
12 – Os órgãos sexuais e a vesícula podem ser estimulados,
beliscando várias vezes a parte superior do nariz. Depois, com as duas
mãos, puxe os cabelos para cima. Se sentir dor, é sinal de concentração
de energia na cabeça. Esse exercício é excelente para
eliminar a tensão e a ansiedade, além de estimular o raciocínio
e favorecer a memória.

13 – Puxões de orelha para cima e para baixo também podem
ser bons para a saúde. É preciso massageá-las com as
pontas dos dedos, batendo em sua parte posterior, empurrando a cartilagem
para frente. Repita o exercício várias vezes.

14 – Agora vamos para os pés. Friccione bem uma mão na
outra até aquecê-las. Coloque uma das mãos sobre o peito
do pé e a outra sob a planta. Faça massagens firmes com as duas
mãos desde os dedos até o tornozelo e depois volte ao ponto
inicial.

15 – Trabalhe profundamente a planta do pé com os polegares,
fazendo peque-nos movimentos circulares para relaxar os tendões e os
músculos.

16 – Apóie o pé com uma das mãos e com a outra
massageie as articulações dos dedos (de cima a baixo) entre
o polegar e o indicador para relaxá-los completamente.

17 - Massageie lentamente os dedos e depois gire cada um individualmente,
em sentido horário e anti-horário, para aumentar a flexibilidade.

18 – Massageie ao redor de toda a articulação do tornozelo
usando os polegares e a ponta dos dedos, fazendo pequenos movimentos circulares
para ativar a produção do líquido sinovial, que é
um lubrificante natural.

19 – Apóie o pé com uma das mãos e gire devagar
o tornozelo em sentido horário e anti-horário. Isso alivia o
peso do corpo que os pés suportam.

20 – Massageie bem esta região acima do maléolo interno.
Exatamente 4 dedos acima se localizam pontos de acupuntura, que quando estimulados,
trazem grandes benefícios aos órgãos femininos, como
útero e ovários, e também aos órgãos masculinos,
como a próstata.

21 – Usando a ponta dos dedos, massageie o pé devagar desde os
dedos até o tornozelo. Coloque o pé entre a palma das mãos
e aperte-o delicadamente.

22 – Em uma bacia redonda, coloque água morna em uma temperatura
bem agradável, um punhado de sal grosso e várias “bolas
de gude”. Sente-se e role a sola dos pés suavemente sobre as
bolinhas até a água esfriar. Isso é ótimo para
quem chega em casa cansado depois do trabalho.

23 - Para quem sofre de cólicas menstruais, encha uma garrafa (tipo
pet) com água morna e coloque-a, com o fundo para baixo, em cima do
ventre e faça uma pequena pressão. Faça em toda região
dolorida. A pressão e o calor diminuirão a dor.

