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Pneumonia

A pneumonia é uma doença infecciosa, causada por grande variedade de bactérias, principalmente pelo Streptococcus pneumoniae ou Diplococcus pneumoniae. Nas pessoas com resistência orgânica debilitada por uma doença como a AIDS, em sua fase mais grave, uma bactéria oportunista chamada Pneumocystis carinii também causa a pneumonia, que contribuiu para o agravamento do quadro geral do paciente com AIDS.

Nos casos comuns de pneumonia, ocorre, além da contaminação, o enfraquecimento das defesas naturais do organismo. Esta baixa de resistência decorre principalmente da exposição à umidade, variações bruscas de temperatura, da debilidade conseqüente de outras doenças, sobretudo do alcoolismo, ocorrendo, em conseqüência, a pneumonia. O contágio pode acontecer pela proximidade com portadores da doença, através de gotículas de saliva. A maior incidência de pneumonia é durante o inverno e nos homens.

Sintomatologia

A instalação da pneumonia é repentina, com febre elevada, calafrios e delírio. Ataca também a pleura, membrana que envolve os pulmões e que é altamente sensível. A inflamação da pleura e seu conseqüente espessamento provocam dor em toda a região torácica, dor que aumenta com os movimentos respiratórios. A secreção defensiva dos alvéolos, bronquíolos e brônquios constitui o catarro expelido pela tosse. Em geral, o catarro é da cor de tijolo, às vezes com estrias de sangue. As vias respiratórias, bloqueadas pelo catarro, tornam a respiração difícil e arfante, constituindo o período de enfartamento. Estas manifestações desaparecem em poucos dias, persistindo a sede e falta de apetite até os últimos dias de tratamento.

Durante qualquer fase da doença, o repouso é necessário. Os líquidos em geral contribuem para abaixar a febre e desprender o catarro.

Profilaxia e Tratamento

A principal maneira de se prevenir contra a pneumonia é evitar a queda de resistência natural do organismo, através da boa alimentação, agasalho, higiene e, às vezes, administração de glicosídios cardioativos.

O tratamento consiste em repouso, alimentação livre e uso de antibióticos para bloquear o avanço da doença.

A recaída é extremamente perigosa.

Fonte: Secretaria de Saúde de Barueri

Pneumonia

A pneumonia pode ser desencadeada por vírus, fungos, protozoários e, principalmente, bactérias e caracteriza-se pela inflamação dos pulmões - mais especificamente os alvéolos, onde ocorrem as trocas gasosas - em virtude de infecções causadas pelos microorganismos citados.

A doença pode ser adquirida por simples aspiração do ar ou de gotículas de saliva e secreções contaminadas ou, ainda, por transfusão de sangue. Normalmente a moléstia atinge crianças, idosos e pessoas com baixa imunidade, como alcoólatras, tabagistas, ou indivíduos já atingidos por outras enfermidades - ela é a maior causa de mortes entre os enfermos infectados com o vírus da AIDS. A pneumonia também pode ser adquirida por mudanças bruscas da temperatura (por exemplo, quando se sai da ducha quente direto para a varanda com vento frio) que comprometem o funcionamento dos cílios responsáveis pela filtragem do ar aspirado.

Os sintomas da doença são tosse com escarro, dores reumáticas e torácicas, febre que pode chegar a 40°C, calafrios, dor de ouvido e de garganta, aceleração de pulso e respiração ofegante. Quando não é tratada, a pneumonia pode evoluir para um quadro mais grave com acumulo de líquido nos pulmões e o surgimento de ulcerações nos brônquios.

O tratamento depende do agente causador da enfermidade, mas costuma-se administrar antibióticos como a tetraciclina e a eritromicina. Também deve-se isolar o paciente para evitar o contágio de outras pessoas.

Os principais agentes causadores da pneumonia são as bactérias Diplococcus pneumoniae, Haemophilus influenza, Staphylococcus aureus e Klebsiella pneumoniae. Entre os vírus destacam-se o do sarampo e o da varíola (este último, já extinto).

Fonte: www.fiocruz.br

PNEUMONIA

1. O que é pneumonia?

A pneumonia é uma infecção nos pulmões, na qual a criança apresenta tosse, febre e dificuldade respiratória. É muito comum em crianças, sendo importante causa de internação nessa idade.

2. O que causa a pneumonia?

A pneumonia é causada por microorganismos que atingem os pulmões através da inalação pelo ar, sendo os mais comuns os vírus e as bactérias. Também pode ser causada pela aspiração, para dentro dos pulmões, de alimentos, substâncias do estômago ou corpo estranho (brinquedo, bala, feijão e outros), assim como por parasitos.

3. Sempre vai ter pneumonia quem entrar em contato com uma pessoa que tem a doença?

Não. O nosso corpo tem alguns meios de defesa, como o nariz que aquece e filtra o ar que é inspirado, cercando alguns microorganismos para que eles não alcancem os pulmões. A tosse é outro mecanismo de defesa e constitui um meio de expulsar os microorganismos. Se eles conseguirem passar por estas barreiras, dentro dos pulmões existem outros meios de proteção.

