O esclerênquima é um tecido de suporte complexo, que devido a conter uma parede secundária não elástica apenas pode ser encontrado em locais onde o crescimento terminou.
A parede secundária destas células é composta por lenhina, um composto laminar formado por desidratação de glícidos, praticamente imune á degradação anaeróbia (por microrganismos decompositores) e de decomposição extremamente lenta em presença de oxigénio, o que lhe confere uma enorme resistência.
Células com forma e tamanho variável. Encontram-se geralmente isoladas (como na polpa das pêras, por exemplo, designando-se células pétreas), embora possam formar camadas contínuas, junto à nervura de folhas ou em caules e sementes. Formam-se a partir de células parenquimatosas por crescimento de expansões que ocupam os espaços intercelulares e pela deposição de uma parede secundária de lenhina. Por vezes este espessamento é tal que a cavidade celular desaparece. Devido á impermeabilização da lenhina a célula diferenciada morre;
Células de forma arredondada ou oval, relativamente pequenas, comparadas com os escleritos e fibras, que surgem geralmente na polpa de frutos, como a pêra, fornecendo suporte e impedindo que o fruto rico em materiais carnudos se desfaça ao amadurecer;
Células longas e estreitas, de parede uniformemente espessada por deposição de lenhina. O linho, por exemplo, é formado por fibras com cerca de 70 mm de comprimento, retiradas da planta do linho. Outras fibras economicamente importantes são a juta e o cânhamo ou o algodão.
Fonte: curlygirl.naturlink.pt
Tecido de sustentação dos vegetais, composto por células mortas, o esclerênquima é composto por diversos tipos celulares, por vezes formando tecidos distintos, por vezes dispersos no parênquima.
São todas células mortas na maturidade, com parece celular espessada e lignificada, de modo que a parede destas células permanece no vegetal, constituindo tecidos.
Fazem parte do esclerênquima células associadas ao xilema (fibras) e os esclereídeos ou esclerócitos, dispersos entre os tecidos parenquimáticos, ou constituindo verdadeiras carapaças, como quando formam o envoltório de sementes.
Fonte: pt.wikipedia.org
Tecido formado por células secundariamente espessadas, cuja função é o suporte do vegetal e, às vezes, sua proteção. O espessamento secundário engloba todas as paredes celulares igualmente. Geralmente, o conteúdo citoplasmático morre após a formação da célula esclerenquimática. Existem casos, porém, onde ele permanece vivo. Freqüentemente, o espessamento secundário das células esclerenquimáticas consiste de sua lignificação.
Podemos diferenciar entre células esclerenquimáticas mais ou menos isodiamétricas (esclereídeos) e células esclerenquimáticas prosenquimáticas (fibras esclerenquimáticas). As primeiras originam-se, via de regra, a partir de células parenquimáticas e podem estar lignificadas. São encontradas, por exemplo, em estruturas rígidas de proteção tais como o pericarpo de nozes.
As fibras esclerenquimáticas, originadas, via de regra, a partir de células meristemáticas, resultam do alongamento unidimensional da célula. Suas paredes celulares são regularmente espessadas. As fibras não-lignificadas (por exemplo, do linho, Linum usitatissimum) possuem grande elasticidade. Quando há a lignificação das fibras, estas tornam-se rígidas.
As fibras esclerenquimáticas terminam em pontas alongadas e atingem um comprimento considerável, que pode variar entre alguns mm e 55 cm. (fibras de rami, Boehmeria sp.). Em caules herbáceos longos, que precisam resistir ao dobramento, geralmente estão ordenadas na periferia do corte transversal, em feixes separados ou formando um cilindro fechado. Freqüentemente, as fibras acompanham os elementos de condução (fibras xilemáticas). Em troncos de grandes árvores, estão espalhadas por todo o corte transversal. Nas raízes de grandes árvores, submetidas principalmente a forças de tração, as fibras localizam-se no centro da raiz ou espalham-se por todo o corte transversal.
Em princípio, as fibras esclerenquimáticas podem exercer sua função de conferir estabilidade, firmeza e resistência quando mortas. Não raro, porém, as fibras (de madeira, por exemplo) conservam seu conteúdo citoplasmático vivo e assumem funções de armazenagem.
Muitas vezes, a diferenciação entre esclereídeos e fibras esclerenquimáticas não é evidente, já que existem formas transicionais (esclereídeos alongados ou fibras curtas).
Fonte: www.algosobre.com.br

Origina-se do meristema fundamental. Possui plasticidade (o que possibilita o crescimento do órgão ou tecido até atingir a maturidade) e espessamento das paredes, além de capacidade de divisão. Ocorre em órgãos jovens, sendo usualmente periférico no caule. Nas folhas, ocorre no pecíolo, na nervura central ou na borda do limbo. Nas raízes raramente são encontrados.

Células vivas com formato variável e parede primária bem espessada, de maneira desigual e composta por celulose, substâncias pécticas e água. O espessamento das paredes geralmente se inicia nos cantos da célula. Como o parênquima, o colênquima é capaz de retomar a atividade meristemática. Suas células podem ainda conter cloroplastos.
Fonte: professores.unisanta.br