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Enrico Caruso

Enrico Caruso
Enrico Caruso

Tenor italiano nascido em Nápoles, um dos mais talentosos tenores de todos os tempos. Terceiro filho de uma família de sete, recebeu educação primária da própria mãe, trabalhou como mecânico de dia e freqüentava uma escola de canto coral à noite, onde descobriu-se tenor.

Cantou seu primeiro solo na Igreja de San Severino e quando sua mãe, Anna Baldini, morreu, e seu pai, Marcellino, casou-se novamente, ele iniciou-se nos estudos vocais com Guglielmo Vergine. Cantou o Tantum ergo at Vespers, na Catedral de Caserta (1895) e fez seu debute lírico no Teatro Nuovo, em Nápoles, com a peça de Morelli L’amico Francesco (1895). Em seguida tornou-se tenor em óperas nos principais teatros da Itália.

Estudando com Vincenzo Lombardi, cantou os papéis principais no Il Voto de Giordano (1897) e o L'Arlesiana de Cilea (1897). Uniu-se sem casamento com a soprano Ada Giachetti, com quem teve dois filhos: Rodolfo (1898) e Enrico Jr. (1904 ). Apresentou-se nos teatros de Milão, Genova e Livorno (1898-1899) com o papel principal da peça Fedora, de Giordano. Neste período também viajou em excursão com uma companhia de ópera italiana pela Rússia e Argentina. Estreou no Scala de Milão em La Boheme, sob regência de Toscanini, e também cantou L’elisir d’amore e Mefistofele e como tenor principal em Le Maschere, de Mascagni (1901) e conduzido por Toscanini.

Cantou (1902), em Monte Carlo, no Covent Garden, e em Londres. Neste mesmo ano interpretou o papel de tenor principal em Germânia, de Franchetti, no La Scala, e Adriana Lecouveur, de Cilea, no Teatro Lírico, e gravou 20 músicas para a Gramophone adn Typewriter Company. Estreou no Metropolitan Opera (1903) cantando Rigoletto, de Verdi, na noite de abertura, em 23 de novembro.

Por mais de 15 anos apresentou-se nas aberturas de temporadas do Metropolitan Opera (1903-1920), exceto apenas um ano (1906). Assinou contrato de exclusividade de gravação com a Victor Talking Machine Company (1904). Apresentou-se em Monte Carlo, Paris, Londres, Dresden, Berlim, Washington, San Fransisco, Budapeste, sempre com grande sucesso e enormes platéias, inclusive na presença de importantes estadistas da época. Com a Metropolitan Opera foi para Paris (1910) onde cantou Pagliacci e Manon Lescaut. Interpretou o papel de Dick Johnson em La Fanciulla Del West, de Puccini, e o papel de tenor principal em Sansão e Dalila, de Saint-Saens (1915).

Apareceu em dois filmes mudos, casou-se com Dorothy Park Benjamim (1918), realizou juntamente com John McCormack, Al Jolson e George Cohan, shows beneficentes de guerra em Nova Iorque, e cantou Over There, de Cohan, para uma enorme multidão no Central Park de Nova Iorque. Cantou Radamés (1919) diante de 25 mil espectadores dentro de uma arena de touros na Cidade do México.

Abriu sua última temporada no Metropolitan com seu último papel, Eleazar, em La Juive. Acometido por uma pleurisia, passou por várias cirurgias e embarcou para Nápoles com esposa e filha Glória, nascida um ano antes. Não conseguindo mais se recuperar, morreu na sua cidade natal, em 2 de agosto do ano seguinte.

Fonte: www.dec.ufcg.edu.br

Enrico Caruso

Enrico Caruso nasceu em Nápoles, na Itália, no dia 27 de fevereiro de 1873. Mais tarde, ele se tornaria um dos tenores mais respeitados do mundo e o mais bem pago de sua época, impressionando o público com sua voz e com a forma que interpretava seus personagens.

Ainda na infância, começou a cantar no coro da igreja de sua cidade natal, onde também iniciou sua carreira como tenor. Lá, interpretou óperas de Giacomo Puccini e Giuseppe Verdi. Uma de suas atuações mais famosas é Radamés, na Aída de Verdi.

No final da década de 1890, Caruso se apresentou pela primeira vez em Milão, com a ópera Feodora, de Umberto Giordano. Nos anos 10, ele já era conhecido internacionalmente, tendo atuado na Rússia e em Buenos Aires. Além de começar sua parceria com a Metropolitan Opera de Nova York, ele cantou com a companhia até o ano de sua morte.

