e vômito, e febre. Se não for tratada a DIP pode tornar a gravidez difícil ou até impossível. Ela pode, ainda, causa gravidez tubária e dores no baixo ventre a longo prazo. Assim como outras DTS, a Clamídia não tratada aumenta a probabilidade de uma pessoa ser infectada ou infectar a outros com o vírus da AIDS, o HIV. Se você tiver algum sintoma ou achar que foi exposto à Clamídia, faça o teste e o tratamento imediatamente para evitar complicações.
Sim. Se o diagnóstico der positivo para Clamídia, é importante avisar a todas as pessoas com quem você teve relações sexuais nos últimos 02 meses para que elas também façam os exames médicos e sejam medicadas. Tome todos os medicamentos indicados até o fim do tratamento mesmo se você melhorar antes de terminar. Não faça sexo sem camisinha até que as pessoas com quem você mantém relações sexuais tenham feito o tratamento completo e os sintomas tenham desaparecido, caso contrário você poderá ser infectado novamente.
A Clamídia não tratada durante a gravidez pode causar dificuldades no parto ou ainda parto pré-maturo. No recém-nascido ela pode provocar infecção nos olhos e nos pulmões. Todas as mulheres grávidas devem fazer, o quanto antes, os exames médicos de doenças sexualmente transmissíveis (DST), inclusive o de HIV/AIDS. Você deverá refazer o teste durante a sua gravidez caso você tenha alto risco de contrair uma DST. DTS não tratadas podem ser muito perigosas. Use camisinha de sempre que fizer sexo.
Use camisinha sempre que fizer sexo vaginal, oral ou anal. Se você for alérgico a látex, pode utilizar camisinhas de poliuretano ou outros materiais sintéticos.
Exames médicos e tratamento gratuito para DST, orientação e testagem gratuitos para HIV/AIDS, estão disponíveis nas unidades de saúde especializadas em DST/AIDS distribuídas por todas as regiões da cidade de São Paulo. Para uma lista completa das unidades de atendimento com seus endereços e telefones visite a Lista de Unidades Especializadas em DST/AIDS da Secretaria Municipal da Saúde.
Fonte: www10.prefeitura.sp.gov.br
A Clamídia é uma doença infecto-contagiosa dos órgãos genitais masculinos ou femininos. Se não tratada, pode permanecer durante anos contaminando as vias genitais dos pacientes. É importante saber que mesmo a pessoa assintomática (portadora da doença mas sem sintomas) pode transmiti-la. Pode ocorrer também, durante o parto, transmissão da mãe contaminada para o bebê.
Tanto Homens quanto Mulheres podem presenciar secreção (corrimento) uretral escassa, translúcida e geralmente matinal. Um ardor uretral ou vaginal pode ser a única manifestação, mas tambem pode ter dor durante as relações sexuais. Raramente a secreção pode ser purulenta e abundante. Caso não sejam tratadas, a Clamídia pode atacar o sistema nervoso (causando meningite), afetar os ossos e o coração.
Nas Mulheres, geralmente nao se presentam sintomas, mas sem ser tratada, pode causar inflamação pélvica aguda, gravidez nas trompas (fora do útero), parto prematuro e até esterilidade.
Os sintomas podem aparecer entre 2 e 8 dias após ser exposto. Mas antibióticos podem curar a Clamídia.
Fonte: www.brgny.org
A Clamídia é a Doença Sexualmente Transmissível que pode provocar gravidez tubária e esterilidade na mulher, embora estes problemas irem evoluindo sem que a mulher perceba, já que a maioria não apresenta sintomas.
relação sexual (contato com órgãos sexuais ou a secreção vaginal ou sêmen na relação vaginal, oral ou anal);
Também é bom realizar sempre o Auto-Exame, observado os próprios órgãos genitais, vendo se a cor, aparência, cheiro e pele estão saudáveis.

A mulher apresenta corrimentos sem cheiro e coceira nos órgão sexuais. Porem a maioria das mulheres NÃO apresenta sintomas.

O homem apresenta corrimento pouco volumoso e esbranquiçado ou claro e ardência ao urinar.
Todas as pessoas com DST devem procurar um médico para evitar o desenvolvimento e agravamento da doença. Cada DST tem um medicamento específico, por isso não se deve buscar remédios com amigos ou em farmácias. Apenas o médico tem condições de dizer o tipo de DST, já que existem muitas com sintomas parecidos.
Parceiros sem sintomas também necessitam fazer tratamento.
Todas as pessoas com DST devem evitar manter relações sexuais durante o tratamento para facilitar a cura e evitar a contaminação de parceiros, caso não seja possível, é fundamental usar a camisinha.
Fonte: www.redece.org
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