
Há pessoas que não gostam de ir ao clube e preferem que a piscina esteja bem pertinho: no quintal da sua residência. E quem pensa que esta é uma tarefa difícil está enganado.
As piscinas estão cada vez mais populares. É claro que, diversos fatores como tipo de solo, posição do sol, tamanho do terreno poderão interferir, mas o fundamental é a sua vontade de investir.
Não pense que para isso você precisa ter muito dinheiro. Hoje em dia, as diversas opções permitem que você pague bem menos que algum tempo atrás. O preço vai depender do tipo e do tamanho da piscina que escolher. A evolução tecnológica trouxe novos materiais - o vinil e a fibra de vidro, por exemplo - que podem reduzir em até 70% o custo do produto. Além disso, ainda foram criadas facilidades de pagamento: é possível fazer financiamentos em até 12 prestações.
Apesar dos materiais, técnicas de construção, equipamentos e acessórios estarem tornando-se mais acessíveis, antes de pensar em construir a sua piscina, você não pode esquecer que esse tipo de lazer exige cuidados e tratamentos. Porém, nada disso é complicado se todas as precausões forem tomadas com antecedência. Para isso, é importante escolher profissionais gabaritados que possam orientá-lo.

Contrate um arquiteto para elaborar o projeto. É nele que se define as instalações elétrica e hidráulica e a iluminação da piscina. Não vá deixar que qualquer pedreiro se aventure a construir a sua área de lazer. Cada detalhe precisa ser bem elaborado e estudado, para que problemas mais sérios não aconteçam e você tenha prejuízos ao invés de descanso. O profissional vai desenhar a piscina de acordo com o modelo arquitetônico da sua casa e, se for caso, até oferecer sugestões. Tome o cuidado de verificar se o arquiteto possui o registro no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA).
Escolha uma empresa adequada. As empresas de engenharia são responsáveis em executar o projeto idealizado pelo arquiteto. É importante que você verifique se a que escolheu tem bons antecedentes e é bem vista no mercado. Peça que os responsáveis façam uma visita ao local onde será construída a piscina e solicite um orçamento.
Pesquise o preço das piscinas. Com o projeto em mãos e a idéia do tipo de piscina que você vai construir, comece a pesquisa de preços para a compra dos materiais. Veja se é vantagem comprar tudo em um único local ou se é melhor selecionar os lugares mais baratos. Não se precipite.
Acompanhe a construção. Não precisa ficar o tempo todo ao lado dos trabalhadores da obra, mas a supervisão, de vez em quando, é recomendável para que tudo esteja saindo da forma que imaginou. Se não tiver o tempo disponível, não tem problema. O fato de ter contratado um engenheiro de confiança vai ser imprescindível nessa hora.

Você não pode esquecer que o espaço deve incluir, além da piscina, uma área de lazer ao redor, mesmo que pequena. Uma regra simples para saber qual o tamanho ideal do terreno é multiplicar a área da piscina por dois. Assim, uma piscina de 6m x 4m, ou 24m2, precisa de um terreno com, no mínimo, 48m2 - o dobro da sua medida.
Já não se recomenda a construção de piscinas muito fundas. A profundidade ideal fica entre 1,30 e 1,40m na parte mais funda, suficiente para permitir a prática de natação. Na prainha, parte mais rasa, indicada para as crianças e para o descanso dos adultos, a medida vai de 0,40 a 0,50m.
Preste atenção nesse detalhe. Não adianta investir na construção da piscina e colocá-la em um espaço onde o sol não apareça. Escolha o local mais apropriado.
Tome muito cuidado para não ter prejuízo. As características do solo são decisivas para quem pretende construir uma piscina. Para evitar problemas, procure um documento chamado sondagem do subsolo. Ele revela as camadas do terreno e suas características. Caso você não tenha esse documento, peça ao engenheiro para verificar que tipo de solo é o seu terreno.
Não é aconselhável construir a piscina em locais que possuam pinheiros, eucaliptos e árvores futíferas (elas soltam folhas com frequência). Procure locais mais abertos e peça a ajuda de um paisagista para decorar o espaço.
Se você quiser, pode incrementar ainda mais o seu projeto. Para isso, existem uma variedade de opções como pastilhas de vidro, pastilhas cerâmicas e azulejos - materiais clássicos para o revestimento interno. Se preferir, a decoração pode ser feita ainda nas bordas da piscina.
O preço destes equipamentos varia de acordo com o tamanho da piscina e do projeto. A hidromassagem pode ser instalada separadamente ou no filtro da piscina, tudo depende da escolha.
