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Omã

Nome oficial: Sultanato de Omã (Sultanat 'Uman).
Nacionalidade: omani.
Data nacional: 18 de novembro (Dia da Pátria)
Capital: Mascate.
Cidades principais: Mascate (51.969) (1993); Nazwá (62.900), Sama'il (44.700) (1990).
Idioma: árabe (oficial).
Religião: islamismo 75% (abaditas 56%, outros islamitas 19%), hinduísmo 25% (1994).

GEOGRAFIA

Localização: sudoeste da Ásia.
Hora local: +7h.
Área: 212.457 km2.
Clima: árido tropical.

POPULAÇÃO

Total: 2,5 milhões (2000), sendo árabes omanis 73,5%, paquistaneses 21%, outros 5,5% (1996).
Densidade: 11,77 hab./km2.
População urbana: 81% (1998).
População rural: 19% (1998).
Crescimento demográfico: 3,3% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 5,85 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 69/73 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 25 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: 28,1% (2000).
IDH (0-1): 0,730 (1998).

POLÍTICA

Forma de governo: Monarquia islâmica (sultanato).
Divisão administrativa: 8 governadorias.
Partidos políticos: não há.
Legislativo: bicameral - Conselho Consultivo, com 83 membros escolhidos em consulta popular; Conselho de Estado, com 41 membros nomeados pelo sultão para mandato de 3 anos.
Constituição em vigor: não há; existe apenas um estatuto básico do Estado decretado pelo sultão em 1996.

ECONOMIA

Moeda: rial omani.
PIB: US$ 15 bilhões (1998).
PIB agropecuária: 2,5% (1998).
PIB indústria: 48,2% (1998).
PIB serviços: 49,3% (1997).
Crescimento do PIB: 5,9% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 9.361 ou mais.
Força de trabalho: 1 milhão (1998).
Agricultura: tâmara, tomate, melancia, lima e limão.
Pecuária: bovinos, ovinos, caprinos, aves.
Pesca: 117 mil t (1997).
Mineração: petróleo, gás natural.
Indústria: refino de petróleo, materiais de construção (cimento), metalúrgica (cobre).
Exportações: US$ 5,5 bilhões (1998).
Importações: US$ 5,7 bilhões (1998).
Principais parceiros comerciais: Emirados Árabes Unidos, Japão, Reino Unido, EUA, Itália, França.

DEFESA

Efetivo total: 43,5 mil (1998).
Gastos: US$ 1,9 bilhão (1998).

Fonte: www.portalbrasil.net

Omã

Nome Oficial: Saltanat Uman (Sultanato de Omã)
Capital do Omã: Mascate
Área: 309.500 km² (70º maior)
População: 2,567 milhões (2005)
Idiomas Oficiais: Árabe
Moeda: Rial
Nacionalidade: Omani
Principal Cidade: Mascate, Nazwá, Sama'il

Fonte: www.webbusca.com.br

Omã

A Igreja Perseguida em Omã

36ª posição na Classificação de países por perseguição

Tendo os Emirados Árabes Unidos, a Arábia Saudita e o Iêmen como vizinhos, Omã é uma nação montanhosa localizada na Península Arábica. Uma área estratégica da Península de Musadem também pertence ao território omani que, assim, controla a entrada do Golfo Pérsico.

Omã possui aproximadamente 2,5 milhões de habitantes, em sua maioria de origem árabe – embora ainda exista um grupo considerável de baluchis paquistaneses presente no país. As características naturais de Omã e o isolamento de seu interior pela região montanhosa próxima ao Golfo de Omã transformaram o país em uma das mais distintas culturas da região do Golfo Pérsico.

Apesar de ter se tornado um protetorado britânico ao final do século XVIII e ter obtido sua independência formal apenas em 1951, Omã tem mantido sua independência, em princípio, desde 1650. Em 1970, o príncipe herdeiro Qaboos bin Said depôs seu pai e assumiu o poder, transformando o país em uma monarquia absolutista, sistema que perdura até hoje. Partidos políticos não são permitidos, embora exista uma considerável liberdade individual. Omã é o único país no Golfo Pérsico onde o chefe de estado é um sultão.

