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Luciano Pavarotti

1935 - 2007

Luciano Pavarotti
Luciano Pavarotti

Luciano Pavarotti nasceu no dia 12 de outubro de 1935, em Módena e se consagrou como cantor lírico-italiano e grande intérprete das obras de Donizetti, Puccini e Verdi. Participou com os tenores espanhóis, José Carreras e Plácido Domingo, dos concertos "Os três tenores", e gravou famosos duetos com Bryan Adams, Andrea Bocelli, Céline Dion, U2 e Roberto Carlos, dentre outros. Cantou nos mais importantes teatros mundiais, como o Teatro alla Scala (Milão), a Royal Opera House (Covent Garden, Londres) e a Metropolitan Opera House (Nova York).

Pavarotti fez a sua estreia na ópera em 29 de abril de 1961, no papel de Rodolfo de "La Bohème", em Reggio Emilia. Estreou na América em Fevereiro de 1965 com a "Greater Miami Opera", junto com Joan Sutherland em Miami. Pavarotti foi o cantor substituto de um tenor subitamente doente e executou o seu papel sem prévio ensaio.

O seu maior êxito nos EUA foi com "La fille du régiment" de Donizetti, em 1972, na Metropolitan Opera, onde levou o público à loucura, pelo qual foi chamado 17 vezes à cena em constante aplauso.

Um novo incremento à sua fama internacional ocorreu quando em 1990 cantou a ária de Giacomo Puccini "Nessun Dorma" da ópera Turandot, que foi o hino da Copa do Mundo de 1990, na Itália. Além disso, formou com Plácido Domingo e José Carreras "Os Três Tenores", acompanhados pelo maestro Zubin Mehta, que ainda hoje é o álbum de música clássica mais vendido de sempre. O disco "In Concert de Os Três Tenores" rendeu à Pavarotti um de seus dois registros no livro Guinness World Records, o outro foi pelo fato de ter o maior número de chamadas ao palco - 165.

Pavarotti atuou pela última vez na New York Metropolitan Opera em 13 de março de 2004 recebendo uma ovação de 12 minutos pelo papel do pintor Mario Cavaradossi na "Tosca de Giacomo Puccini's" . No dia 1º de dezembro de 2004 anunciou a turnê final em 40 cidades, produzida por Harvey Goldsmith.

Fonte: www.jornaldehoje.com.br

Luciano Pavarotti

1935 - 2007

Luciano Pavarotti é, ao lado de Plácido Domingo e José Carreras, o mais festejado tenor da segunda metade do século XX. Mesmo aproximando-se dos 70 anos de idade, Pavarotti dá mostras de ser um incansável pela busca de uma técnica cada vez mais refinada. Não é à toa que, em entrevistas, costuma dizer que quando vai interpretar uma nova récita, estuda cuidadosamente todos os tenores que cantaram aquela peça específica, para só depois lhe imprimir o próprio estilo. Mais do que isso, ainda faz viagens esporádicas pelo mundo, depois de um tour de apresentações em estádios e em grandes ambientes, a partir do final dos anos 90, quando lutou para tentar tornar a música erudita menos erudita, no sentido de popularizar o público potencial deste gênero tido como sofisticado.

Em suma, são mais de 40 anos agradando audições de Modena a São Paulo, embora alguns críticos resistam às apresentações mais recentes, de altos e baixos, conseqüência de um estômago maltratado por excesso de remédios tomados para sanar um problema na perna.

De família humilde, filho único de um padeiro, Pavarotti nasceu na cidade italiana de Modena, em 12 de outubro de 1935. Quando criança, a primeira paixão foi o futebol, para o qual sempre demonstrou talento e aptidão. Chegou, inclusive, a fazer parte do time local, sempre assumindo uma postura de liderança e carisma. O amor pela música veio em seguida, estimulado pelos discos de Enrico Caruso, Giovanni Martinelli e Beniamino Gigli, sempre presentes no ambiente do lar, graças à paixão do pai por canto lírico.

O debute na ópera aconteceu em abril de 1961, no Teatro de Reggio Emilia, quando Pavarotti interpretou Rodolfo de La Bohème. Na ocasião, foi visitado nos camarins por ninguém menos que Titto Schipa, talvez o maior nome da música erudita na época. Imediatamente, iniciou uma longa viagem pela Europa, proporcionando aos públicos de Amsterdã, Viena, Zurique, Barcelona, Londres e outras cidades os primeiros rascunhos do talento pelo qual seria reconhecido mundo afora, poucos anos depois.

