PortalSaoFrancisco.com.br

Niels Bohr

Nasceu em Copenhague, Dinamarca, em 7 de outubro de 1885.

Desde muito jovem, dedicou-se à pesquisa científica.

Em 1907 foi premiado pela Sociedade Científica da Dinamarca. Em 1911, doutorou-se pela Universidade de Copenhague. Estudou na Inglaterra, primeiro em Cambridge com Joseph Thomson; depois em Manchester, com Ernest Rutherford. De volta à Dinamarca, foi nomeado em 1916 professor de Física da Universidade de Copenhague, e em 1920 foi eleito diretor do recém-criado Instituto de Física Teórica, que se tornou, na época, um centro mundial de estudos de Física Atômica.

Em 1913, causou uma revolução no estudo da estrutura atômica, ao aplicar a Mecânica Quântica na explicação do movimento dos elétrons, como mencionados acima.

Por seus trabalhos, Bohr recebeu em 1922 o Prêmio Nobel de Física. Na década de 30, suas teorias contribuíram para o desenvolvimento dos estudos da fissão nuclear, que levaram, mais tarde, à construção das bombas e reatores atômicos. Em 1943, mudou-se para os Estados Unidos devido á Segunda Guerra Mundial. Em 1945 voltou à Dinamarca, reassumindo a direção do Instituto de Física Teórica de Copenhague, cargo eu ocupou até sua morte em 18 de novembro de 1962. Nos últimos anos de sua vida lutou pelo uso pacífico da energia atômica. Em sua homenagem, os cientistas soviéticos propuseram dar ao elemento químico 105 o nome "nielsbório".

Fonte: www.alexquimica.com.br

Niels Bohr

Físico dinamarquês nascido em 1922 em Copenhagen, foi o quarto filho do famoso Niels Bohr com Margrethe Bohr, que ganhou o Prêmio Nobel de Física (1975), pela descoberta da conexão entre o movimento coletivo e o movimento de partícula e pelo desenvolvimento da teoria da estrutura do núcleo atômico baseada nesta conecção. Morou com os pais no Instituto de Física Teórica (hoje Instituto Niels Bohr) e, depois, em Carlsberg (1932). Aos 12 anos entrou para o Sortedam Gymnasium e estudou humanidades e ciências.

Entrou para a Universidade de Copenhagen (1940) antes da ocupação alemã, para estudar física e tornou-se uma espécie de assistentepor correspondência do pai em trabalhos sobre física. Aconselhado pelo pai, fugiu do nazismo (1943), para a Suécia, e depois seguiram para a Ingalaterra, onde passaram a pesquisar em energia atômica. Retornou a Dinamarca (1945), mas continuou integrando equipes de trabalhos em física atômica em Londres, Washington e Los Alamos. Na Dinamarca retornou a universidade e obteve o master's degree (1946). Foi nomeado para integrar a equipe do Institute for Advanced Study em Princeton (1948), e pesquisador associado na Columbia University (1949-1950).

Casou com Marietta Soffer (1950), em New York City, e o casal teve três filhos: Vilhelm, Tomas e Margrethe. Iniciou, então, uma produtiva e afortunada cooperação com Ben Mottelson, com o qual escreveu dois importantes livros sobre estrutura nuclear: Single-Particle Motion (1969) e Nuclear Deformations (1975). Inicialmente pesquisador fellow tornou-se professor de física na Universidade de Copenhagen (1956). Após a morte do pai (1962), foi seu substituto na direção do Instituto Niels Bohr (1962-1970). Foi membro (1957-1975), e depois diretor do Nordita (Nordisk Institut for Teoretisk Atomfysik), um outro instituto fundado (1957) para funcionar em associação com o Instituto Niels Bohr. Seu nome completo é Aage Niels Bohr.