Uma substancial parcela da população e mais de 70% de sua força de trabalho é constituída de estrangeiros. Devido a esse fato, a atmosfera religiosa em Omã é muito menos tensa do que em outros países muçulmanos. Na esfera social, o país enfrenta muitos problemas e está concentrando esforços para fornecer habitação e serviços públicos adequados – água, em particular – e para aumentar a produção de alimentos, desencorajando, assim, a migração urbana. A economia omani é dominada pela produção petrolífera, mas o governo tem se esforçado para investir sua riqueza em programas de desenvolvimento e na diversificação de sua indústria e agricultura.

O islamismo é a religião oficial e a maioria dos omanis são abaditas caridjitas. Há uma minoria que pratica o hinduísmo, composta principalmente de indianos, paquistaneses e cingaleses que trabalham nos campos de petróleo.

A Igrejavoltar ao topo

Embora as comunidades cristãs já estivessem presentes na antiga Arábia desde o primeiro século da era cristã, é muito pouco provável que alguma delas tenha se estabelecido em Omã já naquela época. No século VII, o triunfo do islamismo resultou na total erradicação do cristianismo da região e, assim, Omã só foi receber seus primeiros missionários, um grupo padres católicos do Iêmen, em 1841. As missões protestantes chegaram ao país com Samuel Zwemer, um missionário presbiteriano norte-americano, em 1889. Hoje, a comunidade cristã no país é quase que inteiramente formada por estrangeiros e o número de cidadãos omanis convertidos ao cristianismo é estimado em apenas vinte. Não há igrejas ou comunidades cristãs omanis estabelecidas no país e os omanis cristãos mantêm poucas relações uns com os outros porque precisam manter a sua fé em sigilo.

A Perseguiçãovoltar ao topo

Assim como nos Emirados Árabes Unidos, a liberdade religiosa é amplamente assegurada aos profissionais estrangeiros que vivem no país. Há cultos de várias denominações em diferentes idiomas e não há restrições à evangelização de estrangeiros, o que tem possibilitado um constante movimento de conversões entre os asiáticos. Infelizmente, a evangelização de muçulmanos é estritamente proibida. Além disso, os omanis não podem assistir aos cultos cristãos e estão proibidos de se converter a outras religiões.

O Futurovoltar ao topo

Embora seja bastante provável que a liberdade religiosa para os estrangeiros persista nos próximos anos, tudo indica que o preço a ser pago por ela continuará sendo o mesmo que se paga hoje, ou seja, a evangelização de omanis ainda terá de ser feita no mais absoluto sigilo. Portanto, é pouco provável que os cristãos de cidadania omani ultrapassem uma ou duas centenas de pessoas antes de 2050, a menos que mudanças significativas ocorram.

Motivos de Oraçãovoltar ao topo

1. A igreja desfruta de certa liberdade. Louve e agradeça a Deus pela considerável presença de cristãos entre os profissionais estrangeiros. Peça que eles encontrem oportunidades para testemunhar com discrição.

2. A nação tem se beneficiado da forma eficiente de aplicação de recursos praticada pelo governo. Ore para que as organizações cristãs de ajuda humanitária e desenvolvimento social sejam capazes de servir ao governo com excelência e integridade.

3. A igreja tem liberdade para evangelizar os estrangeiros. Ore para que esta liberdade seja usada com sabedoria para alcançar os inúmeros profissionais originários de outras nações do Oriente Médio e da Ásia.

4. Muitos cristãos mantêm sua identidade religiosa em sigilo. Ore pedindo proteção e sabedoria a esses irmãos para que descubram oportunidades seguras de compartilhar sua fé.

Capital

Mascate

População

2,5 milhões (78% urbana)

Área

212.547 km2

Localização

Sudoeste da Ásia

Idiomas

Árabe, inglês, baluchi, urdu, e dialetos regionais

Religião

Islamismo 89%, cristianismo 9,6%, hinduísmo 1%

População Cristã

240 mil, fatia da população em crescimento acelerado

Perseguição

Isolada

Restrições

Muçulmanos são proibidos de se converter e de participar de cultos cristãos. Estrangeiros têm liberdade de culto e podem ser evangelizados.

No século XXI…

Apesar das atuais restrições, haverá pouco risco e perigo pessoal no que se refere à perseguição.

Fonte: www.portasabertas.org.br

Omã

Localizado no extremo leste da península Arábica, Omã tem um relevo variado. Há montanhas, planícies salinas, desertos, oásis e praias inexploradas.

