Letra: Manuel Romero
Música: Carlos Gardel
Composto em 1931
Tradução: Elesta, Leo e Marcial
Tomo y obligo, mandese un trago
Bebo e convido, beba um copo
que hoy necesito el recuerdo matar.
que hoje necessita a saudade matar.
Sin un amigo, lejos del pago,
Sem um amigo, longe de casa,
quiero en su pecho mi pena volcar.
quero em seu peito minha dor apagar.
Beba conmigo, y si se empaqa
Beba comigo, e se se apaga
de vez en cuando mi voz al cantar
de vez em quando minha voz ao cantar
no es que la llore porque me engaqa,
não é que chore porque me engana,
yo se que un hombre no debe llorar.
eu sei que um homem não deve chorar.
Si los pastos conversaran
esta pampa le diria
Se os pastos falassem, este campo lhe
diria
de que modo la queria, con
que fiebre la adore.
o quanto a queria, com que febre a adorava.
Cuantas veces de rodillas, tembloroso, yo me he hincado
Quantas vezes de joelhos, trêmulo, eu
me joguei
bajo el arbol deshojado donde un día la bese.
sob a árvore desfolhada onde um dia a beijei.
Y hoy al verla envilecida, a
otros brazos entregada,
E hoje, ao vê-la ordinária, a outros
braços entregue
fue pa'mi una puñalada y
de celos me cegue.
foi para mim uma punhala e de ciúme
me ceguei.
Y le juro, todavia no consigo convencerme
Eu te juro, todavia, não consigo
convencer-me
como pude contenerme y
ahi nomas no la mate.
como pude conter-me e aí,
simplesmente não a matei.
Tomo y obligo, mandose un trago
Bebo e convido, tome um trago
de las mujeres mejor no hay
que hablar.
das mulheres melhor nem falar.
Todas, amigos, dan mui mal pago
Todas, amigos, dão mal resultado
y hoy mi experiencia lo puede afirmar.
e hoje minha esperiência pode
confirmar.
Siga un consejo, no se
enamore
Siga um conselho, não se apaixone
y si una vuelta le toca hocicar,
e se alguma vez é sua vez de se ferrar
fuerza canejo, sufra y no llore
seja macho, sofra e não chore
que un hombre macho no debe llorar.
porque um homem macho não deve
chorar.
Fonte: www.paixaoeromance.com.br