4. Em que idade ocorre a pneumonia?

A pneumonia ocorre em todas as idades, sendo que a que ocorre nos recém-nascidos até 3 meses é mais grave e diferente da pneumonia que ocorre em crianças maiores.

5. Quais são os sintomas da pneumonia?

Geralmente a criança apresenta sintomas como tosse, dificuldade para respirar e febre alta. Além disso, a criança fica abatida, quieta e sem vontade de comer.

6. Toda criança com pneumonia deve ser internada?

Não. A maioria das crianças pode ser tratada em casa se houver condições de dar os remédios no horário certo, pelo tempo certo. As crianças com doença mais grave e os recém-nascidos devem ser internados. Pode-se também tratar a pneumonia com injeção uma única vez permanecendo, assim, a criança em casa.

7. Existe princípio de pneumonia?

Não. Existem pneumonias que não são graves, ou seja, os sintomas são mais leves e a criança pode ficar menos abatida, mas a criança tem pneumonia.

8. Quais exames um médico pode solicitar para uma criança com suspeita de pneumonia?

O exame de maior importância é a radiografia do tórax. Outros exames como hemograma, PCR, hemocultura, gasometria arterial, ultra-som, tomografia computadorizada, bioquímico e cultura de punção torácica, biópsia pulmonar, podem ser necessários, conforme a gravidade do caso.

9. Toda pneumonia precisa ser tratada com antibióticos?

Não. Um grande número de pneumonias em crianças são causadas por vírus e estas não são tratadas com antibióticos. As pneumonias causadas por bactérias essas sim devem ser tratadas com antibióticos.

10. Que outros remédios devem ser tomados?

Deve ser dado à criança um remédio para a febre. Remédio para tosse não deve ser dado, pois esta constitui um meio de expulsar os microorganismos. Somente em situações especiais, em que a tosse incomoda muito a criança, atrapalhando o sono e dificultando a alimentação é que o remédio deve ser dado, mas somente com indicação médica.

11. O que mais deve ser feito quando a criança está com pneumonia?

Oferecer à criança uma alimentação adequada de acordo com a vontade dela e dar grandes quantidades de líquidos. Além disso, pode ser necessário repouso que pode variar conforme a gravidade do caso.

12. Quando a criança melhora pode parar de dar o antibiótico?

Não. Mesmo a criança tendo melhorado, estando sem febre, o remédio deve ser dado até o final dos dias indicados pelo médico. Na verdade, parar ou continuar o antibiótico, contrariando a indicação do médico, pode trazer conseqüências mais sérias para o doente.

13. Existe vacina para pneumonia?

Toda criança recebe 3 doses da vacina tetravalente – aos 2, 4 e 6 meses de idade – mais reforço com 1 ano e meio, que dá proteção contra um tipo de bactéria chamada “hemófilos”, responsável por muitos casos de pneumonia. Essa vacina não impede totalmente que a ocorra a pneumonia, porque outras bactérias e vírus também podem causa-la.

Fonte: www.medicina.ufmg.br

PNEUMONIA

A pneumonia é uma infecção dos pulmões que afecta os pequenos sacos de ar (alvéolos) e os tecidos circundantes.

Vários milhões de pessoas desenvolvem pneumonias e grande número morre todos os anos. A pneumonia pode ser, frequentemente, uma doença terminal em pessoas que sofrem de outras doenças crónicas graves. É a sexta causa mais frequente de todas as mortes e a infecção mortal mais comum que se adquire nos hospitais. Nos países em vias de desenvolvimento, a pneumonia é a causa principal de morte e só a segunda a seguir à desidratação causada pela diarreia aguda.

Causas

A pneumonia não é uma doença única, mas muitas doenças diferentes, cada uma delas causada por um microrganismo diferente. De um modo geral, a pneumonia surge depois da inalação de alguns microrganismos, mas às vezes a infecção é levada pela corrente sanguínea ou migra para os pulmões directamente a partir de uma infecção próxima.

Nos adultos, as causas mais frequentes são as bactérias, como o Streptococcus pneumoniae, Staphylococcus aureus, Legionella e Hemophilus influenzae. Os vírus, como os da gripe e da varicela, podem também causar pneumonia. O Mycoplasma pneumoniae, um microrganismo semelhante a uma bactéria, é uma causa particularmente frequente de pneumonia em crianças crescidas e em jovens adultos. Alguns fungos também causam pneumonia.