A península de Musadem, separada do resto do país pelos Emirados Árabes Unidos, domina a entrada do estreito de Ormuz, por onde passam dois terços do tráfego mundial de petróleo. Majoritariamente muçulmana, a população é formada por omanis (73,5%), de origem árabe. Apesar de as reservas de petróleo não estarem entre as maiores do Oriente Médio, cerca de 90% do PIB é resultado da exportação do produto.

O governo tem investido parte dessa riqueza na melhoria das condições de vida da população. Um grande número de omanis vive até hoje da agricultura - a produção de tâmaras é significativa - e da pesca.

HISTÓRIA

Em 536 a.C., o Sultanato de Omã instala-se em território ocupado pelos persas. Importante centro comercial, a região é islamizada em meados do século VII. No início do século seguinte é submetida ao Califado de Bagdá. Em 751, o país adota o caridjismo, seita derivada do xiismo, de caráter puritano. No começo do século XVI, os portugueses tomam posse da região. Em 1659, são expulsos pelos turcos-otomanos.

A partir de 1737, a área volta ao domínio persa e, em 1741, recobra a independência, num movimento liderado por Ahmed bin Said, cameleiro que se faz imã e funda a dinastia que ainda hoje está no poder.

Seu sobrinho, Said bin Sultan, conquista grande parte da costa africana, a costa sul do Irã e parte do Paquistão. Porém, a partir da primeira geração de seus sucessores, a região torna-se protetorado do Reino Unido. Adquire independência formal em 1951, mas as Forças Armadas continuam comandadas pelos ingleses.

DADOS GERAIS

Sultanato de Omã (Sultanat 'Uman).

CAPITAL: Mascate.

NACIONALIDADE: omani.

DATA NACIONAL: 18 de novembro (Dia da Pátria).

GEOGRAFIA

Localização: sudoeste da Ásia.

Hora local: +7h.

Área: 212.457 km2.

Clima: árido tropical.

Cidades principais: Mascate (51.969) (1993); Nazwá (62.900), Sama'il (44.700) (1990).

POPULAÇÃO

2,5 milhões (2000); composição: árabes omanis 73,5%, paquistaneses 21%, outros 5,5% (1996).

Idioma: árabe (oficial).

Religião: islamismo 75% (abaditas 56%, outros islamitas 19%), hinduísmo 25% (1994).

Densidade: 11,77 hab./km2.

População urbana: 81% (1998).

Crescimento demográfico: 3,3% ao ano (1995-2000).

Fecundidade: 5,85 filhos por mulher (1995-2000).

Expectativa de vida M/F: 69/73 anos (1995-2000).

Mortalidade infantil: 25‰ (1995-2000).

Analfabetismo: 28,1% (2000).

IDH (0-1): 0,730 (1998).

GOVERNO

Monarquia islâmica (sultanato). Divisão administrativa: 8 governadorias. Chefe de Estado e de governo: sultão Qaboos bin Said (desde 1970).

Partidos políticos: não há. Legislativo: bicameral - Conselho Consultivo, com 83 membros escolhidos em consulta popular; Conselho de Estado, com 41 membros nomeados pelo sultão para mandato de 3 anos. Constituição: não há; existe apenas um estatuto básico do Estado decretado pelo sultão em 1996.

ECONOMIA

Moeda: rial omani; cotação para US$ 1: 0,38 (jul./2000).

PIB: US$ 15 bilhões (1998).

PIB agropecuária: 2,5%; PIB indústria: 48,2%;

PIB serviços: 49,3% (1997).

Crescimento do PIB: 5,9% ao ano (1990-1998).

Renda per capita: US$ 9.361 ou mais.

Força de trabalho: 1 milhão (1998).

Agricultura: tâmara, tomate, melancia, lima e limão.

Pecuária: bovinos, ovinos, caprinos, aves.

Pesca: 117 mil t (1997).

Mineração: petróleo, gás natural.

Indústria: refino de petróleo, materiais de construção (cimento), metalúrgica (cobre).

Exportações: US$ 5,5 bilhões (1998).

Importações: US$ 5,7 bilhões (1998).

Parceiros comerciais: Emirados Árabes Unidos, Japão, Reino Unido, EUA, Itália, França.

DEFESA

Efetivo total: 43,5 mil (1998).

