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Chupeta: Usar ou não?

A chupeta é parte integrante do enxoval do bebê, que além de sua funcionalidade em acalmar a criança também é atrativa aos pais devido às diversas cores, formas e desenhos existentes no mercado.
Algumas perguntas são freqüentes em consultório fonoaudiológico sobre a chupeta:

“Posso dar a chupeta ao meu bebê nos primeiros meses de vida?”.

É importante dizer que o bebê já nasce com o impulso de sugar. Essa sucção servirá para que ele possa se alimentar (amamentação) e também como a primeira forma de satisfação psicoemocional (sensação de prazer).
A chupeta pode sim ser usada, mas sempre com moderação. Seu uso deve ser apenas como forma de estimular e exercitar a musculatura da face do bebê, sempre com ajuda dos pais, evitando utilizá-la como um apoio emocional.

“Meu bebê chora muito e só acalma quando lhe dou a chupeta”.

Isso é comum em crianças de 0 a 6 meses, porém, os pais devem ficar atentos em não satisfazer os desconfortos da criança através do uso da chupeta. Lembram que sugar também é uma forma de prazer para o bebê, assim, em vez de oferecer a chupeta, pode ser dado o peito. Isso auxilia muito a criança a não abandonar a amamentação por causa da chupeta.

“Como devo deixar meu filho usar a chupeta”.

Os pais devem se preocupar com a freqüência, intensidade e duração do uso. Desta forma, o uso da chupeta deve ser o menor possível, pois, o uso prolongado determinará a instalação do hábito inadequado, causando vários transtornos ao desenvolvimento muscular e afetivo da criança.

“Meu filho pode usar a chupeta apenas para dormir”.

Não é recomendado que a criança durma o tempo todo com a chupeta na boca, porque é muito importante para o desenvolvimento da musculatura da face que a criança mantenha a boca sempre fechada enquanto dorme, para favorecer a respiração pelo nariz.

“É mais grave meu filho sugar a chupeta ou o dedo”.

É mais preocupante para o bom desenvolvimento muscular e funcional (mastigação, deglutição, respiração e fala) que a criança sugue o dedo. A sucção digital (dedo), além de ser um hábito muito difícil para retirar na criança, sua freqüência, intensidade e duração no uso é maior, pois, o acesso ao dedo é feito pela própria criança, o dedo é parte do corpo dela sempre estará a seu alcance.

“Que tipo de chupeta provoca menos danos ao desenvolvimento muscular do meu filho”.

A chupeta deve possuir características anatômicas e funcionais importantes como:
o bico deve ser compatível com o tamanho da boca e idade da criança;
a direção do bico deve estar inclinada para cima em relação ao apoio dos lábios;
para recém-nascidos pode ser de látex ou de silicone;
para bebês de baixo peso ou prematuros, o bico deve ser especial, com tamanho do bico menor;
o disco ou apoio deve ser de plástico firme e maior que a boca da criança;
o formato do apoio de plástico deve ser parecido com um grão de feijão, evitando que possa ocorrer qualquer alteração no desenvolvimento da musculatura na base do nariz;
o apoio de plástico deve ter no mínimo dois furos de ventilação um de cada lado;
ndica-se as chupetas que possuem argolas no apoio de plástico;
não deve ser amarrada ou pendurada ao redor do pescoço da criança, pois, ela pode sufocar por qualquer descuido, além de estimular o hábito pelo fácil acesso;

“O que posso fazer para diminuir o interesse do meu bebê pela chupeta”.

Quando o bebê chorar em vez de lhe fornecer a chupeta rapidamente, os pais devem apenas pegar a criança e passar a chupeta ao redor dos lábios do bebê provocando a vontade de sugar. Coloque a chupeta na boca da criança, mas não a solte, aproveite enquanto ele suga para segurar a chupeta e puxá-la com movimentos leves como se tentasse retirá-la da boca. Desta forma você estará estimulando a sucção e trabalhando a musculatura facial do bebê. Faça esta atividade até a criança se cansar, desta forma em breve o hábito estará eliminado.

A chupeta deve ser usada apenas para complementar a sucção na fase em que o bebê necessita desse exercício funcional, favorecendo o crescimento e desenvolvimento dos arcos dentários e da musculatura facial. Os pais devem ficar atentos para que durante a fase de amamentação o uso da chupeta seja o menor possível para que a criança não seja estimulada a largar o peito.

