Plutão é o planeta mais distante do Sol e o menor de todos distância média do Sol: 5.913.520.000 km (39,5 U. A.)
Diâmetro: 2320 km
Massa: 1,32 x 10e22 kg (entenda-se 10e22 como sendo igual a 10 elevado à potência 22)
Plutão é menor que sete das luas do nosso sistema solar: a Lua, Io, Europa, Ganimedes, Calisto, Titã e Tritão.
Na mitologia grega, Plutão (grego: Hades) é o deus dos infernos
O planeta recebeu esse nome (depois de muitas sugestões) talvez por estar muito longe do Sol, imerso em perpétua escuridão, ou talvez porque as letras "PL" sejam as iniciais de Percival Lowell.
Plutão foi descoberto em 1930 por um feliz acaso. Os cálculos, que mais tarde provariam estar errados, tinham previsto um planeta para além da órbita de Netuno, com base nos movimentos de Urano e Netuno. Desconhecendo o erro, Clyde W. Tombaugh do Laboratório Lowell , no Arizona, fez um cuidadoso levantamento do céu, que de algum modo resultaria na descoberta de Plutão.
Após a descoberta de Plutão, de pronto concluiu-se que o planeta era muito pequeno para explicar as discrepâncias nas órbitas dos outros planetas. A busca do Planeta X continuou, mas nada foi encontrado. Nem é provável que venha a ser descoberto; as discrepâncias acabam se se usar a massa de Netuno determinada a partir do encontro da Voyager 2 com Netuno.
Plutão é o único planeta que ainda não foi visitado por uma nave espacial. Até mesmo o telescópio espacial Hubble não pode resolver a questão das formações em sua superfície.
Felizmente, Plutão tem um satélite, Caronte. Caronte foi descoberto (em 1978) pouco antes de seu plano orbital se mover em direção às regiões internas do sistema solar. Foi possível, portanto, observar muitas passagens de Plutão sobre Caronte, e vice versa. Calculando cuidadosamente que partes de qual corpo seriam cobertas, e em que ocasiões, e observando as curvas de brilho, os astrônomos puderam construir um primeiro mapa das áreas claras e escuras de ambos os corpos.
Embora a soma das massas de Plutão e Caronte seja bem conhecida (ela
pode ser determinada através de cuidadosas medições do
período e raio da órbita de Caronte) e com a ajuda da Terceira
Lei de Kepler, é difícil determinar as massas individuais de
Plutão e Caronte porque isso requer que se calculem seus movimentos
mútuos ao redor do centro de massa do sistema, o que demandaria medições
mais refinadas - eles são tão pequenos e distantes que até
mesmo o HST teria dificuldade. A relação de suas massas está,
provavelmente, entre 0,084 e 0,157; mais observações estão
sendo feitas, mas não teremos dados verdadeiramente precisos até
que se envie uma nave espacial ao planeta.
Plutão é o segundo corpo mais contrastado do sistema solar (depois
de Iápeto). A exploração da origem desse contraste é
uma das metas de alta prioridade da provável missão Pluto Express.
Há os que pensam que Plutão seria melhor classificado como um grande asteróide ou cometa, em lugar de planeta. Outros consideram-no como o maior dos objetos do cinturão de Kuiper.
A órbita de Plutão é altamente excêntrica. Às vezes ele está mais próximo ao Sol do que Netuno (tem sido assim desde 1979 e continuará assim até 1999). Plutão gira na direção oposta à da maioria dos outros planetas.
Plutão está acoplado numa ressonância de 3:2 com Netuno; isto é, o período orbital de Plutão é exatamente 1,5 vezes mais longo que o de Netuno. Isso os impede de colidirem um com o outro.
Como Urano, o plano do equador de Plutão está quase em ângulo reto com o plano de sua órbita.
A composição de Plutão é desconhecida, mas sua densidade (cerca de 2 gm/cm3) indica que o planeta é uma mistura de 80% rocha e 10% gelo de água, bastante semelhante a Tritão. Sua superfície parece ser coberta de gelos de metano, nitrogênio e dióxido de carbono.
Pouco se sabe sobre a atmosfera de Plutão. O material que compõe a atmosfera de Plutão existe na forma de gás somente quando Plutão está próximo de seu periélio; durante a maior parte do longo ano plutoniano, os gases atmosféricos tornam-se gelo. Perto do periélio, é provável que parte da atmosfera escape para o espaço, talvez até mesmo interagindo com Caronte. Os planejadores da missão Plutão Expresso querem chegar a Plutão enquanto sua atmosfera está descongelada.