Gastos: US$ 1,9 bilhão (1998).

Fonte: www.tendarabe.hpg.ig.com.br

Omã

Uma linha indefinida no deserto de Rub al-Khali forma a fronteira de Omã com os países árabes que circundam seu território. A principal riqueza do país é o petróleo.

Omã é um sultanato localizado no ângulo sudeste da Arábia. Limita-se ao norte com o golfo de Omã, a leste e ao sul com o mar da Arábia, a sudoeste com o Iêmen, a oeste com a Arábia Saudita e a noroeste com os Emirados Árabes Unidos. O país possui também um pequeno território na parte setentrional da península de Mussandã, entre os golfos de Omã e Pérsico. Desde 1967, Omã administra as ilhas Kuria Muria. O território omani tem uma superfície aproximada de 306.000km2 e sua costa se estende por mais de 1.500km.

Geografia física

O relevo do país é plano e monótono, com exceção da região norte, por onde se estende a cordilheira de Hajar, paralela à costa do golfo de Omã, com mais de 3.000m de altitude e cujo ponto culminante, o Djebel al-Akhdar, alcança 3.107m. O clima é árido e quente, de tipo desértico, com maior umidade nas montanhas e zonas costeiras. A água das chuvas que caem nas montanhas é levada até os oásis por correntes subterrâneas. As plantações de tamareiras são abundantes e a fauna está representada por camelos, jumentos e animais selvagens nas montanhas.

População

A maior parte da população é de origem árabe, embora nos portos se concentrem importantes minorias étnicas, constituídas por persas, paquistaneses, baluquistaneses, indianos e negros. A língua oficial no país é o árabe. A população concentra-se principalmente na fértil faixa costeira, mas muitos omanis continuam a praticar o nomadismo. Além da capital, Mascate, outras cidades importantes são Nizua, Samail e Salala.

Economia

A principal fonte de divisas de Omã é o petróleo, que começou a ser explorado em 1967 e de que o sultanato logo se transformou em um dos principais exportadores. O país que compra a maior parte do petróleo de Omã é o Japão. Até 1982, o país importava todos os derivados do petróleo, mas em novembro de 1983 inaugurou uma refinaria em Mina al-Fahal para abastecer o mercado interno.

A escassez de água para irrigação dificulta o desenvolvimento da agricultura, que tem na tâmara o principal produto. As tribos nômades do interior criam ovelhas, cabras e camelos. A pesca no litoral e no estreito de Ormuz proporciona matéria-prima para a indústria de conservas, que exporta peixe seco e farinha de peixe. Matra é o ponto de partida das caravanas que se internam no país, enquanto as comunicações com o exterior efetuam-se principalmente pelos portos de Matra, Mascate, Sur, Suhar, Murbat e Salala e pelo aeroporto da capital.

História

Em 536 a.C. o território de Omã caiu em poder dos persas e depois foi ocupado por azditas iarúbidas procedentes do Iêmen. Os azditas conservaram o poder até o século VI da era cristã, quando os persas voltaram a ocupar o país. Por volta do ano 630, a população se converteu ao islamismo, mas a propagação da heresia idadhi levou à eleição do primeiro imã (líder espiritual) do sultanato, Julanda ibn Masud. Os imãs eleitos dominaram até 1154, ano em que Banu Nabhan estabeleceu uma dinastia de reis que dominou até 1428, quando se restaurou o antigo sistema de governo, com a volta dos imãs.

Em 1507 uma armada portuguesa, comandada por Afonso de Albuquerque, saqueou Mascate e estabeleceu domínio sobre a costa. Em 1650 o sultão Ibn Said recuperou Mascate, e em 1698 seu filho expulsou os portugueses de Mombaça. O sultanato omani, estabelecido por Abu Said no século XVIII, transformou-se em um vasto império que incluía Zanzibar (hoje integrado à Tanzânia) e os estabelecimentos conquistados pelos portugueses.

Ao longo do século XIX os britânicos intensificaram sua influência política no país. Em 1822 o Tratado de Moresby, que limitou o tráfico de escravos, representou um duro golpe para a economia omani. Em 1861, o sultanato dividiu-se nos principados de Zanzibar e de Mascate e Omã.

