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ESPÉCIES DE AVES

Arara

Esta ave quando criada desde filhote em cativeiro e alimentada não mão, fica mansa com conhecidos e afeiçoa-se especialmente á pessoa que cuida dela, mas com estranhos mostra-se arredia e, ás vezes, até agressiva. Atrantes pelo colorido e por imitar sons, as Araras costumam fascinar as pessoas.

Pode aprender a dançar, imitar latidos, assobios e a voz humana, na natureza emite apenas sons e gritos peculiares.Adora tomar banho de chuva e faz ninho em árvore oca ou escava um buraco em barracos ou o aproveita em pedras. Vive em pequenos grupos exceto na época da reprodução, quando se separa aos casais, pode percorrer diariamente até 100Km na busca de alimentos como flores e brotos de árvores, larvas, sementes , frutas e parte tenras do caule e das raízes de plantas.

Originários da América Central do Sul e há 7 espécies de porte grande que é preferido para criação doméstica, variam de cerca de 70 a 90cm.

A maioria está em extinção, por isso sua criação deve ser feita sempre visando a reprodução.

Quatro são de nossa fauna, sendo que a Canindé(Ara Ararauna) e a Arara Vermelha (Ara Chloroptera) são as unicas não consideradas em extinção.

No Brasil, o IBAMA- Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, está autorizando criadouros comerciais de espécies Canidé e Vermelha e, nesse caso, os primeiros casais poderão ser obtidos através do prorio IBAMA, desde que seja atendida a legislação para criadouros comerciais, ou seja instalações adequadas em ambiente adequado, por exemplo, uma chácara e um veterinário responsável.

Beija- Flor

Pássaro comum onde haja flores produtoras de néctar e com uma grande incidência na América do Sul, principalmente em número de espécies. Com cerca de trezentas espécies, estes minúsculos animais formam uma das maiores famílias de pássaros do mundo. Pertence a classe das aves, ordem Trochiliformes, família Trochilidae e as espécies mais encontradas são: o beija-flor-de-rabo-branco-da-mata (Phaethornis eurynome), o beija-flor (Eupetomena macroura), o beija-flor-branco-e-preto (Melanotrochilus fuscus) e o beija-flor-de-orelha-violeta (Colibri serrirostris). Animal muito leve e extremamente ágil e, portanto, de um altíssimo metabolismo. Uma das únicas aves que apresenta um vôo librado, ou seja, pode voar para trás ou permanecer parado em relação ao ar. Possui uma língua muito longa, protráctil e bitubular, com a qual coleta o alimento. É uma ave altamente territorialista.

Muitos independentes, os beija-flores costumam comer, banhar-se ou descansar sempre sozinhos. Juntos, passam a maior parte do tempo brigando ou perseguindo um ao outro, a não ser na época de acasalamento. Seu namoro é breve e com bonitos torneios de vôo.

Vivem de 12 a 14 anos! Infelizmente, devido a devastação de seu habitat a média de vida está em torno de dois a quatro anos.

Adoram tomar banho. Pode ser na chuva, na cachoeira, num laguinho, no regador de grama, não importa. O que vale é estar debaixo d’água. Eles arrepiam as penas para facilitar a penetração da água.

Curiosidades

Você sabia que o menor vertebrado do mundo é um beija-flor? Que ele é campeão de vôo? Pois é, sua velocidade chega a 100 km/h. Suas asas podem vibrar entre 50 e 80 vezes num segundo!!!

Um dos menores beija-flores do Brasil pesa entre 1,5 e 2,8 gramas. Inacreditável. É conhecido popularmente como Topetinho-vermelho.

Já o maior beija-flor brasileiro é o Topaza pella, conhecido como Beija-flor-brilho-de-fogo. Ele mora na Amazônia e pesa entre 13 e 18 gramas.

Alimentação

Alimenta-se de néctar de flores e de insetos que nelas ocorrem, e por isso é um importante polinizador. Para retirar o néctar do interior das flores, o beija-flor usa seu longo bico e sua língua, cuja extremidade é dividida em duas partes recobertas de minúsculos pêlos. Entre as muitas plantas que podem ser visitadas (e polinizadas) por eles estão o suinã (Erythrina speciosa), a pata-de-vaca (Bauhinia variegata), as esponjinhas (Calliandra spp). Entretanto, apresenta uma preferência muito grande pelas grevíleas (Grevillea spp) devido a abundância de néctar que esta produz. Visitam também outras espécies de plantas como o malvaviscos (Malvaviscus arboreus) e o hibisco (Hibiscus rosasinensis). Estes pássaros possuem uma grande atração por flores vermelhas e laranjas, mas também fazem visitas periódicas a flores brancas como as do eucalipto (Eucaliptus spp), ingás (Inga spp) e laranjeiras (Citrus spp) e amarelas como as dos ipês (Tabebuia spp).

As proteínas necessárias para fortalecer seus músculos são fornecidas pelos insetos que os beija-flores apanham. Assim, o total de alimentos que eles consomem é muito grande em relação a seu peso e tamanho. Basta lembrar que, se um homem de 75 quilos gastasse energia na mesma proporção, por exemplo, do beija-flor-de-pescoço-vermelho (Archilocus colubris), teria de ingerir diariamente cerca de 150 quilos de batata.

Vôo

Estes animais podem pairar no ar e também voar para trás devido a extrema especialização do vôo. Há pouca articulação no cotovelo e no pulso, além da maior parte do esqueleto da asa ser formado pelos ossos da mão. Dessa maneira, a asa toda torna-se uma estrutura inflexível, no entanto, ela pode se movimentar muito livremente na articulação do ombro e em quase qualquer direção. As batidas das asas quando estas ficam no plano horizontal mantém a ave pairando no ar e quando estas estão no plano vertical o animal se desloca.

Para levantar vôo, o beija-flor não precisa dar impulso com os pés, como os outros pássaros. Apenas bate as asas, alcançando a velocidade máxima quase imediatamente.

