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ESTRABISMO

Quais os Sintomas do Estrabismo?

Estrabismo é um termo geral para definir a ocorrência de olhos desalinhados, que apontam para direções diferentes. Tipicamente, manifesta-se na forma de olhos vesgos, e quase sempre é acompanhado de olho preguiçoso (ambliopia). É possível que seu filho tenha estrabismo se:

Os olhos dele apresentam desvio para dentro ou para fora
Os olhos dele não se movem juntos
O ponto de luz refletido em cada um dos olhos não é simétrico
Ele tende a inclinar a cabeça para um lado
Ele não é capaz de calcular profundidade
Ele olha para o sol só com um olho

Qual a Causa do Estrabismo?

Ninguém sabe por que os olhos de algumas crianças são desalinhados, embora o problema aparentemente seja genético. Como os olhos desalinhados não focalizam em conjunto, ocorre visão dupla. Uma criança com estrabismo inconscientemente vai ignorar uma das duas imagens que vê, e as conexões nervosas entre seu olho e o cérebro correspondentes à imagem ignorada não vão conseguir se desenvolver. Isso resulta em olho preguiçoso (ambliopia).

Fonte: www.bausch.com.br

ESTRABISMO

Estrabismo é o termo médico para designar olhos que não estão perfeitamente alinhados, ou seja, um olho fixa em uma direção e o outro em direção diferente. O desvio pode ser constante, ou manifestar-se somente em algumas condições. Costuma iniciar-se na infância, mas também pode ocorrer em adultos. É causado por erros refracionais, doenças, traumatismos, ou hereditariedade. Lesões oculares ou cerebrais também podem originar estrabismo.

MOVIMENTOS OCULARES E VISÃO BINOCULAR

Cada olho possui seis músculos, que atuam de forma coordenada, para move-lo nas diversas direções. O cérebro envia impulsos aos doze músculos para que os dois olhos estejam fixando o mesmo objeto ao mesmo tempo. A imagem de cada olho é levada ao cérebro e percebida como única, o que é designado como fusão, ou visão binocular. Caso haja estrabismo na infância não se consegue uma boa qualidade de fusão na vida adulta.

AMBLIOPIA

Quando há estrabismo na infância, o cérebro bloqueia ativamente ou suprime a imagem que provém do olho desviado para evitar a percepção de visão dupla. Com isso, cessa o desenvolvimento da acuidade visual nesse olho, ocorrendo a ambliopia. Os seres humanos nascem com visão baixa, com desenvolvimento progressivo até atingir a normalidade em torno dos seis anos, em condições normais de estímulo. Caso a visão na se tenha desenvolvido até essa idade, pouco pode ser feito para melhora-la. O déficit visual costuma ser permanente. As causas mais comuns de ambliopia são: -estrabismo -diferenças de refração entre os dois olhos - condições que impedem a entrada normal de luz no olho, como catarata, cicatrizes na córnea. - opacidades ou anomalias no interior do olho.

EFEITOS EMOCIONAIS E COMPORTAMENTAIS DO ESTRABISMO

A aparência do estrábico pode provocar reações negativas em pessoas estranhas à família, causando distúrbios no comportamento e na personalidade da criança. A criança pode-se tornar alvo de brincadeiras de mau gosto ou de rejeição por parte dos colegas. Sentir-se diferente dos demais pode causar sentimentos de inferioridade, mudanças de comportamento, mau ajuste em atividades e relacionamentos com os outros. Para evitar-se esses problemas, e melhorar-se a função visual é que se recomenda o tratamento precoce do estrabismo. A criança deve estar com os olhos em boa posição quando entra no jardim de infância.

OBJETIVOS NO TRATAMENTO DO ESTRABISMO

Primeiro objetivo: Boa visão em cada olho. Refere-se ao tratamento da ambliopia, que é feito usualmente com oclusão.

Segundo objetivo: olhos bem posicionados. Para conseguir-se um bom posicionamento dos olhos podes-se usar um ou mais dos seguintes métodos: óculos, medicamentos, ortóptica (exercícios oculares), cirurgia.