Fonte: www.e-biografias.net

Niels Bohr

Niels Bohr
Niels Bohr

Niels Henrik Bohr nasceu em Copenhague, Dinamarca, em 7 de outubro de 1885. Aos 22 anos de idade foi premiado pela Sociedade Científica da Dinamarca e, em 1911, doutorou-se pela Universidade de Copenhague. Estudou na Inglaterra, primeiro com Joseph John Tomson, depois em Manchester, com Ernest Rutherford. De volta à Dinamarca, foi nomeado em 1916 professor de física na mesma universidade onde se doutorou, e em 1920 foi eleito diretor do recém-criado Instituto de Física Teórica, um importante centro de estudos da física atômica na época.

Em 1923, causou uma revolução no estudo da estrutura atômica, ao aplicar a Mecânica Quântica na explicação do movimento dos elétrons. Por seus trabalhos, bohr recebeu em 1922 o Prêmio Nobel de Física. Na década de 30, suas teorias contibuíram para o desenvolvimento dos estudos da fissão nuclear, que levaram à construção das bombas e reatores atômicos. E,m 1943, mudou-se para os estados Unidos, devido à Segunda Guerra Mundial. em 1945, voltou à Dinamarca para reasssumir a direção do Instituto de Física Teórica de Copenhague. Nos últimos anos de sua vida, lutou pelo uso pacífico da energia atômica. Em sua homenagem, os soviéticos propuseram o nome de Nielsbório para o elemento de número atômico 105.

Bohr faleceu em Copenhague, em 18 de novembro de 1962.

Fonte: planeta.terra.com.br

Niels Bohr

Niels Bohr
Niels Bohr

Niels Henrik David Bohr nasceu no dia 7 de Outubro de 1885, em Copenhaga. Niels Bohr é filho de Christian Bohr e Ellen Adler Bohr. Christian Bohr, professor de fisiologia na Universidade de Copenhaga, tornou-se famoso devido ao seu trabalho sobre os aspectos físicos e químicos da respiração.

Niels Bohr tinha dois irmãos: Jenny e Harald.

Niels, assim como o seu irmão Harald Bohr ( que se viria a tornar um famoso matemático ), cresceu num ambiente favorável ao desenvolvimento das suas capacidades, pois o seu pai era um importante fisiólogo e foi responsável pelo despertar do interesse de Niels pela física, e a sua mãe descendia de uma família que se destacou no campo da educação.

Em 1903, Niels matriculou-se na Escola Secundária de Gammelholm. Mais tarde, Bohr entrou para a Universidade de Copenhaga, onde foi influenciado pelo Professor Christiansen, um físico profundamente original e altamente dotado, e acabou o seu mestrado em física em 1909 e o seu doutoramento em 1911.

Quando ainda era estudante, um anúncio, da Academia de Ciências de Copenhaga, de um prémio para quem resolvesse um determinado problema científico levou-o a realizar uma investigação teórica e experimental sobre a tensão da superfície provocada pela oscilação de jactos fluídos. Este trabalho, levado a cabo no laboratório do seu pai, ganhou o prémio ( a medalha de ouro ) e foi publicado em “Transactions of the Royal Society”, em 1908.

Bohr continuou as suas investigações e a sua tese de doutoramento incidiu sobre as propriedades dos metais com a ajuda da teoria dos electrões que ainda hoje é um clássico no campo da física. Nesta pesquisa Bohr confrontou-se com as implicações da teoria quântica de Planck.

No Outono de 1911, Bohr mudou-se para Cambridge, onde trabalhou no Laboratório Cavendish sob a orientação de J. J. Thomson.

Na Primavera de 1912, Niels Bohr passou a trabalhar no Laboratório do Professor Rutherford, em Manchester.

Neste laboratório, Bohr realizou um trabalho sobre a absorção de raios alpha, que foi publicado na “Philosophical Magazine”, em 1913.

Entretanto, Bohr passou a dedicar-se ao estudo da estrutura do átomo, baseando-se na descoberta do núcleo atómico, realizada por Rutherford.

No mesmo ano, Bohr casou com Margrethe Norlund, com quem viria a ter seis filhos.

