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DIA DO DENTISTA

O Dia Nacional do Dentista coincide com a assinatura do decreto 9.311 que criou os primeiros cursos de graduação em odontologia no país, especificamente nos estados da Bahia e Rio de Janeiro. Através de uma portaria do Conselho Federal de Odontologia, a data passou a homenagear quem se dedica à profissão no Brasil.

O QUE FAZ?

Quem pensa que dentista só cuida dos dentes se enganou. Também trata dos problemas da gengiva, boca e ossos da face. Na verdade, ele cuida da saúde bucal como um todo, além da parte estética. Dentre as funções, pode fazer restaurações, obturações, projetar e instalar próteses e dentaduras.

Pode exercer a profissão como clínico geral ou seguir uma especialidade, como, por exemplo:

Cirurgião-dentista: realiza cirurgias

Endodontista: trata da polpa e da raiz dos dentes.

Implantodontia: faz implante de próteses nos maxilares

Estética: corrige a posição dos dentes e faz clareamento

Periodontista: trata as doenças da gengiva e dos ossos da boca

Ortodontista: faz alterações estéticas, na mordedura e na posição dos dentes através do uso de aparelhos dentários

Odontopediatria: cuida especificamente de doenças de crianças

Traumatologia e cirurgia bucomaxilofacial: diagnostica e trata doenças, lesões e traumas na boca, maxilar e face.

CURSO

Como os demais cursos na área de saúde, o de odontologia é longo, durando, geralmente, cinco anos. No ciclo básico, há disciplinas como anatomia, patologia e fisiologia. Na parte profissionalizante, o aluno tem aulas de farmacologia, cirurgia, prótese e traumatologia. E logo no segundo ano treina obturações em bonecos.

OS DENTES E SEUS INIMIGOS

Presos aos maxilares inferior e posterior, os dentes são estruturas calcificadas que fazem a mastigação dos alimentos. Sua parte externa é coberta pelo esmalte, que é a substância mais dura. Sob ele, encontra-se uma substância óssea chamada dentina. Tem a polpa dental que é um tecido conjuntivo frouxo composto de nervos e o cemento que prende a raiz e liga o dente à gengiva e à mandíbula.

A cárie só aparece quando uma bactéria que se acumula com outras, ficando presa ao dente e à gengiva. Essas bactérias formam a placa bacteriana que transforma os restos de alimentos, principalmente os que contém açúcar, em ácidos prejudiciais aos dentes. Eles atacam o esmalte até abrir um "buraco" que é a cárie num processo conhecido como desmineralização.

DICAS PARA HIGIENE BUCAL

Com a saúde da boca não se brinca! Preste atenção nas dicas para manter uma boa higiene bucal:

- Não sopre o alimento para esfriá-lo para não contaminá-lo com bactérias.

- Use o fio dental ou fita dental pelo menos uma vez ao dia para limpar as superfícies não alcançadas pela escova.

- A escova de dentes deve estar sempre em bom estado, com cerdas macias e pontas arredondadas. Se as cerdas ficarem tortas, a escova deve ser trocada.

- A pasta dental não deve ser ingerida, pois contribui para a fluorose, problema relacionado com o consumo em excesso de flúor.

- O descuido com os dentes e gengivas pode causar doenças graves como a endocardite bacteriana causada por uma bactéria que se aloja nas válvulas do coração. Para se prevenir, escove os dentes após as refeições; faça remoção periódica de tártaro; use fio dental e informe ao dentista caso seja portador de qualquer anomalia cardiovascular.

Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Dia do Dentista

O dia nacional do cirurgião-dentista coincide com a assinatura do decreto 9.311, de 1884, que criou os primeiros cursos de odontologia no Brasil. Por isso, essa foi a data foi escolhida para homenagear os profissionais da área.

O cirurgião-dentista é responsável por cuidar dos dentes, de problemas na gengiva, boca e ossos da face. Na verdade, ele cuida da saúde bucal como um todo, além da parte estética. Dentre as funções, pode fazer restaurações, obturações, projetar e instalar próteses e dentaduras.

O profissional pode exercer a profissão como clínico geral ou optar por outras especialidades, como cirurgia, endodontia, implantodontia, estética, periodontia, ortodontia, odontopediatria, traumatologia e cirurgia bucomaxilofacial.

O curso superior de odontologia tem duração cinco anos. No ciclo básico, há disciplinas como anatomia, patologia e fisiologia. Na parte profissionalizante, o aluno tem aulas de farmacologia, cirurgia, prótese e traumatologia. E logo no segundo ano treina obturações em bonecos.

Fonte: UFGNet

Dia do Dentista

SÍMBOLO DE ODONTOLOGIA

Símbolo da Odontologia
Símbolo da Odontologia

Apesar de constituir-se tema abordado por vários Cirurgiões - dentistas, ainda é bastante numeroso o contingente de colegas que desconhece o símbolo da nossa profissão.

