É a luz externa excessiva e mal direcionada que causa o fulgor (brilho) que se vê no céu acima das cidades.
É causada pelas luminárias mal desenhadas, que lançam grande quantidade de luz para cima.
Além do desperdício, essa luz ilumina a atmosfera, impedindo que se veja bem o céu, que é um patrimônio de grande importância para a Ciência.
Facilmente. Basta que se tenha o cuidado de utilizar, nas vias públicas, luminárias que só lançam luz para o chão, no máximo até a base do poste seguinte.
Aproveitar toda a luz criada na luminária para iluminar o chão e não o céu. Além disso, a luz concentrada em uma área menor ilumina mais.
A regra básica é que nunca se deveria poder observar a fonte geradora de luz, e sim a área iluminada. Uma luminária é malfeita se permitir que sua lâmpada seja vista a grande distância ou de locais mais altos que ela. Infelizmente, é só o que se vê nas cidades hoje em dia.
Não, muito pelo contrário. Nós precisamos ver o chão, e não as lâmpadas. A observação direta das lâmpadas ofusca nossa visão e fecha nossas pupilas, diminuindo a visibilidade das ruas.
É a iluminação local incômoda que invade nossas casas sem o nosso consentimento. Pode ser gerada pelas próprias luminárias das vias públicas ou por qualquer fonte de luz próxima.
A eletrificação rural traz grandes benefícios. O problema está no mau uso dela na iluminação incorreta, que pode ofuscar o céu também longe das cidades. É preciso educar o homem do campo para que isto não aconteça.
A luminária correta deve ter uma abertura horizontal, a lâmpada oculta dentro da proteção metálica e nunca utilizar um globo de vidro projetado para fora. Em geral, as atuais são inclinadas, com lâmpadas expostas ou usando aqueles globos, que são os principais causadores da emissão de luz na direção errada.
Fonte: www.geocities.com
A Poluição Luminosa (PL) é comumente definida como a luz externa mal-direcionada que vai para o céu (causando o brilho visto acima das cidades), ao invés de somente iluminar o chão; ou seja, é luz desperdiçada. A PL é a maior ameaça que temos hoje à beleza do céu noturno. Quem não nota a quantidade de estrelas visíveis à noite quando se vai a uma fazenda?! Nas cidades, é impossível observar sequer parte do que é visível longe delas!
Alguém poderia dizer que essa "poluição" é inevitável, resultado do progresso, e como tal, necessária. Porém essa afirmação é falsa. A PL é resultado do mau planejamento das luminárias que compõem os sistemas de iluminação. Uma luminária correta, anti-poluente, direciona a luz para o local a ser iluminado, eliminando o desperdício de luz. As luminárias atuais em geral deixam a luz escapar em todas as direções. O correto seria que o campo luminoso gerado não ultrapassasse a altura da própria lâmpada.
As vantagens disso? São muitas. A maior delas (além da preservação da atividade astronômica) é a economia de energia elétrica. Nas luminárias que poluem o céu, é preciso gastar mais energia (lâmpadas mais potentes, "com mais Watts") para compensar a luz que deixa de ir para o chão. Usando luminárias bem projetadas, anti-dispersivas, concentra-se a luz no local a ser iluminado (uma rua, por exemplo), o que permite que lâmpadas menos potentes sejam usadas, economizando energia. Outro benefício alcançado com a implantação de luminárias anti-dispersivas seria a maior segurança, tanto nas propriedades privadas quanto no trânsito, já que a luz que polui o céu também causa ofuscamentos nas pessoas, atrapalhando motoristas e escondendo marginais.
Vê-se, portanto, que não existem razões para continuar desperdiçando energia elétrica e poluindo o meio ambiente (o céu). Mas como se poderia mudar o quadro atual da iluminação? Para isso, bastaria que se passasse a utilizar as luminárias anti-dispersivas (também chamadas full- cutoff) ao invés das usadas atualmente nas cidades. Continue lendo e veja, no fim desta página, exemplos de boa e má iluminação.

Este é o esquema da má iluminação. Neste tipo
de luminária, a luz se espalha por todas as direções,
principalmente o alto, deixando deficiente a iluminação do solo
e poluindo o céu noturno, ofuscando o brilho dos astros.

Nas boas luminárias, o facho de luz não ultrapassa a horizontal,
concentrando a luz no chão até a base do próximo poste.
Dessa forma, preserva-se o céu e economiza-se energia, sem prejudicar
a qualidade da iluminação!

Comparando com os esquemas acima, podemos ver que a foto ao lado mostra uma
situação onde a iluminação é bem feita.
Note que a luz segue um caminho descendente até o chão, sem
que haja emissão de luz para os lados ou acima da horizontal.

Já aqui, vemos um exemplo do que é uma luminária poluente,
ineficiente, e muito atrativa para os vândalos...
Fonte: www.geocities.com
É a luz externa excessiva e mal direcionada que causa o fulgor (brilho) que se vê no céu acima das cidades.
É causada pelas luminárias mal desenhadas, que lançam grande quantidade de luz para cima.
Além do desperdício, essa luz ilumina a atmosfera, impedindo que se veja bem o céu, que é um patrimônio de grande importância para a Ciência.
Facilmente. Basta que se tenha o cuidado de utilizar, nas vias públicas, luminárias que só lançam luz para o chão, no máximo até a base do poste seguinte.
Aproveitar toda a luz criada na luminária para iluminar o chão e não o céu. Além disso, a luz concentrada em uma área menor ilumina mais.
A regra básica é que nunca se deveria poder observar a fonte geradora de luz, e sim a área iluminada. Uma luminária é malfeita se permitir que sua lâmpada seja vista a grande distância ou de locais mais altos que ela. Infelizmente, é só o que se vê nas cidades hoje em dia.
Não, muito pelo contrário. Nós precisamos ver o chão, e não as lâmpadas. A observação direta das lâmpadas ofusca nossa visão e fecha nossas pupilas, diminuindo a visibilidade das ruas.
É a iluminação local incômoda que invade nossas casas sem o nosso consentimento. Pode ser gerada pelas próprias luminárias das vias públicas ou por qualquer fonte de luz próxima.
A eletrificação rural traz grandes benefícios. O problema está no mau uso dela na iluminação incorreta, que pode ofuscar o céu também longe das cidades. É preciso educar o homem do campo para que isto não aconteça.
A luminária correta deve ter uma abertura horizontal, a lâmpada oculta dentro da proteção metálica e nunca utilizar um globo de vidro projetado para fora. Em geral, as atuais são inclinadas, com lâmpadas expostas ou usando aqueles globos, que são os principais causadores da emissão de luz na direção errada.
Fonte: www.geocities.com