A natureza peculiar das órbitas de Plutão e de Tritão, e a semelhança das propriedades gerais entre Plutão e Tritão sugerem alguma conexão histórica entre eles. Pensou-se antes que Plutão pudesse ter sido um satélite de Netuno, mas isso agora parece improvável. Uma teoria mais popular é que Tritão, como Plutão, em algum momento de sua história, entrou numa órbita independente ao redor do Sol e foi mais tarde capturado por Netuno. Como a Lua de nosso planeta, Terra, Caronte pode ser o resultado de uma colisão entre Plutão e um outro corpo.
Plutão pode ser visto com um telescópio amador, mas é muito difícil. Os mapas localizadores de planetas de Mike Harvey mostram a atual posição de Plutão (e dos outros planetas) no céu, mas são necessárias observações mais cuidadosas e mapas mais detalhados para que efetivamente possa ser localizado
Caronte é o único satélite conhecido de Plutão:
Distância média de Plutão: 19.640 km
Diâmetro: 1270 km
Massa: 1,47 x 10e21 kg
Caronte é o nome da figura mitológica que transportava os mortos através do rio Estige.
Caronte foi descoberto em 1978 por J. Christy. Antes disso, pensava-se que Plutão fosse muito maior, uma vez que as imagens de Caronte e Plutão eram indistintas.
Caronte é peculiar pelo fato de ser a maior das luas do sistema solar em relação a seu primário (coisa que também já se disse sobre a Lua em relação à Terra). Alguns preferem pensar em Plutão/Caronte como um planeta duplo, em lugar de um planeta e uma lua.
Plutão e Caronte são também peculiares no sentido de que não apenas Caronte gira sincronicamente, mas também o seu primário: ambos mantém a mesma face voltada uma para a outra.
A composição de Caronte é desconhecida, mas sua baixa densidade (1,4 g/cm3) indica que pode ser semelhante às luas geladas de Saturno (i.e. Réia). Sua superfície parece ser coberta por gelo de água.
Fonte: www.if.ufrj.br
Plutão é o planeta mais afastado do Sol (normalmente) e de longe o mais pequeno. Plutão é mais pequeno que sete luas do sistema solar (a Lua, Io, Europa, Ganimedes, Calisto, Titã e Tritão).
Na mitologia Romana, Plutão (Grega: Hades) é o deus do sub-mundo. O planeta recebeu o seu nome (depois de muitas outras sugestões) talvez devido a estar tão longe do Sol que permanece na escuridão perpétua ou talvez porque "PL" são as iniciais de Percival Lowell.
Plutão foi descoberto por acaso em 1930. Cálculos que mais tarde vieram a estar errados previam um planeta para lá de Neptuno, com base nos movimentos de Urano e Neptuno. Não conhecendo este erro, Clyde W. Tombaugh no Observatório Lowell no Arizona pesquisou detalhadamente o céu, e descobriu à mesma Plutão.
Depois da descoberta de Plutão, foi rapidamente determinado que Plutão era demasiado pequeno para originar as discrepâncias nas órbitas dos outros planetas. A procura do Planeta X continuou mas não se encontrou nada. E nem é provável que se vá encontrar: as discrepâncias desaparecem se a massa de Neptuno determinada pelo encontro da Voyager 2 fôr usada. Não existe um décimo planeta.
Plutão é o único planeta que ainda não foi visitado por sondas. Até o Telescópio Espacial Hubble pode observar as maiores características da sua superfície. Uma missão chamada "New Horizons" está planeada para ter lugar em 2006, se houverem fundos.
Felizmente, Plutão tem um satélites, Caronte. Por pura sorte, Caronte foi descoberto (em 1978) mesmo antes do seu plano orbital se mover para a direcção do sistema solar interior. Foi por isso possível observar muitos trânsitos de Plutão sobre Caronte e vice-versa. Cuidadosamente calculando quais as porções de que corpo estariam cobertas a dadas alturas, e ao observar as curvas dos brilhos, os astrónomos foram capazes de construir um mapa com pouco detalhes das áreas claras e escuras em ambos os corpos.
O raio de Plutão não é muito conhecido. Os valores do JPL é de 1137, com um erro de +/- 8, quase um porcento.
Embora a soma das massas de Plutão e Caronte seja bem conhecida (pode ser determinada através de medições do período, do raio da órbita de Caronte e de física básica), as massas individuais de Plutão e Caronte são difíceis de determinar porque é preciso determinar os seus movimentos mútuos à volta do centro de massa do sistema, o que requer medições muitos mais precisas -- são tão pequenos e tão distantes que até o Hubble tem dificuldade. A relação entre as suas massas está provavelmente entre 0.084 e 0.157; mais observações estão a ter lugar, mas não teremos dados precisos até que seja enviada uma sonda.
Plutão é o segundo corpo mais contrastante do Sistema Solar (a seguir a Japeto).