Quando regressou à Dinamarca em 1913, Bohr procurou estender ao modelo atómico proposto por Rutherford os conceitos quânticos de Planck.

Bohr acreditava que, utilizando a teoria quântica de Planck, seria possível criar um novo modelo atómico, capaz de explicar a forma como os electrões absorvem e emitem energia radiante. Esses fenómenos eram particularmente visíveis na análise dos espectros luminosos produzidos pelos diferentes elementos. Ao contrário do produzido pela luz solar, esses espectros apresentam linhas de luz com localizações específicas, separadas por áreas escuras. Nenhuma teoria conseguira até então explicar a causa dessa distribuição.

Em 1913, Bohr , estudando o átomo de hidrogénio, conseguiu formular um novo modelo atómico. Bohr concluiu que o electrão do átomo não emitia radiações enquanto permanecesse na mesma órbita, emitindo-as apenas quando se desloca de um nível de maior energia (órbita mais distante do núcleo) para outro de menor energia (órbita menos distante).

A teoria quântica permitiu-lhe formular essa concepção de modo mais preciso: as órbitas não se localizariam a quaisquer distâncias do núcleo, pelo contrário, apenas algumas órbitas seriam possíveis, cada uma delas correspondendo a um nível bem definido de energia do electrão. A transição de uma órbita para a outra seria feita por saltos pois, ao absorver energia, o electrão saltaria para uma órbita mais externa e, ao emiti-la, passaria para outra mais interna. Cada uma dessas emissões aparece no espectro como uma linha luminosa bem localizada.

A teoria de Bohr, que foi sucessivamente enriquecida, representou um passo decisivo no conhecimento do átomo. Assim, a teoria de Bohr permitiu a elaboração da mecânica quântica partindo de uma sólida base experimental.

A publicação da teoria sobre a constituição do átomo teve uma enorme repercussão no mundo científico. Com apenas 28 anos de idade, Bohr era um físico famoso com uma brilhante carreira.

De 1914 a 1916 foi professor de Física Teórica na Universidade de Victoria, em Manchester. Mais tarde, voltou para Copenhaga, onde foi nomeado director do Instituto de Física Teórica em 1920.

Em 1922, a sua contribuição foi internacionalmente reconhecida quando recebeu o Prémio Nobel da Física.

No mesmo ano, Bohr escreveu o livro “The Theory of Spectra and Atomic Constitution”, cuja segunda edição foi publicada em 1924.

Com o objectivo de comparar os resultados obtidos por meio da mecânica quântica com os resultados que, com o mesmo sistema, se obteriam na mecânica clássica, Bohr enunciou o princípio da correspondência. Segundo este princípio, a mecânica clássica representa o limite da mecânica quântica quando esta trata de fenómenos do mundo microscópico.

Bohr estudou ainda a interpretação da estrutura dos átomos complexos, a natureza das radiações X e as variações progressivas das propriedades químicas dos elementos.

Bohr dedicou-se também ao estudo do núcleo atómico. O modelo de núcleo em forma de “gota de água” revelou-se muito favorável para a interpretação do fenómeno da fissão do urânio, que abriu caminho para a utilização da energia nuclear. Bohr descobriu que durante a fissão de um átomo de urânio desprendia-se uma enorme quantidade de energia e reparou então que se tratava de uma nova fonte energética de elevadíssimas potencialidades. Bohr, com a finalidade de aproveitar essa energia, foi até Princeton, na Filadélfia, onde se encontrou com Einstein e Fermi para discutir com estes o problema.

Em 1933, juntamente com seu aluno Wheeler, Bohr aprofundou a teoria da fissão, evidenciando o papel fundamental do urânio 235. Estes estudos permitiram prever também a existência de um novo elemento, descoberto pouco depois: o plutónio.

Em 1934, publicou o livro “Atomic Theory and the Description of Nature”, que foi reeditado em 1961.

