As ligações químicas, ou em poucas palavras, a forma encontrada pela natureza de unir os átomos de uma substância, podem ser compreendidas quando consideramos dois extremos: uma ligação completamente iônica, como no Na+Cl-, e uma ligação completamente covalente, como no caso do N2. A melhor forma para podermos visualizar como a natureza consegue chegar a esses dois extremos é seguindo os ensinamentos de Lewis, que criou as "Estruturas" de Lewis, onde os elétrons da camada de valência do átomo são mostradas como pontinhos, e onde um par de elétrons de ligação são mostradas como um traço entre os átomos.
Assim, no caso do Na+Cl-, a atração eletrostática do cloro arranca para si o único elétron do sódio, transformando ambos os átomos em íons - átomos contendo carga elétrica:
As ligações químicas, ou em poucas palavras, a forma encontrada pela natureza de unir os átomos de uma substância, podem ser compreendidas quando consideramos dois extremos: uma ligação completamente iônica, como no Na+Cl-, e uma ligação completamente covalente, como no caso do N2. A melhor forma para podermos visualizar como a natureza consegue chegar a esses dois extremos é seguindo os ensinamentos de Lewis, que criou as "Estruturas" de Lewis, onde os elétrons da camada de valência do átomo são mostradas como pontinhos, e onde um par de elétrons de ligação são mostradas como um traço entre os átomos.
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Assim, no caso do Na+Cl-, a atração eletrostática do cloro arranca para si o único elétron do sódio, transformando ambos os átomos em íons - átomos contendo carga elétrica:
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Assim, no caso do Na+Cl-, a atração eletrostática do cloro arranca para si o único elétron do sódio, transformando ambos os átomos em íons - átomos contendo carga elétrica:
Fonte: inorgan221.iq.unesp.br