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DOENÇAS RESPIRATÓRIAS

A queda da temperatura, provocada pela chegada do inverno, é uma das principais responsáveis pelo aumento do número de casos de problemas respiratórios. E na mira dessas doenças estão principalmente: crianças e idosos.

Gripes e Resfriados

DOENÇAS RESPIRATÓRIAS

São as infecções virais mais comuns das vias respiratórias. Caracterizam-se por coriza, tosse com expectoração de catarro, dor de cabeça, sensação de mal-estar, irritação da garganta, febre, rouquidão, dores musculares e sudorese. A contaminação pode ocorrer através da saliva, pela fala, pela tosse ou pelo espirro. Para evitar contrair gripes e resfriados é importante lavar bem as mãos, cobrir a boca quando tossir e não espirrar próximo a outras pessoas.

Nos casos de gripe, geralmente ocorre um cansaço extremo, febre por dois ou três dias, dores no corpo, de cabeça e de garganta, além de coriza. A melhora ocorre depois de três ou cinco dias. É possível prevenir a gripe com uma alimentação saudável, bebendo muita água, fazendo exercícios e dormindo bem.

Já o resfriado ataca principalmente o nariz e a garganta, causando espirros, coriza e tosse. A recuperação acontece em dois ou três dias. Para prevenir o resfriado procure evitar lugares fechados, fazer exercícios regulares, ter uma boa alimentação, descansar e ingerir bastante líquido.

Tosse

Doenças Respiratórias, Tosse

É um meio que o organismo utiliza para limpar o aparelho respiratório e expulsar o catarro (muco com pus) e os microorganismos da garganta ou dos pulmões. Por isso, quando a tosse produz catarro, não tome nenhum medicamento, por conta própria, beba bastante água, evite o fumo e procure orientação médica para soltar e expulsá-lo.

O melhor tratamento continua sendo a prevenção: melhorar as defesas do corpo com alimentação saudável, rica em verduras, frutas e legumes, tomar bastante água, já que o pulmão fabrica por dia 800 ml de secreção que é eliminada em forma de vapor. É importante, também, manter a casa e o ambiente livres de poeira e sujeira, principalmente para evitar o agravamento de doenças simples, como a rinite e a sinusite.

Rinite

É caracterizada por espirros, coceira no nariz, coriza e nariz entupido. A crise pode ser causada por poeira, pólen, mofo ou pêlo de animal, entre outros agentes causadores dos sintomas.

Sinusite

Uma inflamação dos seios da face. Ocasiona dor no rosto acima e abaixo dos olhos, muco espesso ou pus no nariz, às vezes apresenta com mau cheiro, nariz entupido e febre.

Fonte: www.herbarium.net

DOENÇAS RESPIRATÓRIAS

As doenças respiratórias são as que afectam o trato e os órgãos do sistema respiratório.

Quais são os factores de risco?

O tabagismo, a poluição, a exposição profissional a poluentes atmosféricos, as condições alérgicas e doenças do sistema imunitário, entre outros.

Que tipos de doenças respiratórias existem?

Existem 14 tipos diferentes de doenças respiratórias

Broncopatias

Doenças dos brônquios, como a asma, a bronquiectasia e a bronquite.

Pneumopatias

Grupo de doenças pulmonares, entre as quais se destacam a atelectasia, as doenças pulmonares intersticiais, neoplasias pulmonares, tuberculose pulmonar, hipertensão pulmonar, pneumopatias obstrutivas, pneumonia, pneumopatias fúngicas, pneumopatias parasitárias, síndroma do desconforto respiratório do recém-nascido.

Transtornos respiratórios

São assim designadas as doenças respiratórias em geral ou aquelas que não são uma doença específica. Neste grupo incluem-se a apneia, síndroma do desconforto respiratório do recém-nascido, dispneia, insuficiência respiratória, hiperventilação, etc. A tosse, a rouquidão, a aspiração de mecônio, respiração bucal, laringismo, síndroma do desconforto respiratório do adulto, também são considerados transtornos respiratórios.