Em 1951 um tratado de amizade com o Reino Unido reconheceu a completa independência do sultanato. Em 1964 rebelaram-se as tribos separatistas de Dofar, apoiadas pela União Soviética e pela República Democrática Popular do Iêmen. O sultão Qabus ibn Said, que havia destronado o pai em 1970, conseguiu vencer a guerrilha de Dofar em 1976 e executou um programa de desenvolvimento econômico e social. Em 1982 Omã e outros países do golfo Pérsico estabeleceram um plano de defesa comum.

Instituições políticas

Omã não tem constituição escrita. O sultão exerce poder absoluto e legisla por decreto, assistido por um Conselho de Ministros. O país não tem legislativo, mas conta com o Conselho Consultivo (Majlis al-Shura), criado em 1991, com 59 membros eleitos pelo governo e indicados por cada um dos distritos administrativos em que divide o país.

Sociedade e cultura

A construção de escolas e centros de saúde constituíram as prioridades do programa de reformas executado pelo sultão Qabus nas décadas de 1970 e 1980. A principal religião do país é a islâmica, seguida por reduzidas minorias de hindus e cristãos (católicos, anglicanos e protestantes). A estrita observância da fé islâmica limita a vida cultural de Omã, que registrou maior desenvolvimento a partir de 1970. A manifestação mais original da arte nacional é a pitoresca arquitetura dos velhos castelos.

Fonte: www.coladaweb.com

Omã

OMÃ, ATRAÇÃO PARADOXAL

Omã é o país das praias e das montanhas, sua paisagem contrasta fortemente com os desérticos países vizinhos. Somente há 20 anos este país se abriu ao turismo, assim o viajante terá a oportunidade de conhecer uma cultura particular e diferente, que mantém ainda sua velhas tradições. É em uma palavra um lugar onde os paradoxos se convertem em atrativos.

ALFÂNDEGA E DOCUMENTAÇÃO

Passaporte em vigor, com validade mínima de 6 meses, sem carimbos de Israel e visto obrigatório. Proibido armas de fogo e pornografia.

CLIMA

Clima quevaria dependendo da proximidade ao mar e da altitude. Na costa as temperatura são cálidas e o índice de umidade alto, nas montanhas as temperaturas se suavizam e de dezembro a março as tempestades são freqüentes e costuma aparecer neve. No interior o clima é desértico com altas temperaturas. Podem ocorrer ciclones tropicais.

EQUIPAMENTOS DE VIAGEM

Recomenda-se roupa de algodão e calçado cômodo, capa de chuva, algum casaco, óculos de sol, protetor solar e repelente contra insetos.

IDIOMA

O idioma oficial é o árabe. Também se fala o inglês.

RELIGIÃO

A maioria da população é muçulmana>

ELECTRICIDADE

A tensão elétrica é de 220/240 Voltz a 50 Hz.

MOEDA E CÂMBIO

A moeda oficial é o Rial Omânida (OMR). Um OMR eqüivale a 1.000 baizas. Notas de 100, 200, 250, 500 baizas e 1, 5, 10, 20, e 50 rials. Moedas de 500, 250, 100, 50, 25, 10 e 5 baizas. Os dólares, libras esterlinas e os euros são as divisas mais aceitadas e aconselháveis. Os cartões de crédito são aceitos nos hotéis, algumas lojas e restaurantes, enquanto que os cheques de viagem podem ser trocados em qualquer banco.

EMERGÊNCIA-SAÚDE-POLICIAMENTO

Imprescindível a vacina contra febre amarela se vem de alguma zona infectada. É recomendável a vacina contra pólio, tifus, profilaxia contra malária, não beber água da torneira nem comer alimentos sem cozinhar e não banhar-se em águas estancadas. É aconselhável levar uma pequena farmácia bem preparada para viajar com seguro médico e de assistência.

CORREIOS E TELEFONIA

As agências de correios abrem entre as 7:30 e as 2. As quintas-feiras fecham as 11 e as sextas estão fechadas todo o dia.

A melhor maneira de realizar suas ligações telefônicas ao exterior é um hotel. Para ligar à Omã se deve marcar 00-968, seguido do número de assinante (não existem prefixos de cidades).

FOTOGRAFIA

O material fotográfico pode-se encontrar facilmente nas cidades ainda que não nas vilas distantes.