Algumas pessoas são mais propensas a esta doença que outras. O alcoolismo, o fumar cigarros, a diabetes, a insuficiência cardíaca e a doença pulmonar obstrutiva crónica são causas que predispõem à pneumonia. As crianças e as pessoas de idade avançada correm maior risco de a contraírem, assim como os indivíduos com um sistema imune deficiente devido a certos fármacos (como os utilizados para curar o cancro e na prevenção da rejeição de um transplante de órgão). Também estão no grupo de risco as pessoas debilitadas, prostradas na cama, paralisadas ou inconscientes ou as que sofrem de uma doença que afecta o sistema imunitário, como a SIDA.

A pneumonia pode aparecer depois de uma cirurgia, especialmente a abdominal, ou de um traumatismo, sobretudo uma lesão torácica, devido à consequente respiração pouco aprofundada, à diminuição da capacidade de tossir e à retenção da mucosidade. Com frequência os agentes causadores são o Staphylococcus aureus, os pneumococos e o Hemophilus influenzae ou então uma combinação destes microrganismos.

Sintomas e diagnóstico

Os sintomas correntes da pneumonia são uma tosse produtiva com expectoração, dores no tórax, calafrios, febre e falta de ar. No entanto, estes sintomas dependem da extensão da doença e do microrganismo que a cause. Quando a pessoa apresenta sintomas de pneumonia, o médico ausculta o tórax com um fonendoscópio para avaliar a afecção. A pneumonia produz, geralmente, uma modificação característica da transmissão dos sons que podem ouvir-se através do fonendoscópio.

Na maioria dos casos, o diagnóstico confirma-se com uma radiografia ao tórax que, frequentemente, contribui para determinar qual é o microrganismo causador da doença. Também se examinam amostras de expectoração e de sangue, com o fim de identificar a causa. No entanto, em metade dos indivíduos com pneumonia não se chega a identificar o microrganismo responsável.

Tratamento

Os exercícios de respiração profunda e a terapia para eliminar as secreções são úteis na prevenção da pneumonia em pessoas com alto risco, como as que foram submetidas a uma intervenção ao tórax e aquelas que estão debilitadas. Quem sofre de pneumonia também tem necessidade de expelir as secreções.

Muitas vezes, os indivíduos que não estão muito doentes podem tomar antibióticos por via oral e permanecer em casa. As pessoas de idade avançada e as que têm dispneia ou uma doença cardíaca ou pulmonar preexistente habitualmente são hospitalizadas e tratadas com antibióticos por via endovenosa. Também podem necessitar de oxigénio, de líquidos endovenosos e de ventilação mecânica.

Pneumonia pneumocócica

O Streptococcus pneumoniae (pneumococo) é a causa bacteriana mais frequente de pneumonia. Uma pessoa infectada com um dos 80 tipos conhecidos do pneumococo desenvolve imunidade parcial a uma nova infecção com este tipo de bactéria em particular, mas não aos outros.

A pneumonia pneumocócica começa, geralmente, depois de uma infecção viral do tracto respiratório superior (um resfriado, uma inflamação da garganta ou uma gripe) ter danificado suficientemente os pulmões para permitir que os pneumococos infectem a zona. Após os tremores e os calafrios, aparecem a febre, a tosse com expectoração, a falta de ar e as dores no tórax ao respirar (no lado do pulmão afectado). Também são correntes as náuseas, os vómitos, o cansaço e as dores musculares. A expectoração tem, amiudadas vezes, um aspecto de ferrugem devido ao sangue que contém.

Existe uma vacina que protege das infecções pneumocócicas graves em quase 70 % das pessoas vacinadas. Recomenda-se a vacinação aos indivíduos com um alto risco de contrair a pneumonia pneumocócica, como os que têm doenças cardíacas ou pulmonares, os indivíduos com deficiência do sistema imune ou com diabetes e os maiores de 65 anos. De um modo geral, a protecção que as vacinas proporcionam dura toda a vida, embora os indivíduos com maior risco tenham, às vezes, de voltar a vacinar-se ao fim de 5 a 10 anos. Em 50 % dos casos, a vacina causa avermelhamento e dor no local da injecção. Só 1 % dos vacinados apresenta febre e dor muscular após a vacinação e são poucos os casos de reacção alérgica grave.

A pneumonia pneumocócica pode tratar-se com qualquer dos diversos antibióticos existentes, incluindo a penicilina. Os indivíduos alérgicos à penicilina recebem eritromicina ou outro antibiótico. Os pneumococos que são resistentes à penicilina podem ser tratados com outros fármacos; no entanto, estes pneumococos estão a tornar-se também mais resistentes a esses outros fármacos.

Aumento da resistência aos antibióticos

Um número cada vez maior de bactérias que causam pneumonia estão a desenvolver resistência aos antibióticos. Por exemplo, muitos estafilococos produzem enzimas (penicilinases) que impedem que a penicilina os destrua.

Os pneumococos também estão a dar resistência à penicilina através de diversos mecanismos. A resistência aos antibióticos é um problema grave, especialmente nas infecções que se contraem no hospital.