O minúsculo corpo do beija-flor apresenta aspectos bastantes originais. O desenho peculiar de suas asas, aliado aos poderosos músculos que as movimentam, fazem dele um dos mais exímios voadores. Em pleno ar, o beija-flor executa verdadeiros malabarismos, impossíveis a qualquer outro pássaro.

Anatomia

As penas do beija-flor brilham como diamantes e, com seus movimentos rápidos, parecem mudar de cor a cada momento. Seu bico mais se assemelha a uma espada fina e comprida, e sua língua é ainda duas vezes mais longa. Cada uma dessas características faz do beija-flor um pássaro muito original.

O esqueleto do beija-flor parece um delicado brinquedo feito de palitos de fósforo, mas tem uma estrutura surpreendentemente forte. O osso maior é o do peito, que sustenta os poderosos músculos que impulsionam o vôo. Mais de um terço do peso de um beija-flor corresponde aos músculos peitorais, o maior conjunto de músculos que o pássaro possui e que é responsável pela força de seu esplêndido vôo.

Sono profundo

Uma característica menos perceptível é o sono do beija-flor. Ao escurecer, pousa num galho fino que possa ser agarrado por seus pés pequeninos a ponto de não permitirem andar. Para descansar tranqüilo, começa um ritual que visa economizar muita energia. Diminui gradativamente a temperatura corporal, dos 40 graus a algo próximo à do ambiente. Se atingir 15,6 graus, por exemplo, gasta cerca de 50 a 60 vezes menos energia. Uma redução como essa, de mais de 50%, seria fatal para o homem. O coração desacelera a 36 batidas por minuto. O sono profundo o torna presa fácil de corujas, gambás e serpentes. Mesmo porque demora até uma hora fazendo reaquecimento até alcançar os 30 graus de que necessita para voar. A maneira como se reaquece ainda não está definitivamente explicada. "Sabemos, a princípio, que usa o tremor muscular", ensina Bicudo. "Mas estudamos em laboratórios a hipótese de atuação conjunta de reações bioquímicas."

Assim como algumas outras espécies de aves, os beija-flores passam por períodos de hibernação em regiões muito frias, tais como as próximas às cordilheiras nevadas dos Andes. "Até há pouco tempo, acreditava-se que o motivo era o esgotamento das reservas energéticas", diz José Eduardo Bicudo. "Embora isso também seja verdade, o processo é mais complexo; mesmo bem alimentados podem entrar nesse torpor."
Reprodução:

Apesar de minúsculos, os ninhos são muito bonitos. E, por incrível que pareça, esse pequeno e frágil abrigo resiste ao vento, às chuvas e ao crescimento dos filhotes. Na verdade, os beija-flores são hábeis construtores, além de interessantes, seus ninhos são muito confortáveis. E para sorte das fêmeas, os filhotes crescem muito rápido. Nascem menores que uma mamangaba, mas, deixam o ninho poucas semanas depois.

Depois de construir o ninho com grama, folhas, flores, pétalas e musgo, o beija-flor fixa isso tudo com o fio viscoso da teia de aranha, deixando o abrigo bastante firme. Geralmente, os beija-flores botam apenas dois ovos e permanecem em incubação por 16 câmara a 17 dias. Seus ninhos não comportam mais, e a fêmea não consegue alimentar mais que dois filhotes. Ao nascer, o beija-flor não tem penas nem enxerga. A mãe alimenta os filhotes colocando em sua garganta o bico cheio de néctar. Na maioria das vezes, os filhotes abrem os olhos com 3 ou 4 dias. Então, já observam ansiosos a mãe, que chega para alimentá-los. No início, a fêmea protege seus filhotes com as asas, mantendo-os bem aquecidos. Mas como são incrivelmente resistentes, depois da primeira semana já estão prontos para se aquecer sozinhos no ninho aconchegante. Com duas semanas de idade, a maioria dos beija-flores já tem os olhos brilhantes e atentos, e o corpo coberto de penas. Às vezes, se levantam no ninho e batem as asas - exercícios importantes para desenvolver os músculos. Com 3 ou 4 semanas, o pequeno beija-flor já está pronto para deixar o ninho e começa a dominar o vôo com rapidez e facilidade. Mas ainda tem dificuldade para se alimentar sozinho: nesta fase de treinamento, coloca o bico em objetos coloridos julgando serem flores.

Preservação x Futuro

O futuro dos beija-flores está diretamente ligado à preservação da flora terrestre, sobretudo das árvores e arbustos que têm florescência abundante. Facilmente adaptáveis a qualquer ambiente, os beija-flores, na verdade, não exigem muito para sobreviver: constroem seus ninhos em todo tipo de árvore e podem encontrar alimento nas flores em geral, encontradas em diversos lugares, como jardins, hortas e parques. Além disso, não temem as pessoas e vivem nas cidades sem dificuldade.

Mesmo assim, o crescimento acelerado da população e a destruição de muitas espécies de plantas nativas podem constituir um grave problema para esses pássaros: muitas vezes começam a faltar-lhes locais apropriados para construir seus ninhos ou onde possam encontrar alimento adequado.

É praticamente impossível acreditar que alguém seja capaz de perseguir ou matar beija-flores. Muitos, no entanto, fazem isso sem perceber, ao derrubar matas ou eliminar famílias inteiras de plantas e flores. Tendo mais consciência da necessidade de maior equilíbrio entre a vida das plantas, dos animais e dos homens, pode-se evitar muitos danos à natureza, da qual dependemos e fazemos parte. Ao se preservar as centenas de espécies de beija-flores conhecidas, estaremos, no mínimo, assegurando uma vida mais colorida e alegre, e nosso mundo será melhor e mais bonito.

