Franklin Távora (João F. da Silveira T.), advogado, jornalista, político, romancista, teatrólogo, nasceu em Baturité, CE, em 13 de janeiro de 1842, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 18 de agosto de 1888. É o patrono da Cadeira n. 14, por escolha do fundador Clóvis Beviláqua.
Era filho de Camilo Henrique da Silveira Távora e de Maria de Santana da Silveira. Fez os primeiros estudos em Fortaleza. Em 1884 transferiu-se com os pais para Pernambuco. Fez preparatórios em Goiana e Recife, em cuja Faculdade de Direito matriculou-se em 1859, formando-se em 1863. Lá viveu até 1874, tendo sido funcionário, deputado provincial e advogado, com breve intervalo em 1873 no Pará, como secretário de governo. Em 1874, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde viveu como funcionário da Secretaria do Império. Foi jornalista ativo, redigindo A Consciência Livre (1869-1870) e A Verdade (1872-73).
Iniciou a vida literária ainda estudante. No que se pode chamar a sua fase recifense, publicou os contos da Trindade maldita (1861); os romances Os índios do Jaguaribe (1862); A casa de palha (1866); Um casamento no arrabalde (1869); os dramas Um mistério de família (1862) e Três lágrimas (1870).
No Rio de Janeiro, teve influência na vida literária, fundando e dirigindo com Nicolau Midosi a Revista Brasileira (2a fase), de que saíram dez volumes de 1879 a 1881. Ao mesmo tempo, inicia uma fase de reconstituição do passado pernambucano, marcadamente regionalista, tanto na ficção quanto na investigação histórica. Fez cerrada campanha contra José de Alencar, por não concordar com o seu romantismo idealista. É tido como um dos precursores do Realismo, embora os seus romances ainda sejam grandiloqüentes e românticos. No romance O sacrifício (1879), são evidentes as concepções naturalistas. Intérprete literário de um regionalismo que se vinha exprimindo ideologicamente desde o início do século, defendeu o que chamava uma literatura do Norte, em oposição a uma literatura do Sul, considerada cheia de estrangeirismos e antinacionalismo. Pseudônimos: Semprônio e Farisvest.
Fundou a Associação dos Homens de Letras e foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.
Fonte: www.academia.org.br

Franklin Távora
Nome completo: João Franklin da Silveira Távora
Nascimento: Baturité, CE, em 13 de janeiro de 1842.
Falecimento: Em 18 de agosto de 1888.
Forma autorizada: Távora, Franklin
Advogado, jornalista, político, romancista, teatrólogo. Era filho de Camilo Henrique da Silveira Távora e de Maria de Santana da Silveira. Fez os primeiros estudos em Fortaleza. Em 1884 transferiu-se com os pais para Pernambuco. Fez preparatórios em Goiânia e Recife, em cuja Faculdade de Direito matriculou-se em 1859, formando-se em 1863. Lá viveu até 1874, tendo sido funcionário, deputado provincial e advogado, com breve intervalo em 1873 no Pará, como secretário de governo. Em 1874, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde viveu como funcionário da Secretaria do Império. Foi jornalista ativo, redigindo A Consciência Livre (1869-1870) e A Verdade (1872-73).
Iniciou a vida literária ainda estudante. No Rio de Janeiro, teve influência na vida literária, fundando e dirigindo com Nicolau Midosi a Revista Brasileira (2a fase), de que saíram dez volumes de 1879 a 1881. Ao mesmo tempo, inicia uma fase de reconstituição do passado pernambucano, marcadamente regionalista, tanto na ficção quanto na investigação histórica. Fez cerrada campanha contra José de Alencar, por não concordar com o seu romantismo idealista. É tido como um dos precursores do Realismo, embora os seus romances ainda sejam grandiloqüentes e românticos. No romance O sacrifício (1879) são evidentes as concepções naturalistas. Intérprete literário de um regionalismo que se vinha exprimindo ideologicamente desde o início do século, defendeu o que chamava uma literatura do Norte, em oposição a uma literatura do Sul, considerada cheia de estrangeirismos e antinacionalismo.
