O longa-metragem "As Crônicas de Nárnia: O leão, a feiticeira e o guarda-roupa", que estréia na próxima sexta (9), já alcança vôos fora das telas. Uma empresa de turismo irá transformar as locações da produção da Disney na Nova Zelândia em um pacote turístico a partir de janeiro de 2006. O valor da viagem ainda não foi divulgado.

Flock Hill, na Nova Zelândia, onde foi gravado "Nárnia"
Dirigida por Andrew Adamson (vencedor do Oscar com "Shrek" e "Shrek 2"), "As Crônicas de Nárnia: O leão, a feiticeira e o guarda-roupa" narra as aventuras de quatro crianças e um leão em um reino distante comandado por uma feiticeira malévola.

Nova Zelândia inspirou artistas gráficos de "Nárnia"
Baseado no clássico do escritor irlandês Clive Staples Lewis (1898-1963), parte do longa teve como cenário Flock Hill, na Nova Zelândia. O vale serviu de palco para a batalha que acontece no filme.
Isolado e gélido, o local é conhecido por suas colinas, declives e trilhas e atrai os amantes do turismo ecológico e alpinistas profissionais. Além de Flock Hill, foram gravadas cenas em Elephant Rocks, em Waitaki, outro paraíso ecológico da Nova Zelândia. Foi lá que o designer Roger Ford ergueu cerca de 80 tendas feitas de seda. Cenário que serviu de local para o acampamento do leão Aslan.
As megaproduções cinematográficas têm, na verdade, ajudado e muito a divulgar a Nova Zelândia para o mundo. Durante o lançamento de "O Senhor dos Anéis", que foi gravado no país, uma pesquisa indicava que 10% dos turistas estavam no local por causa do filme.
Interessado, o governo neozelandês tem até um programa de financiamento para atrair mais produções.
Fonte: www1.folha.uol.com.br
A Nova Zelândia é um país afortunado por toda espécie imaginável de atração para os visitantes em férias.
O Tourism New Zealand [external link] provê o visitante com informações sobre suas principais atrações em seu website, as quais podem ser obtidas, seja por impressão feita pelo usuário ou mediante solicitação da brochura impressa sem custos.
Fonte: www.nzembassy.com
Todos sabemos que a saga cinematográfica da megaprodução "O Senhor dos Anéis" foi filmada em cenários naturais fantásticos na Nova Zelândia. Outras produções da telona, como "O Piano", "A Encantadora de Baleias", "Almas Gêmeas"e "O Último Samurai", também se ambientam, em maior ou menor escala, na Nova Zelândia.
O interessante é perceber que essas aparições no cinema de todo o mundo têm rendido ao país um grande incremento no número de turistas que visitam esse destino, procurando, inclusive, roteiros turísticos específicos que abranjam as locações das filmagens de "O Senhor dos Anéis".
E não se trata apenas da divulgação de belas imagens, mas também de uma forte participação - financeira, principalmente - não só da indústria de turismo mas do próprio governo desse país.
É o que mostra a reportagem "Indústria Cinematográfica e Turismo", publicada no site do Ministério do Turismo.
Fonte: www.ideiaguia.com.br
Capital: Wellington
Idioma: inglês e maori
Moeda: dólar neo-zelandês
Clima: marinho
Fuso horário (UTC): +12 (+13)
Abriga tanto a população Maori quanto a Pakeha, como são chamados os brancos, possuindo vários museus dedicados às duas culturas. Há várias praias de areias brancas, ótimo lugares para mergulho, como a Reserva Marinha Ilhas de Poor Knights, e cidades históricas como Pahia e Waitangi
Nessa região há vários lagos, entre eles o Hawea e o Wanaka. No lago Te Anau, um imenso glaciar domina a paisagem, além de ter várias cavernas cheias de vermes fosforescentes, sendo esses dois os principais pontos turísticos da região.
Cidade procurada principalmente por quem pratica esporte de aventura, proporciona várias modalidades dos esportes radicais, entre eles o bungee jumping, criado no próprio país. Próximo à cidade está o Parque Nacional Fiordland, com sua costa recortada por fiordes e florestas geladas.
Fonte: www.geomade.com.br
Iremos fazer um primeiro percurso pela Ilha Norte, onde visitaremos as principais cidades: Auckland, Whangarei, Hamilton, Rotorua, a zona das águas termais, e a capital, Wellington, no extremo sul da ilha. Após cruzaremos à Ilha do Sul e percorreremos os centros turísticos de maior interesse: Nelson, Christchurch e Queenstown, entre outros.