As infecções por estafilococos resistentes podem tratar-se com antibióticos eficazes na presença de penicilinase, mas alguns estafilococos também, estão a tornar-se resistentes a estes fármacos. Utiliza-se com frequência um medicamento chamado vancomicina para esses estafilococos tende a responder lentamente aos antibióticos e os pacientes necessitem de uma convalescença prolongada.

Pneumonia estafilocócica

O Staphylococcus aureus causa somente 2 % dos casos de pneumonia adquirida fora do hospital, mas, em contrapartida, provoca entre 10 % e 15 % das pneumonias que se adquirem nos hospitais onde estes doentes foram internados para receber tratamento por outras perturbações. Este tipo de pneumonia tende a desenvolver-se em pessoas muito jovens ou de idade avançada e em indivíduos debilitados por outras doenças. Também tende a verificar-se nos alcoólicos. O índice de mortalidade é de aproximadamente 15 % a 40 %, devido, em parte, ao facto de os indivíduos que contraem pneumonia estafilocócica, em geral, já estarem gravemente doentes.

O Staphylcoccus provoca os sintomas clássicos da pneumonia, mas os arrepios e a febre são mais persistentes na pneumonia estafilocócica do que na pneumocócica. O Staphylococcus pode originar abcessos (acumulações de pus) nos pulmões e produzir quistos pulmonares que contêm ar (pneumatocelos), especialmente nas crianças. Esta bactéria pode ser transportada pela corrente sanguínea a partir do pulmão e produzir abcessos em qualquer lugar. A acumulação de pus no espaço pleural (empiema) é relativamente frequente.

Estas acumulações esvaziam-se utilizando uma agulha ou um tubo introduzido no tórax.

Pneumonia causada por bactérias gram-negativas

As bactérias classificam-se em gram-positivas e gram-negativas, baseando-se no seu aspecto quando são coradas e se vêem ao microscópio. Por um lado, os causadores da maior parte dos casos de pneumonia são pneumococos e estafilococos, bactérias gram-positivas. Por outro lado, as bactérias gram-negativas, com a Klebsiella e a Pseudomonas, provocam uma pneumonia que tende a ser extremamente grave.

Os pulmões de adultos saudáveis raramente são infectados por bactérias gram-negativas. Os infectados com maior frequência são as crianças pequenas, assim como as pessoas de idade avançada, os alcoólicos e as pessoas com doenças crónicas, especialmente com alterações do sistema imune. As infecções por bactérias gram-positivas adquirem-se geralmente em ambientes hospitalares.

As bactérias gram-negativas podem destruir com muita rapidez o tecido pulmonar, tendendo por isso a agravar de forma rápida a pneumonia provocada por uma bactéria gram-negativa. A febre, a tosse e a falta de ar são frequentes, e a expectoração eliminada pode ser espessa e de cor avermelhada (cor e consistência semelhantes à geleia de groselha).

Dada a gravidade da infecção, o indivíduo é hospitalizado para submeter-se a um tratamento intensivo com antibióticos, oxigénio e líquidos endovenosos. Às vezes, é necessário um tratamento com respirador. Mesmo com um tratamento totalmente adequado, morrem cerca de 25 % a 50 % das pessoas que sofrem de pneumonia causada por uma bactéria gram-negativa.

Pneumonia causada por Hemophilus influenzae

Hemophilus influenzae é uma bactéria. Apesar do seu nome, nada tem a ver com o vírus da influenza que causa a gripe. As estirpes de Hemophilus influenzae tipo b são o grupo mais virulento e provocam graves doenças, como a meningite, a epiglotite e a pneumonia, mas geralmente em crianças com menos de 6 anos. No entanto, devido ao uso amplamente difundido da vacina com o Hemophilus influenzae tipo b, a doença grave causada por este microrganismo está a tornar-se menos frequente. A pneumonia é mais comum entre as pessoas que sofrem de depranocitose e nas que apresentam imunodeficiências. Na maioria destes casos o germe não pertence ao grupo dos microrganismos que se utilizam para a produção da vacina contra o Hemophilus influenzae tipo b.

Os sintomas da infecção podem ser acessos de espirros e corrimento nasal, seguidos pelos sintomas mais característicos da pneumonia, como febre, tosse que produz expectoração e dispneia. É frequente o aparecimento de líquido na cavidade pleural (o espaço compreendido entre as duas camadas da membrana que reveste o pulmão e a parede torácica); esta afecção denomina-se derrame pleural.

Recomenda-se a vacina contra os Haemophilus influenzae tipo b a todas crianças. A vacina administra-se em três doses, na idade de 2, 4 e 6 meses. Utilizam-se antibióticos para tratar a pneumonia por Haemophilus influenzae de tipo b.