Fístula do trato respiratório

Passagem anormal na comunicação entre algum componente do trato respiratório ou entre qualquer parte do sistema respiratório e os órgãos circunvizinhos.

Doenças torácicas: doenças que afectam o tórax.

Transtornos da motilidade ciliar: desordens caracterizadas pelo movimento ciliar anormal no nariz, nas sinuses paranasais, no trato respiratório, entre outras. A síndroma de Kartagener, doenças respiratórias crónicas, a sinusite crónica e a otite crónica constituem manifestações deste tipo de transtornos.

Doenças nasais: doenças do nariz em geral ou não especificadas. Exemplos de doenças nasais são as neoplasias nasais, doenças dos seios paranasais e a rinite. A epistaxe (derramamento de sangue pelas fossas nasais), a granuloma letal da linha média, a obstrução nasal, as deformidades adquiridas nasais, a rinoscleroma (infecção) e os pólipos nasais (tumores) integram-se também nas doenças nasais.

Hipersensibilidade respiratória: uma forma de hipersensibilidade que afecta o trato respiratório, como acontece com a asma, a febre dos fenos, a alveolite alérgica extrínseca, a aspergilose broncopulmonar alérgica e a rinite alérgica perene.

Infecções respiratórias: infecções do trato respiratório superior. Resultam dessas infecções as seguintes doenças: empiema pleural, complexo da doença respiratória bovina, bronquite, laringite, legionelose (doença do Legionário), pneumopatias fúngicas, pneumopatias parasitárias, pleurisia, pneumonia, rinite, sinusite, tonsilite, tuberculose pleural, tuberculose pulmonar, coqueluche, resfriado comum, influenza, abcesso pulmonar, faringite, rinoscleroma, síndroma respiratório agudo grave, traqueíte (inflamação da traqueia) e tuberculose laríngea.

Doenças da traqueia: incluem neoplasias da traqueia, estenose traqueal (estreitamento patológico da traqueia), traqueíte, traqueobroncomegalia, fístula traqueoesofágica.

Doenças da laringe ou laringopatias: doenças da laringe em geral ou não especificadas, entre as quais se contam a laringite, os distúrbios da voz, o granuloma laríngeo, o edema laríngeo, as neoplasias laríngeas, o laringismo, a laringoestenose, a tuberculose laríngea, a paralisia das cordas vocais. Estas doenças relacionam-se também com as otorrinolaringopatias.

Doenças pleurais: empiema pleural, hemotórax (derrame de sangue no tórax), derrame pleural, neoplasias pleurais, pleurisia e tuberculose pleural, bem como quilotórax (derrame de quilo na cavidade pleural), hemopneumotórax, hidropneumotórax, hidrotórax e pneumotórax.

Anormalidades do sistema respiratório: anormalidades congénitas estruturais do sistema respiratório, como o cisto broncogénico, o sequestro broncopulmonar, a atresia coanal, a malformação adenomatóide, a cística congénita do pulmão, a síndroma de Kartagener, a síndroma de Cimitarra e a traqueobroncomegalia.

Neoplasias do trato respiratório: neoplasias pulmonares, pleurais e nasais.

Como se diagnosticam as doenças respiratórias?

Pela observação clínica, através de técnicas e meios complementares de diagnóstico, entre os quais: testes da função respiratória, testes de sons respiratórios, broncografia, broncoscopia, laringoscopia, radiografia pulmonar de massa, depuração mucociliar, testes de provocação nasal, rinomanometria e rinometria acústica.

Quais são os principais sintomas de doença respiratória?

Cada doença tem sintomas específicos, que só o médico pode avaliar. Contudo, a tosse, a rouquidão, o nariz entupido, dores no peito, dores de garganta, garganta irritada, pingo no nariz, dificuldade em respirar quando não está a fazer esforço (a subir escadas, a andar, a fazer exercício), dispneia, entre outros, são sintomas de doença respiratória.

A que médico devo recorrer?

Em primeira instância, ao seu médico de família no centro de saúde da sua área de residência. Só ele pode determinar se deve ser encaminhado para um médico especialista e de que especialidade.