Terceiro objetivo: fusão. Não há tratamento disponível para desenvolver-se fusão em quem tem incapacidade fusional. Ainda que algumas crianças estrábicas consigam certo grau de fusão em algum momento, o desenvolvimento integral da mesma só é possível nas que ficaram estrábicas mais tarde, ou seja, nas que tiveram os seus olhos em posição nos primeiros anos, com possibilidades de desenvolver fusão. Apesar de ser uma força poderosa na manutenção do alinhamento ocular, a capacidade de fusão não é absolutamente fundamental para uma vida normal. O importante é que a criança esteja com a visão normal em cada olho e com os dois olhos alinhados quando começar a ter convívio social com os outros de sua idade, para poder integrar-se de forma saudável.

Fonte: www.sadalla.com.br

ESTRABISMO

A pessoa que sofre de estrabismo tem o olho entortado para fora ou para dentro, sendo a segunda a forma mais comum, em se tratando de crianças. Por conta dessa alteração ocular, o estrábico tem o olhar desviado e não enxerga bem com o olho alterado.

Nos casos de estrabismo congênito, a criança enxerga corretamente com um dos olhos e com o olho torto, não tem um bom desenvolvimento da visão no cérebro, processo que acontece até os seis anos de idade. Nessa fase, o uso de tampões pode corrigir os efeitos do estrabismo, uma vez que o olho sadio fica tampado, ¿obrigando¿ o olho afetado a desenvolver-se.

Já na idade adulta, alguns casos podem ser resolvidos com cirurgia, que consiste em fazer um fio de sutura para prender o músculo do olho e colocá-lo na posição correta.

O uso dos óculos também é aplicado para os estrábicos, permitindo que eles consigam enxergar normalmente.

Fonte: saude.terra.com.br

ESTRABISMO

Também denominado de olho torto, vesguice ou desvio, o estrabismo é a alteração ocular onde os olhos estão desalinhados e olhando para direções diferentes.

O desalinhamento pode ser constante ou aparecer em determinados momentos. Um dos olhos pode estar na posição correta, enquanto o outro pode estar desviado para dentro, para fora, para cima ou para baixo.

O estrabismo é uma alteração mais comum em crianças, na proporção de 4%, mas pode ocorrer também em adultos. Afeta de maneira semelhante tanto o sexo masculino como o feminino, sendo em alguns casos de caráter familiar.

A Visão e o Cérebro

Quando os dois olhos estão alinhados corretamente, dizemos que a pessoa tem visão binocular. Nessa condição os olhos estão direcionados para um mesmo objeto.

A porção visual do cérebro funde as duas imagens numa única imagem tridimensional. Quando um dos olhos desvia, como no estrabismo, duas imagens diferentes estão sendo enviadas ao cérebro.

Numa criança o cérebro aprende a ignorar a imagem vinda do olho desalinhado e utiliza somente a imagem vinda do olho na posição correta ou com melhor nitidez. Isso acarreta a perda da visão binocular e da noção de profundidade.

O adulto que desenvolve estrabismo geralmente tem visão dupla, pois o cérebro já aprendeu a receber imagens dos dois olhos e não consegue desprezar a imagem do olho desviado. Cada olho focaliza uma imagem diferente.

Causas

É causado por defeito nos músculos responsáveis pela movimentação dos olhos. Esse defeito ainda não tem uma causa conhecida, mas sabe-se que está relacionado com distúrbios neurológicos causados por doenças ou acidentes que alteram o funcionamento dos músculos oculares.

Cada olho focaliza uma imagem diferente, e quando essas duas imagens são levadas para análise, o cérebro tem dificuldade de juntá-las causando um problema chamado ambliopia. Também chamado de olho preguiçoso, a ambliopia é a falta de desenvolvimento da visão nos primeiros sete anos de vida.

O cérebro reconhece a imagem do melhor olho e ignora a imagem do olho fraco ou amblíope. Isso ocorre em aproximadamente 50% das crianças que têm estrabismo.