Doença do legionário

A doença do legionário, causada pela bactéria Legionella pneumophyla e outras tipos de Legionella, é a responsável por 1 % a 8 % de todas as pneumonias, além dos 4 % das pneumonias mortais ocorridas nos hospitais. A doença costuma aparecer nos finais do Verão e no princípio do Outono. A bactéria Legionella vive na água e a epidemia declara-se quando as bactérias se propagam através dos sistemas de ar condicionado dos hotéis e dos hospitais. Em 1976 ocorreu uma epidemia de uma doença respiratória entre os membros da American Legion que assistiam a um congresso num hotel. Em virtude disso, descobriu-se a bactéria e deu-se-lhe o nome de Legionella. Não se conhecem casos de infecção directa de uma pessoa para outra.

Apesar de a doença do legionário poder ocorrer em qualquer idade, as pessoas afectadas são, com maior frequência, de idade média e avançada. Os indivíduos que fumam, que abusam do álcool ou tomam corticosteróides parecem correr maior perigo de contrair a doença. Esta pode produzir sintomas relativamente menores ou pode ser potencialmente mortal.

Os primeiros sintomas, que aparecem de 2 a 10 dias após se verificar a infecção, consistem em cansaço, febre, dor de cabeça e dores musculares. Segue-se uma tosse seca que posteriormente produz expectoração. Os indivíduos com infecções agudas podem começar a sofrer dispneia intensa e têm, frequentemente, diarreia. A confusão e as perturbações mentais são menos frequentes. Levam-se a cabo exames complementares de amostras de expectoração, de sangue e de urina para confirmar o diagnóstico. Dado que as pessoas infectadas pela Legionella pneumophyla produzem anticorpos para combater a doença, as análises de sangue revelam um aumento de concentração destes. No entanto, os resultados das provas de anticorpos, não costumam estar disponíveis senão depois de o curso da doença se ter iniciado.

O antibiótico eritromicina é a primeira opção para o tratamento desta pneumonia. Nos casos menos graves, pode administrar-se a eritromicina por via oral e nos outros, por via endovenosa. Cerca de 20 % das pessoas que contraem esta doença morrem. O índice de mortalidade é muito mais elevado entre os indivíduos que contraem a doença no hospital ou que têm um sistema imune deficiente. A maioria dos indivíduos tratados com eritromicina melhora, mas a recuperação pode levar muito tempo.

Pneumonias atípicas

As pneumonias atípicas são pneumonias causadas por microrganismos diferentes dos denominados tipicamente bactérias, vírus ou fungos. Os mais frequentes são Mycoplasma e Chlamydia, dois microrganismos semelhantes às bactérias.

O Mycoplasma pneumoniae é a causa mais frequente em indivíduos entre os 5 e os 35 anos de idade. As epidemias verificam-se especialmente em grupos fechados, tais como estudantes, pessoal militar e famílias. As epidemias tendem a difundir-se lentamente, dado que o período de incubação dura entre 10 e 14 dias. Este tipo de pneumonia aparece com mais frequência na Primavera.

A pneumonia causada por micoplasmas começa, frequentemente, com cansaço, inflamação da garganta e tosse seca. Os sintomas pioram paulatinamente e os acessos de tosse forte podem eliminar a expectoração. Cerca de 10 % a 20 % dos afectados apresentam erupção cutânea. Às vezes, apresentam anemia, dores articulares ou perturbações neurológicas. Os sintomas costumam persistir durante uma a duas semanas e após este período o processo de melhoria é lento. Alguns doentes continuam débeis e cansados ao fim de várias semanas. Embora a pneumonia causada por micoplasmas possa ser grave, habitualmente é ligeira e a maioria dos doentes recupera sem qualquer tratamento.

A bactéria Chlamydia pneumoniae é outra causa frequente de pneumonia nas pessoas entre os 5 e os 35 anos de idade. Pode também afectar algumas pessoas mais velhas. A doença transmite-se de pessoa a pessoa, pelas partículas expulsas com a tosse. Os sintomas são semelhantes aos da pneumonia causada por micoplasmas. A maioria dos casos não se reveste de gravidade, embora o índice de mortalidade entre os adultos de mais idade que contraem a doença seja de 5 % a 10 % .

O diagnóstico de ambas as doenças baseia-se numa análise de sangue para detectar os anticorpos face ao microrganismo suspeito e nas radiografias ao tórax.

A eritromicina e a tetraciclina são eficazes, mas a resposta ao tratamento é mais lenta na pneumonia causada por clamídias do que na pneumonia causada por micoplasmas. Se se interromper o tratamento demasiado cedo, os sintomas tendem a repetir-se.

Psitacose

A psitacose (febre do papagaio) é uma pneumonia rara causada pela Chlamydia psittaci, uma bactéria que se encontra principalmente em aves como papagaios, periquitos e rolas. Também se pode encontrar noutras aves, como pombos, borrachos, galinhas e pavões. De um modo geral, a infecção é provocada pela aspiração do pó das penas ou das fezes das aves infectadas. O microrganismo também se pode transmitir através da picada de uma ave infectada e, em alguns casos excepcionais, de uma pessoa para outra através das pequenas gotas que se expulsam com a tosse. A psitacose é principalmente uma doença ocupacional de quem trabalha com animais domésticos ou nas criações aviárias.