Fonte: www.portaldasaude.pt

DOENÇAS RESPIRATÓRIAS

Alergias RespiratóriasPoeira doméstica, fungos, pêlos de animais, fumaça e odores fortes, como cola de sapateiro e perfumes, são alguns entre tantos outros diferentes agentes externos, denominados alérgenos, que provocam reações alérgicas do nosso organismo.

Desta forma, podem ocorrer diversas manifestações, comumente apresentadas como rinite ou asma brônquica. RiniteA rinite é um processo irritativo das vias nasais, caracterizando-se por espirro, produção excessiva de muco, coceira no céu da boca e congestão nasal.

Asma ou BronquiteEsta reação aos alérgenos causa obstrução e dificulta a passagem do ar pelas vias respiratórias, manifestando-se sob forma de chiados no peito e falta de ar.

Além da alergia respiratória, mudanças repentinas de temperatura, umidade, desgaste emocional e processos inflamatórios, como gripes ou resfriados, também contribuem para desencadear uma crise alérgica. Pessoas com alergias respiratórias devem ter sua atenção redobrada

- Mantenha o ambiente livre de poeira. Na falta de um aspirador, faça a limpeza com um pano úmido.

- Para sua casa, prefira pisos lisos, que acumulam pouca poeira. Evite cortinas e tapetes.

- Prefira travesseiros de espuma aos de penas e edredons no lugar de mantas ou cobertores de lã. São recomendáveis colchas e cobertores antialérgicos. Coloque revestimento plástico em almofadas e travesseiros.

- Evite usar talcos, perfumes e o contato com objetos de pelúcia, animais de pêlo epenas.

- Não permaneça em ambientes com cheiro de tinta, cola, materiais de limpeza ou qualquer substância com odores ativos.

AFECÇÕES DO PULMÃO

Tuberculose PulmonarCausada por um microorganismo denominado Bacilo de Koch, a tuberculose pulmonar atinge principalmente pessoas debilitadas, com deficiência no sistema de defesa orgânica.

Pessoas de vida e alimentação irregulares, usuários de bebidas alcoólicas e portadores do vírus da AIDS (HIV) correm um risco maior de contrair tuberculose. Importante: No caso de confirmação do diagnóstico da tuberculose, os indivíduos que mantêm contato direto e constante com o portador deverão se submeter a uma avaliação médica. Enfisema Pulmonar

O hábito de fumar é a principal causa do enfisema pulmonar. A doença está associada a estados gripais, caracterizando-se por pneumonias freqüentes e falta de ar constante, que prejudicam o desempenho físico. A diminuição da capacidade respiratória dos pulmões atinge com mais freqüência as pessoas idosas, exigindo mais atenção.

PneumoniaA pneumonia, um processo inflamatório dos pulmões, pode ser causada por vários tipos de microorganismos, havendo tratamento específico para cada um deles. Falta de ar, fraqueza, febre alta (no caso de pneumonia por bactérias) e diminuição da capacidade para realizar atividades físicas são sintomas característicos da doença.

OS CUIDADOS QUE VOCÊ DEVE TER

- Inclua proteínas na alimentação, em quantidades equilibradas: verduras, legumes e frutas, procurando sempre estabelecer horas certas para as refeições.

- Consuma frutas ricas em vitamina C, tais como laranja, limão, melão e abacaxi, entre outras, além de verduras como couve, alface e agrião.

- Beba sempre bastante líquido.- Evite bebidas muito geladas

.- Não tome bebidas alcoólicas.- Mantenha sua casa sempre bem ventilada, principalmente os quartos de dormir.- Evite os banhos muito quentes.

- Leve sempre um guarda-chuva e agasalho para os dias chuvosos e frios.

- Procure amamentar seu filho pelo menos nos primeiros seis meses de vida. O aleitamento é fundamental para prevenir doenças, inclusive as respiratórias. É através do leite que a mãe passa seus anticorpos para o bebê, protegendo-o contra infecções e garantindo seu desenvolvimento.