A ambliopia pode ser tratada com a oclusão do olho bom com o intuito de estimular a visão do olho fraco. Se a ambliopia é detectada nos primeiros anos de vida, geralmente o tratamento tem sucesso. Se o seu tratamento inicia-se tardiamente, geralmente torna-se permanente. Quanto mais precoce é o tratamento da ambliopia, melhor é o resultado.

Outras causas de ambliopia:

Anisometropia (graus muito diferentes entre os olhos) Ptose de pálpebra ou qualquer processo que atrapalhe a visão de um dos olhos nos primeiros anos de vida.

Sinais e sintomas

O primeiro sinal é que um dos olhos não está alinhado. A criança deve ser examinada pelo pediatra ou pelo oftalmologista logo nos primeiros anos de vida e na pré-escola para detectar eventuais problemas oftalmológicos.

Isso é particularmente importante se algum parente tem estrabismo ou ambliopia. Além do sintoma do desalinhamento, a criança também pode apresentar dificuldade à luz do sol ou adotar uma posição inclinada da cabeça, na tentativa de usar os dois olhos ao mesmo tempo.

Somente o oftalmologista pode distinguir se o estrabismo é falso ou verdadeiro.

Crianças pequenas podem apresentar uma base do nariz mais larga e uma prega de pele no canto interno da pálpebra, dando a falsa impressão de estrabismo. Somente o oftalmologista pode distinguir se o estrabismo é falso ou verdadeiro. Já nos adultos, os sintomas são mais acentuados e geralmente se apresentam com queixa de visão dupla.

Tratamento

O ideal é que seja feito até os 7 anos de idade, quando o desenvolvimento da visão ainda não está consolidado.
Os objetivos do tratamento do estrabismo são: preservar a visão
- manter os olhos alinhados
- restaurar a visão binocular.

Dependendo da causa do estrabismo, o tratamento pode envolver:
- prescrição de óculos
- tratamento ortóptico
- cirurgia dos músculos que fazem a movimentação do globo ocular
- outros tipos de cirurgia

Após uma completa avaliação ocular, o oftalmologista poderá recomendar o tratamento mais adequado.

Correção Cirúrgica

Quando necessária, a cirurgia é feita nos músculos responsáveis pela movimentação do globo ocular. Nesse procedimento, o olho não é retirado da órbita. Pequenas incisões são feitas para se ter acesso a esses músculos. Dependendo da intensidade do desvio, pode se operar um ou os dois olhos. Em crianças, utiliza-se a anestesia geral.

A anestesia local ou mesmo tópica (somente com colírios anestésicos) pode ser empregada em adultos. Casos mais complexos podem necessitar de duas ou mais cirurgias para se obter um bom resultado. A cirurgia precoce, em crianças, normalmente tem uma indicação médica e não estética, pois ela permite o desenvolvimento normal da visão em ambos os olhos, bem como a binocularidade.

À medida que a criança cresce, as chances para se obter uma boa visão e a binocularidade diminuem. Como toda cirurgia, esse procedimento envolve riscos, mas felizmente são bastante raros.

A esotropia

A utilização de óculos reduz o esforço, corrigindo o desvio

É o desvio dos olhos para dentro, sendo o tipo mais comum nas crianças. As crianças menores com esotropia não usam os seus olhos em conjunto. Na maioria dos casos, a cirurgia precoce para o alinhamento dos olhos é necessária para se obter a visão binocular e prevenir a ambliopia.

A esotropia acomodativa ocorre em crianças com alta hipermetropia, geralmente após o segundo ano de vida. Nesse tipo, o esforço para compensar o grau da hipermetropia estimula a convergência dos olhos. A utilização de óculos reduz esse esforço corrigindo o desvio. A utilização de lentes bifocais pode ser necessária para essa correção.

A exotropia é o desvio dos olhos para fora. Em geral, ocorre quando a criança está olhando para longe. Pode aparecer de modo intermitente, principalmente quando a criança está sonolenta, cansada ou doente.