GARRAFINHAS COM ÁGUA AÇUCARADA

O preparo da água com açúcar exige alguns cuidados. Organizações americanas preservacionistas orientam ferver a água para esterilizá-la. A veterinária especializada em aves, Stella Maris Benez, alerta: "O cloro da água de torneiras é prejudicial, pois pode provocar gastroenterites (inflamação no estômago e intestinos)". Quanto ao açúcar, Bicudo sugere o do tipo cristal. "É interessante por ser menos industrializado." A mistura deve ser preparada diariamente (se posta na geladeira, deve ser usada no mesmo dia). Pode ser enriquecida com um suplemento alimentar com proteínas, vitaminas e sais minerais. Stella sugere o Aminosol, vendido em farmácias veterinárias (2 a 3 gotas pingadas na mistura, por garrafinha de 100ml). "O Gevral, vendido em farmácias também pode ser usado", diz Herculano. Nada disso, porém, supre as necessidades do beija-flor. "Sem flores, poderá sobreviver apenas alguns meses."
A fermentação da água com açúcar causa fungos (invisíveis a olho nu) que matam o beija-flor. Provocam infecção bucal e asfixia por inchaço da língua. Mel ou groselha não devem ser adicionados à mistura. Fermentam com maior rapidez. Deixe a garrafinha em local fresco, à sombra, para não acelerar a fermentação com o calor. Diariamente, jogue fora a sobra da mistura, enxágüe bem as garrafinhas e reabasteça-as. Para eliminar a formação de fungos nos recipientes, higienize-os duas vezes por semana. Limpe-os bem e mergulhe-os em água com água sanitária (uma parte de Cândida para 15 de água), por 30 minutos. A seguir, enxágüe bem para eliminar resíduos.

Coloque as garrafinhas a um metro de distância uma da outra. Água com açúcar atrai além de beija-flores, aves como Cambacicas, Saíras e Sanhaços. Caso apareçam, ponha um poleiro perto do bebedouro para facilitar a vida delas (não têm as mesmas habilidades do beija-flor). Há também as visitas indesejáveis de formigas, abelhas e moscas. O avanço maciço de arapuás (abelhas pretas que não picam, mas entram nos cabelos e na roupa) chega a afastar os beija-flores. Nesse caso, pode-se tirar as garrafinhas e colocá-las apenas dois dias por semana para tentar fazê-las encontrar outras fontes de alimento. Formigas dificultam o acesso do beija-flor ao bebedouro. Podem ser mantidas longe untando o barbante ao qual está pendurado com azeite ou graxa à base de petróleo. Garrafinhas com pratinho na base evitam que a água açucarada respingue no chão e crie um novo ponto de atração de insetos.

A ADEJA - Associação de Defesa do Meio Ambiente de Jacarepiá, vem trabalhando um "lobby" junto à Câmara Legislativa, no sentido de serem criadas leis que obriguem os fabricantes de garrafinhas, a incluírem nas embalagens destas, instruções de uso correto, incluindo a fórmula adequada da mistura açucarada. Não obstante, já existe no mercado algumas marcas que trazem alguma informação. Também nas boas casas do ramo pode ser encontrada um tipo de "néctar" em pó, para ser dissolvido na água dos beija-flores, com a vantagem de conter uma solução estabilizante contra fungos.

FLORES ATRAENTES

Há várias opções para atrair os beija-flores. Procure combinar espécies que florescem em meses diferentes e adequadas ao clima da sua região. Ao formar um jardim, plante as flores mais baixas na frente e as mais altas atrás, para todas ficarem bem visíveis. "Para começar um jardim voltado aos beija-flores, plante Camarão-marrom em volta das árvores e nas jardineiras; Camarão-amarelo nos canteiros; Lanterna-japonesa ou Brinco-de-princesa nos vasos suspensos; Asistásias e Lágrima-de-Cristo rosa ao redor dos coqueiros; Asistásias em torno de Arecas e use Grevilea anã como cerca viva", sugere Christian.

Outras dicas:

TREPADEIRAS: Lágrima-de-Cristo rosa e Clerodendro vermelho.

ÁRVORES FLORÍFERAS: Espatódea, Unha-de-vaca, Mulungu, Suinã, Dombéia, Jacarandá, Paineira, Ipê e Flamboiã.
Outras ótimas opções são as plantas das famílias que evoluíram juntamente com os beija-flores. As mais comuns na América do Sul são:

ACANTHACEAE: Afelandras, Asistásisas, Planta-camarão, Erantemo, Jystícias, Capota-vermelha, Odontonema, Jacobínia-vermelha, Camarão-amarelo, Ruélia-rosa e Sanquésia.

BROMELIACEAE: Bromélias, Abacaxi, Abacaxi-vermelho, Cravo-do-Mato e Vriésia.

MUSACEAE: Bananeira e Bananeira-de-jardim.

PASSIFLORACEAE: Maracujazeiros.

RUBIACEAE: Cafeeiro, Hamélia, Ixora, Mussaendas, Pentas.

LEGUMINOSAE: Amércia, Árvore-orquídea, Bauínia-vermelha, Unha-de-vaca-Branca, Bráuneas, Sibipiruna, Flamboiã, Flamboiãzinho, Caliandras, Corticeira, Suinãs, Mulungu, Ingá, Flama-da-floresta, Cobreúva-vermelha, Glicínia.

VERBENACEA: Lágrima-de-Cristo, Clerodendro, Duranta, Gmelina, Chapéu-chinês, Lantanas, Flor-de-São Miguel.

Canário de Canto

Os gorgeios maravilhosos dos canários chegam ao máximo da perfeição com o Canário de Canto, o mais hábil e requintado da espécie, esssa variedade de Canário dá show com som de seu canto limpo e rico em modulações.

São oito variações sonoras com o bico fechado, uma sofisticação. Trazido por navegadores que descobriram nas Ilhas Canárias, da Espanha, após 5 séculos de criação, evoluiu a ponto de se tornar uma ave de estimação de grande popularidade.

Ganhou também atrativos adicionais graças á fixação de mutações e ao aprimoramento genético, com variedades em cada uma das três qualidades mais valorizadas nos pássaros:

canto, cores e porte. Assim além do melodioso Canário de Canto, existem o Canário de Cor, que se destaca pela pureza da cor- são 360 categorias- eo Canário de Porte, de vários tamanhos e com a plumagem especiais, divididas em 25 raças oficiais.