- Vacine seu filho. A vacinação completa até o primeiro ano de vida previne a criança de coqueluche, tuberculose e outras infecções respiratórias graves.

- Pratique esportes ao ar livre. Correr, nadar ou caminhar aumentam a capacidade respiratória. Mas não esqueça de consultar um médico para uma pré-avaliação das suas condições físicas.

- Em atividades profissionais que possam afetar seu sistema respiratório utilize os equipamentos de proteção fornecidos por sua empresa.

- Cuidado com a fadiga. O sono repousante e reparador evita doença.

- Evite aglomerações e ambientes fechados, onde a contaminação é mais freqüente.

- Não fume. Os efeitos do cigarro são os mesmos para as pessoas que convivem com os fumantes e pioram a situação em ambientes fechados. Filhos de pais fumantes apresentam cinco vezes mais resfriados que os de não fumantes.

- Prefira lenços descartáveis, em caso de gripes ou resfriados.

Fonte: www.drmarcoaureliopaiva.com.br

DOENÇAS RESPIRATÓRIAS

As doenças respiratórias são as que afectam o trato e os órgãos do sistema respiratório.

Quais são os factores de risco?

O tabagismo, a poluição, a exposição profissional a poluentes atmosféricos, as condições alérgicas e doenças do sistema imunitário, entre outros.

Que tipos de doenças respiratórias existem?

Existem 14 tipos diferentes de doenças respiratórias

Broncopatias

Doenças dos brônquios, como a asma, a bronquiectasia e a bronquite.

Pneumopatias

Grupo de doenças pulmonares, entre as quais se destacam a atelectasia, as doenças pulmonares intersticiais, neoplasias pulmonares, tuberculose pulmonar, hipertensão pulmonar, pneumopatias obstrutivas, pneumonia, pneumopatias fúngicas, pneumopatias parasitárias, síndroma do desconforto respiratório do recém-nascido.

Transtornos respiratórios

São assim designadas as doenças respiratórias em geral ou aquelas que não são uma doença específica. Neste grupo incluem-se a apneia, síndroma do desconforto respiratório do recém-nascido, dispneia, insuficiência respiratória, hiperventilação, etc. A tosse, a rouquidão, a aspiração de mecônio, respiração bucal, laringismo, síndroma do desconforto respiratório do adulto, também são considerados transtornos respiratórios.

Fístula do trato respiratório

Passagem anormal na comunicação entre algum componente do trato respiratório ou entre qualquer parte do sistema respiratório e os órgãos circunvizinhos.

Doenças torácicas

Doenças que afectam o tórax.

Transtornos da motilidade ciliar

Desordens caracterizadas pelo movimento ciliar anormal no nariz, nas sinuses paranasais, no trato respiratório, entre outras. A síndroma de Kartagener, doenças respiratórias crónicas, a sinusite crónica e a otite crónica constituem manifestações deste tipo de transtornos.

Doenças nasais

Doenças do nariz em geral ou não especificadas. Exemplos de doenças nasais são as neoplasias nasais, doenças dos seios paranasais e a rinite. A epistaxe (derramamento de sangue pelas fossas nasais), a granuloma letal da linha média, a obstrução nasal, as deformidades adquiridas nasais, a rinoscleroma (infecção) e os pólipos nasais (tumores) integram-se também nas doenças nasais.

Hipersensibilidade respiratória

Uma forma de hipersensibilidade que afecta o trato respiratório, como acontece com a asma, a febre dos fenos, a alveolite alérgica extrínseca, a aspergilose broncopulmonar alérgica e a rinite alérgica perene.

Infecções respiratórias

Infecções do trato respiratório superior. Resultam dessas infecções as seguintes doenças: empiema pleural, complexo da doença respiratória bovina, bronquite, laringite, legionelose (doença do Legionário), pneumopatias fúngicas, pneumopatias parasitárias, pleurisia, pneumonia, rinite, sinusite, tonsilite, tuberculose pleural, tuberculose pulmonar, coqueluche, resfriado comum, influenza, abcesso pulmonar, faringite, rinoscleroma, síndroma respiratório agudo grave, traqueíte (inflamação da traqueia) e tuberculose laríngea.