Existe quem pense que Plutão estivesse melhor classificado como um grande asteróide ou cometa em vez de um planeta. Alguns consideram-no o maior dos objectos da Cintura de Kuiper (também conhecida como Objectos Trans-Neptunianos). É dado um mérito considerável a esta última posição, mas historicamente Plutão foi classificado como planeta e é muito provável que assim permaneça.
A órbita de Plutão é altamente excêntrica. Por vezes está mais próximo do Sol que Neptuno (assim ficou desde Janeiro de 1979 até 11 de Fevereiro de 1999). Plutão roda na direcção oposta da maioria dos outros planetas.
Plutão está trancado numa ressonância de 3:2 com Neptuno; por exemplo: o período orbital de Plutão é exactamente 1.5 vezes mais longo que o de Neptuno. A sua inclinação orbital é também muito mais alta que a dos outros planetas. Por isso, embora pareça que a órbita de Plutão atravesse a de Neptuno, não o faz e então nunca irão colidir.
Tal como Urano, o plano do equador de Plutão está quase num ângulo recto em relação ao plano da sua órbita.
A temperatura à superfície de Plutão varia entre -235 e -210 C (38 a 63 K). As regiões "mais quentes" correspondem basicamente às regiões que aparecem mais escuras nos comprimentos de onda ópticos.
A composição de Plutão é desconhecida, mas a sua densidade (cerca de 2 gm/cm^3) indica que é provavelmente uma mistura de 70% rocha com 30% água gelada, tal como Tritão. As áreas brilhantes da superfície parecem estar cobertas com gelos de nitrogénio e pequenas quantidades de metano (sólido), etano e monóxido de carbono. A composição das áreas mais escuras da superfície de Plutão é desconhecida mas pode ser devida ao material orgânico primordial ou reacções fotoquímicas derivadas dos raios cósmicos.
Crédito: Enciclopédia do Espaço e do Universo; DK Multimedia.
Também se sabe pouco acerca da atmosfera de Plutão, mas provavelmente consiste na sua maioria de nitrogénio com algum monóxido de carbono e metano. É extremamente ténue, sendo a pressão à superfície de apenas alguns microbares. A atmosfera de Plutão no estado gasoso apenas quando Plutão está perto do seu periélio; durante a maioria do longo ano de Plutão, os gases atmosféricos estão congelados. Perto do periélio, é provável que alguma da sua atmosfera escape para o espaço talvez devido a interacções com Caronte. Os cientistas da missão da NASA querem chegar a Plutão enquanto a atmosfera estiver ainda descongelada.
A natureza invulgar das órbitas de Plutão e de Tritão e a semelhança das propriedades entre Plutão e Tritão sugerem uma espécie de ligação histórica entre ambos. Anteriormente pensava-se que Plutão pudesse ter sido um satélite de Neptuno, mas isto agora parece improvável. Uma ideia mais popular é que Tritão, tal como Plutão, antigamente movia-se numa órbita independente à volta do Sol e foi mais tarde capturado por Neptuno. Talvez Tritão, Plutão e Caronte sejam os únicos membros restantes de uma grande classe de objectos semelhantes, em que os outros foram ejectados para a Nuvem de Oort. Tal como a Lua, Caronte pode ser o resultado da colisão entre Plutão e outro corpo.
Plutão pode ser observado com um telescópio amador, mas não irá ser fácil. Existem vários websites que mostram a posição actual de Plutão (e outros planetas) no céu, mas muitos mais mapas detalhados e observações cuidadosas ao longo de vários meses serão precisas para o encontrar.
Fonte: www.ualg.pt
Plutão é o nono planeta na ordem das distâncias ao Sol. Tem duas características orbitais distintas das de todos os outros: uma excentricidade muito elevada (e = 0,246) e o plano definido pela sua órbita faz um ângulo de 17º com o plano da eclíptica. Descreve uma órbita em torno do Sol em 248,5 anos. A sua distância ao Sol varia entre 4.425 e 7.400 milhões de km. Assim, há alturas em que Plutão se aproxima mais do Sol do que Neptuno. Um período dessa natureza teve início em Setembro de 1989 e terminará em Março de 1999. A partir daí, Plutão voltará a ocupar o último lugar do sistema solar.
O seu diâmetro deve ser de aproximadamente 4.000 km. A sua massa estimou-se em cerca de 1/380 da massa da Terra (aproximadamente um quarto da massa da Lua). O seu diâmetro aparente é de 0,23". A sua densidade média deverá ser de 0,5. Pensa-se que possui uma camada superficial com 700 km de espessura de metano e amoníaco congelados, envolvida por uma atmosfera à base de metano e néon. O núcleo deverá estar envolvido por um grande manto de água congelada. A temperatura à superfície será, no máximo, de -210 ºC.