Caruso foi o primeiro tenor a produzir gravações comerciais em grande escala. Ele apostou na tecnologia do gramofone, gravando o som em discos de cera. Durante as duas primeiras décadas do século XX, o tenor italiano e a indústria fonográfica mantiveram uma relação estreita. Foram cerca de 250 gravações com 60 papéis de óperas e 500 músicas. Seu repertório foi conservado e hoje se encontra em CDs.

Das canções gravadas, a maioria delas é em italiano. No entanto, Caruso também cantava em francês, inglês, espanhol, latim e canções populares de sua cidade local, algumas em dialeto napolitano.

Enrico Caruso morreu no dia 2 de agosto de 1921, aos 48 anos, com um tumor no pulmão.

Quase trinta anos após sua morte, foi feito um filme sobre sua história. A produção americana de 1951, chamada O grande Caruso, tinha o cantor lírico Mario Lanza no papel de Caruso.

Fonte: opiniaoenoticia.com.br

Enrico Caruso

Enrico Caruso
Enrico Caruso

O melhor tenor de todos os tempos. É assim que geralmente se referem a Enrico Caruso, o tenor que viveu no final do século 19 e começo do século 20 (*1876 - = 1921).

Não há dúvidas de que Caruso foi um gênio do canto. Sua maneira de utilizar a vibração toráxica deixava a voz com uma aparência de masculinidade, força, apesar de ter conservado aveludada a sonoridade, de modo que era comparada ao som de um violoncelo.

Muitos atribuem o sucesso de Caruso às gravações que ele fez. Caruso foi o primeiro tenor a gravar comercialmente em grande quantidade. Por outro ponto de vista, muitos atribuem o sucesso do gramofone ao fato de Caruso ter gravado sua voz e oferece-la ao público.

Independente da ajuda que as gravações fizeram no sucesso da carreira do tenor, não podemos atribuir todo o mérito a esse fato. Caruso foi o primeiro tenor do Metropolitan até o ano de sua morte. Inúmeros tenores, fascinados por sua voz e suas interpretações, o imitavam. Sua popularidade também estava na maneira napolitana de cantar as canções de sua terra. Ele levou ao mundo conhecer, através de concertos e mesmo das gravações, as mais belas canções napolitanas e italianas da época, e o sucesso foi tanto que mesmo os atuais tenores as cantam em seus concertos.

A capacidade de cantar de Caruso não possuía limites. A ópera que iria cantar a noite, ele a repassava inteira pela manhã, para aquecer e ensaiar.

Quanto às várias controvérsias sobre a causa de sua morte, acredito que era inevitável seu mal, uma vez que Caruso fumava e muito, e fumava charutos.

O legado de sua voz nos foi deixado em suas gravações, e ouvi-las era, antigamente, uma tarefa colocada aos novos cantores por seus professores.

Fonte: www.geocities.com

Enrico Caruso

Este é provavelmente o tenor mais famoso de todos os tempos. Enrico Caruso. A gravação é de 1911, mas apesar das insuficiências tecnológicas, o registo consegue ilustrar o essencial: um enorme poder vocal, não tanto à custa dos decibeis, mas pelo dramatismo transbordante. Caruso nasceu em 1873, no seio duma família pobre, em Nápoles, no sul de Itália. Desde pequeno Enrico gostava de música. Mas os pais não tinham dinheiro para lhe comprar instrumentos, e foi assim que Caruso começou a usar o único dom com que nasceu. A voz. Quando se estreou na ópera, aos 21 anos, arrebatou desde logo multidões. Nomeadamente com o famoso trecho de Leoncavallo: Vesti la Giubba. Caruso veste a pele dum palhaço de circo que mata a mulher e o amante em plena pista.

Para além das óperas, Caruso conquistou o coração dos napolitanos com uma das canções que ele próprio transformou numa espécie de hino da cidade. Santa Lucia, gravada em 1916.

Donizetti era um dos compositores favoritos de Caruso. A celebridade do tenor aumentou em 1904, ao interpretar, com sentimento, o mais famoso capítulo da ópera “O Elixir do Amor”: Una Furtiva Lagrima.

As óperas de Verdi serviram também para Caruso exibir os dotes vocais, nomeadamente numa versão da Aïda, registada em 1911. O tenor representa o personagem Radamés, um guerreiro que sonha com o regresso aos braços da amada, depois duma batalha vitoriosa. Se Quel Guerrier lo Fossi.

Noutra peça de Verdi, La Forza del Destino, sobressai o registo grave de Caruso, no papel dum homem apaixonado ferido durante uma batalha. Solenne in Quest’ora. Gravação de 1906.