Além do desinteresse que resulta em desconhecimento, o que é pior, é constatarmos que vêm algumas publicações, muitas vezes na capa de periódicos e em grande número de convites de formatura de turmas de graduados, exibindo como símbolo da Odontologia um vistoso facho de fogo ostentando uma cobra a ela enrolada, cuja cabeça situa-se acima do fogo.

Nada mais fantasioso e que simplesmente constitui-se do completa desconhecimento da realidade.

Alem de não representar o verdadeiro distintivo da profissão, deve-se atentar para o fato de que a cobra, sendo sabiamente um animal que é afugentada pelo fogo, em nenhuma hipótese, pousarias sua cabeça a foguear.

O verdadeiro símbolo da Odontologia é constituído por um bastão no qual a serpente amarela de Esculápio-a Colluber Ersculapii se enrosca da direita para a esquerda, circunscrito em um circulo.

Esse modelo simbólico foi proposto por Benjamin Constant Nunes Gonzaga, dentista do Exército, num artigo publicado em março de 1914, na Revista Odontológica Brasileira (atual Revista da Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas), intitulado ''O Emblema Simbólico da Odontologia''.

Tendo a American Medical Association, em 1912, adotado o ''bastão de Esculápio'' com seu símbolo, o autor mencionado propôs, inicialmente, para o Corpo de saúde do Exercito, o Símbolo adotado pela Medicina, inscrito numa circufenrencia -Medicina Circunscrita-Por entender que a Odontologia correspondia à especialidade médica que cuida da cavidade bucal.

Posteriormente, quando da realização do VII Encontro dos Sindicatos de Odontologia do Brasil, ocorrido em 6 de novembro de 1973, sob os auspícios da Federação Nacional dos Odontologistas, um Grupo de Trabalho constituído por Cyro Rausis, Amadeo Bobbio e Ernesto Salles Cunha, EStudando o assunto, ratificou o modelo proposto por Benjamin Constant Nunes Gonzaga. Os eminentes colegas integrantes desse grupo de trabalho acrescentaram apenas que o bastão será marrom e o círculo terá cor grená. Assim foi recomendado o distintivo da Odontologia.

Acerca do significado dos elementos integrantes desse símbolo, transcrevemos o relato de Amadeo Bobbio e Elias Rosenthal contido à página 413 do livro '' A Odontologia no Brasil no Século XX'': '' Esculápio, ao sair da casa de um doente, para a qual tinha perdido toda a esperança de salvação, cruzou com a serpente de cor amarela, não venenosa, que lhe cerrou o passo. Esculápio, acreditando-se atacado, matou-a. Porém, no mesmo instante, se apresentou outra de igual tamanho e cor, e só então observou que o réptil levava na boca uma planta, com a qual pode curar a doente desenganada. Desde então, foi a inseparável companheira do Deus da Medicina, e se representa enroscada ao redor de um bastão''.

Nas estátuas de Esculápio existentes Museu do Vaticano e em Corinto, constata-se que a serpente é um atributo que as complementa.

O Conselho Federal de Odontologia oficializou esse símbolo atrevés do artigo 275 da '' Consolidação das Normas para Procedimentos nos Conselhos de odontologia''.

Ao dispor sobre o assunto, o conselho ratifica o que foi aprovado por ocasião do VII Encontro dos Sindicatos de Odontologia do Brasil, detalhando, porém, a proporção que deve ser observada nas dimensões dos elementos constitutivos do símbolo. Há uma pequena diferença quando à coloração dos elementos: o bastão deve ser marrom (e não grená) e a serpente deve conter estrias pretas.

Fonte: www.novafapi.com.br

Símbolo da ODONTOLOGIA

O Símbolo é representado pelo Caduceu de Esculápio, onde o Caduceu significa insígnia dos arautos e Esculápio, o deus da Medicina na mitologia greco-romana. Foi instituído na cor grená, com a serpente de cor amarela com estrias pretas no sentido diagonal, enrolando-se da esquerda para a direita, e o conjunto, circunscrito também na cor grená.

A serpente amarela de Esculápio, a Coluber Aesculapii , que se entrelaça da esquerda para a direita, circunscrita em círculos, surgiu após muito tempo de pesquisa. O símbolo é entendido como ideal, por uma única justificativa: "Medicina circunscrita", isto é "circunscrita à cavidade oral".

A origem do mito envolvendo o Cadoceu (serpente abraçada à vara) está na Mitologia Grega. Sua escolha como símbolo representante de uma classe data dos tempos antigos.

Os povos antigos descreviam a serpente como sinônimo de poder, sabedoria e até como uma verdadeira divindade curativa. Por isso o culto passou à lenda e posteriormente, transformou-se na divindade da medicina.