HORÁRIO COMERCIAL

Exceto nas sextas-feiras, em geral abre entre as 8 e a 1 da tarde e de 4 às 7:30 no período da tarde. Muito lugares fecham às quintas à tarde. Os centros oficiais abrem entre as 7:30 e às 2, período da manhã, de quarta à sábado, e as quintas até a 1. Os bancos abrem desde as 8 até o meio-dia.

GORJETAS

São bem aceitas.

TAXAS E IMPOSTOS

Existe uma taxa de saída do Aeroporto Internacional deMuscat .

OMÃ - SITUAÇÃO E GEOGRAFIA

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA

Omã é um Estado asiático situado no sudeste da Península Arábica, entre o Mar da Arábia e o Golfo de Omã. Limita ao nordeste com os Emirados Árabes, ao oeste com Arábia Saudita e ao sudoeste com Yemen. O território conta com duas pequenas partes separadas pelos Emirados Árabes, a Península de Musandam e Fujairah, ao norte, e algumas ilhas desabitadas no Mar da Arábia . No norte há uma cordilheira e ao sul uma meseta.

FLORA E FAUNA

Omã, como todos os países da Península Arábica é, em sua maior parte um deserto. Já se sabe, palmeiras, tamareiras, areia, camelos, arbustos próprios das zonas desérticas, algumas lebres e felinos entre lagartos, escaravelhos e um incrível universo de insetos. Por isso, se queremos distinguir a Omã do resto de seus países vizinhos temos que dizer somente que Omã é o reino do arbusto do incenso, essa resina vegetal que desprende um agradável odor. Ademais, por outro lado, nas costas do sul, habita o peixe azul, exemplares de imperador, tubarões e peixes martelo.

OMÃ - HISTÓRIA

Os primeiros a povoar os países do que hoje é o território de Omã datam do terceiro milênio antes de cristo. Depois o país pertenceu a numerosos povos, incluídos os portugueses que chegaram no final da Idade Média.

Desde 1856 Omã viveu baixo o protetorado de Grã Bretanha. Em 1913 o país estava dividido entre o imanto de Omã (no interior) e o sultanato de Mascate (na costa). O sultão manteve excelentes relações com Grã Bretanha, que anexou Omã em 1955. Também com acordo britânico, o Sultão Said Ben Taimur, que ocupava o trono desde 1951, data da independência do país, foi derrubado por seu filho Qabus ben Said, em julho de 1970. Manteve-se então um processo de liberalização do regime e de desenvolvimento econômico planificado.

Durante sete anos manteve a guerra contra as guerrilhas comunistas do sul do pais, enquanto Irão, Arábia Saudita, Grã Bretanha, Índia e Paquistão ofereceram ajuda ao Sultão. Em 1977 se iniciou a retirada de Grã Bretanha da única base que ocupava em território de Omã. O sultanato, ingressou na ONU em 1970, e posteriormente na Liga Árabe.

Na década de 80 Omã firma um acordo de ajuda mútua, tanto militar como econômica, ao mesmo tempo que com outros países do Golfo Pérsico estabelece um plano de defesa comum, estabelece relações diplomáticas com Síria e adota uma política conciliadora com respeito a Iraque. Em 1990 quando Iraque invade Kuwait Omã dá apoio às forças de USA na Arábia Saudita.

Desde seu descobrimento em 1964 e o começo de sua exploração comercial em 1967, o petróleo se transformou na base da economia da Omã.

OMÃO - ARTE E CULTURA

O governo se esforça em manter a arte tradicional preservando a dança, música, artes plásticas e a cultura em geral. A vida em Omão transcorre entorno a uma cultura tradicional, apesar da moderna aparência de alguns setores da capital. Sobretudo os povoados do interior e nas pequenas vilas de pescadores vivem suas vidas de acordo com umas tradições muito antigas. É por isso que o antigo sultanato contrasta de forma abrupta. Assim podem-se ver modernas auto-estradas, zoco medievais, antenas parabólicas ou fortalezas sobre penhascos.

OMÃ - LOCAIS TURÍSTICOS

Tomaremos como base da nossa viagem a velha cidade de Muscat, capital do país, desde aí nos dirigiremos as cidade de maior interesse, daremos um passeio pela costa, para terminar o percurso pelo norte na península de Musandem. Voltaremos a capital para empreender a viagem ao sul até Salalah e de volta passaremos por Hajmah e Al-Ghaba.