Além da cor verde, herdada do ancestral Serinus, O canário de Canto ganhou novas colorações com o correr do tempo: verde pintado de amarelo, amarelo, branco e cinza, e até uma variedade de topete apareceu

Cardeal da Virginia

Os cardeais são predominantemente vermelhos e é por causa de sua cor, a mesma das roupas usadas por estes religiosos, que têm esse nome.

O cardeal da Virginia macho é o que têm a plumagem de um vermelho mais puro, exceto pelas asas que são vermelho-amarronzadas, o bico também é vermelho, cercado por uma área preta.

A fêmea é marrom no todo, nas asas e na cauda aparecem penas avermelhadas; e tem o bico vermelho.Tanto a fêmea como o macho possuem topetes vermelhos que se eriçam quando a ave fica excitada, dando um toque especial a sua silhueta.

O cardeal da Virginia tem seu canto simples e agradável e as fêmeas também cantam. Seu temperamento é ameno, exceto no período da reprodução, quando vivem aos pares e o macho se mostra muito agressivo, travando combates, muitas vezes em pleno vôo.

Nome científico- "cardinalis cardinalis" encontrado no EUA símbolo de sete estados, inclusive da Virginia, no México e na Guatemala, recentimente introduzido no Uruguai de onde chegaram pequenas quantidades para a venda no comércio especializado de algumas cidades brasileiras.

No Brasil este Cardeal só existe em cativeiro, mas já foram anotadas três posturas num período de reprodução deste pássaro.

PAPAGAIO

Hábil imitador da fala humana e de outros sons, como assoviar canções, o divertido Amazonas aestiva é o Papagaio mais popular em nosso país, entre 27 espécies do genero Amazonas, das quais 10 encontram-se no Brasil.

Ele é encontrado do Nordeste á Foz do Iguaçu e na região central brasileira. Dócil enquanto jovem, é nessa época que devemos acostumar o papagaio ao nosso convívio.

Alimentado no bico fica muito manso e , se ensinado, aprende a falar( prefere as vozes femeninas), pegar objetos e a se empoleirar em nosso dedo e ombro, ao tornar-se adulto, aproximadamente aos 4 anos, exige mais paciência e pode nos machucar com bicadas sem qualquer aviso, não sendo por isso recomendável para crianças. Pode viver até 60 anos, desde que criado adequadamente, a criação de Papagaios agora tornou-se possível no Brasil.

Quando jovem as cores mais pálidas na cabeça. A íris do olho é marrom escura(laranja no adulto).

Quando adulto a cor predominamente verde, combinada com o azul na fronte e ao redor do bico: amarelo no topo da cabeça, em volta dos olhos e em pontos da garganta: vermelho(ou vermelho amarelo) nas extremidades superiores das asas e base da cauda e preto no bico e margens de plumas no pescoço e parte superior do peito.

Papagaio

Hábil imitador da fala humana e de outros sons, como assoviar canções, o divertido Amazonas aestiva é o Papagaio mais popular em nosso país, entre 27 espécies do genero Amazonas, das quais 10 encontram-se no Brasil.

Ele é encontrado do Nordeste á Foz do Iguaçu e na região central brasileira. Dócil enquanto jovem, é nessa época que devemos acostumar o papagaio ao nosso convívio.

Alimentado no bico fica muito manso e , se ensinado, aprende a falar( prefere as vozes femeninas), pegar objetos e a se empoleirar em nosso dedo e ombro, ao tornar-se adulto, aproximadamente aos 4 anos, exige mais paciência e pode nos machucar com bicadas sem qualquer aviso, não sendo por isso recomendável para crianças. Pode viver até 60 anos, desde que criado adequadamente, a criação de Papagaios agora tornou-se possível no Brasil.

Quando jovem as cores mais pálidas na cabeça. A íris do olho é marrom escura(laranja no adulto).

Quando adulto a cor predominamente verde, combinada com o azul na fronte e ao redor do bico: amarelo no topo da cabeça, em volta dos olhos e em pontos da garganta: vermelho(ou vermelho amarelo) nas extremidades superiores das asas e base da cauda e preto no bico e margens de plumas no pescoço e parte superior do peito.

Periquito Australiano

Esta é uma das populares aves do mundo, pode ser encontrada em dois tamanhos e aprende a falar.

Inteligente, curioso, fácil de reproduzir, criar, amansar e adestrar, o Periqyuto australiano ainda aprende a falar. Hoje as variedades e tons são mais de 200, resultantes de trabalho dos criadores a partir de mutações e da combinação das cores verde, amarelo, azul cinza, violeta e embranquiçado. A cor original deste Periquito é verde clara, a primeira diferente a ser fixada foi a amarela surgiu de uma mutação em 1872 na Bélgica.

O Periquito Australiano emite as palavras numa velocidade maior que a ensinada, produzindo-as num tom mais agudo, o adulto não aprende a falar, assim é básico começar a ensinar desde filhote .

O primeiro passo, portanto, é comprá-lo recém-saído do ninho, de um criador, na época em que começa a comer sozinho.Ensinar a falar depende de determinação e paciência, comece o treinamento com apenas uma única palavra curta-duas sílabas- e simples como óla, belo, rico etc.Repita-a várias vezes ao dia, em períodos de 10 a 15 minutos, pronucie bem perto, pausada e claramente, com paciêcia e disposição.Como auxílio use um gravador, grave e toque a palavra várias vezes ao dia, cerca de 15 minutos cada.

Em geral, entre 30 e 60 dias após o início do aprendizado, o nosso aluno começará a pronunciá-la. A partir daí a assimilação será mais rápida para as novas palavras.

TUCANO

O Tucano é uma das aves mais chamativas devido o seu bicão colorido e enorme; olhos rendondos como duas contas, o corpo comprido com apatas relativamente curtas, sustentando um enorme e colorido bico, dão uma aparência realmente exótica a esta ave.

