
O maior de todos de que se tem registro é conhecido como Hoba West. Ele foi encontrado na Namíbia em 1920, pesando 60 toneladas.
Em todo o mundo.
Os meteoritos pesam cerca de 10g e caem na terra numa média de 1 para cada 2.590 km² a cada ano.
Variam de pequenas partículas a algumas centenas de toneladas.
A velocidade média é de 100 km/h.
8.400km/h ao entrar na atmosfera terrestre.
Não há registro de mortes humanas.
Os meteoritos são chamados de estrelas cadentes por causa do rastro de luz que eles provocam ao cair, queimando-se na atmosfera da Terra.
Eles são pedaços de matéria do espaço que acabam presos em nossa atmosfera; a maioria se desintegra inofensivamente, enquanto alguns caem como se fossem pedras atiradas de um edifício alto.
Eles podem dar um susto, se caírem no seu telhado ou em seu carro! Mas, felizmente, os meteoritos grandes são raros - em média, apenas um meteorito de 1m de diâmetro cai na Terra a cada ano. O maior de todos de que se tem registro é conhecido como Hoba West. Ele foi encontrado na Namíbia em 1920, pesando 60 toneladas.
Acredita-se que os meteoritos que vêem de Marte contêm vestígios de matéria orgânica, sugerindo que o planeta teve um clima mais úmido e quente há cerca de 3 bilhões de anos.
Fonte: www.discoverybrasil.com

Até há poucos anos, ninguém pensava que a Terra estaria em perigo de ser atingida por um objecto vindo do espaço. Mas o impacto do cometa Shoemaker-Levy 9 em Júpiter mostrou que os impactos ainda acontecem no Sistema Solar. De repente, a Terra já não parece ser tão segura quanto se pensava. Um longo caminho tem sido percorrido, o que nos permite perceber que os meteoritos não são mais do que pedaços de asteróides, bocados da Lua, de outros planetas, fragmentos de cometas que acabam por cair na Terra... O estudo dos meteoritos constitui uma oportunidade única de se poder conhecer o passado mais longínquo do nosso Sistema Solar e de todo o Universo, bem como a sua formação.
Cerca de 80% dos meteoritos conhecidos são incluídos numa classe designada de condritos, devido ao facto de apresentarem estruturas globulares de pequenas dimensões designadas por côndrulos. A sua composição mineralógica é muito parecida à do nosso planeta nos seus tempos primordiais: uma mistura de olivina, piroxena e ferro nativo. Daí que se conclua que estes meteoritos constituem pedaços do Sistema Solar no seu estado menos evoluído.
Em contraste com o meteoritos condritos, existem os meteoritos diferenciados, que se terão formado a partir da fragmentação de corpos planetários que sofreram uma evolução semelhante à da Terra e na qual um núcleo metálico se separou de uma zona mais externa rica em silicatos. Grande parte dos meteoritos acondritos apresenta uma composição química muito semelhante à dos basaltos, a rocha vulcânica mais comum no planeta Terra.
Um outro tipo de meteoritos diferenciados são os sideritos, ou meteoritos férricos, constituídos principalmente por ferro metálico, com algum níquel, e pequenas quantidades de outros minerais.

Cratera no Arizona, EUA
Coloquemos a seguinte situação hipotética: o impacto de um meteorito com 10 quilómetros de diâmetro, que se desloque à velocidade de 30 quilómetros por segundo é comparável com os seguintes aspectos: o volume do todos os edifícios dos EUA a embaterem contra a Terra a uma velocidade 100 vezes superior à de um avião a jacto; a energia libertada seria equivalente a 10.000 vezes o total do arsenal nuclear existente no pico da Guerra-Fria; a onda de choque produzida seria tão intensa que parte chega a fundir ou vaporizar as rochas atingidas; se o meteorito caísse no oceano, iria provocar uma onda de dimensões gigantescas (tsunami) que se iria deslocar a uma velocidade vertiginosa, alagando vários quilómetros de costa de numerosos países; se caísse em terra, iria levantar quantidades enormes de poeiras que se iriam espalhar por toda a atmosfera terrestre, impedindo a passagem dos raios solares, o que levaria a que as temperaturas diminuíssem bastante, até que as poeiras assentassem.

Concepção artística de um impacto
Os cientistas crêem que a maior ameaça provém dos cometas. Porém, tanto os cometas como os asteróides iriam provocar a mesma quantidade de estragos. Como os asteróides orbitam o Sol perto da Terra, é-nos possível utilizar telescópios de forma a monitorizá-los e calcular as suas órbitas no futuro, o que dará um bom avanço de vários anos para tentar arranjar soluções. Os cometas, por outro lado, passam a maior parte das suas órbitas muito longe do Sol, estando muito distantes de forma a serem observados por telescópios. Desta forma, não nos é possível descobrir os cometas até que eles viajam no Sistema Solar interior – geralmente, menos de um ano antes da sua passagem pela Terra. Daí que, no caso de um cometa estar em rota de colisão com a Terra, teríamos poucos anos de antecedência para preparar possíveis planos de salvaguarda da vida na Terra.
Esses planos poderiam passar pelo lançamento de ogivas nucleares contra o cometa de forma a tentar desviar a sua rota. Destruir o cometa em pequenos pedaços não é aconselhável uma vez que todos esses milhares de pedaços iriam cair na Terra ao mesmo tempo e com a mesma quantidade de energia, o que levaria a que a atmosfera aquecesse imensamente, matando toda a vida na Terra.
O meteoro que embateu no solo e provocou a cratera do Arizona,afinal embateu no planeta Terra a uma velocidade muito mais baixa do que aquela inicialmente prevista.
O grande buraco no solo - cerca de 200 m de profundidade e 1250m de diâmetro - foi feito há cerca de 50,000 anos por um asteróide com cerca de 40 m de diâmetro.

Cálculos anteriores estimavam que o embate se dera a uma velocidade de 15 km/s e estavam baseados nas velocidades a que se vêem os grandes meteoros atingir a Terra actualmente. Porém, um novo modelo computacional mostra que o objecto teria perdido velocidade durante o seu trajecto pela atmosfera, tendo parte sido desfeita formando uma nuvem de fragmentos de ferro antes do impacto com o solo. Inicialmente com 300,000 toneladas, após a passagem através da atmosfera apenas cerca de metade terá chegado ao solo e atingido o planeta a cerca de 12 km/s, de acordo com o referido por Jay Melosh, o investigador principal da Universidade do Arizona.
Fonte: teknospace.no.sapo.pt