As pérolas cultivadas representam, hoje em dia, 90% das do comércio total de pérolas. A crescente demanda de pérolas levou o homem a cultivá-la em grandes quantidades.
A origem das pérolas começa quando um grão, como um grão de areia, por exemplo, vai para dentro do corpo da ostra e causa irritação. A ostra então, como defesa, libera uma substância, chamada nácar que se deposita ao redor do grão. As camadas de nacre depositadas no grão formam uma substância lisa e compacta. Após muitos meses ou anos deste processo, a pérola é formada.

As pérolas cultivadas são produzidas da mesma forma que as naturais, porém utilizando uma técnica, que consiste na colocação de um corpo estranho na ostra. Como o processo deixaria de ser produtivo porque a formação de uma pérola grande poderia demorar muito, um "núcleo fabricado" é utilizado, feito com a concha de outro molusco. O inventor desta técnica foi Kokichi Mikimoto, no início do século XX.
Muitas pessoas ainda acreditam, erroneamente, que as pérolas cultivadas são imitações ou pérolas falsas. Na verdade, a pérola cultivada é uma pérola natural que recebe uma "ajudinha" do homem para começar a se formar.

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Pérolas são lindas, delicadas e já nascem prontinhas para serem usadas nas joalherias, sem necessidade de lapidação. Não por acaso as pérolas estão entre os adornos mais antigos usados pelo homem. Calcula-se que elas tenham sido achadas pela primeira vez, no fundo do mar, há mais de seis mil anos.
O termo pérola é derivado da palavra latina sphaerula, que quer dizer esfera. As pérolas são, na verdade, uma reação dos moluscos a corpos invasores, como grãos de areia, que penetram dentro da concha. Lentamente, num processo que leva muitos anos, o molusco começa a formar camadas de nácar em volta do corpo estranho, como forma de defesa. O nácar é uma substância dura e resistente. Por isso, as pérolas dificilmente se quebram.
As pérolas são encontradas, usualmente, nas cores creme, branca, cinza, amarelada e rosa. Mas há também pérolas esverdeadas e azuladas. Além das famosas pérolas negras que, na verdade, são cinza-escuro, com reflexos de outras cores. Estas últimas só são encontradas no Oceano Pacífico, na Polinésia Francesa.
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As pérolas podem apresentar-se de diversas cores, formas e tamanhos. Pérolas cultivadas de água doce vem de moluscos exclusivos destas águas e são produzidas no Japão, China e Estados Unidos. As cores destas pérolas são ditados pelo molusco. Branca é a mais comum, seguida da rosa. Outras cores dependem diretamente do tipo de molusco. Pode-se ter colorações mais rosas, azul esverdeada e salmão.

As pérolas de água doce chinesas melhoraram muito a qualidade nos últimos 5 anos e estas pérolas cultivadas são rivais em qualidade das mais caras pérolas naturais que já foram encontradas.
Além destes tipos de pérolas existem as pérolas do mar do sul, conhecidas como South Sea Pearls, produzidas no norte da Austrália e sudeste da Ásia incluindo Mayanmar e Indonésia. A cor destas pérolas varia do prateado ao dourado.
As pérolas do Taiti, também conhecidas como as pérolas negras, crescem nas águas da Polinésia francesa. Sua cor pode variar do cinza ao preto com reflexos vermelhos, verdes ou azuis. A ostra que produz este tipo de pérola pode ser encontrada nas ilhas Cook, Fiji, Tonga, Samoa, Nova Caledônia, Filipinas, Panamá e Golfo do México.

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