Fonte: www.sorrisosaudavel.com.br

Chupeta: Usar ou não?

Chupeta: uma aliada ou inimiga do bebê?

A sucção nutritiva faz parte da sobrevivência do recém-nascido, pois é por meio dela que ele obtém seu alimento. O reflexo de sucção já está presente a partir da décima oitava semana de vida intra-uterina graças à sábia natureza. A dúvida cruel sobre usar ou não a chupeta aparece quando as mães, em especial, percebem que além da função nutritiva, a sucção é também uma fonte de prazer, que traz estabilidade e conforto, e assim utilizam a chupeta na tentativa de deixar o bebê mais tranqüilo.

Toda mamãe de primeira viagem tem dúvidas de como e quando ela pode mudar os hábitos do bebê, inclusive se deve dar ou não a chupeta. Uma pesquisa feita pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) identificou que mais de 60% das mães de 97 crianças avaliadas ofereceram chupeta aos filhos antes que eles completassem três meses.

Para a fonoaudióloga Zelita Ferreira Caldeira, os motivos são diversos e vão desde fome, dor de barriga ou mesmo a ansiedade e o nervosismo da mãe, que está com dificuldade de lidar com o choro do bebê, e por isso utiliza-se de tudo que estiver ao seu alcance - no caso, a chupeta - para que o bebê pare de chorar: "A questão é que muitas vezes as mães dão a chupeta sem nem mesmo olhar se a fralda da criança está suja".

A sucção não nutritiva tem suas indicações clínicas para bebês com menos de 37 semanas ou que apresentem dificuldade para sugar o seio materno. Eles podem se beneficiar com o uso da chupeta, desde que esta seja ortodôntica e utilizada com o monitoramento de um profissional habilitado para treino das estruturas que participam dessa função.

Para os bebês prematuros e que não apresentem dificuldades na amamentação, a orientação é que evitem a chupeta, principalmente nos primeiros dias de vida, pois o bebê pode fazer confusão de bicos (seio materno x chupeta) e passar a ter dificuldade em sugar o seio materno.

As consequências do uso inadequado da chupeta

O uso da chupeta não-ortodôntica pode trazer alterações da arcada dentária e, conseqüentemente, dificuldades na fala. É importante ressaltar que a sucção do dedinho, também não nutritiva, é mais prejudicial à arcada dentária. "Para as mamães que já caíram na tentação do uso da chupeta ou para as que estão prestes a isso, a sugestão é que ofereçam somente a chupeta ortodôntica para que essa possível aliada não se transforme em vilã no futuro", orienta a médica.

Segundo a especialista, se a criança mais velha que ainda tem por hábito manter a chupeta o tempo todo na boca começa a falar, poderá perder o contato dos pontos articulatórios para a emissão dos sons da fala, e isso pode contribuir muito para o aparecimento de distorções.

Uma curiosidade

Você sabia que os bebês que fazem a sucção não nutritiva (dedinho) podem ficar mais alertas? "É importante ressaltar que, no caso de bebês prematuros, existem trabalhos que comprovam que a estimulação não nutritiva pode deixá-los mais alertas e, portanto, há uma eficiência maior no momento da alimentação, quando se passa para via oral. O treino é feito antes e durante a alimentação com sonda", explica Zelita.

O uso da chupeta é uma questão cultural

O bebê tem o reflexo de sucção até os três meses. Depois disso, o ato é voluntário. Entre os cinco e seis meses, a criança começa a ter o reflexo de mordida que a prepara para a mastigação de alimentos sólidos.

Para a Dra. Zelita, obedecer esta cronologia natural do ser humano não trará problemas, porque o uso da chupeta é muito mais cultural. "É importante que a mãe perceba o que o bebê está tentando transmitir quando chora: dor, sono, fome, irritação? E atender a essas necessidades sem ter de substituí-las pelo uso genérico da chupeta", conclui.

Fonte: www.dentalonline.com.br

Chupeta: usar ou não?

CHUPETA POLÊMICA

No ano passado, foram vendidas 35 milhões de chupetas no Brasil.
Estima-se que 70% das crianças chegam a usá-la em algum momento da vida. Apesar de o volume ser 15% menor do que em 2002, quando o governo decidiu proibir a propaganda de chupetas - orientação que foi reforçada com a sanção da Lei no 11.265 em janeiro deste ano -, o hábito de usar o consolo (como se diz no Nordeste) ainda é arraigado.