A estréia em terreno americano aconteceu em fevereiro de 1965, numa produção em Miami de Lucia di Lammermoor, com a soprano Joan Sutherland, com quem estabeleceria, a partir de então, uma parceria histórica. As elogiadas apresentações de Pavarotti em San Francisco e em Nova York logo o promoveram como a maior promessa entre os tenores de sua geração. E a transformação da promessa em realidade teve data: 17 de fevereiro de 1972. A produção de La Fille du Regiment, no badalado Metropolitan, em Nova York, colocou Pavarotti definitivamente entre os maiorais da música erudita.

A persona midiática de Pavarotti, sempre presente em documentários, talk shows e programas diversos da TV mundial, ajudaram na popularização de seu nome e na própria divulgação da música lírica, arte esta invariavelmente associada a um público restrito. Em março de 1977, o tenor voltou a interpretar Rodolfo de La Bohème, numa apresentação transmitida ao vivo.

O evento representou uma das maiores audiências da história da TV envolvendo um concerto de ópera.

Foi a partir dos anos 80 que Pavarotti começou a ser questionado por algumas vozes da crítica, esta influenciada, talvez, pelas declarações de uma soprano italiana, Renata Scotto, de que o compatriota era pouco entendido em música e, especialmente, em canto lírico. Em 1990, juntou-se a Plácido Domingo e José Carreras para o concerto Os Três Tenores, organizado pelo empresário Tibor Rudas. Era uma espécie de celebração pela recuperação de Carreras que, três anos antes, havia sofrido um transplante de medula, por causa de uma leucemia. O show viria, inclusive, ao Brasil, em julho de 2000, num megaevento realizado no estádio do Morumbi, em São Paulo, que custou cerca de R$ 3,5 milhões, na primeira apresentação do trio na América Latina.

Em 1993, Pavarotti deu início à série de concertos beneficentes anuais, intitulada Pavarotti & Friends, em Modena, sua cidade natal, sempre transmitidos para a TV italiana e alguns países. O último, realizado em junho deste ano, reuniu Bono Vox (vocalista do U2), Ricky Martin, Queen, Eric Clapton, Andrea Boccelli e Liza Minelli, tendo arrecadado 2 milhões de euros. O dinheiro será utilizado pela ONU (Organização das Nações Unidas) para reintegrar cerca de 20 mil iraquianos que vivem exilados no Irã.

Fonte: dvdmagazine.virgula.com.br

Luciano Pavarotti

A carreira de Luciano Pavarotti foi uma das mais longas entre aquelas de cantores líricos, vivida através de inovações freqüentemente discutidas e na divisão entre críticos ferozes e apaixonados leais. Uma carreira iniciada em Modena, na Itália, onde nasceu em 12 de outubro de 1935.

O ano da reviravolta foi em 1961, quando o jovem de 26 anos venceu o Concurso Internacional de Reggio Emilia, onde estreou como Rodolfo na famosa "La Boheme". Sua voz de tenor o levou em poucos anos aos grandes teatros do mundo, como a Ópera de Amsterdã, o Staatsoper de Viena, o Covent Garden de Londres (onde com Joan Sutherland e Richard Bonynge nasceu uma colaboração afortunada), o Liceu de Barcelona e o Festival de Glyndebourne.

Em 1965, a estréia no Scala em "La Boheme' com Mirella Freni e Karajan foi um triunfo. E em 1967, com a mesma obra (que vai de Luisa Miller a Rigoletto, do Trovatore al Ballo in Maschera, de Gioconda ao Elisir d'Amore, de Aida a Lucia de Lammermoor, de Turandot a Idomeneo, de Ernani a Otello e aos Pagliacci), enfrenta com idêntico sucesso o Metropolitan de Nova York.

O estrelato da lírica já envolvia o tenor de Modena que, em 1982, foi protagonista de um filme avaliado em US$ 18 milhões (Yes, Giorgio). O Scala o vaiou em 1983 em Lucia de Lammermoor, e em Salisburgo, por Idomeneo, a imprensa o criticou por não ter adaptado papéis de Mozart.

É na metade dos anos 1980 que novos horizontes se abriram para Pavarotti. Ele, que ganhou disco de platina depois de dois de ouro, cantou 44 gatos pelos 30 anos do Zecchino de Ouro. Depois, estreou na direção, em Veneza, com La Favorita, de Donizetti.