É a maior cidade do país e a quarta em extensão do mundo. Tem uma população de mais de um milhão de habitantes, a quarta parte do total de Nova Zelândia. "A cidade das Velas" adora os esportes náuticos, em especial a vela, a qual congrega multidão de visitantes.
O marco dominante da cidade é a bela silueta da ponte, as brilhantes águas das duas baias Waitemata e Manukau, e o cone da ilha de Rangitoto, o último dos vulcões da cidade a entrar em erupção, fazem apenas 600 anos.
Entre os museus que oferece a cidade destacam o Museu de Auckland, exibindo uma completíssima coleção de cultura e objetos maoríes, e o Museu Marítimo de Hobsom Wharf situado frente ao mar, explorando mais de mil anos da história marinheira de Nova Zelândia.
O Kelly Tarltom Underwater World & Antartic Encounter oferece uma das mais impressionantes vistas do mundo sub aquático a serem experimentadas no mundo, enquanto que o Zoo de Auckland conta com uma extensa representação da fauna local, e nele pode-se observar o esquivo kiwi e o pré-histórico tuatara.
Auckland tem-se preocupado por manter intacto o seu passado urbanístico, e assim hoje pode-se apreciar vários edifícios da era colonial preservados e restaurados. Alberton Homestead, Ewelme Cottage e Howick House estão abertas para os visitantes. Howick colónial Village, no bairro de Howick, ao leste da cidade, é uma pequena vila de meados do XIX totalmente restaurada. Na mesma linha, o bairro de Parnell Village tem mantido o sabor histórico de suas lojas e casas, mas não como peças de museu, mas como elementos ativos de uma das zonas com mais vida de Auckland.
Auckland assenta-se sobre as crateras de uns 50 vulcões extintos, hoje aproveitados para zonas de lazer e proporcionar magníficas vistas da cidade e seus arredores. O mais alto e espetacular deles é o Mt Eden, a outra opção para obter uma magnífica vista é a de One Tree Hill.
Tamaki drive e Orakel são o reduto dos milionários neo-zelandeses, a culminar em Bastiom Point, seu luxuoso porto.
Missiom Bay é uma espécie de equivalente à Santa Mônica californiana, muito popular no verão, com sua tranquila praia e o passeio marítimo cheio de coquetos cafés.
Como reflexo da preocupação dos neo-zelandeses pelo meio ambiente, Auckland tem uma abundante e variada oferta de parques e jardins. Entre eles destacamos o Auckland Domain, o Cornwall Park e o Edem Garden.
O Golfo de Hauraki, na beira de Auckland, está cheio de ilhas, algumas delas a uns minutos da cidade, o que as converte em um destino ideal para excursões de um dia.
Pela estrada SH1, justo à saída de Auckland encontra-se a Península Whangaparoa, ideal para os esportes aquáticos. No extremo norte da península o Parque Regional Shakespeare oferece uma ampla gama, além da possibilidade de observar uma rica coleção da fauna e flora neo-zelandesa.
Whangarei, com seus 40.000 habitantes, é a maior cidade ao norte de Auckland e um paraíso para os amantes das regatas. As praias em Whangarei Heads, a 35 quilômetros da cidade, são de uma beleza impressionante. Muito perto Bay of Islands é uma das principais atrações turísticas do país.
A principal cidade interior do país, é atravessada pelo rio Waikato, o mais longo de Nova Zelândia. Entre as principais atrações encontra-se o Museu Waikato de História e Arte, o National Agricultural Heritage Complex, com vários museus a explicar a riqueza agrícola e a criação de gado da região, edifícios históricos e uma granja autêntica na que pode-se interagir com os animais. O imenso Hamiltom Gardens contém mais de 100 jardins temáticos diferentes.
Muito perto de Hamiltom encontra-se Waingaro Hot Springs, um complexo de descanso e diversão surgido em torno a três piscinas de águas termais. Para a costa, à 48 quilômetros de Hamiltom está Raglan, a vila de praia por excelência da região. Suas imemoráveis condições atraem numerosos surfistas, especialmente nas praias de Te Manu Bay e Whale Bay, sobretudo, no verão, quando celebram-se prestigiosas competições internacionais.