Sinais e Sintomas

O primeiro sinal é que um dos olhos não está alinhado. A criança deve ser examinada pelo pediatra ou pelo oftalmologista logo nos primeiros anos de vida e na pré-escola para detectar eventuais problemas oftalmológicos. Isso é particularmente importante se algum parente tem estrabismo ou ambliopia.

Além do sintoma do desalinhamento, a criança também pode apresentar dificuldade à luz do sol ou adotar uma posição inclinada da cabeça, na tentativa de usar os dois olhos ao mesmo tempo.

Somente o oftalmologista pode distinguir se o estrabismo é falso ou verdadeiro

Crianças pequenas podem apresentar uma base do nariz mais larga e uma prega de pele no canto interno da pálpebra, dando a falsa impressão de estrabismo. Somente o oftalmologista pode distinguir se o estrabismo é falso ou verdadeiro. Já nos adultos, os sintomas são mais acentuados e geralmente se apresentam com queixa de visão dupla.

Fonte: www.dayhorc.com.br

ESTRABISMO

Cirurgia - Estrabismo

É o desvio dos olhos

É o desvio dos olhos.

Na infância, este desvio pode ser quase imperceptível e causar a ambliopia

Diversas formas de estrabismo

É o desvio dos olhos. Pode se apresentar das seguintes formas: Interno (ET),Externo (XT),Vertical: para cima ou para baixo ou Torcional: em torno do eixo Antero-posterior do olho.

Em crianças

Na infância, este desvio pode ser quase imperceptível e causar a ambliopia (visão esquecida) de um dos olhos, por isto é fundamental que você leve seus filhos ao oftalmologista aos três anos de idade. Deste modo haverá tempo para o tratamento, com óculos ou oclusão (tampão), até o final do desenvolvimento da visão, aos sete anos de idade.

Em alguns casos é necessário um tratamento mais invasivo (toxina botulínica, o famoso Botox, ) ou mesmo cirurgia.

Em Adultos

Parte destes estrabismos, classificados como paréticos ou paralíticos

Na vida adulta o desvio dos olhos pode causar diplopia (visão dupla) e acontece em indivíduos hipertensos, diabéticos ou após trauma.

Parte destes estrabismos, classificados como paréticos ou paralíticos, se resolve espontaneamente, apenas com acompanhamento clínico (oclusão alternada dos olhos, vitamina B, vasodilatores, etc).

Fonte: www.penidoburnier.com.br

estrabismo

Você deve suspeitar de estrabismo quando perceber que um dos olhos de seu filho ou de outra pessoa não estiver olhando o objeto fixado.

Ao observar um objeto, a pessoa estrábica o faz com um olho apenas, enquanto o outro olho, o olho desviado, parece olhar em outra direção.

Quais são os tipos de Estrabismo?

É importante reconhecer as diversas formas de estrabismo pois sua evolução e tratamento diferem.

Esotropia ou estrabismo convergente, quando um dos olhos está desviado para dentro, para o lado nasal, como se o olho desviado olhasse o próprio nariz. É a forma mais comum de estrabismo. Pode acometer os dois olhos ao mesmo tempo.

Olho Direito desviado para dentro

Exotropia ou estrabismo divergente, quando um dos olhos se encontra desviado para fora. Com freqüência, esta forma de estrabismo só é evidenciada no olhar à distância.

Hipertropias.

Estas são formas de estrabismo em que um dos olhos se encontra desviado para cima enquanto o outro olho fixa o objeto. As hipertropias com freqüência vêm acompanhada de esotropia ou exotropia, tornando assim a condição mais complexa.

Ciclotropias.

São formas mais raras de estrabismo, nas quais um olho ou ambos os olhos se encontram girados no sentido horário ou anti-horário. As ciclotropias podem vir acompanhadas de um balanço ou movimento intermitente dos olhos conhecido como nistagmo.

Pseudo-estrabismo.

Quando num exame oftalmológico detalhado não se confirma a suspeita de estrabismo, tem-se o chamado falso ou pseudo estrabismo. Geralmente é observado em crianças que têm uma base do nariz mais larga associada à presença de uma acentuada prega do canto interno dos olhos, como nas pessoas de raça oriental.