Noutro quadro, assinado por Karl Goldmark, Caruso descreve um encontro com a Rainha do Sabá. Magiche Note. Noite Mágica em 1909.

Em 1908 Enrico Caruso actuou como Duque de Mântua, no Rigoletto de Verdi. O aristocrata, conquistador de corações femininos, descreve a mulher como um ser instável. La Donna e Mobile.

Enrico Caruso morreu aos 48 anos, em 1921. Ao longo da carreira gravou cerca de 200 discos e actuou em todo o mundo, incluindo mais de 600 récitas no Metropolitan de Nova Iorque. Apesar da distância temporal, o tenor italiano é actualmente reconhecido como o cantor de ópera mais influente do século XX, nomeadamente ao estabelecer um padrão de voz poderoso e teatral, que ainda hoje serve de referência a cantores como Plácido Domingo ou Luciano Pavarotti. Por outro lado Caruso fica associado ao culto dos tenores que disputam, junto do grande público, uma popularidade semelhante à das estrelas de cinema, do desporto, ou da música pop. Apenas com o brilho distintivo da voz.

Fonte: www.terranova.pt

Enrico Caruso

Tenor lírico italiano (27/2/1873-2/8/1921). Mito da ópera e um dos primeiros a gravar sua voz em discos para gramofone. Órfão de mãe, é o 18o de 20 filhos.

Passa uma infância pobre em Nápoles, sua cidade natal. Apesar de ser uma criança musical, que integra o coro da paróquia aos 9 anos, não estuda música até os 18. Estréia em 1894, com 21 anos, em Nápoles.

A fama chega depois, quando se transfere para o Teatro de Milão, onde estréia com La Bohème (1900). Em 1901, depois de ser mal recebido em Nápoles, promete nunca mais cantar na cidade – e cumpre a palavra.

O reconhecimento mundial vem em 1902, depois de cantar La Bohème em Monte Carlo e Il Rigoletto em Londres. Canta Rigoletto na noite de abertura do Metropolitan Opera em New York, em 1903, e segue abrindo cada temporada pelos dezessete anos seguintes, apresentando ao todo 36 papéis.

Dedicado ao extremo, recusa-se a cancelar compromissos e, mesmo sofrendo de grave problema pulmonar, continua a cantar nos últimos anos de vida.

Ao morrer, em Nápoles, é o cantor lírico mais bem pago da época. Sua voz tem fama de ser inusitadamente rica nos tons mais graves e abundante em vitalidade e suavidade

Fonte: www.mundofisico.joinville.udesc.br

Enrico Caruso

Enrico Caruso feleceu em 2 de agosto de 1921 em Nápoles, Itália e foi o mais famoso e o maior tenor da história da ópera. Era filho de Marcellino e Anna Baldini e começou sua carreira em 1894, aos 21 anos de idade, em sua cidade natal. Recebeu suas primeiras classes de canto de Guglielmo Vergine. Actuou, entre outras óperas, na estréia de Fedora e La Fanciulla del West, do compositor italiano Giacomo Puccini. Suas mais famosas interpretações foram como Canio na ópera “I Pagliacci”, de Leoncavallo e como Radamés, em Aida, de Giuseppe Verdi. Na metade da década de 1910 já era uma celebridade reconhecida internacionalmente, era requisitado pelos grandes templos do canto lírico da época, como Milão e Nápoles , na Itália, Londres e, principalmente, Nova Iorque, onde era contratado permanente do Metropolitan Opera, relação profissional que durou até 1920.

Caruso ficou famoso por sua voz quente, embora para um tenor algo grave, puxando para o barítono, e sua insuperável presença cênica. O volume e a suavidade de sua voz não encontraram termos de comparação com a de nenhum outro cantor até os dias de hoje. Sua parceira freqüente em óperas, Geraldine Farrar costumava contar como esqueceu-se de cantar, na primeira vez em que contracenou com Caruso, porque ficou emocionada até as lágrimas com a beleza do canto de Caruso. Outra de suas parceiras em óperas, Lina Cavalieri, atirou-se em seus braços e o beijou ardentemente, tomada de intenso entusiasmo pela interpretação do cantor. O beijo ficou famoso como o primeiro verdadeiro beijo em cena na história da ópera. Sua merecida fama cresceu a tal ponto, que – por ocasião de uma apresentação em Berlim – 30.000 pessoas reuniram-se na frente da Ópera de Berlim para poder ter apenas um vislumbre do cantor por um minuto, no momento em que se retirava do teatro.

