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Governo Prudente de Morais

Governo Prudente de Morais
Governo Prudente de Morais

Segundo Período de Governo Republicano
15.11.1894 a 15.11.1898

Nascimento: Itu - SP, em 04.10.1841

Falecimento: Piracicaba - SP, em 03.12.1902

Profissão: Advogado

Período de Governo: 15.11.1894 a 15.11.1898 (04a)

Idade ao assumir: 53 anos

Tipo de eleição: direta

Votos recebidos: 276.583 (duzentos e setenta e seis mil quinhentos e oitenta e três)

Posse: em 15 de novembro de 1894, em sessão solene do Congresso Nacional, presidida pelo Senhor Ubaldino do Amaral Fontoura

Afastamento: em 10.11.1896 a 03.03.1897, por motivo de doença, período em que assumiu o Vice-Presidente.

Fonte: www.planalto.gov.br

Governo Prudente de Morais

Eleito em 1o. de março de 1894, tomou posse a 15 de novembro nosso primeiro Presidente civil: Prudente José de Morais e Barros.

Assumiu a presidência da República em uma época de crise: forte depressão econômica resultante do encilhamento, sérias sobrevivências do antagonismo político que ensangüentara o quadriênio anterior e a desordem administrativa avultavam entre os grandes problemas que teria de solucionar.

Desejando encerrar a fase revolucionária que enfrauecera a República, conseguiu Prudente de Morais pacificar o Rio Grande do Sul, ainda conturbado pela Revolução Federalista. Seriam anistiados os comprometidos no movimento. Outros fatos importantes marcariam seu governo; enquanto Rodrigues Alves, Ministro da Fazenda, tentava a recuperação financeira do país, discutiam-se e resolviam-se alguns problemas importantes com outras nações.

Em fevereiro de 1895 resolvia-se com o arbitramento do Presidente dos Estados Unidos, Grover Cleveland, a questão de limites com a Argentina (a questão das Palmas); no mês seguinte reatavam-se relações diplomáticas com Portugal, rompidas um ano antes, quando dois navios portugueses deram asilo político a Saldanha da Gama e a outros participantes da Revolta Armada. Sob arbitramento do governo português, solucionou-se o caso da Ilha da Trindade, ocupada desde dezembro de 1895 pelos ingleses, sob a alegação de não existirem ali marcos indicativos da posse brasileira.

Porém, o maior problema com que se deparou o governo de Prudente de Morais, foi a sangrenta campanha de Canudos. Antônio Conselheiro, líder messiânico, pregava entre jagunços a restauração da monarquia no Brasil. Canudos não representava um reduto monarquista, mas sim um modelo de sociedade alternativo ao que vinha se impondo à população. Ao invés da exclusão e das desigualdades, surgiu o modelo canudense, mais eqüitativo. A atração provocada nas populações dos arredores levou o governo a não aceitar tal sociedade alternativa. Na verdade a guerra ocorrida em Canudos poderia ter sido evitada com um mínimo de assistência social. Mas o governo preferiu causar um longo extermínio da cidade, povoada com pessoas que em verdade desconheciam a diferença entre Monarquia e República.

Sob a proteção do estado de sítio, rapidamente autorizado pelo Congresso, pôde então Prudente de Morais, com razoável energia, dedicar seu último ano de governo aos problemas da Administração Pública

Fonte: elogica.br.inter.net

Governo Prudente de Morais

Governo Prudente de Morais
Governo Prudente de Morais

Prudente José de Morais e Barros (Itu, 4 de outubro de 1841 — Piracicaba, 3 de dezembro de 1902) foi um político brasileiro, terceiro presidente do Brasil e primeiro civil a assumir este cargo. Prudente de Morais representava a ascensão da oligarquia cafeicultora ao poder nacional, após um período em que essa oligarquia mantinha-se dominando apenas o legislativo.