Bastante leve por ser oco, seu bico é poderoso, constituido de lâminas ósseas, que o tornam sólido e resistente.

SAcredita-se que as cores vivas de seu bico servem para intimidar, com ele, consegue também apanhar dedicamente frutinhas nas pontas de ramos finos que não aguentam seu peso.Além de frutas, come insetos, pega o alimento, sempre em pequenos pedaços na ponta do bico encostando sua língua comprida por expirementá-lo. Em seguida, faz um movimento rápido erguendo o bico e abrindo-o de forma que a comida caia diretamente em sua garganta.

Há 37 espécies que habitam da América do Sul a Central. Dentre elas, há os grandes, como o Tucano de bico verde( vê foto) e o toco, pesados como o de peito branco (maior)(vê foto).Dormem em buracos de árvores, nelas fazem seus ninhos, nessas horas, têm uma pose curiosa, dobram a cauda por cima do dorso, viram a cabeça para trás e enfiam o bico debaixo da asa.

Em cativeiro, costumam se aproximar do homem, dando poderosas bicadas em quem puser as mãos, mas podem ser amansados até quando adultos. Daí deixam ser pegos, sobem em nossos ombros e pegam com o bico, delicamente, nosso cabelos. A maneira adequada de amansá-los é oferecer-lhes diariamente comida, fazendo com que a retirem de nossas mãos. Habituam-se a viver em cativeiro ou soltos com as asas cortadas.

AGAPÓRNIS

Faz parte da família dos Psitacídeos. O Agapórnis faz parte do grupo das Araras, Tuins, Papagaios e Cacatuas.

Dentre as espécies, a mais popular é a Roseicollis que é criada melhor em cativeiro e tem 17 cores diferentes. As espécies são:

- Agapornis roseicollis;
- Agapornis personata ;
- Agapornis fischer ;
- Agapornis nigrigenis ;
- Agapornis cana ;
- Agapornis pullaria ;
- Agapornis taranta ;
- Agapornis liliane ;
- Agapornis swinderniana.

Habita o continente africano. Todas as espécies vivem ao redor da Ilha de Madgascar e somente a Cana vive na própria Ilha.

A decoberta do Agapórnis na sua cor original selvagem verde, foi em 1793, mas somente em 1860 ele foi trazido à Europa.

MUTAÇÕES

São 43 mutações existentes, o que faz do Agapórnis um dos pássaros mais populares no mundo.

A original é verde, sendo a testa e a metade do peito em vermelho, formando "degradé".

Existem mais nove espécies: Taranta, Cana, Pullaria, Roseicollis, Swinderiana, e as de aro branco ao redor dos olhos: Fischeri, Lilianae, Personata e Nigrigenis.

O Fischeri também é muito procurado e sua cor é verde com testa e peito laranja avermelhado.As mutações desse grupo são de 10 cores e são recentes. Só pode ser comercializado anilhado pois está ameaçado de extinção.

O Pullaria é verde e tem a testa e o pescoço vermelho forte com bordas amarelas e debaixo das asas a cor é o cinza para as fêmeas e preta para os machos. O Pullaria é o mais difícil e sensível de criar e procriar em cativeiro.

O Cana é o menor de todos. Tem cerca de 14 cm e tem apenas uma mutação. A fêmea é toda verde com um sombreado preto na cabeça, já o macho é verde com cinza no pescoço, cabeça e papo.

O Taranta é o maior deles. Alcança até 17 cm. A cor é verde-garrafa com máscara e o Swinderiana, que tem a cor vende intenso, não pode ser criado em cativeiro, pois só come um tipo de figo nativo.

CASAL PERFEITO

Na natureza será sempre visto voando aos pares. Após o acasalamento, o casal raramente se separa, permanecendo unidos até morrerem.

Estão sempre se beijando e dando alimentos no bico para o parceiro escolhido.

Têm o hábito de se alimentarem no chão, mas podem ser acostumados desde filhotinhos a comerem na mão daqueles que adquirem confiança.

Diz a lenda que esses pássaros são inseparáveis, porque o macho e a fêmea gostam de ficar sempre um perto do outro, geralmente trocando caricias. É realmente, emocionante o espetáculo de rara beleza que o casal proporciona quando se envolve num doce namoro. Por isso "Ave do Amor" (Love Birds) .

FICHA TÉCNICA

Acomodação dos Agapornis:

Para a criação utiliza-se de ninho de madeira (caixa) que podem ter as seguintes dimensões 30 cm de comprimento, 14 cm de largura por 13 cm de altura, com uma divisão no meio, proporcionando sala e quarto, nesta área deve ser côncava para abrigar os ovos.

As gaiolas deve proporcionar um espaço ideal para o casal e os futuros filhotes, o ninho por ser colocado dentro da gaiola como uma gaveta ou ficar suspenso do lado de fora.

Os Agapórnis podem ser criados em colônias (viveiros) ou em gaiolas individuais, algumas características da Criação em Viveiros e Gaiolas Individuais:

Viveiros:

Facilidade para cuidar, alimentar, limpar, pois em um único local teremos todas as aves, diminuindo o tempo
utilizado.

Gaiolas Individuais:

Procriação:

O ninho deve ser de caixa de madeira, com abertura de 5 cm(mais ou menos) e poleiro de uns 4 cm na frente. Separar os filhotes com 60 dias.

Em viveiros, procurar colocar uma média de mais da metade de ninhos, do que de casais. Para descanso dos pais, é preciso retirar o ninho por 3 meses.

Antes do acasalamento para evitar ovos atravessados, é preciso desvermifugar.

A forração pode ser feita com palha de milho, chorão, capim barba-de-bode ou até palha de embalagem de frutas e louças. Os Agapórnis de aro branco nos olhos, preferem as caixas de madeira de pinho para roer.

