A patinação artística no gelo começou a se desenvolver na Inglaterra, no século XVIII. Na década de 1860, o americano Jackson Haines revolucionou o esporte ao introduzir música, coreografia e dança na patinação no gelo. I ntegrou o programa de duas edições dos Jogos Olímpicos de Verão – Londres-1908 e Antuérpia-1920. As provas podem ser individuais (masculino e feminino) e em par, o que inclui também a dança.

No Individual e no par, os atletas executam um programa curto (2min40s no máximo) e um programa longo (4min30s no máximo, para a exibição masculina e 4min no máximo, para a feminina). Na dança, o casal faz uma exibição obrigatória e outra seguindo ritmos pré-determinados, com duração de dois minutos e meio cada. A última exibição é livre, na qual o casal dispõe de quatro minutos.
Fonte: www.cob.org.br
Assim como o hóquei no gelo, a patinação artística também fez parte dos Jogos Olímpicos de Verão antes de entrar no programa da primeira edição da Olimpíada de Inverno. Em 1908, a modalidade foi disputada em Londres, na Inglaterra, e em 1920 na Antuérpia, na Bélgica.

Antes restrita às disputas individuais, no masculino e no feminino, e em pares, a patinação ganhou em 1976, na cidade austríaca de Innsbruck, uma outra modalidade: a dança no gelo.
Escoceses e holandes lutam pela paternidade do esporte, que surgiu no século 17. Mas foi um norte-americano o responsável pela popularização da patinação artística, aos substituir nos patins as lâminas de ferro por lâminas de aço, dando maior estabilidade e velocidade aos atletas.
Nas três modalidades, os juízes analisam dois aspectos: a excecução de elementos obrigatórios e a realização de uma rotina livre, na qual os atletas têm liberdade para criar novos elementos de diferentes níveis de dificuldade.
Fonte: esporte.uol.com.br