Um facto estranho tem até hoje intrigado os investigadores: há uma variação do seu brilho intrínseco num período de 6 dias 9h 16min 51s (que corresponde ao período de rotação do planeta). Admite-se que o astro tenha uma distribuição irregular e um pouco exótica de partes brilhantes e escuras, possivelmente resultantes de elevações e depressões.
A origem de Plutão é intrigante: por um lado, é considerado como pertencente ao grupo dos planetas principais do Sistema Solar, mas por outro, devido às suas pequenas dimensões e às particularidades da sua órbita, talvez seja mais correcto considerá-lo como um pequeno planeta. Sugeriu-se que ele fosse o principal representante de uma cintura de asteróides para além de Neptuno. Sugeriu-se, também, que Plutão seria um antigo satélite de Neptuno, assim como Tritão: ambos descreviam uma órbita normal em torno de Neptuno, no sentido directo. No decorrer do seu movimento, os dois satélites teriam passado muito perto um do outro e devido a grandes perturbações gravitacionais Plutão teria sido ejectado, transformando-se num planeta, ao passo que a órbita de Tritão teria sofrido modificações tais que teria adquirido uma translação retrógrada. Apesar da descoberta de Plutão, ainda se notam perturbações nas órbitas de Úrano e Neptuno. Admite-se, assim, a existência de um planeta transneptuniano, ou então uma imensa nuvem de cometas, situada nos confins do Sistema Solar, com uma massa total um pouco inferior à da Terra.
Plutão possui um satélite, Caronte, que efectua uma órbita circular de 11.000 km de raio, no sentido retrógrado, com um período de rotação igual ao da rotação de Plutão (6 dias 9h 16min 51s) e densidade idêntica à do mesmo planeta. Sugere-se que estes dois corpos têm origem comum.
Plutão é o nono planeta em distância do sol. Antigamente era o planeta mais distante do Sol, más com uma descoberta em 1997 perdeu este posto. Plutão tem sua órbita muito elíptica, faz com que ele passe pelo interior da órbita de Netuno durante 20 anos dos 248 anos que leva para dar uma volta ao redor do Sol.
É tão pequeno e distante que pouco se conhece a seu respeito. É um planeta rochoso, provavelmente coberto de gelo e metano congelado.
A única lua conhecida, Caronte, é muito grande para ser considerada uma lua, pois tem metade do tamanho do seu planeta pai. Em razão da pequena diferença de suas dimensões, Plutão e Caronte são algumas vezes considerado como um sistema duplo de planetas.
Localização: Nono planeta
Composição: De gelo
Diâmetro: 2.320 km
Distância média do Sol: 5.915.800.000 km
Localização: Sistema Plutão e Caronte
Diâmetro: 1.200 km
Distância média de Plutão: 19.600 km
Fonte: www.rnoa.rcts.pt
Plutão é o planeta mais distante do Sol, do qual separam quase seis bilhões de quilômetros. Sua temperatura é por isso baixíssima: aproximadamente 230º C abaixo de zero.
Menor que a Terra, seu diâmetro e sua massa são mal conhecidos. Gira a uma velocidade de 4,7 km/s e para completar uma volta em torno do Sol demora quase dois séculos e meio (precisamente 248 anos).
Localizado apenas em 1930, é o menos conhecido dos planetas, em razão de sua distância e de seu pequeno tamanho (2.000 a 2.300 km de diâmetro), é o menor dos planetas exteriores do sistema solar. Sua densidade é próxima à da água. Parece ser em grande parte, recoberto de metano congelado, mas certas observações sugerem também a presença de silicatos na superfície.
Sua estrutura comporta um núcleo rochoso recoberto por um grande manto de gelo, ao qual se sobrepõe a crosta de metano congelado.
Em certos períodos, Plutão cruza a órbita de Netuno (como mostra a figura abaixo), tornando-se então, mais próximo do Sol que este último. Em 1978, o interesse por Plutão aumentou quando foi descoberto um satélite, Caronte, de dimensões consideráveis face ao tamanho do próprio planeta. Entre 1985 e 1990, foi possível observar melhor o satélite, pois a Terra se encontrava no mesmo plano de sua órbita, o que só ocorrerá novamente no século XXII.
Diâmetro equatorial - aproximadamente 2.200 km
Achatamento - ?
Massa em relação à da Terra - 0,002
Densidade média - entre 0,5 e 1,4
Período de rotação sideral - 6dias 9h 18mim
Inclinação do equador em relação à órbita - 118º
Albedo - entre 0,4 e 0,7
Raio da órbita - 4.504.000.000 km, ou 30,1096 U.A.
Distância máxima do Sol - 7.400.000.000 km
Distância mínima do Sol - 4.425.000.000 km
Excentricidade - 0,246
Inclinação em relação à eclíptica - 17º10'
Período de revolução sideral - 247anos 249 dias
Velocidade orbital média - 4,74 km/s
Fonte: www.webciencia.com