É o ponto turístico mais importante da ilha do Norte. Tem sido rebatizada como a "Cidade do Enxofre", devido à intensa atividade termal registrada nela. Rotorua é também a capital da Bay of Plenty (Baia da abundância), conhecida pela enorme cabana, as trutas de seus rios, as excelentes praias e os produtos horto-frutícolas (não muito longe, em Tauranga, organizam-se visitas para conhecer os cultivos do kiwi) e suas principais atividades de gado ovino e bovino.
Em Hinemoa St. estão as fontes termais e o Jardim de Orquídeas. Trata-se de uma estufa (com uma rica variedade de insetos e répteis) com um grande órgão de água. A zona termal mais importante de Rotorua e de toda Nova Zelândia é a Reserva de Whakarewarewa, onde encontra-se o géiser Pohutu.
Em toda a zona há áreas termais, embora na Reserva de Hell's Gate, as cascatas termais maiores do hemisfério sul irão enche-lo de admiração. Um cruzeiro pelo Lago Rotorua, irá leva-lo ao povoado maorí de Ohinemutu, onde não deixe de ver a Igreja Maorí Anglicana da Santa Fé, maravilhosamente talhada e decorada com pinturas de artistas nativos.
Um pouco mais para o sul, o Lago Taupo, com a maior colônia de alcatrazes do mundo. A cidade de Turangi separa-o do Parque Nacional de Tongariro, a residência dos deuses segundo as crenças maoríes.
Está situada no ponto mais meridional da ilha do Norte e é a capital da Nova Zelândia. Entre seus maiores atrativos destaca Port Nicholson. Os edifícios de madeira constituem um marco distintivo de Wellington, que gaba-se de possuir um dos maiores edifícios feitos deste material, o Velho Edifício do Parlamento. Entre os edifícios religiosos destaca a Catedral de St Paul, uma formosa mostra do gótico temprano inglês em madeira.
Entre os numerosos museus da cidade distingue-se o Museu Marítimo, muito ligado à história marinheira da cidade, e com um magnífico maquete tri-dimensional do porto. A Wellingtom City Art Gallery oferece estupendas coleções de arte contemporânea, igual que o Capitol Discovery Place. As melhores coleções da arte e cultura maorís e das ilhas do Pacífico irá encontrará-las no Museu Nacional, que também aloja a Galeria Nacional da Arte e a Academia Neo-zelandesa das Belas Artes.
A melhor vista de Wellingtom e seu porto deve-se apreciá-la desde o mirante no cume do Monte Vitória. Vale também uma visita aos jardins botânicos e ao zoo.
O Estreito de Cook separa as ilhas do Norte e do Sul, e a alguns podem parecer até dois mundos diferentes. A primeira região a atingir é a de Malborough. A melhor base para explorar o impressionante Parque Nacional de Marlborough Sounds é Picton. A esta cidade chega o transbordador da Ilha do Norte, concretamente ao Queen Charlote Sound, um dos tramos de terra firme do parque. A cidade tem certa atividade no verão e quando chegam as embarcações, mas é muito tranquila nas outras ocasiões.
Marlborough Sounds compõe-se de numerosas baias, ilhas, grutas e canais. As águas formaram profundos vales após as últimas glaciações. Grande parte destas águas estão hoje incluidas no Parque Marítimo Nacional, constituido por pequenas reservas separadas por terras de propriedade privada.
A uma hora e meia de estrada desde Blenheim, para o oeste, chega-se a Nelson City, capital da circundante região de Nelson, a qual é hoje o lar de grande parte dos melhores artesãos do país, atraídos pela riqueza dos materiais que lá pode-se encontrar (pedra, madeira, barro, vidro) e o magnífico clima. Nelson City é uma das cidades mais antigas do país, fundada em 1840 por imigrantes luteranos alemães, adquirindo o status de cidade graças à construção da catedral. É uma cidade muito bem dotada de instituções educativas e artísticas, destacando a Suter Art Gallery, com uma magnífica coleção de afrescos do século XIX. Nas partes antigas da cidade abundam as grandes mansões vitorianas. É especialmente recomendável a visita a Broadgreen, no subúrbio de Stoke, pois esta mansão restaurada está rodeada de um impressionante jardim de flores. Muito perto, o Parque Isel exibe magníficas espécies de árvores, alojando além o Museu Provincial.
A costa de Nelson está cheia de baias protegidas e praias muito seguras.