Doenças da traqueia

Incluem neoplasias da traqueia, estenose traqueal (estreitamento patológico da traqueia), traqueíte, traqueobroncomegalia, fístula traqueoesofágica.

Doenças da laringe ou laringopatias

Doenças da laringe em geral ou não especificadas, entre as quais se contam a laringite, os distúrbios da voz, o granuloma laríngeo, o edema laríngeo, as neoplasias laríngeas, o laringismo, a laringoestenose, a tuberculose laríngea, a paralisia das cordas vocais. Estas doenças relacionam-se também com as otorrinolaringopatias.

Doenças pleurais

Empiema pleural, hemotórax (derrame de sangue no tórax), derrame pleural, neoplasias pleurais, pleurisia e tuberculose pleural, bem como quilotórax (derrame de quilo na cavidade pleural), hemopneumotórax, hidropneumotórax, hidrotórax e pneumotórax.

Anormalidades do sistema respiratório: anormalidades congénitas estruturais do sistema respiratório, como o cisto broncogénico, o sequestro broncopulmonar, a atresia coanal, a malformação adenomatóide, a cística congénita do pulmão, a síndroma de Kartagener, a síndroma de Cimitarra e a traqueobroncomegalia.

Neoplasias do trato respiratório: neoplasias pulmonares, pleurais e nasais.
Como se diagnosticam as doenças respiratórias?

Pela observação clínica, através de técnicas e meios complementares de diagnóstico, entre os quais: testes da função respiratória, testes de sons respiratórios, broncografia, broncoscopia, laringoscopia, radiografia pulmonar de massa, depuração mucociliar, testes de provocação nasal, rinomanometria e rinometria acústica.

Quais são os principais sintomas de doença respiratória?

Cada doença tem sintomas específicos, que só o médico pode avaliar. Contudo, a tosse, a rouquidão, o nariz entupido, dores no peito, dores de garganta, garganta irritada, pingo no nariz, dificuldade em respirar quando não está a fazer esforço (a subir escadas, a andar, a fazer exercício), dispneia, entre outros, são sintomas de doença respiratória.

A que médico devo recorrer?

Em primeira instância, ao seu médico de família no centro de saúde da sua área de residência. Só ele pode determinar se deve ser encaminhado para um médico especialista e de que especialidade.

Fonte: www.drmarcoaureliopaiva.com.br

DOENÇAS RESPIRATÓRIAS

Existem dois tipos de doenças respiratórias. As de origem infecciosa, como resfriados e pneumonias e as de origem alérgicas, como a asma e a rinite.

Entre outras.

As doenças respiratórias mais conhecidas são:

ASMA: que é uma doença inflamatória crônica e afeta indivíduos de todas as idades. Mais especificamente a asma é uma inflamação dos brônquios que sofrem um estreitamento por inchaço das paredes, provocada pela inflamação, pela contração dos músculos que estão ao redor dos brônquios e pelo aumento de produção de escarro.

BRONQUITE (ou asma)

É uma doença pulmonar caracterizada pela inflamação dos brônquios. Existem outros tipos de bronquite, como a bronquite crônica do fumante inveterado, a bronquite catarral aguda (inflamação aguda, mas reversível, dos brônquios) e a bronquiolite. Esta última, comum na infância.

PNEUMONIA

É conhecida como uma doença que vem do frio, pois no inverno há um aumento de sua incidência, principalmente em idosos, crianças, e fumantes.

Trata-se de uma infecção aguda que pode atingir parcial ou inteiramente os pulmões e caso não seja bem tratada pode levar ao óbito.

RINITE

É uma inflamação das mucosas do nariz, geralmente crônica, e quase sempre é causada por alergias. Ela ajuda a aumentar as ocorrências de sinusites e otites, contribuindo em determinados casos para o crescimento desarmônico crânio facial. Estudos constataram que a rinite alérgica atinge cerca de 20 % à 30% da população e sua maior ocorrência é nos dias frios e nas mudanças bruscas de temperatura.