Quando estas crianças olham para o lado, têm-se a impressão de que apresentam um desvio dos olhos para dentro. Um simples exame feito pelo oftalmologista, conhecido como teste de cobertura, irá demonstrar a normalidade ou a ausência de estrabismo.

Existem algumas formas de estrabismo chamadas intermitentes, nas quais o desvio ou estrabismo só se manifesta eventualmente. Isto pode ocorrer nas fases iniciais do estrabismo.

O Estrabismo e a visão

Em algumas formas de estrabismo os chamados latentes ou não manifestos, a visão é pouco ou quase nada afetada. Os sintomas mais comuns nesta forma de estrabismo são: ardor ocular, visão embaçada e dor de cabeça. Estes sintomas podem ocorrer durante ou após os esforços visuais prolongados, tais como ler, assistir TV, trabalhar muito tempo no computador, etc.

Com freqüência, entretanto, o estrabismo irá determinar uma baixa visual acentuada no olho estrábico. Chamada de ambliopia estrabísmica, esta baixa visual decorre do não desenvolvimento da área do cérebro responsável pela visão do olho estrábico. É como se a visão do olho desviado fosse anulada ou suprimida pelo cérebro, privilegiando o olho de visão mais nítida.

A supressão é uma forma de defesa, que preserva a pessoa portadora de estrabismo de conviver com a visão simultânea de dois objetos diferentes (o olho desviado estaria olhando para um objeto e o olho normal para outro).

Se não tratada, a pessoa portadora de estrabismo também terá dificuldades com a percepção de profundidade, ou de distância entre os objetos. Conhecida como visão estereoscópica, esta noção de profundidade só é possível quando se olha para um objeto com os dois olhos ao mesmo tempo. A pequena diferença no ângulo com que o objeto é visto pelos dois olhos é que nos dá a noção de profundidade.

Quais são as causas do Estrabismo?

Embora freqüentemente não se saiba a causa do estrabismo, em muitos casos ele está ligado a uma herança genética.

O estrabismo pode surgir como decorrência da falta do uso de óculos no momento certo. É o que acontece com crianças quando entram na escola e passam a usar a visão de forma mais acentuada. A presença de hipermetropia (um tipo de defeito de refração ou grau) nestas crianças, causa um estrabismo chamado acomodativo.

Doenças do sistema nervoso central tais como meningite, paralisia cerebral, síndrome de Down, podem vir acompanhadas de estrabismo. O traumatismo craniano pode provocar desvios transitórios ou permanentes, causando visão dupla, a chamada diplopia.

Quando presente ao nascimento, o estrabismo é chamado de congênito.

Quando levar a criança com estrabismo ao oftalmologista?
Deve-se levar a criança ao oftalmologista assim que se perceba ou se suspeite de estrabismo, não importando a idade. Um exame oftalmológico detalhado irá dizer se a criança é estrábica ou não.

Como é feito o exame de vista?

O exame de vista consiste em: medida da acuidade visual, exame dos movimentos e alinhamento dos olhos, exame da parte anterior do olho e medida da pressão intra-ocular. As pupilas são dilatadas para se determinar a existência de algum defeito de refração e para se examinar o fundo de olho. Os defeitos de visão ou ametropias, popularmente denominados de grau, são a miopia, a hipermetropia e o astigmatismo. Um exame complementar, chamado exame ortóptico, pode ser necessário para avaliar e medir o desvio ocular.

Medida do estrabismo através de prisma

O tratamento do Estrabismo

Além de corrigir o desvio, o tratamento do estrabismo tem por objetivo proporcionar à criança a possibilidade de visão normal nos dois olhos. O melhor resultado obtido com o tratamento seria aquele em que a criança recuperasse também a visão de profundidade.
O tratamento deve ser iniciado assim que o estrabismo for diagnosticado.

A primeira providência consiste em receitar óculos se a criança apresentar algum tipo de grau. Havendo diferença de visão entre os dois olhos, estará indicada a oclusão do olho de melhor visão por tempo variável.