Ao fim de uma a três semanas de ter sido infectada, a pessoa apresenta febre, arrepios, cansaço e perda de apetite. Começa a ter acessos de tosse, que no início é seca e mais tarde produz um escarro esverdeado. A febre persiste durante duas ou três semanas e depois desaparece lentamente. A doença pode ser ligeira ou grave, dependendo da idade e da extensão do tecido pulmonar afectado.

O método mais fiável para confirmar o diagnóstico é a análise ao sangue.

Os criadores e donos de aves podem proteger-se evitando o contacto com o pó das penas e das jaulas dos animais doentes. Exige-se que os importadores tratem com tetraciclina as aves propensas; o tratamento de 45 dias, geralmente, elimina o microrganismo.

A psitacose trata-se com tetraciclinas pelo menos durante 10 dias. A recuperação pode levar muito tempo, especialmente nos casos graves. O índice de mortalidade pode atingir 30 % nos casos graves não tratados.

Pneumonia viral

Muitos vírus podem afectar os pulmões, provocando pneumonia. Os mais frequentes em lactentes e crianças são o vírus sincicial respiratório, o adenovírus, o vírus parainfluenza e o vírus da gripe. O vírus do sarampo também pode causar pneumonia, especialmente em crianças desnutridas.

Nos adultos saudáveis, dois tipos de vírus da gripe, denominados tipos A e B, causam pneumonia. (Ver secção 17, capítulo 186) O vírus da varicela também pode provocar pneumonia em adultos. Nas pessoas de idade avançada, a pneumonia viral pode ser causada pelo vírus da gripe, da parainfluenza ou pelo vírus sincicial respiratório. As pessoas de qualquer idade com um sistema imune deficiente podem desenvolver uma pneumonia grave causada pelo citomegalovírus ou pelo vírus do herpes simples.

A maioria das pneumonias por vírus não se trata com fármacos. No entanto, certas pneumonias graves provocadas por vírus podem tratar-se com fármacos antivirais. Por exemplo, pode tratar-se com aciclovir a pneumonia causada pelo vírus da varicela ou pelo vírus do herpes simples. Recomendam-se vacinas anuais contra a gripe para o pessoal sanitário, as pessoas de idade avançada e aqueles que sofrem de perturbações crónicas, como enfisema, diabetes ou doenças cardíacas e renais.

Pneumonia por fungos

A pneumonia deve-se, frequentemente, a três tipos de fungos:

Histoplasma capsulatum, que causa a histoplasmose, Coccidioides immits, que causa a coccidioidomicose, e Blastomyces dermatitidis, que causa a blastomicose.

Os indivíduos que contraem a infecção, em geral, só têm sintomas menores e não se dão conta de que estão infectados. Alguns adoecem gravemente.

A histoplasmose ocorre em todo o mundo, mas prevalece nos vales fluviais e nas zonas de clima temperado e tropical. Os fungos não causam sintomas em todas as pessoas que os aspiraram. Na realidade, muitas ficam a saber que estiveram expostas a fungos só depois de um teste cutâneo. Outras podem ter tosse, febre, dores musculares e dores torácicas. A infecção pode causar pneumonia aguda ou crónica e neste caso os sintomas persistem durante meses. É pouco frequente que a infecção se propague a outras zonas do corpo, especialmente à medula óssea, ao fígado, ao baço e ao tracto grastrointestinal. A forma disseminada da doença tende a manifestar-se em indivíduos com SIDA e outras perturbações do sistema imune. De um modo geral, o diagnóstico assenta na identificação do fungo presente numa amostra de expectoração ou na análise de sangue que identifica determinados anticorpos. No entanto, a análise ao sangue demonstra simplesmente a exposição ao fungo, mas não confirma que ele seja o causador da doença. O tratamento consiste habitualmente na administração de um medicamento contra os fungos, como o itraconazol ou anfotericina B.

A coccidioidomicose apresenta-se, sobretudo, nas zonas de clima semiárido, especialmente no Sudoeste dos Estados Unidos e em certas zonas da América do Sul e da América Central. Uma vez aspirado, o fungo pode causar sintomas ou então provocar uma pneumonia aguda ou crónica.

Em alguns casos, a infecção estende-se para além do aparelho respiratório, habitualmente à pele, aos ossos, às articulações e às membranas que envolvem o cérebro (meninges). Esta complicação é mais frequente nos homens, especialmente em indivíduos que sofrem de SIDA e outras perturbações do sistema imunitário. O diagnóstico estabelece-se identificando o fungo numa amostra de expectoração ou de outra zona infectada ou levando a cabo uma análise de sangue que identifica certos anticorpos. O tratamento habitual consiste em administrar um fármaco antimicótico, como o fluconazol ou a anfotericina B.