SINUSITE

É uma inflamação da parte interna dos seios da face, e pode ser decorrente de vários episódios de gripes e resfriados, podendo em determinados casos provocar a pneumonia.

RESFRIADO

Trata-se de uma infecção leve das vias aéreas superiores (nariz e garganta), que normalmente se cura sozinha sem a necessidade de se recorrer à medicamentos.

GRIPE

Esta por sua vez é uma doença contagiosa que ataca as vias respiratórias (nariz, garganta e pulmões) e é causada por um vírus chamado Influenza.

Atualmente o governo tem investido na vacina, principalmente de idosos, contra o vírus influenza, a qual deve ser repetida todos os anos, devido a capacidade que o vírus possui de alterar sua estrutura periodicamente.

Embora não tenha encontrado dados estatísticos (números) à respeito, sabe-se que esta vacina tem reduzido o número de casos de gripes, e suas complicações nos idosos (público alvo). Caso não ocorra complicações, ela tende a passar sozinha como o resfriado.

Fatores que influenciam a ocorrência dessas doenças

Mudanças no Clima

Estudos constataram que as mudanças bruscas climáticas e as baixas temperaturas interferem nas incidências de tais doenças, devido o fato de que o organismo direciona suas energias para manter a temperatura do corpo equilibrada, o que possivelmente enfraquece as defesas orgânicas.

Outro fator é que com a chegada do frio as pessoas restringem-se à ambientes fechados o que favorece a propagação dos vírus, tais como o influenza.

Poluição do Ar

Estudos revelam que a quantidade de resíduos lançados pelo tráfego excessivo de veículos e pela atividade industrial, principalmente nos centros urbanos, tem afetado a qualidade do ar, prejudicando as condições de saúde da população. " O monóxido de carbono (CO) emitido pelos automóveis é o principal poluente nas grandes cidades e se inalados diariamente e com freqüência, os gases poluentes afetam diretamente o sistema respiratório, causando doenças como rinite, bronquite, pneumonia e asma.

Quando inalado em níveis muito altos, o CO provoca náuseas e dor de cabeça, além de agravar problemas cardíacos. No período do inverno, quando acontecem os picos de contaminação do ar, o risco de morte por doenças respiratórias pode aumentar até 12%. Nessa época, a procura por atendimento em prontos socorros infantis cresce 25%.

O excesso de óxido de enxofre na atmosfera provoca tosse e bronquite crônica nas crianças e falta de ar e enfisema pulmonar nos idosos. O óxido de nitrogênio e os hidrocarbonetos ocasionam irritação de olhos, nariz e pele.

As partículas inaláveis, presentes na fuligem lançada por veículos e chaminés industriais, além de irritar os olhos, causam doenças respiratórias crônicas e queda da resistência às infecções. O município de Cubatão (SP) é o que possui a maior concentração de material particulado no Brasil, com 90 microgramas por m³. De acordo com o Bird, o índice aceitável é de 50. Para tentar controlar a poluição do ar nas cidades, o Conama criou, em 1986, o Programa de Controle da Poluição do Ar para Veículos Automotores (Proconve), que estabeleceu limites para a emissão de poluentes.

Segundo técnicos do Ministério do Meio Ambiente, os veículos emitiam até 50 g de CO por km rodado, índice de poluição considerado alto.

O programa previu etapas e prazos para a indústria automobilística equipar os carros novos com filtros e catalisadores que reduzissem esse valor para 1 ou 2g por km rodado. Hoje é preciso 28 veículos novos para lançar na atmosfera uma quantidade de CO equivalente à emitida por um carro fabricado em 1980. A modificação contribuiu para reduzir em 21,4% a taxa de emissão de CO, a partir de 1997, nas grandes cidades.

Os picos de poluição do ar passaram a ser registrados basicamente no inverno, entre os meses de maio e setembro, época em que as condições atmosféricas favorecem a concentração de poluentes."

Fonte: mathematikos.psico.ufrgs.br