Bacharel em direito, já 1866 ingressa na política como deputado. Prudente de Morais fez sua carreira no Partido Republicano Paulista (PRP), ao qual se filiou em 1870. Em 1890, após um ano como presidente da junta governativa de São Paulo, é eleito senador; no cargo, chegou a presidir a Assembléia Nacional Constituinte e ser vice-presidente do senado. Disputou a presidência da república em 1891, perdendo o pleito (indireto) para Deodoro da Fonseca por pequena margem de votos.

Com a fundação do Partido Republicano Federal (PRF), consegue a indicação para a presidência, e vence as eleições presidenciais de 1894, tomando posse no dia 15 de novembro daquele ano.

Durante seu governo, abandonou uma a uma as medidas inovadoras de Floriano Peixoto. Essa cautela de Prudente foi necessária, já que os florianistas ainda tinham uma certa força, principalmente no Exército. Além disso, o vice-presidente estava ligado às idéias de Floriano. Resumindo, Prudente de Morais imprime uma direção ao governo que atende mais aos cafeicultores.
No início do seu governo consegue pacificar a Revolução Federalista no Rio Grande do Sul, assinando a paz com os rebeldes, que receberam anistia. Mas pouco tempo depois enfrentaria um movimento rebelde ainda maior: a Guerra de Canudos, no sertão baiano.

Se afastou do poder entre 10 de novembro de 1896 e 4 de março de 1897, por estar com a saúde debilitada. Assumiu nesse período o Vice-Presidente, Manuel Vitorino Pereira.

As divergências internas no PRF e a Guerra de Canudos desgastam o governo. Mesmo com a vitória das tropas do governo na guerra, os ânimos não se acalmam. Prudente de Morais sofreu um atentado a 5 de novembro de 1897; escapou ileso, mas perdeu seu Ministro da Guerra, Carlos Machado Bittencourt. O presidente decretou, então, estado de sítio, para o Distrito Federal (Rio de Janeiro e Niterói) conseguindo assim livrar-se dos oposicionistas mais incômodos.

Terminado o mandato, Prudente de Morais retirou-se para Piracicaba, onde exerceria a advocacia por alguns anos. Faleceu devido a uma tuberculose em 1902.

Fonte: pt.wikipedia.org

Governo Prudente de Morais

Político e estadista, Prudente José de Morais Barros nasceu em 4 de novembro de 1841, perto de Itu, São Paulo.

Um dos chefes do Partido Republicano Paulista, tornou-se, com o advento da Repúbli ca, membro da junta governativa de seu estado. Senador à Constituinte de 1890, foi designado seu presidente. Candidato à presidência da República para o primeiro quatriênio, foi derrotado por Deodoro da Fonseca, por 122 a 95 votos. Vice-presidente do Senado no período entre 1891 e 1894, elegeu-se para a presidência da República em 15 de novembro de 1894, sucedendo a Floriano Peixoto. Seu governo caracterizou-se pela pacificação do Rio Grande do Sul, convulsionado pela Revolução federalista, que irrompera no ano anterior à sua posse, pelo reatamento de relações diplomáticas com Portugal em 16 de março de 1895, desfeitas desde de 1893, e pela fixação definitiva, perante a Inglaterra, da posse da ilha da Trindade pelo Brasil. Entre 10 de novembro de 1896 e 4 de março de 1897 esteve substituído, por motivos de saúde, pelo vice-presidente Manuel Vitorino Pereira. Pouco depois de ter reassumido o cargo, Prudente de Morais foi objeto de um atentado em 5 de novembro de 1897, no qual sucumbiu o ministro da Guerra, Marechal Carlos Machado Bittencourt, o mesmo que, algum tempo antes, comandara uma expedição contra Canudos.

