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DADAÍSMO

Com a eclosão da Primeira Guerra Mundial, em 1914 e durante os anos de conflitos, houve uma perturbação fundamental nos conceitos artísticos.

Naturalmente a arte, espelho da vida, deveria refletir o estado moral do homem europeu. Nesse clima, surgiu o Dadaísmo, nome que se teria originado da palavra "dada", cavalinho de pau em linguagem infantil (em Francês) ou o som balbuciado pelas crianças pequenas, atribuído a si mesmo por alguns artistas que se reuniam em Zurique, Suíça, em 1916, no chamado Cabaré Voltaire. O Dadaísmo concentrou-se em questionar as realidades aceitas em satirizar a arte e a literatura, rompendo com o emprego dos objetos tradicionais eleitos pela arte no decurso de séculos, um de seus artistas mais expressivos, Marcel Duchamp, tentou expor um urinol como escultura. Era uma típica atitude anárquica, procurando escandalizar a opinião pública.

Ao contrário dos futuristas, seus adeptos reagiram à Primeira Guerra Mundial e decepcionaram-se com a sociedade maligna, que deveria ser destruída porque estava social e moralmente falida. O movimento dadaísta era menos um estilo do que uma atitude, um expressão de revolta contra todas as instituição e convenções vigentes, uma posição niilista (do Latim nihil, nada). Para os dadaístas, a pintura deveria ser a expressão da inocência infantil, da simples decorrência do mundo psicomotor do nosso interior. As figuras centrais do movimento dadaísta foram Tristan Tzara, Marcel Duchamp, Wassily Kandinsky e Max Ernst.

CARACTERÍSTICAS DO DADAÍSMO

- Fotomontagens oníricas - Incorporação de materiais diversos - Elementos mecânicos - Inscrições humorísticas - Expressões ridículas e burlescas

Fonte: www.cyberartes.com.br

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