Ovos e Filhotes: Os ovos são postos dia sim dia não, normalmente variam de 4 a 6 ovos, a incubação começa no terceiro ovo, o nascimento ocorre 23 dias após o primeiro ovo. A fêmea garante a alimentação dos filhotes até que comam sozinhos, os machos ajudam no trato, passando comida para as fêmeas ou até alimentando os filhotes. Aproximadamente com 10 dias de vida deve-se anilhar os filhotes com as anilhas invioláveis para facilitar sua identificação, estas anilhas são obtidas nos Clubes Ornitológicos. Os filhotes devem ser separados dos pais o mais tarde possível, isso ocorre quando a fêmea inicia uma nova postura e acaba por expulsá-los do ninho.

Alimentação: De preferência comprar dois potes: um para a mistura de sementes o outro para os farinhados.

As sementes devem ser: o girassol, painço verde, alpiste, painço, cártamo, aveia com casca, colza e níger.

Dar diariamente para o casal com filhotes e quando estiverem na procriação, menos da metade de um jiló ou um pedaço de 3cm de milho cru.
A pedra de cálcio também é necessária para afiar o bico e como reforço à mãe na procriação.

Macho ou Fêmea?

Sexar os Agapórnis não é fácil, porque não temos diferenças aparentes entre o macho e a fêmea. Existem algumas formas não totalmente precisas, porém as mais utilizadas:

Apalpar os ossos da bacia, o macho apresenta bem fechados e pontudos e o espaço entre o peito e os ossos é pequeno, nas fêmeas são mais abertos e arredondados, com o espaço maior entre o peito e os ossos. É uma prática comum mas não segura, pois existem machos mais abertos e fêmeas mais fechadas.

Acompanhar as aves e verificar se elas namoram. É possível que sejam um casal.

Analisar comportamento e aspectos físicos, machos são mais quietos e menores e as fêmeas mais bravas, barulhentas e maiores ( claro temos exceções ).

Sexagem em laboratórios através de amostras de sangue.

AVESTRUZ

Classificação: Struthio Camelus Austrálias conhecido no Brasil como Avestruz, é uma ave corredora de grande porte e está incluído no grupo das " Ratitas", (RATITAS, vem do Latim, significando "jangada"). O esterno destas aves é plano, desprovido de carena, ao contrário das aves voadoras. A carena nas aves voadoras, é sede de inserção dos potentes músculos peitorais. O avestruz não é uma ave voadora, logo, não tem músculos peitorais desenvolvidos como um pato ou galinha. Deste fato decorre uma importante peculiaridade produtiva do avestruz: a maior quantidade de carne produzida não estará no peito, mas nas coxas e dorso, já que trata-se de animal corredor.

O avestruz é originário da África, e se divide em 5 diferentes subespécies das quais as mais conhecidas comercialmente são:

1. Black Neck - Pescoço Preto - mais conhecido como African Black é um animal domesticado (Struthio Camelus Domesticus) fruto de seleção empírica feita pêlos sul-africanos ao longo dos últimos 150 anos.

2. Red Neck - Pescoço Vermelho - É uma ave mais agressiva que pode chegar a atacar pessoas uma vez sentindo-se ameaçada.

3. Blue Neck - Pescoço Azul - É uma ave também agressiva. Não gosta do convívio com pessoas nem com outras raças de avestruz.


Esta classificação se baseia na coloração da pele dos animais adultos, pois, na verdade todos apresentam a mesma coloração das plumas (Machos preto e Fêmeas Cinza).

A seleção foi feita com base em certas características produtivas:

· Maior fertilidade e precocidade - Maior número de ovos e início da postura precoce.

· Docilidade - Manejo é mais simples.

· Alta densidade de plumas - Maior ganho com esta venda.

Não existe uma raça que seja superior a outra. As "Red" e "Blue" tem maior porte, mas iniciam a postura mais tarde e são mais agressivas. Os criadores de avestruz nos U.S. denigrem uns as raças criadas pelos outros. Há muito cruzamento entre as diferentes raças, gerando grande variabilidade (animais com características diferentes). Ainda existe muito trabalho a ser feito em termos de melhoramento genético cruzando as diferentes raças, até que se obtenha uma ave perfeita, que comece a postura mais cedo, etc. Este trabalho está começando agora a ser desenvolvido no Brasil e deve demorar cerca de 50 anos.

Os produtos do avestruz

Plumas - Maior produtor é a África do sul, o mercado consumidor está na Europa, Ásia e Américas. São classificadas em vários tipos: as que tem mais estática vão para indústrias automobilísticas, as mais longas e bonitas são usadas como adornos e as outra usadas nos espanadores. No Brasil temos um mercado seguro para as plumas (carnaval), mas este não é o produto mais interessante do avestruz.

Couro - Grande aceitação e procura no mercado internacional. Cada animal irá produzir de 1,2 a 1,5 m de couro de fácil extração e curtimento, aceita bem várias cores e é naturalmente decorado (Cálamos). Está sendo usado em substituição do coro de répteis como o crocodilo e a cobra, pois o avestruz não é um animal protegido. O mercado europeu do couro paga entre US$ 200 a US$ 300 por peça de couro cru e paga entre US$ 500 a US$ 600 pelo couro tratado.

Ovos - Pesam entre 1.200 e 1.800 gr. Tem sabor muito semelhante ao ovo de galinha. Hoje ainda não é consumido, porque está sendo usado na formação de plantéis reprodutores.

Outros - Cascas vazias dos ovos são usadas na decoração ( porta moedas ,abajur, porta jóias, etc...); a gordura entra na preparação de cremes e pomadas; os cílios podem ser utilizados para a confecção de cílios postiços; a carcaça pode entrar na composição de rações.

Carne - É o produto que está dando mais impulso a criação comercial de avestruzes atualmente. A carne está sendo redescoberta por ser semelhante a carne de bovinos em termos de aspecto, sabor e textura mas com a vantagem de ter baixos teores de gordura e colesterol. Esta característica da carne se deve à distribuição de gorduras no organismo do animal: estas se localizam em volta do estômago e sob a pele, propiciando cortes de carne magra e couro extremamente macio. Mercado consumidor está nos U.S. e Europa. A Suíça importa 200-300 toneladas por ano de carne de avestruz. No Brasil existe um grande interesse por carnes exóticas, e a carne de avestruz inicialmente se introduziria neste setor.