No sul da região, entre os cumes boscosos do Parque Nacional de Nelson Lakes, encontram-se formosos lagos como Rotori e Rotoroa. Neles pode-se desfrutar relaxadamente de uma maravilhosa paisagem virgem.
Descendo pela costa chega-se a Christchurch, a maior urbanização da Ilha do Sul. Com um terço da superfície dedicada a parques, reservas ou campos de esportes, Christchurch é chamada com razão a "cidade jardim". Dando uma volta por qualquer um dos enormes parques; no do Hagley achará um dos melhores jardins botânicos do mundo. Poderá também percorrer em barca o rio Avon durante quase uma hora e desfrutar de todo o percurso.
A Praça da Catedral segue sendo o coração da cidade. Em Christchurch a arquitetura é um espetáculo. O antigo edifício do Governo Provincial de Canterbury reflete a distintiva arquitetura gótica do século passado. Em Lyttelton, o porto de Christchurch, existe um original farol em forma de castelo que data do século passado.
"Sigm of the Tahake" hoje convertido em café restaurante é um impressionante edifício gótico de pedra nas Colinas de Cashmere, desde onde domina-se a cidade e as planícies de Canterbury.
A Catedral Anglicana é uma boa mostra do gótico inglês, e tem uma formosa vidraçaria. A catedral católica é a melhor obra de arquitetura renascentista do país, e seu interior é igualmente soberbo.
Entre os excelentes museus da cidade destacam a Maori and maori-bird Gallery e a Robert McDougal Gallery. Não deixe também de ir ao "Pólo Sul" no International Antartic Center. Se ainda é pouco, no Canterbury Museum poderá engrandecer sua informação sobre o tema, além de desfrutar de lembranças dos primeiros habitantes da cidade, a reconstrucção de uma rua do século passado.
No teleférico pode subir ao Monte Cavendish, desde onde a vista abrange a baia e as planícies de Canterbury até os Alpes do Sul. Nestes últimos vale a pena visitar o Parque Nacional de Mount Cook, o cume mais alto dos Alpes Meridionais.
Seguindo para o sul e para o interior chega-se a Queenstown, nas beira do lago Wakatipu em uma das paisagens mais belas do mundo. É um pequeno povoado de pouco mais de 2.500 habitantes, vivendo para o turismo. Pode-se começar a conhecer Queenstowm começando pelo mais alto, tomando a Skyline Gondola que leva ao cume da colina a dominar a cidade, e oferece umas inacreditáveis vistas sobre o lago. Um pouco mais abaixo do cume encontra-se o curioso Museu do Motor, onde pode-se contemplar uma boa coleção de carros e motos antigos. Perto, o Kiwi and Birdlife Park apresenta o tradicional espetáculo do kiwi em seu habitat noturno.
Desde Queenstowm pode-se visitar Fiordland, o qual, com 1,2 milhões de hectares, é o maior parque nacional do país e uma das maiores reservas naturais do planeta.
Na costa, ao leste de Queenstown, encontra-se Dunedin, uma cidade de pouco mais de 100.000 habitantes, onde 10% são estudantes, pelo qual abundam cafés, pubs e centros artísticos e culturais.
O Parque Nacional Abel Tasmam é uma das áreas de senderismo mais populares de Nova Zelândia, e tem várias rotas, a mais formosa encontra-se em volta da costa. O parque está localizado no extremo setentrional de uma cadeia montanhosa a extender-se desde o Parque Nacional de Kahurangi. Ao norte, o Farewell Spit, consiste em uma língua de terra de 26 quilômetros de largura, considerada seu lar por focas, albatrozes e outras aves.
Existe também a possibilidade de realizar uma excursão à Ilha de Tonga para tomar banho com as focas, uma experiência inesquecível, sobretudo para os menores.
Fonte: www.rumbo.com.br
A Nova Zelândia é geograficamente dividida em duas ilhas principais: Ilha do Norte e Ilha do Sul. As duas ilhas apresentam clima tropical e uma natureza fascinante, com exuberantes variações de paisagens que vão desde belíssimas praias de areias claras até montanhas nevadas. A preservação dessa bela, porém frágil paisagem é levada muito à sério. A fiscalização feita nos aeroportos é bastante rígida, não permitindo a entrada de qualquer semente, planta ou alimento de origem animal, para isso são usados equipamentos de alta tecnologia. O objetivo é evitar interferências no equilibrado ecossistema neozelandês.