24 – O stress e as olheiras, bem como alguns tipos de dor de cabeça,
podem ser amenizados, fazendo um chá de camomila bem forte e colocando
várias pedras de gelo dentro. Depois, use os saquinhos como compressa
nos olhos ou chumaços de algodão embebidos nessa infusão.
ALGUNS PONTOS IMPORTANTES DE CADA MERIDIANO E SUAS INDICAÇÕES
P5: Localizado na dobra do cotovelo, lateral do tendão bíceps braquial.
Indicação: Dor de cabeça (frontal); rigidez na nuca, tosse; asma; paralisia facial; dor no peito.
P9: Localizado na linha do pulso, sobre a artéria radial.
Indicação: Asma; tosse; dor no peito e mamas; amidalite; dor no braço.
P11: Localizado no ângulo ungueal lateral do polegar.
Indicação: Amidalite; coma; derramamento de sangue no nariz; diarréia infantil.
IG1: Localizado no ângulo ungueal lateral do dedo indicador, próximo ao polegar.
Indicação: amidalite, dor de dentes; glaucoma; dor no ombro; dedos adormecidos.
IG4: Localizado no ângulo formado pelo polegar e pelo indicador.
Indicação: Dor de cabeça; de dente; rinite; bronquite; gripe; insônia; paralisia facial; nervosismo.
IG11: Localizado no ângulo externo do cotovelo.
Indicação: dores em geral; febre; pressão alta; conjuntivite; problema de pele; hemiplegia.
IG15: Localizado na ponta do ombro (com o braço levantado, forma-se um buraco no ombro).
Indicação: Bursite no ombro; hemiplegia; urticária; furunculose.
E36: Localizado a 4 dedos abaixo da patela. Fica na depressão abaixo da cabeça da tíbia.
Indicação: Dor de estômago; disenteria; gastrite: epilepsia; paralisia facial; frigidez; impotência.
E45: Localiza-se no ângulo ungueal lateral do 2º artelho, próximo ao 3º dedo do pé.
Indicação: gengivite; paralisia facial; excesso de sonhos; comportamento maníaco; ansiedade.
BP2 e BP3: localizados antes e depois da junta metatarso-falangeal do hálux pela face medial.
Indicação: distensão e cólicas abdominais; lombalgia; gota; cansaço no corpo; hemorróidas.
BP6: localizado a 4 dedos acima do maléolo interno na borda interna do tornozelo.
Indicação: distúrbios nos órgãos genitais; impotência; frigidez; falta de apetite; inchaço da perna.
C1: Localiza-se no oco da axila.
Indicação: Dores no braço, ombro e peito; dor no coração; nevralgia; mau cheiro na axila.
C3: Localizado no ângulo interno do cotovelo (ponta interna da dobra do cotovelo).
Indicação: Dores de dente, cabeça, nuca e antebraço; torcicolo; zumbido; tremor nos braços.
C7: Localizado na linha do pulso, ao lado do tendão do dedo mínimo
Indicação: Ansiedade; Palpitação; dor de cabeça e tontura; insônia; epilepsia; dor na garganta.
C9: Localizado no ângulo ungueal do dedo mínimo, próximo ao anular.
Indicação: Palpitação; dor no peito; dor de garganta; AVE; coma.
ID3: Localiza-se na ponta da linha do coração quando fechamos o punho (ponta da dobra).
Indicação: Dor nas costas; rigidez; dor na nuca; zumbido; surdez: epilepsia; transpiração noturna.
B54: Localiza-se no centro da dobra do joelho (cavo poplíteo).
Indicação: Ciático; lombalgia; paralisia da perna; dor no joelho; AVE; hipertranspiração.
B60: Localiza-se entre o maléolo externo e o tendão calcâneo, na borda superior do calcâneo.
Indicação: Dor de cabeça; rigidez na nuca; lombalgia; ciática; dor no cóccix; distúrbio no parto.
R1: Localizado na ruga plantar, quando da flexão dos artelhos.
Indicação: Cefaléia parietal; tontura; fobias; insônia; diabete; pressão alta; convulsão infantil.
CS3: Localizado na dobra do cotovelo medial do tendão central.
Indicação: Palpitação; tosse; vômito; tremor nos braços; febre; coma.
CS6: Localiza-se a 2 dedos da linha do pulso, entre o rádio e a ulna.
Indicação: Dor no coração; pressão no peito; palpitação; ansiedade; histeria; insônia; soluço.
CS8: Localiza-se na palma da mão entre as juntas do 3º e 4º metacarpos (no centro da mão).
Indicação: Dor coração; sede; calor; anorexia; ansiedade; soluço; depressão; preguiça; cansaço.
TA5: Localiza-se a 2 dedos acima da dobra dorsal do pulso, entre o rádio e a ulna.
Indicação: Cefaléia; dor na nuca; adormecimento e paralisia dos dedos; dor intercostal; surdez.
VB20: Localizado abaixo da base do occipital, fora da nuca, na margem do cabelo.