O avestruz alcança o peso de abate por volta de 12 meses de idade, produzindo em média:

Entre 30 e 40 Kg de carne limpa, sendo 15 Kg de carne de primeira e 15 Kg de carne de segunda. A carne de primeira é composta de pedaços mais inteiros tipo filé, e a carne de Segunda é assim chamada não por tratar-se de carne de menor qualidade em termos de composição e maciez, mas, porque vem em pedaços menores , sendo ideal para a preparo de pratos tipo strogonoff.

Características dos avestruzes

· Grande porte, alcançando quando adulto de 2 a 2,5 m de altura e de 100 a 150 kg de peso.

· Temperatura corpórea 38-39 C.

· Aparelho digestivo semelhante ao de ruminantes (sem papo, 2 estômagos, 2 cecos e intestinos longos, digestão bacteriana).

· Asas rudimentares, não voam.

· Animal corredor (atingindo até 60 km/h).

· Pernas longas, pés com dois dedos, dos quais apenas um com unha.

· Vida longa (50 a 70 anos de vida), contando de 20 a 40 anos de vida reprodutiva.

· Início da vida reprodutora com 2 - 3 anos.

· Dimorfismo sexual marcado: nos adultos o macho é preto com as pontas das asas brancas e a fêmea é cinza, mas tal diferença só aparece a partir de 1 ano e meio de idade.

Ambiente e comportamento:

· Originário de regiões semi-áridas, planas (savana africana), na altura do Trópico de capricórnio.

· Tem uma ótima capacidade de adaptação, suportando altas e baixas temperatura.

· Durante a temporada reprodutiva os machos formam haréns em que há uma fêmea dominante (um macho para três fêmeas).

· A fêmea choca os ovos durante o dia e o macho durante a noite.

CANÁRIOS

O lugar ideal

Pendurar a gaiola em um local agradável, longe de correntes de ar, pois os canários em geral sofrem de ataques pulmonares, onde bata sol forte e voltada para o Norte. Assim seus canários apanharão os raios mais suaves do sol da manhã. O importante é que o local seja adequado para futuras procriações. Desta forma, escolha um lugar prático, onde possa limpar a gaiola e tratar dos canários sem ter que tirá-la da onde está pendurada.

Basta uma gaiola tipo argentina (60cm de comprimento, 35cm de largura e 40cm de altura), com piso removível sempre forrados com papel absorvente (jornal) quando em uso para facilitar a limpeza diária. Este padrão é perfeito para acomodar um casal ou para os pássaros já adultos. Não esqueça de providenciar ainda um bebedouro e um comedouro adequados, sendo que o bebedouro deve ser desinfetado com freqüência para evitar doenças. Quanto ao poleiro, lembre-se que para os canários ele deve ter entre 1 a 1,5 cm de diâmetro. Caso tenha mais de 2 cm deve ser trocado, pois pode deformar os pés e unhas do pássaro. Como os canários gostam de tomar banho, uma vez por semana coloque um recipiente (com cerca de 3 cm de profundidade) cheio de água.Todos os equipamentos necessários você encontra na RAÇÔES LOURENÇO!!

Alimentação

Canário bonito e saudável é resultado de uma equação que começa com cuidados e alimentação.

Sementes

O alimento indispensável aos canários. Um petisco que eles adoram é uma mistura de 60% alpiste, 20% níger, 14% aveia, 6% linhaça.

Verduras

Podem ser escarola, almeirão e couve (esta nos dias mais frios). Nunca dê alface provoca diarréia.

Frutas e complementos

Laranja e maçã são bem vindas. Oferecer meio ovo cozido, frio, uma vez por semana. Jiló também é sempre bem vindo nos dias frios, evite na época de muda, pois este estimula cair as penas. No mais, água fresca todos os dias.

Cuidados Básicos e Higiene

Mantenha o máximo de limpeza;

A higiene é básica para o sucesso de quem se propõe a criar canários; cuidados especiais como os alimentos, gaiolas, poleiros, etc.;

Não se esquecendo dos banhos em dias alternados, somente suspensos em dias frios e nos cinco primeiros dias de nascimento;

Troque o papel do fundo da gaiola em dias alternados;

Evite mudar a gaiola de posição em época de cria;

Substitua a água diariamente;

Repor os alimentos todas as manhãs

Acasalamento

Após a escolha do local, gaiolas, pássaros, etc, vamos pensar na criação propriamente dita. Chegando a época do acasalamento, normalmente em nosso clima ocorre no final de julho ou início de agosto, colocamos o macho e a fêmea em gaiolas vizinhas, para o clássico namoro. Na gaiola da fêmea colocar o ninho e os fios de saco se estopa cortados aproximadamente 5 (cinco) centímetros. O macho antes do acasalamento deve estar cantando vigorosamente e a fêmea estando "pronta", começar a puxar os fios do saco e começar a se movimentar intensamente. Alguns beijos ou até mesmo troca de alimentos são trocados quando as gaiolas são colocadas em juntinhas. Após estes dias de namoro, esperar dois ou três dias, aí assim, podemos juntar o casal, que normalmente se aceitarão reciprocamente. Há o caso de recusa por parte do pássaro ainda não conveniente preparo para o acasalamento.

POSTURA - Quando a fêmea porá os ovos

Alguns dias passados, variando de 5 (cinco) a 8 (oito) dias, a canária porá o seu primeiro ovo, e assim sucessivamente a medida em que os dias vão passando, sendo que o último poder ser intercalado na falha de um dia e normalmente ele vem mais azulado que os primeiros. As posturas, são normalmente em número de três a cinco ovos. Os ovos são postos sempre em torno de 7 (sete) horas da manhã.

