Utilizado como matéria-prima nas indústrias siderúrgica, química, petroquímica e de fertilizantes, o gás natural fornece calor, gera eletricidade e força motriz, com a vantagem de ser menos poluente que outros combustíveis, como os derivados de petróleo e o carvão. Na área de transportes, tem a capacidade de substituir o óleo diesel, a gasolina e o álcool.
O gás natural é uma mistura de gases extremamente leves, com aproximadamente 90% de metano. É encontrado na natureza associado ao petróleo, existindo também poços apenas de gás natural. É considerado um combustível alternativo, mas não renovável. Queimar gás natural em veículos automotores poderá reduzir a poluição do ar nas grandes cidades, pois este combustível é bem menos poluente do que a gasolina, já que tem menos impurezas na sua composição.
É o início da cadeia de suprimento da indústria petrolífera, que engloba a pesquisa geológica, que é realizada para identificar a existência de acúmulo de petróleo e/ou gás natural e a conseqüente perfuração de poço para a comprovação de sua efetiva existência.
Consiste na extração do combustível fóssil, e o processo de separá-lo de outras substâncias consorciadas, como a água e as partículas sólidas, através de Separadores.
Caso o gás possua uma quantidade elevada de enxofre, é levado para a Unidade de Desulferização para adequação. Após que, uma parte é consumida no próprio local para acionar as turbinas da termelétrica e outros equipamentos geradores de vapor e o restante é transportado para a Unidade de Processamento.
Nas unidades de Processamento de Gás Natural - UPGN, o gás é desidratado e sofre o processo de fracionamento, que propicia a obtenção dos seguintes elementos: metano e etano; propano e butano (gás liquefeito utilizado em cozinha - GLP).
No estado gasoso o gás natural é transmitido através de gasoduto, caso contrário é armazenado e transportado em cilindros de alta pressão, como Gás Natural Comprimido - GNC ou Gás Natural Liquefeito - GNL.
Gasoduto Bolívia-Brasil- Em julho de 1999 tem início a importação do gás natural proveniente da Bolívia, através do gasoduto Bolívia-Brasil. Nesse ano, são importados 400 milhões de metros cúbicos. Em 2000, o total salta para 2,210 bilhões de metros cúbicos, quantia superada já nos sete primeiros meses de 2001, quandose acumulavam 2,298 bilhões de metros cúbicos importados no ano.
Inaugurado em 1999, o gasoduto é considerado um dos maiores projetos de infra-estrutura do mundo, orçado em 2 bilhões de dólares. Entram em atividade 1.968 quilômetros, do total de 3.150 quilômetros previstos, ligando os municípios de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, e Guararema, no interior de São Paulo. Embora as tubulações permitam o transporte de até 30 milhões de metros cúbicos de gás por dia, o acordo inicial prevê o fornecimento de 9 milhões de metros cúbicos diários.
É a etapa que antecede o consumo, portanto tem que atender as especificações para uso, inclusive deverá possuir uma substância Odorante, para facilitar a sua percepção em caso de vazamento.
O gás natural é um energético versátil e é adotado para uso residencial, comercial, industrial e automotivo.
O gás natural, em relação a outros combustíveis fósseis, apresenta um menor grau de elementos poluentes.
No transporte por gasoduto, haja vista a distância percorrida, e na prospecção, pela metodologia envolvida, perfuração e uso de explosivos, acaba interferindo no meio ambiente.
PRÓ: é versátil, de alta eficiência na produção de eletricidade e não vai faltas. Polui menos que o carvão e o petróleo.
CONTRA: os preços instáveis em algumas regiões; exige grandes investimentos em infa-estrutura de transporte(gasodutos ou terminais marítimos).
Fonte: www.cei.santacruz.g12.br
O Gás Natural é a designação genérica de um combustível de origem fóssil, formado pela mistura de hidrocarbonetos leves que permanecem no estado gasoso nas condições ambientes de temperatura e pressão, entre os quais se destaca o metano ( CH4), sendo encontrado na natureza normalmente em reservatórios profundos no subsolo, associado ou não ao petróleo.
Do mesmo modo que o petróleo, o Gás Natural é resultado da decomposição de matéria orgânica originada de grandes quantidades de organismos que existiam no mares no período pré-histórico. Os movimentos de acomodação da crosta da terra causaram o soterramento dessa matéria orgânica a grandes profundidades e essa decomposição se realizou em ausência de ar, a grandes temperaturas e sob altas pressões.
