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Como escolher o pediatra

Dia 27 de julho, é o dia do pediatra, uma figura tão importante no desenvolvimento da criança que muitas mães confiam a ele a solução de quaisquer tipos de problemas, com ligações desesperadas na madrugada por conta de problemas muitas vezes simples ou presentes em datas comemorativas. Para fazer a escolha pelo médico ideal, é preciso procurar o profissional ainda durante a gestação.

O caminho mais seguido pela maioria das mães é pegar indicações com amigos e familiares. É importante selecionar alguns nomes e, em seguida, verificar se o profissional é habilitado pela Sociedade Brasileira de Pediatria.

Agende uma entrevista com diferentes profissionais para conhecê-los e aproveite para tirar todas as suas dúvidas. Veja como é o estilo de trabalho do pediatra e tente também conversar com outros clientes.

Na conversa também será importante observar seu comportamento, se ele tem paciência de fato com as crianças e se trata bem seus clientes. A aparência do pediatra e de seu local de trabalho são itens que também devem pesar na escolha, afinal, o consultório deve ser um lugar limpo, agradável e arejado.

Os horários de trabalho também devem ser analisados. Muitos profissionais atendem a emergências e, para isto, fornecem os telefones celulares ou de suas residências. Algumas clínicas contam com celulares próprios e também realizam atendimento aos sábados e domingos para que os pais corram diretamente para os consultórios.

Depois de escolhido o médico, os pais devem acompanhar os filhos em todas as consultas. Durante o primeiro ano de vida, as visitas ao pediatra deverão ser mensais, para que o profissional avalie o crescimento e desenvolvimento da criança. Quando o filho já for adolescente, ele não precisa necessariamente de acompanhamento, mas o pediatra deve ter assistentes que auxiliem no atendimento. Também é importante conversar sempre antes e depois das consultas.

Fonte: www.afamiliacresceu.com.br

Como escolher o pediatra?

Um dos principais fatores necessários para a escolha do obstetra é a disponibilidade do profissional para acompanhar o trabalho de parto e o período pós-parto, que pode durar até 40 dias após o nascimento do bebê. O profissional deve ser de fácil acesso e fornecer bip, celular e demais meios de contato para que a paciente possa localizá-lo a qualquer hora.

Uma boa opção para a escolha do obstetra é ouvir a indicação de parentes e amigos e até do próprio ginecologista, que são, na opinião do dr. Abner Augusto Lobão Neto, obstetra, coordenador do pré-natal especializado da Unifesp e chefe do pronto-socorro de obstetrícia, uma ótima opção. Segundo o médico, a paciente deve procurar um obstetra com quem tenha empatia e que, logo na primeira consulta, entenda as preocupações e necessidades da gestante.

Além disso, é necessário conhecer um pouco mais sobre a formação do profissional, verificar se é formado em uma faculdade de primeira linha e se fez residência médica num hospital universitário. A especialização (mestrado ou doutorado) também deve ser levada em conta? O obstetra deve ter um espírito de atualização permanente, além de estar disposto a escutar todas as angústias da paciente e, por mais simples que sejam, as dúvidas nunca são idiotas?, afirmou, acrescentando que o atendimento deve ser feito de uma forma global, holística.

Uma dica para conhecer melhor a formação do profissional é começar a conversa, na primeira consulta, falando um pouco da própria ocupação profissional, para então perguntar algo com relação a formação do médico. A maioria dos médicos não se incomoda em falar sobre a sua carreira, por isso a irritação pode ser um sinal de má formação.

Fonte: www.bebe2000.com.br

A escolha do pediatra

A indicação de outros pais, a aparência do consultório médico, a disponibilidade de atendimento do médico, sua impressão sobre o médico. Tudo isso é importante na hora de escolher o pediatra.

Ele é seu parceiro no desenvolvimento saudável do bebê. Este é o motivo da importância de escolhê-lo bem. Procure vários pediatras até encontrar um de seu agrado.

Quando começar? Ainda durante a gravidez. Peça a indicação de uma amiga, veja a lista do seu plano de saúde. Sentir-se a vontade com a pessoa escolhida para ser o pediatra do seu filho é tão importante quanto encontrar o berço certo.