Essa opção serve para quem quer ter uma piscina específica para a natação. As raias podem ser de concreto, alvenaria estrutural ou argamassa armada, em medidas que costumam variar entre três opções: 25m x 4m para terrenos grandes, 20m x 4m para terrenos médios e 12m x 4m para áreas menores.
Os aquecedores prolongam o uso da piscina durante todo o ano, a qualquer hora, em qualquer estação.

Os modelos desse material chegam a custar até três vezes mais que os outros e levam mais tempo para ser construídos. Mas, em compensação, podem ter a forma e o tamanho desejados. A durabilidade é por tempo indeterminado. Porém, se não for construída adequadamente, os reparos são mais caros e complicados. Seu prazo médio de instalação é de, no mínimo, 45 dias.

Com base de alvenaria e revestida por um filme de PVC com espessura que varia de 0,6mm a 0,8mm, a piscina de vinil, também pode ser feita no formato e tamanho que o proprietário quiser. Por outro lado, esse tipo de revestimento está sujeito a cortes acidentais, causados por objetos pontiagudos. Com os devidos cuidados e manutenção ela dura até 10 anos.

Mais barato e mais rápido de instalar, esse tipo possui algumas restrições de formato e transporte. Os modelos e tamanhos são pré-definidos pelo fabricante e a instalação torna-se inviável em terrenos ou locais de difícil acesso, como coberturas de edifícios. O prazo médio de instalação é de 7 a 10 dias.
Fonte: www.acessa.com
Conheça e compare o tipo de piscina mais adequado para o seu terreno, bolso e gosto.
As piscinas estão mais populares. Ter uma no quintal de casa é mais fácil e mais barato do que você imagina!
viasites A evolução tecnológica trouxe novos materiais - o vinil e a fibra de vidro – que reduziram muito o custo do produto.
Além disso, ainda foram criadas facilidades no pagamento. Por conta disso, o perfil do consumidor mudou e as piscinas não são mais privilégio das classes sociais altas e estão cada vez mais populares.
Antes de escolher entre um tipo e outro, certifique-se do espaço disponível no terreno, do quanto pretende gastar e do tempo necessário para a sua construção. O prazo de instalação varia de acordo com tamanho, formato e material de que é feita a piscina.
As de fibra de vidro ou de vinil saem mais em conta do que as de concreto, porém os modelos de fibra levam vantagem no tempo de instalação. As de concreto e vinil são mais versáteis, pois não tem limitações de formato ou tamanho. A escolha, entretanto, depende de cada situação. Qualquer um dos tipos, desde que sejam tomados cuidados freqüentes de manutenção, podem durar por tempo indeterminado. Confira abaixo alguns detalhes sobre os diversos tipos.
Piscinas de concreto armado têm vida longa. Elas possuem uma estrutura de ferro (malha de ferragem estrutural) e o fundo é concretado. Se a impermeabilização das paredes for malfeita, podem surgir problemas de vazamento e trincas. As piscinas com tipo de material chegam a custar até três vezes mais que os outros e levam mais tempo para ser construídos. Mas, em compensação, podem ter a forma e o tamanho desejados. Quando bem feita, a piscina de concreto dura por tempo indeterminado sem apresentar nenhum problema. Mas, se não for construída adequadamente, os reparos são mais caros e complicados.
Com base em alvenaria e revestida por um filme de PVC com espessura que varia de 0,6 mm a 0,8 mm, a piscina de vinil - assim como a de concreto -, também pode ser feita no formato e tamanho desejado. Por outro lado, esse tipo de revestimento está sujeito a cortes acidentais, causados por objetos pontiagudos. Se isso ocorrer, os especialistas garantem que o reparo é bastante simples e pode ser feito mesmo debaixo d’água.
Encontrada em várias estampas, esse tipo de piscina precisa de pouco tempo para ser instalada. Com os devidos cuidados e manutenção ela dura muitos anos.
Mais barato e mais rápido de instalar, esse tipo possui algumas restrições de formato e transporte. Os modelos e tamanhos são pré-definidos pelo fabricante e a instalação se torna inviável em terrenos ou locais de difícil acesso, como coberturas de edifícios.
Apesar de amplamente comercializada, pode, com o tempo, apresentar bolhas ou fissuras no material. Mas, segundo os fabricantes, além de muito raros, esses problemas são facilmente remediados. Em geral, se forem feitas manutenções regulares e adequadas, as piscinas de fibra mantêm suas características originais por um período de até 10 anos. Uma dica: antes de comprar, verifique a espessura da fibra e opte sempre pela mais grossa. O prazo médio de instalação é de 7 a 10 dias.