Com Prudente de Morais, primeiro presidente civil da República, subiram ao poder as oligarquias agrárias de Minas e São Paulo, que controlariam o Estado brasileiro por meio da chamada Política dos Governadores, do voto de cabresto e de outros instrumentos políticos, durante toda a primeira República. Após deixar o poder, Prudente de Morais chefiou uma dissidência do partido Republicano Paulista, defendendo várias reformas constitucionais, inclusive a que estabeleceu a eleição indireta.

Prudente de Morais faleceu em Piracicaba, no dia 3 de dezembro de 1902.

Fonte: www.agbcuritiba.hpg.ig.com.br

Governo Prudente de Morais

Prudente José de Morais Barros - Advogado, nascido na cidade de Itu, estado de São Paulo, em 4 de outubro de 1841. Após integrar a junta governativa de São Paulo, instituída com a proclamação da República, assumiu o governo daquele estado (1889-1890). Como senador por São Paulo exerceu a presidência da Assembléia Nacional Constituinte (1890-1891) e a vice-presidência do Senado (1891). Disputou, nesse mesmo ano, a presidência da República com Deodoro da Fonseca, perdendo a eleição indireta por uma pequena margem de votos. Tornou-se presidente do Senado até 1894, em substituição a Floriano Peixoto, então titular dessa casa, quando este assumiu a presidência da República. Por meio de eleição direta passou a exercer a presidência da República em 15 de novembro de 1894. Faleceu na cidade de Piracicaba, estado de São Paulo, em 13 de dezembro de 1902.

Período presidencial - Como primeiro presidente civil da República, sua eleição marcou o término da presença de militares no governo do país, inaugurando a representação dos interesses das oligarquias agrícolas e paulistas, sobretudo as do café. Em plena crise econômica, em decorrência da política do "encilhamento", Prudente de Morais enfrentou intensa oposição política, liderada por militares florianistas e pelo grupo dos "jacobinos" que lutavam pela consolidação do poder republicano; pelo Partido Monarquista, que buscava se reorganizar; e por parcela dos setores médios da população, descontente com o governo de um presidente civil.

Prudente de Morais licenciou-se do cargo em novembro de 1896, por motivo de doença, agravando a crise política, que passou a ser enfrentada pelo vice-presidente Manuel Vitorino. Reassumiu a presidência na nova sede do governo, o Palácio do Catete, em 4 de março de 1897.

No ano anterior, deu-se a eclosão do conflito em Canudos, no interior da Bahia, motivado pela questão do corte da madeira e liderado por Antônio Vicente Mendes Maciel, conhecido como Antônio Conselheiro, que, pregando uma vida ascética, havia atraído ao seu redor uma comunidade de quase trinta mil sertanejos. A revolta foi vista como uma reação monárquica, apesar de seu caráter messiânico e regional. A derrota das tropas baianas levou o presidente do estado a solicitar o envio de tropas federais. O fracasso de duas expedições e as mortes de seus comandantes republicanos gerou uma onda de protestos e de violência na cidade do Rio de Janeiro. Os florianistas organizaram-se em milícias fardadas e assassinaram alguns monarquistas cariocas. Somente com a devastação do arraial de Canudos, ocorrida em agosto de 1897, por uma expedição militar federal composta por oito mil homens, e após o atentado sofrido por Prudente de Morais, cometido por um soldado vitorioso em Canudos, deu-se fim à crise político-institucional, com o restabelecimento da ordem republicana.

Fonte: www.portalbrasil.eti.br

Governo Prudente de Morais

Nome: Prudente José de Morais Barros
Nascimento: 4 de outubro de 1841.
Local: na cidade de Itu, estado de São Paulo.
Profissão: advogado.
Falecimento: 13 de dezembro de 1902, na cidade de Piracicaba, estado de São Paulo.