Recentemente, numa reviravolta de postura, a Academia Norte-Americana de Pediatria passou a recomendar a chupeta na hora de dormir, baseada em pelo menos cinco pesquisas que mostram que o seu uso seria capaz de reduzir até 90% o número de mortes súbitas. A morte súbita ocorre durante o sono, no primeiro ano de vida do bebê e não existe nenhum sinal prévio do risco. A americana Fern Hauck, pediatra e diretora da força-tarefa contra a morte súbita nos Estados Unidos, explica:

'Recomendamos a chupeta, sem deixar de informar as mães dos possíveis efeitos colaterais sobre a amamentação e a dentição, por exemplo. No entanto, há estudos que indicam que muitos desses problemas desaparecem quando a criança pára de usar a chupeta', diz a especialista.

Não há uma pesquisa nacional, mas estudo feito em Porto Alegre pela presidente do Comitê de Neurologia da Sociedade Gaúcha de Pediatria, Ana Paula Pinho, mostra que a morte súbita atinge 0,6 a cada mil nascidos vivos. O dado é quase igual à estatística norte-americana, de 0,57. Lá, a síndrome é a principal causa de mortalidade infantil, o que justifica a preocupação exacerbada que os americanos têm com esse assunto. Aqui, os maiores problemas são outros: falta de assistência no pré-natal, no parto e prematuridade dos bebês estão na frente no ranking de causas da mortalidade infantil. Aqui, também, a campanha contra a chupeta é ferrenha. Uma das tarjas que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, exige que se estampe nas embalagens brasileiras resume os argumentos: 'O uso de mamadeira, bico ou chupeta prejudica a amamentação e seu uso prolongado prejudica a dentição e a fala da criança'. A professora de fonoaudiologia da Pontifícia Universidade Católica, Maria Laura Martz, garante que a chupeta não é a grande vilã da história. 'O problema é o uso que se faz dela. Melhor chupeta do que o dedo', defende. Para a fonoaudióloga Mariangela Bittar, da Universidade de São Paulo, a medida do governo é equivocada, porque não vem acompanhada de ações educativas. 'É como se, por causa das doenças sexualmente transmissíveis, as pessoas fossem proibidas de fazer sexo. O certo é investir em campanhas de orientação'.

Desmame precoce

De acordo com a coordenadora do Departamento de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria, Elsa Giugliani, autora de um trabalho abrangente sobre o tema, a incidência de desmame, entre o primeiro e o sexto mês de vida nas crianças que não usam chupeta, é de 22,4%. Nas que usam, a taxa vai a 50,8%. Ela mesma, no entanto, admite que muitas vezes a chupeta é necessária. 'O melhor é fazer tudo para evitar. Nem sempre é possível, a gente sabe. Há bebês que têm mais necessidade de sugar, especialmente na hora de dormir. Muitos chupam o dedo desde o útero e há os que não podem ter a mãe por perto. Nesses casos procure usar o mínimo possível, de preferência quando a amamentação já estiver consolidada', sugere Elsa.

As dúvidas não são poucas. Como fazer a melhor opção diante das prateleiras da farmácia? Ou quando está em casa, diante do choro insistente do filho? Quando dar? Até que idade? Qual é a freqüência razoável para não causar problemas? CRESCER entrevistou especialistas no assunto e selecionou as melhores dicas para que você (ou melhor, seu filho) faça o melhor uso dela - e pelo menor tempo possível.

Nem todo dia nem toda hora!

'O uso da chupeta é para complementar a sucção e a necessidade varia conforme o bebê. Mas cuidado! Se a chupeta for oferecida muitas vezes, o bebê poderá mamar menos, diminuindo o leite materno. Utilize-a apenas depois de se certificar de que o bebê não está chorando por outros motivos, como fome, frio ou vontade de ir para o colo. Deixe-o sugar um pouco e, quando ele parar, retire de sua boca delicadamente.
As alterações bucais dependerão diretamente da intensidade e da freqüência do uso da chupeta', ensina a professora de odontopediatria do Fundecto/USP, Dóris Ruiz.

Ele não aceita a chupeta!