Começando a procurar

Nunca é tarde demais para mudar de pediatra

Quando definir uma pequena relação, marque uma consulta e vá acompanhada do pai do bebê.
Lembre-se de verificar a especialidade do pediatria e seu tempo de experiência. Estas informações podem ser obtidas facilmente. Prepare uma lista de perguntas:

Pergunte ao seu obstetra, aos seus pais ou aos amigos a opinião deles. Descubra o porquê deles gostarem ou não de certos médicos. Os motivos podem não ser os mesmos que os seus.

A entrevista

Durante a primeira consulta com o futuro pediatra, você poderá descobrir muito sobre ele. Ele deve ser uma pessoa com a qual você se sinta totalmente à vontade para discutir qualquer problema relacionado à criança e à família. Cada entrevista deve durar pelo menos 15 ou 20 minutos. Se o médico se recusar a recebê-la para a entrevista, risque-o da lista!

Impressões, aspectos da personalidade e instinto são fatores que podem influenciar na sua decisão. Alguns pontos importantes a observar são:

Preste atenção na aparência do consultório. É claro, limpo e alegre? É calmo e seguro?

Preste atenção nas pessoas que trabalham com o pediatra. Elas gostam de crianças?

Observe o interesse do pediatra por você e por suas expectativas em relação ao bebê.

Analise se o estilo e a personalidade do pediatra combinam com você.
Eis alguns pontos importantes que devem ser discutidos com o pediatra nesta entrevista inicial:

Sua disponibilidade (ou de seus ajudantes) em caso de emergências.

A conveniência dos dias e horários de atendimento.

A opinião do pediatra sobre suas opções de alimentação do bebê.

A opinião do pediatra sobre seus planos para cuidar do bebê.

Seu interesse ou suas especializações sobre saúde e desenvolvimento infantil.
Eis algumas perguntas específicas que você deve fazer:

Quais são os dias e horários de atendimento no consultório?

Se não for dia de consulta, onde posso encontrá-lo?

É fácil entrar em contato pelo telefone?

O que fazer em caso de emergência se não conseguir encontrá-lo?

Posso ligar quando tiver alguma pergunta que não exija consulta médica? Essas consultas "pelo telefone" serão cobradas?

Quanto tempo dura cada consulta? (Se a resposta for menos de 15 minutos, esqueça!)

Com que hospitais trabalha? Tem plano de saúde? Qual?

Qual a sua posição em relação à amamentação?

Quando devo levar o bebê para a primeira consulta? (Uma boa resposta seria durante a primeira semana, sobretudo se você tiver ficado pouco tempo no hospital.)

Como você poderá me ajudar a entender o desenvolvimento do meu filho?

Se a criança tiver problemas de comportamento e se não conseguirmos controlá-los, como você poderá nos ajudar?

Que conselhos daria para a mãe que trabalha fora?

Conhece bem alguma creche ou escolinha para bebês e crianças pequenas?

Nunca é tarde demais para mudar de pediatra

Se o hospital, onde será realizado o parto, ou seu obstetra já indicou um pediatra, nunca é tarde demais para verificar se ele é, de fato, a melhor opção. Marque uma entrevista. Verifique os pediatras associados ao seu plano de saúde e marque uma entrevista com alguns deles.

Se já tiver levado seu filho a um pediatra mas não tiver gostado dele, nunca é tarde demais para mudar. Procure aquele que satisfaça melhor suas expectativas. Peça indicações e procure informações sobre dias e horários de atendimento adequados.

Assim que tiver um bom relacionamento com o pediatra, você ficará menos apreensiva e mais confiante quanto ao nascimento do bebê.

Fonte: www.pampers.com.br

Escolhendo o pediatra

Que pediatra escolher?

Dr. Leopoldo ou Dra. Mônica? O mais brincalhão ou o outro mais famoso? Assim como passam boa parte da gestação planejando como será o quartinho do bebê ou que roupinhas devem comprar, os pais também devem pensar com antecedência em procurar o profissional responsável por acompanhar o desenvolvimento e a saúde da criança. A escolha do pediatra exige a consideração de inúmeros fatores, de modo que a futura relação entre médico, criança e pais seja baseada em confiança e tranqüilidade.