A grande festa da Itália para a Copa do Mundo de Futebol de 1990 viu o nascimento do fenômeno Três Tenores, que se transformou num recorde de vendas de discos. Em Caracalla, com Plácido Domingos e José Carreras, cantou temas célebres, mas também Cielito Lindo, La Vie en Rose e Ó Sole Mio. A platéia era de um milhão de espectadores.

No teatro, ele voltou a Reggio Emilia para festejar os 30 anos de sua estréia, e a Nova York pelo Rigoletto, onde desafinou na interpretação de La Donna è Mobile e não foi perdoado.

Depois, tudo de alternou entre grandes sucessos no exterior e fortuna. Dedicou-se à formação de jovens intérpretes, e como parceiros escolheu músicos e cantores de blues e rock, gravou Miserere com Zucchero, cantou para crianças doentes em Cardiff à convite de sua amiga, a princesa Diana, e em 1994 dedicou o Requiem de Verdi aos mortos de um atentado mafioso em Florença.

Ele intensificou o esforço humanitário a favor dos doentes e dos mais fracos no Pavarotti e Amigos, com Elton John, Liza Minnelli, Eric Clapton, Ligabue e os Litfiba. Ele também teve contato com Michael Jackson. Primeiro, o pop star assistiu a seu concerto, depois, o grande Luciano retribuiu a cortesia. Dirigiu um dos júris do Festival de San Remo.

Nos últimos anos, Luciano havia encontrado novo amor e se tornado pai novamente. Sua saúde cada vez mais o vinha impedido de honrar seus compromissos artísticos. Em 2004, ele partiu para Tóquio, no Japão, para sua "turnê de despedida".

Fonte: musica.terra.com.br

Luciano Pavarotti

1935 - 2007

Luciano Pavarotti
Luciano Pavarotti

Luciano Pavarotti nasceu em 1935, na cidade italiana de Modena e fez sua estréia aos palcos em 1961, cantando La Boheme, pe Puccini. A fama veio alguns anos depois, quando interpretou Toni em La Fille du Regiment, de Domenico Donizetti, em Nova Iorque, no Metropolitan Opera, ao lado de Joan Sutherland, que se tornaria uma companheira ao longo de toda sua carreira.

O seu maior êxito acontece, em 1972, com "La fille du régiment de Donizetti", na Metropolitan Opera, novamente, quando, após nove si dós tenores, deixa o público em êxtase, e é chamado 17 vezes à cena sob constante chuva de aplausos.
Formou, em 1990, ao lado de Plácido Domingo e José Carreras, o trio, "Três Tenores"; e juntos se apresentaram em dezenas de concertos. O trio cantou também em quatro partidas finais de Copas do Mundo, em Roma (1990), Los Angeles (1994), Paris (1998) e Yokohama (2002)

Em 1988, o nome de Pavarotti foi incluso no Livro Guinness dos Recordes por uma ovação que durou uma hora e sete minutos, recebida na Opera de Berlim.

Pavarotti era considerado um dos cantores mais aclamados mundialmente. Cantou nos mais importantes teatros do planeta, como o Teatro Scala de Milão e do Royal Opera House, em Londres; freqüentemente participando de concertos ao lado das grandes divas, como Montserrat Caballé, Kiri Te Kanawa, Mercedes Sosa e Joan Sutherland.

Ao longo de sua carreira, o tenor ficou também conhecido por popularizar o gênero operístico, participando de superproduções milionárias e gravando também duetos com astros da música pop como U2, Bryan Adams, Sting, Joe Cocker, Roberto Carlos, Celine Dion, Mariah Carey e Lionel Ritchie.

Sua última apresentação foi em Turim, durante os Jogos Olímpicos de Inverno, em fevereiro de 2006.

Fonte: www.pco.org.br

Luciano Pavarotti

Luciano Pavarotti
Luciano Pavarotti

Nasceu em 12 de outubro de 1935, num subúrbio de Modena, na Itália.

De infância pobre, aos 9 anos já acompanhava o pai, um padeiro que também era tenor, no coro da igreja local.

Aos 19, começou a ter aulas de canto com Arrigo Pola, que lhe ofereceu lições grátis.

O primeiro papel numa ópera foi em 1961, ao interpretar Rodolfo em La bohème, de Puccini.

Com sua primeira esposa, Adua Veroni, Pavarotti passou a primeira metade dos anos 60 excursionando pela Europa, até que subiu no Scala de Milão, com uma montagem de La bohème.

Estreou na América em 1965, em Miami.

Doravante, papéis em óperas de Bellini e Verdi, consolidaram-lhe a reputação de tenor.