Fundou a Associação dos Homens de Letras e foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.
Fonte: catalogos.bn.br
João Franklin da Silveira Távora nasceu no Ceará em 1842 e faleceu no Rio de Janeiro, em 1888. Formou-se em direito pela Faculdade de Recife, importante núcleo intelectual no Brasil do século XIX. Da advocacia passou para a política, elegendo-se deputado provincial. Na década de 1870, envolveu-se em uma polêmica contra seu conterrâneo, o escritor José de Alencar. Sob o pseudônimo de Semprônio, nas Cartas a Cincinato, tentou denegrir a imagem de Alencar como grande escritor nacional. Nessas mesmas cartas, empreendeu uma campanha em favor da literatura regionalista, que seria a verdadeira expressão da nacionalidade literária brasileira. No Rio de Janeiro, foi o fundador da Revista Brasileira, em que discute questões relacionadas à literatura e à política, principalmente.
Távora tinha como maior projeto criar uma espécie de "Literatura do Norte". O esforço, porém, foi em vão. Desiludido das letras e da política, queimou alguns textos inéditos e veio a falecer em estado de pobreza.
Fonte: www.redacional.com.br

Franklin Távora
Franklin Távora (João F. da Silveira T.), advogado, jornalista, político, romancista, teatrólogo, nasceu em Baturité, CE, em 13 de janeiro de 1842, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 18 de agosto de 1888. É o patrono da Cadeira n. 14, por escolha do fundador Clóvis Beviláqua.
Era filho de Camilo Henrique da Silveira Távora e de Maria de Santana da Silveira. Fez os primeiros estudos em Fortaleza. Em 1884 transferiu-se com os pais para Pernambuco. Fez preparatórios em Goiana e Recife, em cuja Faculdade de Direito matriculou-se em 1859, formando-se em 1863. Lá viveu até 1874, tendo sido funcionário, deputado provincial e advogado, com breve intervalo em 1873 no Pará, como secretário de governo. Em 1874, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde viveu como funcionário da Secretaria do Império. Foi jornalista ativo, redigindo A Consciência Livre (1869-1870) e A Verdade (1872-73).
Iniciou a vida literária ainda estudante. No que se pode chamar a sua fase recifense, publicou os contos da Trindade maldita (1861); os romances Os índios do Jaguaribe (1862); A casa de palha (1866); Um casamento no arrabalde (1869); os dramas Um mistério de família (1862) e Três lágrimas (1870).
No Rio de Janeiro, teve influência na vida literária, fundando e dirigindo com Nicolau Midosi a Revista Brasileira (2a fase), de que saíram dez volumes de 1879 a 1881. Ao mesmo tempo, inicia uma fase de reconstituição do passado pernambucano, marcadamente regionalista, tanto na ficção quanto na investigação histórica. Fez cerrada campanha contra José de Alencar, por não concordar com o seu romantismo idealista. É tido como um dos precursores do Realismo, embora os seus romances ainda sejam grandiloqüentes e românticos. No romance O sacrifício (1879), são evidentes as concepções naturalistas. Intérprete literário de um regionalismo que se vinha exprimindo ideologicamente desde o início do século, defendeu o que chamava uma literatura do Norte, em oposição a uma literatura do Sul, considerada cheia de estrangeirismos e antinacionalismo. Pseudônimos: Semprônio e Farisvest.
Fundou a Associação dos Homens de Letras e foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.
Além das obras da fase recifense, escreveu: Três lágrimas, drama (1870); Cartas de Semprônio a Cincinato, crítica (1871); O Cabeleira, romance (1876); O matuto, crônica (1878); Lourenço, romance (1878); Lendas e tradições do norte, folclore (1878); Sacrifício, romance (1879).