NORTE DE OMÃ

MUSCAT

Muscat, a capital do país, é um lugar que encanta ao visitante. A cidade florescia nos tempos medievais e os portugueses utilizaram seu porto para o comércio no Golfo. A dinastia Al-Busaid assentou-se ali a meados do século XVII, e ainda segue aí.

As fortalezas de Jalai e Mirani se destacam à entrada da cidade, enquanto o Forte Mutrah se ergue numa colina dominando o lugar. A cidade tem alguns interessantes museus para visitar, entre ele destacamos: o Museu de Omã, que conta ao visitante tudo sobre a cidade; o Museu das Crianças; um divertido e interessante museu; Museu de História Natural e o Museu das Forças Armadas do Sultão.

Há dois lugares onde o viajante poderá fazer compras interessantes nos mercados de Mutrah e Ruwi. A Torre do Relógio de Ruwi é formosa tanto de dia como de noite, favorecida, por uma fascinante jogo de luzes.

OUTROS

Na rota que vai de Muscat a Rustaq tropeçamos com Al-Hazm, que conta com um forte que vale a pena ver. Chegando a Rustaq, fazemos uma parada para ver a fortaleza cujo interior fascinará ao visitante. Próximo de Al-Nakhal, encontramos um bonito lugar chamado A’Thowarah, um oásis no deserto, um lugar genial para comer ao ar livre. Nizwa se converteu num lugar turístico, o viajante ficará encantado não só por sua beleza como também pela quantidade de artigos artesanais que poderá encontrar aqui.

A 50 quilômetros de Nizwa encontra-se Jabrin, onde poderá admirar uma fortaleza que quis ser o palácio do Iman Bal`arab Bin Sultan Al-Ya`ribi, que está enterrado ali. Já na fronteira com os Emirados Árabes encontra-se Buraimi, um incrível oásis disputado por ambos países.

PELA COSTA NORTE

Na costa norte há duas localidades interessantes para visitar se trata de Shoar, onde se mesclam a história e a modernidade da que foi um dia uma das mais importante cidades do país. O viajante poderá admirar a fortaleza, que se acha nas proximidades. A outra é Sur, onde encontram-se as praias e os rincões tranqüilos, ademais de alguns lugares de interesse para ver, como a fortaleza. Não esqueça de visitar o Dhow. Uma vez ali uma barca lhe levará a Ayega.

EM DIREÇÃO AO INTERIOR DE MUSCAT

A 342 quilômetros ao sul de Muscat, adentramo-nos no interior, encontra-se a cidade de Al-Ghaba um excelente lugar para parar no caminho ao sul.

FUHAIRAH

Entre o território maior de Omã e a Península de Musandem, se acha a diminuta Fuhairah.

PENÍNSULA DE MUSANDEM

A península de Musandem está separada de Omã pelo Estado dos Emirados Árabes. Trata-se de uma zona militar no Estreito de Ormuz.

O SUL DE OMÃ

Enquanto o verão abrasa em toda Arábia, um lugar no sul de Omã floresce de verdor e frescor, resguardado dos monções e da seca. Trata-se de Salalah, a capital do sul do país, e da Província de Dhofar. Entre as atrações, que esta afortunada cidade oferece, está o Museu, que expõe pedras com antigas inscrições e alguns artigos de artesanato como cerâmica, também armas, trajes tradicionais, jóias, etc. Nas proximidades encontra-se Al-Balid e Ayn Razat, não deixe de vista-los.

Na rota em direção Mughsail existem numerosas praias abertas ao público e ainda que as águas são tranqüilas, as areias são muitas vezes agitadas pelo vento. No caminho em direção a Mirbaat tropeçamos com Khor Rouri, um importante porto nos tempos antigos. A vista do Oceano é magnífica, ali poderá admirar também as ruínas de uma velho palácio. Não se arrependerá em fazer um parada em Taqa, uma pequena localidade muito pitoresca, e entrando no interior não perca de vista a paisagem de Jabal Samhan.

Deixamos Dhofar e de volta a Muscat, no caminho encontramos a localidade de Thumrait, que nos surpreenderá por sua formosa paisagem de contrastes, veremos passar do verde úmido ao seco deserto, enquanto viajamos ao longo desta fascinante rota.

Fonte: www.rumbo.com.br

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