A oclusão só tem resultado em crianças geralmente até os 8 anos de idade. Tem por finalidade fazer com que a criança utilize o olho de pior visão, estimulando assim a área do cérebro relacionada à visão deste olho.

A correção do estrabismo através de cirurgia está indicada quando o desvio dos olhos persiste mesmo após o tratamento clínico ou conservador. A cirurgia visa alinhar os olhos quando a pessoa olha para a frente. Com freqüência, a cirurgia tem finalidade apenas estética, não proporcionando melhora da visão do olho desviado. Por isto mesmo, a cirurgia é apenas mais uma etapa do tratamento.

Em adultos, a cirurgia pode ser realizada sob anestesia local, mas em crianças a anestesia geral é utilizada.

Nos casos em que o estrabismo é apenas latente ou em que haja uma debilidade da musculatura extra-ocular (insuficiência de convergência), o tratamento ortóptico pode ser útil. Habitualmente realizado por um profissional especializado, a ortoptista, o tratamento consiste em exercícios para a musculatura extra-ocular, reforçando-a, diminuindo assim o cansaço aos esforços visuais.

Fonte: www.ipvisao.com.br

Estrabismo

Definição

Estrabismo é um tipo de alteração ocular que desalinha os olhos para direções diferentes e representa a perda do paralelismo dos olhos. O desvio dos olhos pode ser constante e sempre notado, ou poderá ter períodos normais e períodos com olhos desviados. Um dos olhos poderá estar direcionado para frente, enquanto o outro desvia para dentro, para fora, para cima ou para baixo. Em outros casos, o olho desviado poderá estar olhando em frente, ocasionando o desvio do olho que não é desviado.

No olho humano, existem seis pares de músculos extra-oculares, presos do lado de fora de cada globo ocular e que controlam os movimentos. Em cada olho, dois músculos movimentam os olhos para a direita e a esquerda. Os outros quatro músculos movimentam os olhos para cima e para baixo. Para termos os olhos alinhados e focalizados num ponto, todos os músculos oculares devem estar num equilíbrio perfeito de forças. Quando os músculos oculares não trabalham em conjunto ocorre um desvio ocular ou estrabismo.

O estrabismo é mais freqüente entre as crianças, mas pode ocorrer também nos adultos. Atinge de maneira similar homens e mulheres e, em alguns casos, tem caráter familiar. O s tipos mais conhecidos de estrabismo são o esotrópico, que ocorre quando um ou ambos os olhos desviam para dentro, e o exotrópico, quando um ou ambos os olhos entortam para fora. Esse acontece mais quando o paciente olha para longe ou em situações de desatenção e cansaço.

Nos adultos, o estrabismo pode ter alguns fatores envolvidos. Devem ser estudadas as causas, tais como doenças neurológicas, diabetes, doenças de tiróide, tumores cerebrais, acidentes entre outras podem estar relacionadas. Há ainda o pseudoestrabismo, que vem a ser uma condição em que fatores anatômicos ou funcionais podem simular um desvio nos olhos.

Causas

O estrabismo é causado pelo desalinhamento de músculos oculares. Entretanto, não se sabe a causa precisa desse desvio que leva ao estrabismo. Sabe-se que o estrabismo pode ser uma doença familiar. No entanto, em vários pacientes não existe uma história familiar positiva para estrabismo.

O cérebro controla os músculos oculares. Isto explica porque crianças com paralisia cerebral, Síndrome de Down, hidrocefalia, tumores cerebrais podem desenvolver estrabismo. Quando a visão de um dos olhos embaçar devido à catarata ou a outra lesão, geralmente o olho se torna estrábico também.

Com bastante freqüência, os pais têm a falsa impressão de que o problema da criança foi curado espontaneamente. Apesar de o cansaço ou doença poderem piorar o estrabismo, não há cura espontânea do estrabismo. Podem ser sinais da presença de estrabismo: visão dupla, embaralhamento visual, embaçamento aos esforços visuais, entortar a cabeça para ver, fechar um olho na claridade e piscar constantemente. Caso haja suspeita, são necessários exames oftalmológicos para determinar sua causa e iniciar o tratamento imediatamente.