Fonte: www.bibvirt.futuro.usp.br
Nasceu em Baturité, no interior do Ceará. Formou-se em Direito, na célebre Faculdade do Recife. Em 1874 mudou-se para o Rio de Janeiro e ingressou na vida burocrática onde desempenhou funções mais ou menos modestas. O gosto pela história acabou levando-o ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Morreu na pobreza aos quarenta e seis anos.
As letras têm, como a política, um certo caráter geográfico; mais no Norte, porém, do que no Sul, abundam os elementos para a formação de uma literatura propriamente brasileira, filha da terra. A razão é óbvia: o Norte ainda não foi invadido como está sendo o Sul de dia em dia pelo estrangeiro. (...)
Temos o dever de levantar ainda com luta e esforço os nobres foros dessa região, exumar seus tipos legendários, fazer conhecidos seus nomes, suas lendas, sua poesias máscula, nova, vívida e louçã...
Os desígnios do romancista não se realizaram, no entanto. No caso de seu relato mais conhecido, O Cabeleira, a intenção de realismo esgota-se na reconstituição do ambiente e na escolha de uma história de cangaço, ocorrida objetivamente no século XVIII. Nem o assunto nem a distância histórica garantiram verossimilhança à narrativa, perturbada pela contradição permanente dos sertanistas românticos: observações realistas dentro de um arcabouço exagerado e melodramático de folhetim.
Fonte: educaterra.terra.com.br
Escritor brasileiro.
Primeiro romancista do nordeste, defensor de um regionalismo radical, adotou temas do sertão nordestino.
Defensor de uma "literatura do Norte", que opunha à de José de Alencar, Franklin Távora desenvolveu temas do sertão nordestino em seus romances e contos. Se por vezes cedeu à tentação do pitoresco, foi também hábil na "exatidão daguerreotípica" que pretendia. Por seu regionalismo extremado, foi considerado por muitos o primeiro romancista do Nordeste. João Franklin da Silveira Távora nasceu em Baturité CE em 13 de janeiro de 1842.
Foi educado em Recife PE, onde se formou em direito e ocupou os cargos de diretor da Instrução Pública e secretário da Assembléia Provincial. Ao mudar-se para o Rio de Janeiro, ingressou na Secretaria do Império. Estreou com os contos ultra-românticos de A trindade maldita (1861), nos quais ainda não se fazia sentir a típica orientação de sua obra.
Esta se definiu nos romances que escreveu a seguir:
Em um casamento no arrabalde (1869), enfeixou os contos mais maduros. Em Cartas a Cincinato (1870), explicou sua concepção de romance, com ênfase na autonomia literária regional. Deu contribuição ao folclore com Lendas e tradições populares (1878) e evidenciou curiosidade documentária em numerosos fragmentos de estudos históricos.
Para o teatro, escreveu Um mistério de família (1861) e Três lágrimas (1870). Franklin Távora, que no fim da vida se mostrou desgostoso da literatura, morreu no Rio de Janeiro RJ em 18 de agosto de 1888.
Fonte: br.geocities.com

João Franklin da Silveira Távora
João Franklin da Silveira Távora (Baturité, 13 de janeiro de 1842 — Rio de Janeiro, 18 de agosto de 1888) foi um advogado, jornalista, político, romancista e teatrólogo brasileiro.
Em 1884 transferiu-se com os pais para Pernambuco. Fez preparatórios em Goiana e Recife, em cuja Faculdade de Direito matriculou-se em 1859, formando-se em 1863. Lá viveu até 1874, tendo sido funcionário público, deputado provincial e advogado, com breve intervalo em 1873 no Pará, como secretário de governo. Em 1874, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi funcionário da Secretaria do Império.
Iniciou o romantismo de caráter regionalista no Nordeste. Uma de suas obras mais marcantes é O Cabeleira, romance passado em Pernambuco do século XVIII. Foi crítico ferrenho de outros grandes autores brasileiros, como José de Alencar.
Homenageado pela Academia Brasileira de Letras, é o patrono da cadeira de número 14, escolhido por Clóvis Beviláqua.
Fonte: pt.wikipedia.org