Na segunda metade da década de 60, lançou seus primeiros discos, interpretando árias de Donizetti, Verdi e Puccini.

Em fevereiro de 1972, ao interpretar La fille du régiment, de Donizetti, no Metropolitan de Nova York, impressionou com seu alcance vocal e foi chamado de volta ao palco, pelo público, 17 vezes: um record.

Em 1981, passou a emprestar seu nome a uma competição internacional de jovens cantores, na qual os vencedores se apresentavam em concertos importantes.

A fama global chegou em 1990, quando interpretou Nessun dorma, de Puccini, na abertura da Copa do Mundo da Itália, em cujo encerramento o mundo viu, pela primeira vez, Placido Domingo, José Carreras e Pavarotti juntos: o trio que doravante seria mundialmente conhecido como os Três Tenores.

Com o maestro Zubin Mehta, os três gravaram The three tenors in concert, o disco de música erudita mais vendido da história.

Com os Três Tenores, Pavarotti lançaria mais quatro discos e faria uma série de apresentações em estádios, além cantar nas finais das Copas de 1994, 1998 e 2002.

Pavarotti cobrava cachês de US$1 milhão e tinha em seu repertório sucessos pop e canções tradicionais de seu país. Apresentou-se com cantores populares e de estilos diversos.

Seu envolvimento com causas humanitárias fez com que recebesse, em 2001, uma medalha da ONU.

Apresentou-se quatro vezes no Brasil: 1979, 1991, 1995 e 1997, quando dividiu o palco com Roberto Carlos.

Em 2003 desfez o casamento de 35 anos e assumiu o romance com Nicoletta Mantovani, sua ex-assistente, 35 anos mais jovem, com quem já tinha uma filha desde 2001. Tinha outros três filhos do primeiro casamento.

Pavarotti atuou pela última vez na New York Metropolitan Opera em 13 de Março de 2004 recebendo uma ovação de 11 minutos pelo papel do pintor Mario Cavaradossi na Tosca, de Puccini.

Em 1 de Dezembro de 2004 anunciou a sua turnê final em 40 cidades.

Em 10 de Fevereiro de 2006, cantou, pela última vez, Nessun Dorma, na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2006 em Turim.

Desde 2006 submetia-se a tratamento devido a um câncer no pâncreas. Seu estado de saúde agravou-se no verão de 2007, quando foi internado durante mais de duas semanas.

Uma semana antes da sua morte pediu para ir para sua casa, em Modena, onde veio a falecer, em 6 de Setembro de 2007, aos 71 anos.

Fonte: www.interconect.com.br

Luciano Pavarotti

Luciano Pavarotti nasceu na província italiana de Modena, em outubro de 1935. Habilidoso nos esportes, não demorou muito para que conquistasse os primeiros fãs como titular de um time de futebol local.

A primeira vez que o tenor soltou a voz foi em um coral de Modena, ao lado do pai, um tenor amador que amava fervorosamente ópera.

Mas a estréia de Pavarotti nos palcos foi em abril de 1961, com a popular ópera “La Bohàme”, de Puccini, na cidade de Reggio Emilia. O sucesso foi tanto que ele passou a ser requisitado em países como Áustria, Suíça, Holanda e Reino Unido.

Já a estréia na América ocorreu em fevereiro de 1965, em Miami, nos Estados Unidos, com a produção da ópera de “Lucia di Lammermoor", de Gaetano Donizetti, ao lado de Joan Sutherland, com quem começaria uma grande parceria.

Em 1972, a produção de "La Fille du Regiment", no Metropolitan, de Nova York, colocou Pavarotti definitivamente entre os maiores da música erudita.

Em 1990, Pavarotti se une aos tenores espanhóis Placido Domingos e Jose Carreras. Juntos, fizeram diversas apresentações. Seu maior legado para a música provavelmente será a apresentação do trio na abertura da Copa do Mundo de 1990, na Itália, vista por cerca de 800 milhões de pessoas no mundo todo.

Nos anos 90, Pavarotti resolve deixar a mulher com quem viveu por 37 anos e teve três filhas, para se casar com a assistente Nicoletta Mantovani, 34 anos mais nova, após um turbulento divórcio. Com ela, teve mais uma filha.

O final da carreira do tenor foi marcada por problemas de saúde, que o motivaram a cancelar diversos shows e turnês pelo mundo.

Em julho de 2006 ele foi submetido a uma cirurgia para a retirada de um tumor no pâncreas e, depois disto, não foi mais visto em público.

Fonte: oswaldoeduardo.blogspot.com

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