Na blastomicose, depois de ter sido aspirado, o fungo causa infecção sobretudo no pulmão, mas, em geral, não produz sintomas. Alguns indivíduos desenvolvem uma doença semelhante à gripe e, às vezes, os sintomas de uma infecção crónica pulmonar persistem durante vários meses. A doença pode propagar-se a outras partes do organismo, especialmente à pele, aos ossos, às articulações e à próstata. O diagnóstico baseia-se, habitualmente, na identificação do fungo na expectoração. O tratamento consiste em administrar um fármaco contra os fungos, como o itraconazol ou a anfotericina B.

Outras infecções por fungos ocorrem fundamentalmente em indivíduos cujo sistema imunitário se encontra gravemente afectado. Estas infecções são, entre outras, a criptococose, causada por Cryptococcus neoformans; a aspergilose, causada por Aspergillus; a candidíase, causada por Candida, e a mucormicose. Estas quatro infecções verificam-se em todo o mundo. A criptococose, a mais frequente, pode manifestar-se em indivíduos sãos e, em geral, só é grave para os que sofrem de perturbações subjacentes do sistema imunitário, como a SIDA. A criptococose pode propagar-se especialmente às meninges, onde a doença resultante é a meningite criptocócica.

O Aspergillus causa infecções pulmonares em pessoas que sofrem de SIDA ou que foram submetidas a um transplante de órgão. A candidíase pulmonar, uma infecção rara, produz-se com maior frequência em doentes que têm valores de glóbulos brancos inferiores ao valor normal; é o caso de pessoas com leucemia ou submetidas a quimioterapia. A mucormicose, uma infecção relativamente rara provocada por fungos, produz-se com maior frequência nos indivíduos que sofrem de diabetes aguda ou de leucemia. As quatro infecções tratam-se com fármacos antimicóticos, como o itraconazol, o fluconazol e a anfotericina B. No entanto, é possível que as pessoas que sofrem de SIDA ou de outras perturbações do sistema imunitário não recuperem.

Pneumonia por Pneumocystis carinii

O Pneumocystis carinii é um microrganismo comum que pode residir inofensivamente nos pulmões normais, causando a doença só quando o sistema imunitário está debilitado devido a um cancro ou ao tratamento do mesmo ou devido à SIDA. Mais de 80 % dos doentes com SIDA, que não recebem uma profilaxia estandardizada, desenvolvem em algum momento pneumonia por Pneumocystis. Muitas vezes, é a primeira indicação de que uma pessoa com o vírus da imunodeficiência humana (VIH) desenvolveu a SIDA.

A maioria dos afectados manifesta febre, dispneia e tosse seca. Estes sintomas geralmente surgem ao cabo de várias semanas. Os pulmões podem ser incapazes de fornecer oxigénio suficiente ao sangue, provocando dispneia grave.

O diagnóstico baseia-se no exame ao microscópio de uma amostra de expectoração obtida por um dos métodos seguintes: indução do escarro (na qual se utiliza água ou vapor de água para estimular a tosse) ou broncoscopia (na qual se introduz nas vias aéreas um instrumento para colher uma amostra).

O antibiótico habitual para a pneumonia provocada por Pneumocystis carinii é o trimetoprim/sulfametoxazol. Os efeitos secundários, particularmente frequentes em indivíduos com SIDA, consistem em erupções cutâneas, numa taxa reduzida de glóbulos brancos, que combatem a infecção, e febre.

Os tratamentos alternativos são dapsona e trimetropim, clindamicina e primaquina, trimetrexato e leucovorin, atovaquona e pentamidina. Os indivíduos com uma concentração de oxigénio no sangue inferior ao valor normal podem também receber corticosteróides.

Mesmo com o tratamento da pneumonia, o índice de mortalidade global é de 10 % a 30 %. Para prevenir a recorrência da doença, os doentes com SIDA cuja pneumonia por Pneumocystis foi tratada com êxito tomam geralmente medicamentos como o trimetoprim-sulfametoxazol ou a pentadimina em aerossol.

Pneumonia por aspiração

Partículas minúsculas provenientes da boca migram frequentemente para as vias aéreas, mas, de um modo geral, são eliminadas pelos mecanismos normais de defesa antes que possam chegar aos pulmões ou causar inflamação ou infecções. Se essas partículas não forem eliminadas, podem causar pneumonia. Correm maior risco de contrair este tipo de pneumonia as pessoas debilitadas, as que se intoxicaram com álcool ou fármacos e as que estão inconscientes devido à anestesia ou a alguma doença. Mesmo uma pessoa saudável que aspirar uma grande quantidade de substância, como poderá acontecer durante o vómito, pode contrair pneumonia.

A pneumonite química verifica-se quando o material aspirado é tóxico para os pulmões: o processo deve-se mais ao resultado da irritação do que a uma infecção. Um produto tóxico aspirado frequentemente é o ácido do estômago. O resultado imediato é a súbita falta de ar e uma aceleração do ritmo cardíaco. Outros sintomas podem ser febre, expectoração com espuma cor-de-rosa e uma tonalidade azulada na pele, causada pelo sangue escassamente oxigenado (cianose).

