O gás natural é uma mistura de gases encontrado frequentemente em combustíveis fósseis, isolado ou acompanhado ao petróleo. Ainda que a sua composição seja diferente dependendo da fonte da qual é extraido, é composto principalmente por metano em quantidades que superam 90 ou 95%, e contém outros gases como nitrogênio , etano, CO2 ou restos de butano ou propano.

Os fogões usam gás natural.
É empregado como combustível tanto em indústrias quanto doméstico. É considerado uma fonte de energia mais limpa que os derivados do petróleo e o carvão. Alguns dos gases de sua composição são eliminados porque não possuem capacidade energética (nitrogênio ou CO2) ou porque podem deixar resíduos nos condutores devido ao seu alto ponto de ebulição em comparação o do gás natural (butano e ano).
Combustível: Sua queima é limpa e dá uma vida mais longa
ao equipamentos de utilizam o gás e menor custo de manutenção.
Automotivo: Utilizado para motores de ônibus, automóveis e caminhões
substituindo a gasolina, álcool e o diesel.
Industrial: Utilizada em indústrias para a produção de
metanol, amônia e uréia.
Ver artigo principal: Lista de usinas que produzem gás natural.
Existem várias termoelétricas a gás natural gerando eletricidade
no mundo. Sua distribuição pode ser na forma gasosa ou líquida,
depois de resfriado a -160 graus Celsius.
As desvantagens do gás natural em relação ao butano são: mais difícil de ser transportado, devido seu ao fato de ocupar maior volume, mesmo pressurizado, também é mais difícil de ser liquefeito requerendo temperaturas da ordem de -160°C. Também estão sendo investigandas as jazidas de hidratos de metano que se estima haver reservas energéticas muito superiores as atuais de gás natural.

Fonte: pt.wikipedia.org
O Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) é o derivado mais leve do refino do petróleo. É gasoso na pressão atmosférica ou liquefeito por pressurização.
A fase líquida é mais leve que a água (d=0,5) e a fase gás é mais pesada que o ar (d=2). Possui pressão de vapor alta em relação aos outros derivados, sendo portanto altamente volátil, além de um alto poder calorífico e boa octanagem.
O GLP é usado no Brasil principalmente como combustível doméstico em fogões e aquecedores de água. Na indústria é utilizado principalmente em processos que requeiram queima praticamente isenta de impurezas, onde os gases de combustão tenham contato direto com o produto ou em áreas com limitações de emissões para a atmosfera. Pode ser queimado em motores de combustão interna, ciclo Otto, devido à boa octanagem e baixas emissões. Também é utilizado na petroquímica para a produção de borrachas e polímeros.
A queima do GLP produz baixas emissões de CO, SOx e particulados, quando comparada com a gasolina, diesel ou óleo combustível, implicando em menor poluição atmosférica e agressão ao meio ambiente. Para o transporte a granel, por força de lei, o motorista da carreta deverá ter sempre em seu poder a ficha de emergência do produto, acondicionada em envelope específico, para uso e orientação das autoridades públicas (polícia, bombeiros, etc.) em caso de acidente. Tanto a ficha quanto seu envelope poderão ser requisitados via Formulário de Solicitação de Material (S.M.), através dos números de estoque 7550-602-5854-6 (ficha de emergência do GLP) e 7530-602-5868-6 (envelope para ficha de emergência).
Fonte: www.br.com.br
O GLP - gás liquefeito de petróleo - pode ser separado das frações mais leves de petróleo ou das mais pesadas de gás natural. À pressão atmosférica e temperaturas normalmente encontradas no ambiente, é um produto gasoso, inflamável, inodoro e asfixiante, quando aspirado em altas concentrações.
À temperatura ambiente, mas submetido à pressão na faixa de 3 a 15 kgf/cm2, o GLP se apresenta na forma líquida. Desde fato resultam o seu nome - gás liquefeito de petróleo - e a sua grande aplicabilidade como combustível, devido à facilidade de armazenamento e transporte do gás, a partir do seu engarrafamento em vasilhames.
Para que os vazamentos de gás seja, facilmente identificados, compostos a base de enxofre são adicionados, apenas para lhe dar um odor característico, sem lhe atribuir características corrosivas.
O GLP consumido no País provem em sua maior parte do refino do petróleo. O petróleo é basicamente uma mistura de hibrocarbonetos, compostos formados por átomos de carbono e hidrogênio. O processo de refinação do petróleo consiste em se separar estas misturas em faixas delimitadas onde certas características podem ser associadas aos produtos obtidos.
O GLP é um derivado composto da mistura de hibrocarbonetos com 3 e 4 átomos de carbono com ligação simples, denominados de propano e butanos. Ligações duplas, propeno e buteno, também ocorrem com freqüência, principalmente na corrente de GLP proveniente das refinarias.
Constituintes mais leves, como etano, e mais pesados como pentanos, são admitidos desde que:
a pressão de vapor a 37,8oC não ultrapasse o valor de 15,0 kgf/cm2, o que limita a quantidade de leves;
o ponto de ebulição de 95% do volume de gás, a 760 mmHg, não ultrapasse o valor de +2oC (característica conhecida como intemperismo), o que limita a quantidade de pesados.
A quantidade de enxofre é limitada em 0,36 g/m3, o que normalmente só é obtido em refinarias após a corrente de gases passar por tratamento específico.
A primeira etapa do processo de refino é a destilação atmosférica. Nela o petróleo é aquecido e fracionado em uma torre, de onde são extraídos, por ordem crescente de densidade, gases combustíveis, GLP, gasolina, nafta, solventes e querosenes, óleo diesel e um óleo pesado, chamado de resíduo atmosférico, extraído pelo fundo da torre.