Indicação: dor de cabeça; dor na nuca; tontura; vertigem; hipertensão; enxaqueca; insônia.
VB38: Localiza-se a 4 polegadas acima do maléolo externo, fora da tíbia, em cima do perônio.
Indicação: Enxaqueca; espasmo muscular; sensação de frio na região lombar.
F3: Localizado no dorso do pé, no ângulo formado pelo 1º e 2º metatarsianos.
Fonte: www.cecth.com.br
O DO-IN é um completo sistema de autotratamento que reúne o que há de melhor e mais acessível nas práticas de mobilização energética chinesas. Guiado pela perspectiva taoísta do refinamento espiritual, o DO-IN, mais que um método de prevenção e correção de enfermidades, é uma saudável proposta que visa resgatar da passividade o mais importante personagem da cena terapêutica: o paciente. Através do diálogo táctil com o próprio corpo o praticante, geralmente buscando consumir superficial e instantaneamente uma nova técnica, é surpreendido pela constatação de que cada um de nós é naturalmente dotado do poder de reagir e restabelecer os desequilíbrios que nos afligem.
Ainda mais importante que eliminar uma dor ou promover o bem estar usando as próprias mãos, é a constatação de que a cura é um processo em grande medida auto-gerado. Seu sucesso envolverá sempre, em maior ou menor grau, a participação ativa da própria pessoa - em última análise, o verdadeiro autor da doença. A consciência de que cabem ao sujeito as primeiras iniciativas nos cuidados com sua saúde, o permite avaliar com mais clareza suas possibilidades e limitações pessoais. A partir daí, a decisão de quando buscar ajuda externa pode ser determinada de forma mais abalizada e responsável.
Mas não é apenas ao leigo que o Do-In se dirige. Ao promover a canalização energética, suas técnicas se mostram igualmente valiosas como preparação para o trabalho terapêutico com energia. E, como se norteia pela sofisticada perspectiva da psicossomática chinesa, sua investigação teórica permite um facilitado ingresso ao simbolismo do corpo, induzindo ao conhecimento de outros mapeamentos bioenergéticos, com seus pontos de contato e intersecções.
Na medicina chinesa a Energia é a essência de todas as coisas, a primeira manifestação do universo sensível. Esta energia - Chi, para os orientais - resulta da combinação de duas forças opostas - Yang, ativa ou positiva e Yin, passiva ou negativa - que surgem continuamente do Tao, a Unidade Primordial, origem do universo de pluralidades. Yang e Ying, os dois princípios antagônicos da Unidade se juntam pela força de atração dos opostos em combinações variadas e criam a energia, que se condensa formando a matéria e todas as concreções físicas.
A energia Chi desloca-se, no nível subcutâneo, através de linhas preferenciais denominadas meridianos. Esses canais imateriais conduzem a energia diferenciada em variadas combinações Yin-Yang, cujos fluxos se intercambiam alternante e complementarmente no corpo, constituindo um sistema responsável pela defesa, regulação e ressonância do organismo em relação às influências cósmicas. Saúde implica, em primeiro lugar, na circulação adequada da força vital através de canais livres e desimpedidos.
Cada meridiano é formado por um número determinado de pontos que transmitem a energia em sentido e ordem sempre constantes. Existem vários tipos de meridianos conforme a função que desempenham, sendo 14 considerados importantes - 12 meridianos principais e 2 meridianos extras. Os demais destituídos de pontos próprios, são os meridianos virtuais que somente se manifestam nos estados patológicos e os meridianos de ligação denominados Vasos Secundários.
Meridianos principais: São pares e simétricos; cada meridiano representa um órgão ou unidade funcional que com ele se liga por meio dos vasos secundários. Nas extremidades todos os meridianos principais se interligam formando a Grande Circulação de Energia. São constituídos de:
* 6 meridianos Yin (condutores de energia com predominância da força Yin) correspondentes aos órgãos de elaboração, que transformam os elementos externos em energia e sangue => Pulmões, Baço-Pâncreas, Coração, Rins, Fígado e a função Circulação-Sexo;
