Antes de 1950 os meteorologistas usavam números para identificar tempestades tropicais. Em 1953, todas as tempestades tropicais observadas, passaram a receber nomes femininos, em ordem alfabética. Em 1979, foram incluídos os nomes masculinos. A OMM, Organização Meteorológica Mundial levou em consideração, então, nomes que possam ser bem compreendidos em inglês, espanhol e Francês. Essas regras valem para o Atlântico e o Pacífico Norte. Os furacões e Tufões reportados a oeste do Pacífico, no Índico, além da Oceania têm suas próprias regras de classificação.
Os nomes dos Furacões, tanto do Pacífico como do Atlântico Norte são pré-determinados. A cada seis anos repete-se a lista. Ou seja, os nomes adotados em 1996, por exemplo, serão reutilizados em 2002. Muitos nomes, no entanto, têm sido retirados dessa lista. Quando um grande furacão produz grandes danos, catastróficos, seu nome é retirado da lista e substituído por outro de mesma letra inicial. Alguns furacões que foram retirados são: Alícia - 1983, Allen - 1980, Andrew - 1992, Bob - 1997, David - 1979, Elena - 1985, Frederick - 1979, Gilbert - 1985, Gloria - 1985, Hugo - 1989, Joan - 1988, Klaus - 1996.
Nem todos os nomes são utilizados em um ano. Dependendo da temporada, podemos ter menos que os 21 nomes, pré-determinados para a lista do Atlântico Norte, por exemplo. Nesse caso, os nomes restantes não são utilizados e a próxima temporada se inicia com o primeiro nome daquele ano.
Fonte: www.infotempo.com