Se o bebê recusar, não insista. Nem pense em mergulhar o bico em xarope, geléia ou mel para que ele crie o hábito. 'Chupeta serve para acalmar a necessidade de sugar do bebê e não para tranqüilizar a mãe. Sem falar que substâncias doces causam cárie se ele já tiver dentinhos', lembra a professora de fonoaudiologia da Pontifícia Universidade Católica, Maria Laura Martz.

Na história

Escavações na Itália, Chipre e Grécia sugerem que a chupeta tenha pelo menos 3 mil anos. São citadas pela primeira vez na literatura médica em 1473, na mesma época em que o pintor Albrecht Durer retrata um bebê com uma chupeta de pano. Geralmente eram feitas com um linho grosso, mergulhado em mel, leite, extrato de papoulas e até mesmo em láudano (um medicamento à base de ópio) ou conhaque. Pobres bebês! O uso do ópio foi banido no século 19. Naquele tempo, amarrava-se a chupeta no berço e não nas roupas, como se faz hoje. Desde 1800 a chupeta é criticada por causar deformidades e transmitir doenças, especialmente por causa do costume que as mães tinham de umedecer os panos na própria saliva. A chupeta tomou o formato de hoje por volta de 1845, mas o design pouco evoluiu até 1975, quando passou a ser considerada uma alternativa ao dedo.

Tire do berço

'O melhor é criar um hábito saudável desde o início, tirando a chupeta do berço assim que o bebê adormeça', recomenda a professora de fonoaudiologia da Universidade de São Paulo, Mariângela Bittar. Assim eles ficam menos tempo com ela na boca. O hábito de deixar a chupeta no berço pode ter desdobramentos complicados. A mãe dos gêmeos Vinícius e Juliana, 1 ano e 10 meses, Nirlei Budoya, 35 anos, arrepende-se hoje de ter acostumado os filhos a ter a chupeta recolocada na boca durante a madrugada sempre que ensaiavam um resmunguinho. 'Agora eles acordam berrando quando ela cai da boca e eu preciso ajudá-los a encontrá-la várias vezes por noite', conta.

Como cuidar

Antes do primeiro uso, lave a chupeta com água e detergente suave e em seguida enxágüe. Esterilize em água fervente por cinco minutos no fogão ou no microondas. Repita o procedimento após cada uso (ou quando cair no chão, pois a sujeira pode provocar diarréia) e retire a água que ficar retida nela antes de dar ao bebê. Examine regularmente o bico e o disco da chupeta. Descarte se estiver rachado, inchado, torcido ou pegajoso. 'Verifique se o tamanho é adequado à idade do seu filho e certifique-se de que a chupeta tem o selo do Inmetro. Há muitas chupetas pirata por aí', ressalta o presidente da Associação Brasileira e Produtos Infantis (Abrapur), César Sansana.

Montes de chupetas

Não faça coleção de chupetas de cores diferentes para combinar com a roupa. Nem vá atrás de conselhos de amigas como colocar várias chupetas no berço. Isso pode complicar mais a situação, como apegar a criança ainda mais à chupeta ou criar o hábito de só dormir com uma chupeta na boca e outra nas mãos. Mais difícil do que tirar uma, é tirar três chupetas, não é mesmo?

Prendedores etc.

Não deixe a chupeta à vista do bebê. A química Andrea Azevedo, 33 anos, mãe de Thiago, 1 ano e 9 meses, leva-a numa caixinha, que fica escondida. Especialistas, como a fonoaudióloga do Hospital e Maternidade São Luiz, Flávia Martim Ribeiro, não são favoráveis ao uso de prendedores, pois a chupeta pendurada insere o acessório no dia-a-dia da criança e estimula o uso, além de ser anti-higiênico. Não amarre fraldinhas de pano na argola, pois pesam na ponta da chupeta, deixando-a posicionada incorretamente.

Látex ou silicone?

A maior parte das chupetas usadas hoje em dia é de silicone, menos poroso. Normalmente duram mais e enfrentam melhor esterilizações sem deformar. As de látex, no entanto, são mais resistentes à mordida, de acordo com os fabricantes.

Chupeta ou dedo?

Tanto o dedo quanto a chupeta podem levar a deformidades se o uso não for restringido. 'A diferença é que o dedo não é algo imposto', defende a pediatra Elsa Giugliani. Alguns especialistas acreditam que com a idade a criança que chupa o dedo vai largar o hábito mais facilmente, porque precisará da mão para explorar o mundo e brincar.
Para outros, o problema do dedo é que não dá para tirar e esconder da criança. 'Imagine fazer uma dieta e ter colado em você um chocolate que você adora', diz a odontopediatra Dóris.