Fique atento para que a piscina seja construída em um local de boa insolação. Os profissionais da Pool Home se encarregam de todas as etapas da obra. Isso inclui, escavação do terreno, construção da caixa de alvenaria, contrapiso rústico em volta da piscina, kit de aspiração, filtro e motor de bomba instalados.
Fonte: www.poolhome.com.br
A filtração precisa ser feita TODOS os dias do ano, mesmo no INVERNO. Para isso, toda piscina deve possuir um sistema de recirculação que retira a água da parte mais funda do tanque - em alguns casos também pelo Skimmer, ou coadeira, quando existir - passando pelo pré-filtro, bomba, filtro e então retorna à piscina pelo lado mais raso.
Todos os equipamentos são ligados por tubulações, conexões e válvulas hidráulicas.
Após um período de funcionamento, acumula-se sujeira no filtro, fazendo com que a vazão da bomba diminua ou a sujeira comece a retornar para a piscina. Para resolver este problema, todo filtro possui uma válvula que permite retrolavar a areia. A retrolavagem é um processo que retira a sujeira do filtro e a joga fora.
Toda a instalação deve possuir registros, válvulas e conexões para permitir a retirada do filtro e motobomba para uma eventual manutenção, bem como para evitar perda de água para o esgoto
O sistema filtro/motobomba deve ser instalados o mais próximo possível da piscina
O sistema deve estar "afogado", ou seja, abaixo do nível da piscina sempre que possível, se não será necessária a utilização de válvula de retenção
A casa de máquinas deve ser um local seco, ventilado e protegido das intempéries, com espaço suficiente para uma tranqüila manutenção
As instalações elétricas e hidráulicas da piscina devem atender as especificações das normas da ABNT e/ou regulamentação local.
Limpar periodicamente o cestinho do pré-filtro
Efetuar a retrolavagem da areia sempre que a pressão nos manômetros se mostrar necessária
Verificar eventuais vazamentos na tubulação
Em filtros de aço verificar o ânodo
Verificar a areia, ou meio filtrante, e substituí-lo se necessário.
Não deixe de executar a manutenção periódica só porque é INVERNO. Lembre-se da sua piscina em qualquer ESTAÇÃO do ano, pois limpá-la depois no verão sai mais caro e demorado.
Nunca mude a posição da alavanca da válvula do filtro, com a motobomba ligada
Nunca feche todos os registros a não ser para manutenção
Nunca deixe a motobomba funcionar sem água ou sem circulação de água, exceto para teste por período curto
Antes de ligar o sistema, verificar se a tampa do pré-filtro está bem fechada e se os registros e válvulas estão na posição correta
Não mude a bomba do sistema filtrante por uma maior (pode danificar o tanque) ou menor (diminui a eficiência)
Nunca utilize produtos que possam danificar o meio filtrante.
Ressaltando a importância da filtração, ela retira da água toda a sujeira que está suspensa, mas o que depositou no fundo deve ser retirado com o Aspirador que complementa todo o trabalho de filtragem. A aspiração da piscina deve ser feita de acordo com a necessidade, mas NUNCA menos que uma vez por semana.
Os aspiradores mais comuns são os manuais, ligados ao sistema de filtração com mangueiras flexíveis, conectados ao bocal. Efetuando manobras em registros do sistema de filtração, é possível fazer toda a água passar pelo aspirador levando com ela a sujeira que ficar retida no filtro e retornar para a piscina. Chamamos isto de aspirar filtrando. Existem no mercado vários modelos de aspiradores para se fazer este trabalho.
Uma outra maneira de aspirar a água com a sujeira é jogá-la diretamente no esgoto, sem passar pelo filtro, o que chamamos de aspirar drenando.
É o mais aconselhável, pois não há nenhum desperdício de água. Mas é bom lembrar que é necessário, sempre após a aspiração, retrolavar o filtro.
Deve ser feito somente quando o fundo da piscina estiver muito sujo ou com produtos químicos que possam estragar a areia do filtro.
Deve ser feita para retirar sujeiras e possíveis manchas das paredes da piscina e para retirar materiais sólidos tanto da superfície como do fundo.
A escovação e peneiração devem ser executadas sempre que necessário, facilmente detectável e distinguível com apenas um exame visual da piscina…
IMPORTANTE: Para se ter um tratamento perfeito, os equipamentos e as instalações devem ser apropriados ao uso, tipo e tamanho da piscina.