Esta não é uma decisão que será tomada de um dia para o outro. Por se tratar de um cargo tão importante, é comum que os pais recorram a parentes, amigos e ao próprio obstetra em busca de indicações. De início, o próprio casal deve definir qual o tipo de profissional que buscam para cuidar de seu filho. Depois, o ideal é conversar com alguns pediatras, sem compromisso, até encontrar algum com quem tenham mais afinidade. É importante verificar não apenas se o médico é habilitado à função pela Sociedade Brasileira de Pediatria, mas também tentar conhecer um pouco sobre seus métodos de trabalho e suas linhas de pensamento. Não deixe passar nenhuma dúvida.

Uma das características mais apreciadas pelos pais é a disponibilidade. Nunca se sabe quando o bebê precisará de atendimento, então o ideal é saber onde encontrar o pediatra em qualquer dia da semana. Normalmente o médico fornece também o número do telefone celular ou de casa, para ser utilizado em situações de emergência. Procure saber se atende de madrugada e nos fins de semana e, caso contrário, se existe alguém para substituí-lo nestas ocasiões.

É fundamental que o pediatra esteja sempre atualizado, principalmente no que diz respeito ao seu campo de atuação. Se julgar necessário, dê preferência a profissionais ligados a instituições de ensino ou hospitais renomados. Avalie o aspecto e a higiene do consultório, se fica localizado a uma distância razoável de sua residência e se oferece outras facilidades (como estacionamento próximo, por exemplo). As consultas devem trazer tranqüilidade à família e não ser uma fonte de estresse.

Cada pediatra tem sua própria maneira de lidar com seus pacientes. Nem todo médico brinca com o nenê, mas alguns traços devem estar presentes em sua personalidade. Deve, por exemplo, demonstrar calma ao se deparar com reclamações do pequeno na hora de tomar algum remédio ou aplicar uma vacina. No primeiro ano de vida, as consultas geralmente ocorrem uma vez por mês. Assim, é necessário que o profissional disponha de tempo para conhecer melhor seu paciente e que não haja pressa para atender o próximo. Os pais podem colaborar para tornar a consulta mais dinâmica, anotando suas dúvidas para esclarecê-las no dia marcado. Além disso, a criança precisa de carinho e atenção e o médico deve mostrar sensibilidade para ganhar sua confiança.

Quanto mais conhece seu paciente, maiores são as chances do pediatra acertar nos diagnósticos. Quando necessário, deve solicitar exames e o que mais for preciso para se chegar à origem do problema. O estado emocional da criança também deve ser levado em consideração e o médico sensível consegue diferenciar uma doença orgânica de outra causada pela chegada de um irmãozinho, por exemplo.

O pediatra deve transmitir segurança aos pais. Quando não há confiança, os responsáveis acabam por não seguir as recomendações do médico e os resultados podem ser terríveis para o bebê. Nestes casos, o melhor a fazer é procurar outro profissional. A união de esforços entre o pediatra e os pais é essencial para que esta relação dure muitos anos e traga benefícios para a criança.

Fonte: www.gerber.com.br

Escolhendo um pediatra

Assim que descobrir que está grávida, comece a pesquisar e procurar por um médico pediatra, mas sem ansiedade.

Não é necessário esperar para o bebê nascer para ver quem vai ser o médico do seu filho, e depois com tantas tarefas, ficará dificil analisar qual médico seria melhor.

Comece perguntando entre seus amigos e familiares que médico que eles conhecem ou já ouviram recomendações.

O pediatra deve ser um profissional atualizado. Não deixe de perguntar se em caso de emergências ele atende também de madrugada.

É muito importante para os pais conhecerem o médico e confiar nele. Alguns pais preferem os médicos mais velhos, por sua experiência na prática. Outros preferem médicos jovens. Esses são apenas um dos pontos que contam na hora de decidir por um médico. Outros pontos são também se o médico é homem ou mulher. Alguns pais preferem homens, enquanto outros preferem mulheres. As razões podem ser as mais diversas. Também é difícil para alguns pais ouvir conselhos de médicos que não são casados e não têm filhos. Mas isso apesar de ser relativo, influencia na hora de escolher o médico. Se você não tem um médico fixo e consulta em um Hospital ou Posto de Saúde, procure informar-se quais são os médicos que ali fazem plantão.