Tal e como é extraído das jazidas, o Gás Natural é um produto incolor e inodoro, não é tóxico e é mais leve que o ar. Além disso, é uma energia livre de enxofre e a sua combustão é completa, liberando como produtos da mesma o dióxido de carbono (CO2) e vapor de água. Sendo tais produtos não tóxicos, o Gás Natural é uma energia ecológica e não poluente.
A unidade básica de medida para o Gás Natural é o metro cúbico por dia (m3/dia), utilizando-se para grandes quantidades, o milhão de metros cúbicos por dia - Mm3/dia. A energia produzida pela combustão do gás é usualmente medida em quilocaloria ( Kcal). Ou em -MMBTU - milhões de British Thermal Unit.
O Gás Natural possui densidade específica menor que a do ar, o que facilita a sua dispersão na atmosfera em caso de vazamento e reduz os riscos de acidentes, ao contrário do GLP – Gás Liqüefeito de Petróleo, ou gás de cozinha, produto derivado do petróleo e utilizado atualmente em nossas residências que, sendo mais pesado que o ar, acumula-se ao nível do solo podendo causar sérios acidentes por intoxicação. O Gás Natural para ser comercializado necessita “estar conforme” em relação às especificações do Regulamento Técnico da Agência Nacional de Petróleo (ANP), a qual determina que o gás somente poderá conter teores extremamente baixos de umidade, bem como de dióxido de carbono e compostos de enxofre. Isto torna o Gás Natural um produto que não provoca corrosão no interior das tubulações, tornando possível uma vida longa para as instalações e deixando-as isentas de vazamentos. É possível fazer uma analogia com o fornecimento de energia elétrica onde o “estoque” de gás está nos campos de produção na Bolívia e o de energia elétrica está na água dos reservatórios das hidrelétricas.
A ingestão ou inalação acidental de Gás Natural não provoca danos à saúde das pessoas, pois ele não é tóxico e, na medida que as pessoas respirarem ar fresco ele é eliminado não deixando qualquer resíduo no organismo.
O projeto de engenharia da rede de distribuição, associado às reservas de gás natural bolivianas, com capacidade estimada para 600 anos, garantem ao consumidor o fornecimento contínuo de gás a qualquer hora, não sendo necessária a manutenção de estoques no local de consumo.
Tendo densidade relativa ao ar da ordem de 0,63 – muito inferior à densidade do ar – o Gás Natural sempre tenderá a ocupar as camadas superiores da atmosfera, ou seja, qualquer volume de gás natural colocado em ambiente aberto apresentará alta velocidade de dissipação. Também no caso de ambientes fechados, o gás natural ocupará as partes superiores desses ambientes, ocorrendo facilidade de dissipação se houver aberturas de ventilação na parte superior.
O Gás Natural Residencial (GNR) é um combustível usado há cerca de 20 anos no Brasil.
Assim como o petróleo, é um combustível fóssil composto por uma mistura de hidrocarbonetos e em sua maior parte, por metano (cerca de 89%). A unidade básica de medida para o Gás Natural é o metro cúbico (m³), nas condições de 20ºC e pressão de 1 atmosfera absoluta, sendo que a energia produzida pela combustão é usualmente medida em kcal (quilocalorias).

O GNR é utilizado para a cocção de alimentos, aquecimento de água, inclusive de piscinas. Também pode ser usado em secadoras de roupas, lavadoras de louças, lareiras, churrasqueiras e aquecedores de ambiente.


No uso residencial, o gás oferece conforto e praticidade. Com o aquecedor, permite que a casa tenha água quente na cozinha e no banheiro. O Gás Natural canalizado tem uma chama limpa e não deixa resíduos nos equipamentos. Isto diminui as despesas com manutenção.
Fonte: www.compagas.com.br
O Gás Natural Veicular (metano) é um combustível "limpo" por não apresentar impurezas e resíduos da sua combustão. Outro ponto favorável para a sua utilização é o fato de não ser corrosivo nem produzir depósitos de carbonos nas câmaras de combustão. Além disso, o GNV não contém aditivos.
A mistura ar-combustível é perfeita com qualquer temperatura e a sua combustão é mantida por mais tempo do que os demais combustíveis, o que se transforma em benefícios para a vida útil do motor.