Em seguida este resíduo é reaquecido e enviado para uma outra torre onde o fracionamento se dá a uma pressão abaixo da atmosférica, sendo então extraído mais uma parcela de óleo diesel e um produto chamado genericamente de gasóleo. O resíduo de fundo desta destilação, chamada a vácuo, pode ser especificado como óleo combustível ou asfalto, ou até mesmo servir como carga de outras unidades mais complexas de refinação, sempre com o objetivo de se produzir produtos mais nobres do que a matéria-prima que os gerou.
O gasóleo, por exemplo, serve como matéria-prima para o processo de craqueamento catalítico, onde altas temperaturas conjugadas à presença de catalisadores químicos partem as moléculas, transformando-o em gases combustíveis, GLP, gasolina e outros produtos. Esta unidade de craqueamento catalítico fluído, conhecida como FCC, é a grande geradora de GLP produzido nas refinarias brasileiras. Após tratamento para remoção de enxofre e compressão dos gases, a parte que se liqüefaz à temperatura ambiente é armazenada em esferas e denominada gás liquefeito de petróleo, GLP.
Outro processo de onde é extraído parte do GLP consumido no País é o que ocorre nas Unidades de Processamento de Gás Natural, UPGN, na quais as frações mais pesadas do gás são separadas da corrente, produzindo GLP e um derivado na faixa da gasolina.
De cada barril de petróleo a refinar, o rendimento em derivados varia de acordo com o tipo de petróleo, as condições operacionais e, por último, com os processos utilizados. Por exemplo, petróleos mais leves geram maior quantidade de derivados leves, como gases combustíveis, GLP e gasolina. Petróleos pesados geram mais óleo combustível ou asfalto. O objetivo sempre é o de atender o mercado nacional de derivados ao menor custo e em quaisquer circunstâncias.
De qualquer forma existe uma limitação na quantidade de GLP produzida a partir da refinação do petróleo. Atualmente, com a gama de tipos de petróleo processados e as unidades em operação nas refinarias brasileiras, aproximadamente 9% do petróleo refinado é transformado em GLP. Em 1997, as unidades em operação nas refinarias, somadas com as UPGN, produziram uma média mensal de cerca de 325.000 toneladas (t) de GLP, o que fica muito aquém da demanda média brasileira de aproximadamente 525.000 t/mês. A diferença, em torno de 40% do consumo, é completada a partir de GLP importado. Daí a importância da existência de projetos de racionalização do uso deste combustível.
A opção de se aumentar a oferta de GLP simplesmente a partir do aumento da capacidade de refino não revela a mais atraente do ponto de vista de custos, uma vez que o aumento de 60% da capacidade de refino, necessário para atender o mercado, acarretaria uma sobra considerável de outros combustíveis, principalmente gasolina e óleo combustível, e a conseqüente dificuldade de se comercializá-los a preços atrativos. Desta forma, a menos que aconteça um rearranjo do perfil de consumo de derivados no País, a importação de GLP se fará presente ainda por muito tempo.
Fonte: www.gasbrasil.com.br
O Gás Natural é uma mistura de hidrocarbonetos leves que na temperatura ambiente e pressão atmosférica, permanece no estado gasoso. O gás natural apresenta características adequadas para ser utilizado como combustível em instalações industriais, comerciais, residenciais e como matéria-prima em indústrias químicas, siderúrgicas e de fertilizantes.
O Gás Natural é extraído de jazidas naturais subterrâneas formadas por rochas sedimentares porosas e permeáveis e cobertas por estratos impermeáveis que impedem a sua saída para o exterior.O Gás, assim como petróleo, formou-se nessas jazidas subterrâneas como resultado da decomposição de sedimentos naturais ao longo de muitos milhares de anos.O gás natural pode estar acompanhado por petróleo (gás associado) ou é encontrado constituindo um reservatório de gás (gás não-associado).O Gás Natural utilizado pela Potigás é, na sua maior parte, gás associado proveniente dos campos de produção de petróleo e gás do Rio Grande do Norte.
O metano (CH4) é o principal componente do gás natural. Mais leve que o ar, à temperatura ambiente permanece gasoso. O gás natural é inodoro, incolor, inflamável e asfixiante quando respirado em altas concentrações. Para facilitar a identificação de vazamentos, são adicionados compostos à base de enxofre (Mercaptans) ao gás em concentrações suficientes para lhe dar um odor marcante.
As especificações do gás para consumo são ditadas pela Portaria no. 41, emitida pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) em 15/04/1998.
O gás natural é amplamente utilizado na indústrias, comércio, residências, veículos e na geração de energia elétrica.
Na indústria, o gás natural é utilizado como combustível para fornecimento de calor, como matéria-prima nos setores químicos, petroquímico e de fertilizantes, como redutor siderúrgico e geração de eletricidade.
No comércio e serviços, ele substitui com vantagens o GLP o óleo diesel e a lenha (em padarias e restaurantes).
Como combustível veicular o gás natural é utilizado em automóveis, ônibus, caminhões, substituindo a gasolina, álcool e o óleo diesel.
O programa brasileiro de expansão da capacidade de geração de energia elétrica está fortemente apoiado na instalação de UTE (Usinas Térmicas de Eletricidade) movidas à gás natural. Mais recentemente o gás natural tem sido muito utilizado em projetos de co-geração que proporcionam alta eficiência energética na produção de eletricidade, calor e frio.
As vantagens do uso do gás natural são muitas, tanto para o consumidor como para a sociedade. A começar pelo baixo custo.
Clique aqui para saber a Economia que você pode fazer com o uso do Gás Natural.
Os benefícios do gás natural para os consumidores são vários.
Fonte: www.potigas.com.br