Os ovos só vão se eclodir, depois de 13 (treze) a 15 (quinze) dias, quando nascerão os filhotes, ficando um ou mais ovos no ninho sem eclodir deixe-o no ninho, pois os mesmos servirão de apoio aos pequenos filhotes, facilitando o recebimento dos alimentos. O ninho deverá ser retirado da gaiola por dois dias para que a canária perca o choco, retornando depois.

Em caso de acidente, a fêmea por o seu ovo fora do ninho, o criador imediatamente deve colocá-lo no ninho; Pode ocorrer também a retenção do ovo (ficar preso, não sair), o criador deve pegar a fêmea delicadamente colocá-la sobre vapores de águas em ebulição, pois o aquecimento favorece o expulsão do ovo, com muita cautela podemos fazer pequenas massagens com o dedos indicador, com o cuidado para não quebrar o ovo, recolocando em seguida a canária no ninho. Infelizmente estas canárias não devem ser mais usadas para evitarmos um possível fracasso.

Alimentação e Nascimento dos Filhotes

Ponha a disposição dos pais bastante variedade de alimentos. Mistura com ovo, alpiste, colza e as mais variedades de sementes (aveia, níger, etc.), de preferência sempre em comedouros diferentes. As verduras devem ser usadas após o terceiro dia de vida, pois são de grande poder laxativo (purgante intestinal). Há criadores que usam pão com leite (bem espremido), que promove grande desenvolvimento aos filhotes.

Observar ATENTAMENTE se a canária está alimentando os filhotes, havendo a possibilidade das más criadoras. Uma manobra interessante está em retirar o ninho com os filhotes e pendurá-lo na parte externa da gaiola, por 5 (cinco) a 10 (dez) minutos, obrigando a canária alimentar-se para satisfazer posteriormente os filhotes. Quando se trata da canária preguiçosa colhemos bons resultados, se mesmo assim a canária rejeitá-los, o criador terá que utilizar pequenos palitos para colocar os alimentos pastosos na boca dos filhotes, DEVE-SE FAZER ISTO EM ÚLTIMO CASO, pois eles necessitam de receber os alimentos já emulsionados com os sucos e enzimas digestiva vinda pelos pais.

Nos primeiros dias somente a fêmea alimenta os filhotes, sendo que o macho só vai auxiliar quando os filhotes estiverem maiores.

Sendo feliz, um casal poderá gerar em média de 10 (dez) até 12 (doze) filhotes no final da estação de cria. Os maiores índices de morte ocorrem nos 3 (três) primeiros dias, diminuindo até o 6º (sexto), após este dia as chances são mínimas.

Separação dos filhotes

Depois de 25 (vinte e cinco) dias já podemos separar os filhotes, pois de 18 (dezoito) a 20 (vinte) dias eles já saem do ninho. OBSERVAR SE ESTÃO SADIOS E SE ESTÃO COMENDO SOZINHOS.

Há casos em que os pais , preocupados com a outra ninhada, arrancam as penas dos filhotes já criados, mas sem condição de serem separados, para construírem um novo ninho de cria. Nestes casos a conduta será colocar uma separação ao lado dos pais, permitindo a alimentação pelas fendas da gaiola.

Doenças

Os canários, como qualquer ser vivo, estão expostos a doenças; no entanto, se forem bem tratados não são especialmente sensíveis a elas. Geralmente as doenças levam mais tempo a evoluir do que a curar. Os canários mais velhos e os muito jovens são os que estão mais expostos a doenças na altura da mudança das penas. Mais do que em qualquer outro período; deverão evitar-se as correntes de ar e mudanças bruscas de temperatura. Devem manter-se de preferência a uma temperatura mais baixa e uniforme. Alguns pássaros podem vir a falecer por ataque cardíaco, por obesidade, por stress e por grande quantidade de aves num mesmo viveiro.

O pássaro perde a sua vivacidade, fica muito quieto, como que inchado, com as penas abertas e os olhos sem brilho. Também uma gordura ou magreza excessivas, o abdômen muito encolhido ou distendido, as penas do pescoço sujas ou as narinas a supurar são sintomas certos de doença. Um pássaro doente assenta sempre nas duas pernas quando dorme, enquanto um pássaro saudável apenas dorme sobre uma. Se um pássaro estiver a dormir sobre as duas pernas, pode considerar-se como um primeiro aviso pois trata-se de um sintoma que aparece sempre antes de os outros se manifestarem. Na prática, é muito difícil dizer com segurança qual a doença de que o pássaro sofre.

Os pássaros doentes devem ser isolados imediatamente. As gaiolas devem ser lavadas e desinfetadas (de preferência com álcool). Os sintomas de cerca de 30 doenças diferentes são mais ou menos os mesmos, tornando-se assim difícil a sua definição. O tratamento terá portanto de ser geral. Um pássaro doente deverá ter tratamento imediato, mesmo que apenas se notem sintomas insignificantes. O ataque rápido à doença pode muitas vezes salvar a sua vida, que em muitos casos 24 horas depois estaria perdida. Um remédio universal contra as doenças dos pássaros é o CALOR. O pássaro doente deve ser imediatamente colocado numa gaiola de madeira, pequena, com uma placa de vidro na parte da frente. A gaiola pode ser aquecida, por exemplo, utilizando uma lâmpada ou uma resistência elétrica. Uma temperatura de 30/35 graus C será a indicada nos primeiros 3 dias, baixando-se depois gradualmente. O calor e um preparado antibiótico (você encontra na Rações Lourenço toda linha de medicamentos para canários!) - são em muitos casos a cura mais fácil. Os antibióticos também podem ser utilizados para combater doenças contagiosas. Os pássaros não deverão ter outra água para beber enquanto estiverem sob tratamento. Os pássaros que estão sujeitos a tratamento antibiótico deverão, nesse período, ter um suplemento de vitaminas (encontrado na loja também!!, dado que os antibióticos destroem a flora bacteriológica dos intestinos.

Fonte: www.reinodosanimais.com.br