Ações

Após integrar a junta governativa de São Paulo, estabelecida com a proclamação da República, assume o governo de SP de 1889 à 1890. Como senador por São Paulo exerce a presidência da Assembléia Nacional Constituinte - 1890-1891 e a vice-presidência do Senado em 1891. Disputam, no mesmo ano, a presidência da República com Deodoro da Fonseca e perde a eleição indireta por uma pequena margem de votos. Torna-se presidente do Senado até 1894, em substituição a Floriano Peixoto – titular da casa – quando este assumiu a presidência da República. Pela eleição direta passa a exercer a presidência da República em 15 de novembro de 1894.

Enquanto Presidente

Foi o primeiro presidente civil da República. Sua eleição marcou o fim da presença de militares no governo do país, inaugurando a representação dos interesses das oligarquias agrícolas e paulistas. Durante a crise econômica, em conseqüência da política do "encilhamento", Prudente de Morais enfrentou intensa oposição política, liderada por militares florianistas e pelo grupo dos "jacobinos" que lutavam pela consolidação do poder republicano; pelo Partido Monarquista, que buscava se reorganizar; e por parcela dos setores médios da população, descontente com o governo de um presidente civil. No ano anterior, houve o conflito em Canudos, no interior da Bahia, motivado pelo corte da madeira e liderado por Antônio Vicente Mendes Maciel, conhecido como Antônio Conselheiro. Conselheiro tinha uma vida espiritualmente rica, com isso atrai ao seu redor, uma comunidade de quase trinta mil sertanejos. A revolta é vista como uma reação monárquica, apesar de seu caráter messiânico (relativo ao Messias) e regional.

A derrota das tropas baianas leva o presidente do estado a solicitar o envio de tropas federais. O fracasso de duas expedições e as mortes de seus comandantes republicanos gera uma onda de protestos e de violência na cidade do Rio de Janeiro. Os florianistas organizaram-se em milícias fardadas e assassinaram alguns monarquistas cariocas. Somente com a destruição do arraial de Canudos, em agosto de 1897, por uma expedição militar federal composta por oito mil homens, e após o atentado sofrido por Prudente de Morais, cometido por um soldado vitorioso em Canudos, deu-se fim à crise político-institucional, com o restabelecimento da ordem republicana.

Fonte: www.eleger.com.br

Governo Prudente de Morais

Governo Prudente de Morais
O primeiro presidente civil

Presidente enfrenta Canudos

O paulista Prudente de Morais foi o primeiro presidente civil da Primeira República. Sua eleição encerra o período dos governos provisórios dos marechais Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto e marca o início do predomínio da oligarquia cafeicultora no poder.

Prudente de Morais, porém, assumiu o governo federal num momento em que o país atravessava uma grave crise econômica e um conflito político envolvendo divergências de interesse entre as duas principais facções republicanas: os radicais florianistas e a oligarquia cafeeira. Prudente de Morais pacificou o estado do Rio Grande do Sul e venceu a Guerra de Canudos, essas vitórias fortaleceram seu o governo e seu mandato.

Crise econômica

No final do século 19, a economia brasileira continuava sendo predominante agrária. O Brasil era basicamente um país exportador de matérias primas e produtos agrícolas (café, algodão, borracha, etc.). O café era o principal produto de exportação, responsável pela geração de grande fonte de renda e divisas.

Porém, anualmente os preços do café vinham despencando devido à concorrência internacional, enquanto a produção interna aumentava. Mas os cafeicultores não eram prejudicados, porque eram protegidos e amparados economicamente pelo governo federal.

A industrialização ainda era muito incipiente. O governo se esforçava para estimular a expansão industrial através da concessão de financiamentos para a importação de maquinário, e criação de taxas alfandegárias que dificultavam a entrada de produtos manufaturados estrangeiros que pudessem concorrer com os produtos similares produzidos no país.

Ricos e pobres

As oligarquias agrárias de modo geral, mas principalmente os cafeicultores, não concordavam com a política governamental de incentivo à industrialização, pois queriam que os recursos empregados fossem canalizados exclusivamente para o setor rural e para produção agrícola voltada para exportação.