A lenda descreve Esculápio, assim denominado pelos romanos, Aselépio filho de Apolo e da ninfa Coronide. Diz a mitologia que Esculápio fora adotado e criado por um Centauro Quirone que ensinou-lhe a arte médica.

Um episódio envolvendo Esculápio e a serpente tornou-os inseparáveis, associados indissoluvelmente. Pela mitologia, ao sair de da casa de uma mulher doente e já desenganada, Esculápio cruzou com a serpente não venenosa de cor amarela, pelo caminho, porém acreditando estar ameaçado não hesitou em por fim na vida da criatura.

Ocorreu logo em seguida, uma outra serpente igual a primeira em tamanho e cor, apresentou-se ao protagonista. Foi então, que Esculápio observou que o réptil, na verdade, levava na boca uma planta com a qual poderia curar àquela mulher. Deste episódio nasceu a imagem da serpente entrelaçada na vara, símbolo de autoridade e companheira inseparável de Esculápio.

Em relação a definição das cores optaram por manter as cores originais da serpente, amarela, e do bastão, grená (esta representando a própria categoria odontológica).

A criação do símbolo da Odontologia remonta ao tempo de Hipócrates (460-377 a.C.). Conta a lenda que o pai da medicina tinha duas filhas: Hygia, que o ajudava em sua lida diária na arte de curar e no estudo dos males que afligiam o homem, e Panacéa, vaidosa, que passou a vida inteira a procura do elixir da longa vida, o soro da juventude que lhe conservasse a mocidade e a beleza.

Por isso, o vocábulo higiene significa prevenção a doenças, asseio, enquanto panacéa é a droga que não faz efeito, não serve para nada. Certa vez, estava Hipócrates em sua faina cotidiana, quando percebeu que uma cobra venenosa dele se acercou e, enrolando-se no seu cajado, estava prestes a executar o bote para aplicar-lhe a picada fatal. Calmo, do alto de sua sabedoria e do poder que o saber lhe conferia, disse para a serpente: “se queres me fazer mal, de nada adiantará que me firas, pois tenho no corpo o antídoto contra tua peçonha. Se estás com fome, te alimentarei”. E, ato contínuo, tomou uma ânfora que usava na mistura de ervas e princípios químicos e encheu-a deleite, oferecendo-a à cobra. Esta logo desceu do cajado, enrolou-se na ânfora e bebeu o leite.

Estavam criados os símbolos da Medicina (a cobra envolvendo o cajado) e o da Farmácia (a cobra envolvendo a ânfora). De acordo com Dr. Ranilson de Amorim, por ser mais nova que a Medicina e a Farmácia, a Odontologia só teve seu símbolo criado posteriormente. “Foi em um congresso internacional realizado na cidade de Granada quando, em convenção, foi decidido que diante da origem dos símbolos da medicina e da farmácia, por ser uma profissão de saúde e estar intimamente ligada em currículo e desempenho profissional às outras duas, o seu 1º símbolo deveria ser uma pira que representa o saber, envolvida por duas serpentes; a sua pedra representativa deveria ser a granada, em homenagem à cidade que acolhera aquele evento; e a cor, o grená desta pedra preciosa”, conclui. Atualmente a pira foi substituída pelo cajado.

Deliberações sobre o símbolo da Odontologia:

a) o bastão terá o comprimento de 9/10 do diâmetro interno do círculo, tendo na parte superior a largura de 2/10 do referido diâmetro e, na parte inferior 1/10 do diâmetro citado. Seus traços laterais serão retos. Apresentará, ainda, alguns pequenos segmentos de reta, no sentido vertical, para conferir-lhe caráter lenhoso. Suas extremidades terão linhas curvas e seu traçado externo, a largura de 1/20 do diâmetro interno do círculo.

b) a serpente em sua parte mais larga, terá 1/10 do diâmetro interno do círculo e largura zero na calda. Enrolar-se-á no bastão de cima para baixo de forma elíptica passando pela frente, por trás, pela frente e parte superior e inferior do bastão, respectivamente, tendo na parte superior e inferior do bastão a distância de 2/10 do diâmetro do círculo de cada extremidade. Ostentará na boca a sua língua bífida, guardadas as mesmas proporções.

c) a largura do traçado do círculo, terá 1/10 do seu diâmetro interno e os traços externos do bastão e da serpente terão largura de 1/20 do referido diâmetro.

Anel

Uma granada engastada em arco de ouro, representando duas cobras entrelaçadas.

Bandeira

Cor grená com um círculo branco no centro e no meio do mesmo o caduceu com a cobra entrelaçada; com as seguintes dimensões: largura 2/3 do seu comprimento e o diâmetro externo do círculo deverá ter o comprimento de 2/3 da largura da bandeira.

Notas da Redenção Este símbolo foi criado a partir de um projeto de autoria do cirurgião-dentista gaúcho Euclides Luiz de Oliveira, encaminhado ao CFO.

Fonte: www.ufpi.br