O armazenamento do GNV é realizado em cilindros de aço especial, no qual o gás é comprimido sob uma pressão de 220 bar. A maioria dos carros convertidos para gás natural podem ser chaveados e voltar a utilizar o combustível original.
A questão de segurança é outro diferencial. O GNV é mais leve do que o ar, o que possibilita uma dispersão mais rápida, enquanto que sua temperatura de ignição é de 620ºC, bem acima das atingidas por álcool (300ºC) e gasolina (200ºC).
Fonte: www.gasbrasil.com.br
O gás natural é um combustível fóssil encontrado em rochas porosas no subsolo. Seu uso pode ser doméstico, industrial e automotivo, em substituição ao óleo diesel, ao álcool e à gasolina e pode estar associado ou não ao petróleo. O acúmulo de energia solar sobre matérias orgânicas do tempo pré-histórico, soterradas em grandes profundidades, forma o gás natural, graças à acomodação da crosta terrestre.
Ele é composto por gases inorgânicos e hidrocarbonetos saturados, predominando o metano e, em menores quantidades o propano e o butano.
São inúmeros os ganhos econômicos obtidos pela escolha do gás natural como combustível, mas a principal vantagem é a preservação do meio ambiente. O gás natural é um combustível não-poluente. Sua combustão é limpa, isenta de fuligem e outros materiais que possam prejudicar o meio ambiente. Geralmente apresenta baixos teores de contaminantes como o nitrogênio, dióxido de carbono, água e compostos de enxofre. O gás natural permanece no estado gasoso, sob pressão atmosférica e temperatura ambiente.
Incolor e inodoro, o gás natural dissipa-se facilmente na atmosfera em caso de vazamento, por ser mais leve que o ar. Para inflamar é preciso que seja submetido a uma temperatura superior a 620°C. Vale lembrar que o álcool se inflama a 200°C e a gasolina a 300°C. Além disso, o gás natural queima com uma chama quase imperceptível. Por questões de segurança, o gás natural comercializado é odorizado com enxofre.
Com aplicação semelhante ao setor residencial, o gás natural pode ser usado para climatização de ambientes, produção de água quente e cocção. Por isso, a variedade de usuários abrange desde hotéis a restaurantes, passando por hospitais, creches, lavanderias e escolas.
Alguns edifícios comerciais de grande porte, como shopping centers, hospitais e universidades também podem adotar o ar condicionado central a gás natural. O energético também encontra aplicação em sistemas de refrigeração para obtenção de baixas temperaturas, adaptados para câmaras frigoríficas ou geladeiras. Com isso, as instalações comerciais ganham flexibilidade e competitividade energética.
Na indústria, o gás natural é utilizado como combustível para fornecimento de calor, geração de eletricidade e de força motriz; como matéria-prima nos setores químicos e petroquímicos, principalmente para a produção de metanol, e de fertilizantes, para a produção de amônia e uréia. É usado ainda como redutor siderúrgico na fabricação de aço.
O gás natural proporciona uma combustão limpa, isenta de agentes poluidores, ideais para processos que exigem a queima em contato direto com o produto final, como na indústria de cerâmica, fabricação de vidro e cimento.
O gás natural recebe o nome de "gás veicular" (GNV) ao substituir a gasolina e o diesel em automóveis, ônibus e caminhões, oferece ainda a vantagem no custo por quilômetro rodado. Como é seco, o gás natural não provoca resíduos de carbono nas partes internas do motor, aumentando a vida útil deste e o intervalo de troca de óleo. Além disto, reduz significativamente os custos de manutenção.
Mas o gás natural não gera apenas vantagens econômicas. Ele é também uma boa opção nos centros urbanos, já que contribui para diminuir a poluição ao emitir menor quantidade de poluentes que a queima da gasolina, álcool ou diesel. A fim de usufruir o gás veicular, o motorista deve instalar um kit em seu carro, tornando-o bi-combustível, ou seja, apto a rodar tanto com combustíveis convencionais, quanto com GNV.
Mais conhecido como "gás de cozinha" é normalmente comercializado em botijões no estado líquido, tornando-se gasoso à pressão atmosférica e temperatura ambiente na hora de sua utilização em fogão. Por ser um produto inodoro por natureza, um composto à base de enxofre é adicionado, dando-lhe um cheiro bastante característico para facilitar a detecção de possíveis vazamentos. Uma parcela de GLP é utilizada pela indústria de vidros, cerâmica e alimentícia.
Fonte: www3.atarde.com.br