A grave crise econômica prejudicava as camadas populares urbanas e rurais. A inflação crescia e o dinheiro se desvalorizada rapidamente. O reajuste dos salários nunca acompanhava o aumento do custo de vida, e isso fazia com que o poder aquisitivo e, consequentemente, a condição de vida da classe trabalhadora piorasse.

Crise política

Os militares e a oligarquia cafeicultora foram os principais promotores da Proclamação da República. Porém, os dois grupos não compartilhavam dos mesmos ideais políticos, pois os militares desejavam a instalação de um regime republicano centralizado, enquanto os cafeicultores defendiam um regime republicano federativo, onde os Estados fossem econômica e administrativamente autônomos para serem controlados de acordo com seus interesses locais.

O conflito político entre os militares e a oligarquia cafeicultora ameaçou seriamente o governo de Prudente de Morais. O presidente porém, foi hábil e cauteloso na resolução das divergências, ao implementar uma política de pacificação e unificação das diversas correntes republicanas.

E, na tentativa de apaziguar os militares, aceitou a indicação de homens de confiança do marechal Floriano Peixoto para cargos importantes em seu governo. No final do seu mandato, Prudente de Morais conseguiu reverter a situação de crise política, neutralizar a oposição e consolidar os interesses da oligarquia cafeicultora.

Reação da oligarquia cafeicultora

Em meio a crise política e econômica, Prudente de Morais pôs fim à Revolução Federalista que ocorria no estado do Rio Grande do Sul. Apesar de os rebelados terem sido fortemente reprimidos no governo de Floriano Peixoto, eles continuavam a lutar. Com o fim da revolta, Prudente de Morais se fortaleceu politicamente.

Não obstante, veio a adoecer e precisou ser afastado da presidência. Assumiu o vice-presidente, Manuel Vitorino, que era um representante da ala radical florianista. A crise econômica se agravara, e as medidas adotadas pela gestão de Vitorino para solucioná-la aprofundaram o conflito entre a oligarquia cafeicultora e os florianistas.

Guerra de Canudos

Pouco antes de Vitorino assumir a presidência, a Guerra de Canudos havia começado, mas as três primeiras campanhas militares enviadas fracassaram. O governo federal sofreu um desgaste político em razão dos insucessos militares em Canudos. Prudente de Morais se restabeleceu, e reassumiu a presidência justamente neste momento, e organizou a grande campanha militar venceu a guerra com a destruição do contestado de Canudos.

Prudente de Morais sofreu um atentado quando estava passando em revista as tropas vitoriosas em Canudos. Um suboficial do exército disparou um tiro no presidente, mas quem foi atingido mortalmente pela bala foi o ministro da Guerra, marechal Bittencourt. O atentado fracassou, porém, deu condições para que o presidente decretasse o "estado de sítio", permitindo que suspendesse os direitos constitucionais e governasse com amplos poderes.

Com esse dispositivo, Prudente de Morais neutralizou a oposição política e assegurou o predomínio dos interesses da oligarquia cafeicultora no plano da política nacional. Prudente de Morais conseguiu ainda que seu sucessor fosse eleito, o paulista Campos Salles.

Elitismo republicano

A atitude do governo de Prudente de Morais diante das duas revoltas sociais que ocorreram no período, deixariam evidente a face elitista da República oligárquica. Com a elite rebelde gaúcha, o governo negociou o fim da Revolução Federalista e anistiou os envolvidos. Na Guerra de Canudos, ao contrário, cometeu um dos maiores massacres da história, republicana ao reprimir com violência a população pobre.

Neste conflito armado, as tropas militares governamentais não fizeram prisioneiros, pois os soldados eliminaram milhares de sertanejos. Os governantes da Primeira República que sucederam Prudentes de Morais adotariam o mesmo padrão de conduta diante dos movimentos sociais de caráter popular.

Renato Cancian

Fonte: educacao.uol.com.br

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