Em janeiro de 1937, Bohr participou na Quinta Conferência de Física Teórica, em Washington, na qual defendeu a interpretação de L. Meitner e Otto R. Frisch, também do Instituto de Copenhaga, para a fissão do urânio. Segundo esta interpretação, um núcleo atómico de massa instável era como uma gota de água que se rompe.

Três semanas depois, os fundamentos da teoria da "gota de água" foram publicados na revista "Physical Review". A esta publicação seguiram-se muitas outras, todas relacionadas com o núcleo atómico e a disposição e características dos electrões que giram em torno dele.

Um ano depois de se ter refugiado em Inglaterra, devido à ocupação nazi da Dinamarca, Bohr mudou-se para os Estados Unidos, onde ocupou o cargo de consultor do laboratório de energia atómica de Los Alamos. Neste laboratório, alguns cientistas iniciavam a construção da bomba atómica.

Bohr, compreendendo a gravidade da situação e o perigo que essa bomba poderia representar para a humanidade, dirigiu-se a Churchill e Roosevelt, num apelo à sua responsabilidade de chefes de Estado, tentando evitar a construção da bomba atómica.

Mas a tentativa de Bohr foi em vão. Em julho de 1945 a primeira bomba atómica experimental explodiu em Alamogordo. Em Agosto desse mesmo ano, uma bomba atómica destruiu a cidade de Hiroshima. Três dias depois, uma segunda bomba foi lançada em Nagasáqui.

Em 1945, finda a II Guerra Mundial, Bohr regressou à Dinamarca, onde foi eleito presidente da Academia de Ciências. Bohr continuou a apoiar as vantagens da colaboração científica entre as nações e para isso foi promotor de congressos científicos organizados periodicamente na Europa e nos Estados Unidos.

Em 1950, Bohr escreveu a “Carta Aberta” às Nações Unidas em defesa da preservação da paz, por ele considerada como condição indispensável para a liberdade de pensamento e de pesquisa.

Em 1955, escreveu o livro “The Unity of Knowledge”.

Em 1957, Niels Bohr recebeu o Prémio Átomos para a Paz. Ao mesmo tempo, o Instituto de Física Teórica, por ele dirigido desde 1920, afirmou-se como um dos principais centros intelectuais da Europa.

Bohr morreu a 18 de Novembro de 1962, vítima de uma trombose, aos 77 anos de idade.

Fonte: www.geocities.com

Niels Bohr

Niels Bohr
Niels Bohr

Niels Henrick David Bohr (Copenhague, 7 de Outubro de 1885 — Copenhague, 18 de Novembro de 1962) foi um físico dinamarquês cujos trabalhos contribuíram decisivamente para a compreensão da estrutura atômica e da física quântica.

O seu pai, Christian Bohr, foi professor de fisiologia, e sua mãe, Ellen (nome de solteira Adler), provinha de uma família judaica.

Licenciou-se na sua cidade natal em 1911 e trabalhou com Joseph John Thomson e Ernest Rutherford em Inglaterra. Em 1913, aplicando a teoria da quantificação aos elétrons do modelo atómico de Rutherford, conseguiu interpretar algumas das propriedades das séries espectrais do hidrogénio e a estrutura do sistema periódico dos elementos. Formulou o princípio da correspondência e, em 1928, o da complementaridade. Estudou ainda o modelo nuclear da gota líquida, e antes da descoberta do plutónio, previu a propriedade da cisão, análoga à do U-235. Bohr recebeu o Prémio Nobel de Física em 1922.

Sua teoria para a explicação do modelo atômico proposto por Rutherford em 1911, levando em conta a teoria quântica (formulada por Max Planck em 1900), não foi levada a sério. Depois, no decorrer da década e da década de 1920, vários físicos ajudaram a criar o modelo existente hoje. Entre estes físicos podemos citar Einstein, De Broglie, Schrödinger, Heisenberg, De Pauli, entre outros.

Fonte: pt.wikipedia.org

voltar 12avançar