* 6 meridianos Yang (condutores de energia com predominância Yang) correspondentes aos órgãos que controlam a purificação e a circulação do sangue e da energia no organismo => Intestino Grosso, Estômago, Intestino Delgado, Bexiga, Vesícula Biliar e a função Triplo-Aquecedor.
Meridianos extras: São ímpares e passam pelo centro do corpo. Interligam-se formando a Pequena Circulação de Energia, um sistema regulador destinado a manter o equilíbrio energético da Grande Circulação. Os dois meridianos extras são: Vaso da Concepção e Vaso Governador.
Todas as práticas chinesas incluem, direta ou indiretamente, o trabalho de desbloqueio dos pontos de energia. Localizados abaixo da pele, esses vórtices energéticos transmitem o chi através de linhas preferenciais que se inscrevem no corpo numa topografia precisa. Ou seja, essas linhas ou meridianos, resultam de interligação ordenada dos pontos entre si, e cada meridiano dispõe de um certo número invariável de pontos. O meridiano é um trecho ao longo do circuito energético, uma faixa de representação fisioenergética com estreitas conexões com o órgão material que lhe dá o nome.
Alinhados verticalmente no território somático, 309 pontos, duplicados nos dois lados do corpo, se interligam formando a Grande Circulação de Energia - a cadeia dos 12 meridianos principais. Acrescidos dos 52 pontos pertencentes aos 2 meridianos ímpares da Pequena Circulação, tem-se 670 pontos denominados pontos de meridianos. Além desses, um grande número de pontos extrameridianos, pontos dos microsistemas da orelha, do nariz, das mãos e dos pés completam um total de cerca de 1000 pontos conhecidos e utilizados nas terapias chinesas.
O que de fato ocorre quando da estimulação dos pontos - com agulhas, calor ou pressões - é algo que somente a perspectiva energética chinesa esclarece. Mas os pontos não se nivelam em importância. Cada um deles tem seus efeitos e indicações específicas, embora aqueles que pertencem a um mesmo meridiano apresentem efeitos terapêuticos muito semelhantes. Basicamente todo ponto tem propriedades locais e sistêmicas mais ou menos pronunciadas.
O efeito local refere-se a uma contingência anatômica: independentemente do meridiano a que pertence, um ponto irá influir na área do corpo onde se localiza. Sua estimulação promove o descongestionamento local, beneficiando afecções da estrutura e ainda influindo nas disfunções de um órgão que se localiza naquela região.
A ação sistêmica é mais abrangente: por diferentes motivos, um ponto terá relações específicas com certas funções pertinentes ao seu meridiano; sua estimulação trará subsídios para a regularização da função alterada.
Orientada essencialmente a partir da ótica do equilíbrio energético, a ciência médica chinesa tem no conceito de biorrítmo um dos fundamentos básicos da sua terapêutica. A existência de um "relógio biológico" em direta dependência dos rítmos cósmicos é uma noção coerentemente presente na visão taoísta que percebe na energia a constante universal em ação em toda a natureza.
Dos diversos biorrítmos conhecidos e mapeados pela tradição chinesa, merece destaque o padrão rítmico desenvolvido pela energia Yong Chi, através dos meridianos principais. Nas 24 horas do dia, cada um dos 12 meridianos que compõem a Grande Circulação exibe um período de duas horas em que seu caudal energético se mostra exaltado. Nessa fase de atividade máxima o órgão primário correspondente fica mais propenso a manifestar sua condição funcional através de sintomas e manifestações características da sua natureza psicossomática. Por outro lado, cada meridiano tem um período de atividade mínima que coincide com a fase de atividade máxima do meridiano que lhe está em oposição de doze horas no relógio biológico. Nesse período de relativo recesso o órgão-meridiano pode manifestar suas disfunções mascaradas por sintomas característicos do seu oposto.
03 - 05: Pulmão
05 - 07: Intestino Grosso
07 - 09: Estômago
09 - 11: Baço-Pâncreas
11 - 13: Coração
13 - 15: Intestino Delgado
15 - 17: Bexiga
17 - 19: Rins
19 - 21: Circulação-Sexo
21 - 23: Triplo-Aquecedor
23 - 01: Vesícula-Biliar
01 - 03: Fígado
Fonte: www.geocities.com