O compositor lírico Giacomo Puccini e o compositor de canções populares Paolo Tosti foram seus amigos e compuseram obras especialmente para ele. Caruso foi também conhecido por ser um excelente caricaturista e os desenhos que fazia de si próprio são muito apreciados, pela graça e precisão dos traços.

Caruso apostou na nova – à época – tecnologia de gravação de som em discos de cera e fez suas primeiras 20 gravações em Milão, em 1895. Em 1903, foi para Nova Iorque e, no mesmo ano, deu início a gravações fonográficas pela Victor Talking-Machine Company, antecessora da RCA-Victor. Caruso foi um dos primeiros cantores a gravar discos em grande escala. A indústria fonográfica e o cantor tiveram uma estreita relação, que ajudou a promover comercialmente a ambos, nas duas primeiras décadas do século XX. Suas gravações foram recuperadas e, remasterizadas, encontraram o meio moderno e duradouro de divulgação de sua arte no disco compacto, CD.

O repertório de Caruso incluía cerca de 60 óperas, a maioria delas em italiano, embora ele tenha cantado também em francês, inglês, espanhol e até em latim, sem mencionar o dialeto napolitano, das canções populares de sua terra natal. Cantou perto de 500 canções, que variaram das tradicionais italianas até as canções populares do momento. As gravações populares e sua extraordinária voz, famosa por sua extensão, potência e beleza, fez dele um dos mais bem conhecidos artistas de sua época.

Sua vida foi tema de um filme norte-americano, permeado de ficção, intitulado “O Grande Caruso” (The Great Caruso), de 1951, com o cantor lírico Mario Lanz como Caruso. Devido ao seu conteúdo altamente ficcional, o filme foi proibido na Itália.

No filme "Fitzcarraldo" de Werner Herzog, com Klaus Kinski no papel de Fitzcarraldo, aparece no início da projeção uma entrada de Caruso na Ópera de Manaus, no Brasil, onde Caruso de facto nunca se apresentou.

Fonte: atonito.blogspot.com

Enrico Caruso

Enrico Caruso (Nápoles, 25 de fevereiro de 1873 — Nápoles, 2 de agosto de 1921) foi um tenor italiano.

Enrico Caruso
Enrico Caruso

Biografia

Começou a carreira em 1894, aos 21 anos de idade, na cidade natal. Recebeu as primeiras aulas de canto de Guglielmo Vergine. Atuou, entre outras óperas, na estréia de Fedora e La Fanciulla del West, do compositor italiano Giacomo Puccini. As mais famosas interpretações foram como Canio na ópera I Pagliacci, de Leoncavallo e como Radamés, em Aida, de Giuseppe Verdi. Na metade da década de 1910 já era conhecido internacionalmente. Era constantemente contratado pelo Metropolitan de Nova Iorque, relação que persistiu até 1920. Caruso foi eternizado pelo agudo mais potente já conhecido, e por muitos considerado o melhor cantor de ópera de todos os tempos.

O compositor lírico Giacomo Puccini e o compositor de canções populares Paolo Tosti foram seus amigos e compuseram obras especialmente para ele. Caruso foi também conhecido por seus trabalhos como caricaturista.

Caruso apostou na nova tecnologia de gravação de som em discos de cera e fez as primeiras 20 gravações em Milão, em 1895. Em 1903, foi para Nova Iorque e, no mesmo ano, deu início a gravações fonográficas pela Victor Talking Machine Company, antecessora da RCA-Victor. Caruso foi um dos primeiros cantores a gravar discos em grande escala. A indústria fonográfica e o cantor tiveram uma estreita relação, que ajudou a promover comercialmente a ambos, nas duas primeiras décadas do século XX. Suas gravações foram recuperadas e, remasterizadas, encontraram o meio moderno e duradouro de divulgação de sua arte no disco compacto, CD.

O repertório de Caruso incluía cerca de sessenta óperas, a maioria delas em italiano, embora ele tenha cantado também em francês, inglês, espanhol e latim, além do dialeto napolitano, das canções populares de sua terra natal. Cantou perto de 500 canções, que variaram das tradicionais italianas até as canções populares do momento.

Sua vida foi tema de um filme norte-americano, permeado de ficção, intitulado O Grande Caruso (The Great Caruso), de 1951, com o cantor lírico Mario Lanza interpretando Caruso. Devido ao seu conteúdo altamente ficcional, o filme foi proibido na Itália.

No filme Fitzcarraldo de Werner Herzog, com Klaus Kinski no papel de Fitzcarraldo, aparece no início da projeção uma entrada de Caruso na Ópera de Manaus, no Brasil, onde Caruso de fato nunca se apresentou.

Fonte: pt.wikipedia.org