Tratamento

O principal objetivo do tratamento é preservar a visão, colocar os olhos de forma paralela e recuperar a visão binocular. O tratamento do estrabismo vai depender muito de sua causa e pode ser clínico, óptico ou cirúrgico.

Para qualquer tratamento do estrabismo, é recomendado que se inicie diante dos primeiros sinais. Quando criança, é importante que se comece o quanto antes apresentar episódios de desvios dos olhos. As etapas do tratamento podem consistir em colírios específicos, correção do erro refracional com a indicação de óculos, uso de oclusão de um olho para tratar a ambliopia ou cirurgias, que podem corrigi-lo.

O médico oftalmologista especializado em estrabismo (estrabólogo) é o profissional capaz de tratar, diagnosticar e orientar devidamente para todos os casos de estrabismo. Pode ainda ser assessorado por ortoptista, que cuida de desvios, bem como nos exercícios ortópticos.

Nem todo tratamento de estrabismo é cirúrgico. Se a cirurgia for indicada, quanto mais cedo for feita, melhor a chance de a criança desenvolver visão binocular normal. Quando se trata de correção estética na criança e adulto ou cirurgia funcional no adulto, o procedimento pode ser feito em qualquer idade.

Hoje em dia, uma nova modalidade de tratamento está sendo usada em algumas formas especiais de estrabismo e num selecionado grupo de pacientes. Trata-se da aplicação intramuscular de toxina botulínica tipo A. Este tratamento provoca uma paralisia temporária do músculo e ajuda em alguns casos recomendados de estrabismo.

Fonte: www.drvisao.com.br

estrabismo

estrabismo



É a denominação do desvio do olhar conjugado. Isto ocasiona a perda de noção de profundidade e visão binocular.

O estrabismo em crianças, quando não tratado, é responsável por ambliopia (olho preguiçoso).

Tratamento

Existem duas categorias distintas de estrabismo:

Em adultos o tratamento resume-se em diagnosticar a causa do estrabismo e tratar a causa base. Podemos tratar sintomas como visão dupla com oclusão monocular alternada aguardando a resolução da causa base. Eventualmente podemos indicar uma cirurgia para resolução de estrabismo residual, mas sempre aguardamos um intervalo de cerca de seis meses antes de indicar uma correção cirúrgica.

Em crianças devemos ser o mais precoce possível no diagnóstico e terapêutica a serem instituidos, para termos um melhor resultado sensorial, pois até os sete anos o desenvolvimento ocular ainda não está consolidado. Após esta idade, todos os tratamentos visando uma recuperação sensorial (da acuidade visual) terão resultados medíocres.

As metas para um tratamento eficaz do estrabismo são:

Preservar a visão do olho normal, e recuperar a visão do olho amblíope
Alinhar os olhos

Procurar restaurar a visão binocular

Cirurgia: Alinhamento Ocular

A cirurgia atua sobre a musculatura ocular. O grupo muscular que será operado depende do tipo de desvio ocular de cada paciente. Em alguns casos, poderá ser necessária mais de uma intervenção cirúrgica.É realizado freqüentemente, sob anestesia geral em centro cirúrgico, podendo em adultos ser realizada sob anestesia local.A recuperação pós-operatória é rápida, e em cerca de uma semana os pacientes podem recuperar suas atividades habituais.

Lembramos sempre que a cirurgia do estrabismo é uma complementação do tratamento clínico.

Fonte: www.clinicalavue.com.br

estrabismo

estrabismo

É quando um dos olhos se fixa ao longe em um ponto e o outro não, desviando-se. Ele pode ser horizontal convergente ou divergente, e vertical para cima ou para baixo, e até obliquo.

Pode ser ainda, unilateral, alternante, intermitente, concomitante ou paralítico e é devido a varias causas, entre elas a hipermetropia.

Fonte: www.wellingtonsantos.com

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