Ao levar seu filho para as consultas, observe como o médico conversa com você e trata o seu filho. Nem todos os pediatras são adoráveis e brincalhões com as crianças como muitas mães e pais esperam. Não é raro ver pessoas muito decepcionadas com a consulta pediátrica pois, o médico apesar de ser bom na prática da medicina não consegue interagir com os pais esclarecendo dúvidas nem trazendo um conforto ou acalmando uma mãe que entrou no consultório achando que o filho tinha alguma doença grave. É fundamental para os pais poderem conversar e esclarecer qualquer tipo de dúvida com seu médico. E, pode parecer bobeira mas os pais em geral adoram que o médico elogie seus filhos, seja a beleza ou a saúde. Pergunte para qualquer pessoa se isso não é verdade!

Considere todos esses fatores na hora de escolher um médico para o seu filho, vai ser melhor para você e seu filho não vai ter medo de ir ao médico.

Fonte: www.meubebezinho.com.br

escolher um(a) pediatra

Escolher um pediatra pode ser um bicho de sete cabeças ou muito simples. Geralmente seguimos recomendações de outros pais, escolhemos dos que têm acordos com os nossos seguros de saúde ou ficamos com o que existir no centro de saúde da zona.

Eu sempre tive a ideia de ter como pediatra dos meus filhos aquele que já foi o meu pediatra. É super hiper recomendado (por muita gente a começar por mim), mas a verdade é que também já tem uns aninhos e é hiper ocupado. Ele é director de pediatria no hospital de santa maria, gere o centro brazelton, está envolvido com a humpar e etc etc. Para além disto tudo não tem convenção com os nossos seguros de saúde.

Como tal fizemos nova pesquisa e encontramos uma pediatra também altamente recomendada, de uma família de pediatras e que tem convenção com um dos nossos seguros.

A minha mãe sempre disse que deviamos marcar consulta com o pediatra ainda grávidos. Diz ela que quando esteve grávida leu os livrinhos todos e recomendavam que se fizesse isso.

Eu sempre tive ideia de o fazer, mas não sabia até que ponto isso seria ainda prática corrente. Também li muitos livrinhos e posso dizer que nem um abordava este assunto.

Quando pesquisamos pela pediatra fiquei muito contente ao descobrir que esta considerava a consulta pré-natal muito importante e faz disso prática comum. Era mais um ponto a favor.

Questões para colocar à pediatra:

Vai ver o bebé logo à maternidade?

Quando é a primeira consulta?

Também dá consultas em algum hospital público?

Podemos telefonar-lhe em qualquer altura se nos virmos numa situação de emergência? E para tirar dúvidas? Podemos contactar via email?

Vou querer amamentar em exclusivo até aos 6 meses, mas devo regressar ao trabalho aos 5 meses e meio e o bebé terá de entrar na creche antes disso. Acha que é possível?

Se não, qual é o mais tarde que aconselha começar a introduzir novos alimentos?

E se não conseguirmos amamentar? Que quantidade e que leite devemos dar ao bebé?

Vacinas e teste do pezinho... não sabemos nada.

O banho do bebé? De gato até cair o cordão ou pode ser logo de banheira? Quais os cuidados a ter com o umbigo?

Sobre os antecedentes familiares médicos, nomeadamente os rins poliquísticos do pai e a talassemia da mãe. Existe algum cuidado a ter logo de início?

Tem alguma recomendação para nós?

Há aqui uma série de perguntas que se calhar até já sabemos a resposta e muitas outras que eu sei que são matéria para mais tarde. Mesmo assim, não quero deixar de inclui-las todas aqui. Mais vale perguntar a mais que de menos e os pais devem aproveitar a entrevista com o pediatra para fazer todas as perguntas que tenham, mesmo as mais disparatadas.

Por isso, e porque sei que de certeza existem mais perguntas a fazer deixem as vossas sugestões de perguntas. A entrevista vai ser na quinta feira à tarde.

Fonte: um-dia-chega-a-oriana.blogspot.com