Como nos anfíbios a pele é mole, muito flexível a se prende frouxamente na musculatura. As penas ficam presas na pele.
Só ocorre um glândula na pele, a uropigial, situada acima da cauda e que produz secreção oleosa usada para lubrificar as penas a também para evitar que o bico se torne quebradiço.
O processo de formação de uma pena é igual ao de uma escama de répteis, mostrando semelhança na origem. Elas são estruturas flexíveis, mas resistentes, bastantes leves, e tem inúmeros espaços aéreos ( cheios de ar ) que funciona como colchões de ar que ajuda no isolamento térmico do corpo.
As penas são de origem puramente epidérmica, e não cresce mais depois de adulta, pois os vasos sangüíneos que as mantém nutridas, secam quando a pena completa seu desenvolvimento.
São quatro os tipos de penas : penas de contorno, plumas, filoplumas, cerdas. O conjunto de todas essas é denominado plumagem.
Penas de contorno - dão o contorno ao corpo da ave, inclui as grandes penas do vôo localizadas nas asas e cauda.
Plumas - - - ocorrem em filhotes logo depois do nascimento. Essa plumagem macia constitui um excelente isolamento térmico. Podem ocorrer também em certas aves adultas como patos e outras aves aquáticas.
Filoplumas - são penas minúsculas, sem função conhecida. São encontradas muito raramente no corpo das aves e sempre junto às penas de contorno.
Cerdas - são formações filiformes ( penas modificadas ) encontradas no bico de curiangos.
A coloração variada das penas é resultado da deposição de pigmentos durante o crescimento.
Ao contrário do que se imagina, as penas não crescem pelo corpo todo das aves, assim temos duas regiões:
Região com penas = ptérilas
Região sem penas = aptérilas
Fonte: www.consulteme.com.br