Todo esse processo de filtragem e limpeza exige que os filtros para piscina devem ser dimensionados a partir do volume de água contido no tanque (piscina) e do tempo de recirculação desse volume de água.
Água não estabilizada e neutra causa incômodo ao usuário, e como água de piscina praticamente é sempre a mesma, uma vez tratada não se altera, a não ser por fatores externos tais como: chuva em excesso, água de reposição ou produtos químicos. O tratamento químico pode ser de MANUTENÇÂO ou de CHOQUE. O ideal é uma manutenção constante, pois com isso nos livramos das dores de cabeça e da frustração de não poder usá-la quando quiser, além de ser muito mais barato.
O tratamento de manutenção pode ser dado em doses "homeopáticas", custando bem menos, pois é controlado e atende somente as necessidades da água, mantendo-a sempre cristalina e com aspecto saudável.
No tratamento de choque, deve-se usar uma quantidade MAIOR de produtos e é preciso aguardar também um tempo mais longo para obtenção de resultados e a utilização da piscina.
OBS: O tratamento de choque, na prática, somente é dado em piscinas abandonadas e seus métodos vão desde uma dosagem bem maior de saneaste até uma decantação, utilizada normalmente como último recurso. E NÃO DEVE ser adotada freqüentemente. Este tratamento fica mais caro, não só pelos valores dos produtos envolvidos, mas também pelo desperdício causado, uma vez que decantando-se uma piscina, devemos em seguida aspirar o fundo drenando, jogando fora a água e os produtos aplicados.
O pH correto para piscinas oscila em 7,2 / 7,6, isto é, levemente básica. Assim favorece a ação dos saneastes e o conforto dos banhistas. O pH desajustado provoca irritação da pele, dos olhos e mucosas; age ainda na turbidez da água e na ineficiência dos produtos saneastes utilizados para o tratamento, pois influi diretamente no meio onde ocorrerão as reações destes produtos. A água ácida produz ainda a corrosão das peças metálicas e a água alcalina provoca a deposição de substâncias. Por isso a importância em se MEDIR o pH como primeiro passo ao iniciar o tratamento.
A alcalinidade total é medida em ppm (partículas por milhão) e o ideal para uma piscina é que se mantenha entre 80 ppm e 120 ppm; isso trará estabilidade ao pH e dispensará correções freqüentes.
Aumentar a alcalinidade: adicione um elevador de alcalinidade
Reduzir a alcalinidade: adicione um redutor de pH
Para evitá-las, que vêm basicamente da chuva e exposição ao tempo, cubra regularmente sua piscina com uma capa apropriada, e use algicidas apropriados para eliminá-las.
Detritos que caem e se decompõem na água é que contribuem para aparecem as bactérias, trazendo doenças e micoses, e a sua prevenção é muito simples; basta manter a água sempre com saneantes a níveis aceitáveis. Peneirar, escovar e aspirar também é de suma importância.
O pH desajustado é um dos fatores que favorece muito a rápida multiplicação de fungos. Esta é uma das razões para que se mantenha o pH sempre ajustado.
OBS: O uso correto de saneantes previne o surgimento de fungos.
Para melhorar a eficência dos FILTROS indicamos que sejam usados os AUXILIARES DE FILTRAÇÃO, pois além de ajudar na filtragem da água impedem que pequenas partículas - como poeira - voltem para a piscina, deixa a água mais transparente e cristalina.
Mantenha a água de sua piscina sempre clorada entre 1,0 a 3,0 ppm para eliminar toda a contaminação invisível tais como bactérias, fungos e outros microorganismos causadores de diversas doenças. E também para evitar que outras impurezas, como Brasil e os mais variados resíduos orgânicos se acumulem na água e tornem-se visíveis, comprometendo o aspecto visual.
1) Mantenha o pH sempre na faixa de 7,2 a 7,6;
2) Espalhe os grânulos diretamente sobre a superfície da água, usando uma caneca dosadora como medida. Em piscinas de fibra e vinil, dissolva-os antes num balde plástico com água da própria piscina;
3) Faça essa manipulação sempre à noite, pois a luz solar decompõe o cloro e pode perder seu efeito;
4) Na manhã seguinte a aplicação, analise o residual de cloro para certificar-se de que esteja entre 1,0 a 1,5 ppm. Se estiver fora dessa faixa, ajuste a dosagem na aplicação seguinte.
Notas: NUNCA use a piscina se constatar que o cloro livre for maior que 3,0 ppm e NÃO aplique no mesmo dia cloro e algicida de choque ou manutenção!!
Fonte: www.piscinaesossego.com.br