Até quando usar?

Não há consenso. 'De forma geral, recomenda-se que não passe do segundo ano de vida', diz a fonoaudióloga Zelita Caldeira, professora da Unifesp. A partir dos 6 meses, o bebê reduz a necessidade de sucção por causa da alimentação. A administradora Lilian Beiguelman, planejando tirar a chupeta de Nicole, 1 ano e 5 meses, limita o uso, dá só na hora de dormir, à noite.

A hora de largar

O ideal é tirar de forma gradual para não criar problemas emocionais na criança. 'Não sugira trocas abruptas por presentes, pois a necessidade emocional continua e depois seu filho vai pedir uma nova', diz a fonoaudióloga Maria Laura. Se a criança é muito apegada à chupeta, explique que o uso prolongado pode causar problemas e procure alternativas. Tente ir driblando a vontade e reduzindo a freqüência.
Leia uma história, cante uma canção e, acima de tudo, invista-se de paciência, muita paciência.

Se inevitável for...

Especialistas indicam como decidir

Prefira bicos ortodônticos, sua inclinação posiciona melhor a língua. Têm base mais achatada,que evita um distanciamento maior dos lábios Evite chupetas com o bico muito grande na ponta e base larga ou os compridos, que impedem que a criança feche a boca direito e aumentam as chances de causar deformidades

O bico ortodôntico simétrico é indicado para bebês que giram a chupeta na boca

O escudo deve ser côncavo, é mais anatômico. E furadinho, segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas, para evitar asfixia caso a criança o engula

A argola é polêmica. Ajuda a manusear a chupeta, mas facilita que a criança use-a como alavanca forçando a dentição

De acordo com especialistas,quanto menos atraente a chupeta se tornar, melhor. Descarte bicos com texturas diferentes ou chupetas que brilham no escuro

O uso de prendedores não é recomendado. Se utilizar, prefira os que têm o cordão fixo e jamais substitua o fio dos prendedores de chupeta por algum maior.

Se o bebê recusar, não insista. Nem pense em mergulhar o bico em xarope, geléia ou mel para que ele crie o hábito. 'Chupeta serve para acalmar a necessidade ...

Fonte: www.ibfan.org.br

Chupeta: Usar ou não?

Chupeta: amiga ou inimiga?

A sucção nutritiva faz parte da sobrevivência do recém-nascido, pois é desta maneira que ele recebe seu alimento. Geralmente está presente a partir da décima oitava semana de vida intra-uterina. A dúvida sobre usar ou não a chupeta acaba sempre aparecendo, mais cedo ou mais tarde.

Ela surge, em especial, quando as mamães percebem que, além da função nutritiva, a sucção é também uma fonte de prazer, que traz estabilidade e conforto, e assim utilizam a chupeta na tentativa de deixar o bebê mais tranqüilo.

Toda mamãe de primeira viagem tem dúvidas de como e quando ela pode mudar os hábitos do bebê, inclusive se deve dar ou não a chupeta. Uma pesquisa feita pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) identificou que mais de 60% das mães de 97 crianças avaliadas ofereceram chupeta aos filhos antes que eles completassem três meses.

Os motivos são diversos e vão desde fome, dor de barriga ou mesmo a ansiedade e o nervosismo da mãe, que está com dificuldade de lidar com o choro do bebê, e por isso utiliza-se de tudo que estiver ao seu alcance - no caso, a chupeta - para que o bebê pare de chorar: "A questão é que muitas vezes as mães dão a chupeta sem nem mesmo olhar se a fralda da criança está suja", diz a fonoaudióloga Zelita Ferreira Caldeira.

A sucção não nutritiva tem suas indicações clínicas para bebês com menos de 37 semanas ou que apresentem dificuldade para sugar o seio materno. Eles podem se beneficiar com o uso da chupeta, desde que esta seja ortodôntica e utilizada com o monitoramento de um profissional habilitado para treino das estruturas que participam dessa função.

Para os bebês prematuros e que não apresentem dificuldades na amamentação, a orientação é que evitem a chupeta, principalmente nos primeiros dias de vida, pois o bebê pode fazer confusão de bicos (seio materno x chupeta) e passar a ter dificuldade em sugar o seio materno.

Fonte: www.jnjbrasil.com.br

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