Uma radiografia ao tórax e as medições da concentração de oxigénio e de anidrido carbónico no sangue arterial podem contribuir para o diagnóstico, embora, geralmente, este pareça óbvio quando se conhece a sequência dos acontecimentos. O tratamento consiste na administração de oxigénio e na respiração artificial se for necessária. Pode aspirar-se o conteúdo da traqueia para eliminar as secreções e as partículas das vias aéreas.

Às vezes administram-se antibióticos para prevenir a infecção. De um modo geral, os indivíduos com pneumonite química recuperam rapidamente ou evoluem para a síndroma de dificuldade respiratória aguda do adulto ou então desenvolvem uma infecção por bactérias. Falecem entre 30 % e 50 % das pessoas que sofrem de pneumonite química.

A aspiração de bactérias é a forma mais frequente de pneumonia por aspiração. A sua causa deve-se, geralmente, à deglutição e à consequente aspiração de bactérias para o interior dos pulmões.

A obstrução mecânica das vias aéreas pode ser causada pela aspiração de partículas ou de objectos. As crianças pequenas correm um risco muito elevado porque, com frequência, levam objectos à boca e podem aspirar pequenos brinquedos ou parte desses brinquedos. A obstrução pode também ocorrer em adultos, principalmente quando aspiram um bocado de carne durante a refeição. Quando um objecto fica bloqueado na parte superior da traqueia, a pessoa é incapaz de respirar ou de falar. Se o objecto não for extraído imediatamente, a morte ocorre com rapidez. A manobra de Heimlich, efectuada para extrair o objecto, pode salvar a vida do afectado. Se o objecto ficar bloqueado na parte inferior das vias aéreas, pode produzir uma tosse crónica irritante e infecções recorrentes. O objecto extrai-se, em geral, através de uma broncoscopia (um procedimento que utiliza um instrumento que permite ao médico observar a via respiratória e extrair amostras e corpos estranhos.

Fonte: www.manualmerck.net

PNEUMONIA

Pneumonia é uma inflamação do parênquima pulmonar, ou seja, da parte distal dos pulmões (vias aéreas terminais, alvéolos e interstício).

Este processo se instala quando um micro-organismo alcança o pulmão e a pessoa apresenta diminuição dos seus mecanismos de defesa. O agente causal pode ser bactéria, vírus, fungo, protozoário, helminto, fenômenos tromboembólicos, imuno-alérgicos, obstrutivos broncopulmonares e outros.

É importante determinar, quando se diagnostica pneumonia, se a pessoa tem mais de 60 anos e/ou se apresenta outra doença debilitante já existente, que permitirá definir sua gravidade, e se o tratamento deve ser realizado em casa ou internado no hospital.

Broncopneumonia é outro termo usado para definir o aspecto radiográfico da pneumonia (de várias imagens nodulares em um ou ambos pulmões, diferente do aspecto clássico da pneumonia, que é uma opacidade mais ou menos homogênea e localizada em um lobo ou segmento pulmonar, quando examinada uma radiografia dos pulmões).

Sintomas

Os sinais e sintomas de uma pneumonia bacteriana variam amplamente em relação a vários fatores, principalmente a natureza do agente causal e o estado prévio de saúde do paciente.

Quando a pessoa é previamente saudável, sem outros problemas de saúde, geralmente inicia sua pneumonia com breves sintomas em vias aéreas superiores (coriza, dor de garganta e espirros), seguidos de calafrios e febre, dor torácica e tosse, às vezes com hemoptise. O exame clínico do médico, uma radiografia de tórax e alguns poucos exames de laboratório geralmente confirmam com facilidade o diagnóstico de pneumonia.

Porém, no outro extremo, um paciente idoso, com doenças prévias já existentes (cardiológicas, diabetes mellitus, desnutrição, câncer etc.) pode ter uma aparência decaída, desorientada, e seus exames clínico, radiológico e de laboratório, também em forma pouco definida, levam ao diagnóstico de pneumonia.

Tratamento

A maioria dos pacientes com pneumonia poderá ser tratada em seu domicílio.

Exige-se hospitalização de pacientes em estado grave que precisam de cuidados especiais e medicação endovenosa, de portadores de outras doenças debilitantes e daqueles cujas condições domiciliares não permitem o tratamento adequado.

O repouso no leito é importante. A dieta é livre, aumentando a ingestão de líquidos, calorias e proteínas.

A medicação, principalmente antibiótica, deve ser prescrita pelo médico responsável de acordo com o quadro clínico, radiológico e dos exames de laboratório.

Às vezes, há necessidade de oxigenioterapia e eventualmente atendimento em UTI.

Fonte: www.pulmonar.org.br

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