Decidimos adicionar o Rubídio à nossa lista já longa de oligoelementos por três razões:
- Na tese de doutorado de 1990, Rastegar da equipe de Leroy em Strasbourg mostrou que existe uma homeostasia do Rubídio nos animais e no homem, o que faz prejulgar sua essencialidade.
Após um longo passado medicinal (ele foi descoberto no século XIX e foi utilizado por médicos como Richet, Ringer, Pavlov), saiu do esquecimento quando começou a surtir efeito por seu papel terapêutico nas depressões.
- As dosagens de oligoelementos no soro efetuadas pelo Laboratório Risse de Paris freqüentemente colocavam em evidência as taxas baixas de Rubídio.
Em 1980, num estudo em parceria, Calandra e Nicolosi concluíram sobre a superioridade de um tratamento com Rubídio em relação à domipramina.
Em 1986, Placidi e Coll demonstraram que 75% de pacientes tratados com Rubídio tinham uma melhora significativa nas escalas de avaliação utilizadas em psiquiatria.
Luiter em 1985 colocou em evidência a eficácia da associação de Rubídio-Lítio para aliviar a inibição psico-motriz.
O Rubídio parece ser um eletrólito indispensável ao bom funcionamento das trocas celulares, ainda mais quando associado ao Potássio.
Fontes de Rubídio e considerações sobre seu papel na terapêutica
A equipe de Strasbourg (Leroy, Christophe e Rastegar) demonstrou que o teor de Rubídio é sempre constante: 0,21 + - 0,066 mcg, o que vem a demonstrar que ele tem um papel fisiológico.
Para o professor Pierre MOUREAU ele é um antidepressor puro e promete um grande futuro devido seu interesse em psiquiatria e seu papel nas trocas celulares.
Fonte: www.oligopharma.com.br