Por se tratar de um território insular, a fauna é basicamente constituída de aves como pingüins, focas, pássaros e marsupiais. As espécies que ali habitam quase não possuem predadores terrestres, daí o surgimento do pássaro Kiwi, uma ave que não voa. A ave é tão popular na Nova Zelândia que seus habitantes passaram a ser chamados de Kiwis.
Os cenários neozelandeses facilitam a prática de vários esportes radicais como o Mountain bike, vôo livre, esqui, snowboarding, escalada, balonismo, canoagem, rafting, canyoning, mergulho e foi lá, mais precisamente em Queeenstown que inventaram o Bungee Jump, realizando saltos de 43 m de altura. A hospitalidade da população, a moeda (NZD – Dólar Neozelandês – aproximadamente 1,60) e a segurança desse país agregados às suas belezas naturais fazem o conjunto perfeito para se escolher um destino de viagem, estudo ou até mesmo servir de cenário para filmes como o Senhor dos Anéis.
Na Ilha do Norte concentram-se as cidades mais populosas e bastante desenvolvidas como a capital nacional, Wellington, e, Auckland, o maior centro financeiro e cultural do país, com mais de 1.8 milhões de habitantes, onde fica localizado o mais alto prédio do hemisfério sul.
Já na Ilha do Sul, tem Queenstown, principal centro turístico do país, com diversas opções de lazer e entretenimento e, Christchurch, uma pequena cidade costeira, com pouco mais de 300 mil habitantes, cuja arquitetura é referência nostálgica da colonização européia e distando apenas 2 horas de uma das melhores estações de esqui da Ilha do Sul. Seus cafés ao ar livre e o antigo bondinho turístico que desfila repleto de turistas pelas principais ruas da cidade, revela o charme dela.
E, por falar em cultura, quem visitar a Nova Zelândia vai ouvir muito a respeito dos maoris, povo nativo que habitava o país antes da colonização européia. De acordo com a história neozelandesa, ambas as ilhas eram desfavorecidas de riquezas minerais e metais preciosos, o que favoreceu a uma ocupação pacífica do território e, conseqüentemente, à conservação da cultura maori.
Não foi à toa que uma pesquisa britânica sobre qualidade de destinos que envolveu juízes de "estilo" e público em geral, considerou a Nova Zelândia como um dos destinos de turismo internacional mais desejado. A revista Conde Naste Traveller também avaliou o país como o melhor destino no mundo para se viajar. Leitores da revista Viagem e Turismo elegeram-no como melhor destino internacional de ecoturismo pelo quinto ano consecutivo. A Revista Language Travel Magazine, realizou matérias sobre a Nova Zelândia em: março de 2006, destacando-a como principal destino dos estudantes que querem fazer intercâmbio cultural; em junho de 2006 a revista fez uma avaliação estatística em uma parcela de 4,5% de brasileiros dentre todas as nacionalidades que freqüentam as escolas e média de idade de 25 anos; e em dezembro de 2006 foi feita uma reportagem em relação ao aumento da demanda por cursos de Inglês na Nova Zelândia. Isso prova que esse país não é só o melhor destino para passear, como também para se estudar.

Atualmente é o que se têm feito. Unir cultura, aprendizagem, diversão e viagem em um só pacote tem sido a idéia de pessoas de todas as idades que estão escolhendo a opção de se fazer um intercâmbio cultural como atual projeto de férias. Por não precisar solicitar visto até o período de 3 meses de permanência no país e pela facilidade em obter o visto de estudo Neozelandês, os estudantes estão preferindo a Nova Zelândia a países da América ou Europa.
O custo para se realizar um programa de intercâmbio, na cidade de Christchurch, pelo período de 1 mês e 3 meses ficam em torno de USD 1.700,00 e USD 4.015,00, respectivamente. Nesse programa já estão inclusos curso de inglês (3 horas por dia), hospedagem em casa de família (quarto individual) com direito a café da manhã e jantar, seguro saúde e serviço de recepção no aeroporto de chegada. O valor da passagem varia de acordo com a época do ano e ficam torno de USD 1.700,00. As aulas têm início na segunda-feira que o estudante escolher começar e nos finais de semana as escolas sempre promovem excursões, dentre outras atividades sociais que permitem os estudantes fazerem amizades entre si e conhecer melhor da cultura Neozelandesa.
Fonte: rntur.com