Ainda não existe medicação específica para o tratamento da pneumonia asiática - a cada cem doentes, quatro podem morrer. Mas como identificar a doença? Como se prevenir? Como tratar?
A pneumonia asiática pode ser transmitida de duas formas: ou pelo contato muito próximo do paciente contaminado, através de gotículas, de salivas e também através das vias respiratórias.
Compreende tosse, mal estar, febre acima de 38 graus e dificuldade respiratória.
Se você viajou para uma região onde esse vírus está circulando e começa a apresentar sintomas como tosse, mal estar e febre alta, é aconselhável que você procure o médico, de tal forma que ele pode dar o diagnóstico com certeza ou pelo menos te tratar de forma adequada e também, principalmente, evitar que você propague esse vírus pra outras pessoas.
A forma mais segura que existe nesse momento é você tentar evitar respirar ar contaminado, evitar contato íntimo com pessoa contaminada, ou evitar viajar pra região onde esse vírus está sendo importante. E se não for possível adiar uma viagem pra uma região como essa, utilizar máscara. Vai ser sempre muito útil na redução do risco de se contaminar".
Já existem algumas suspeitas de casos da pneumonia asiática no país, que estão sendo examinadas pela Vigilância Sanitária. O Ministério da Saúde anunciou que vai reforçar as barreiras sanitárias mas, não pode garantir que a doença não chegue ao Brasil. "É muito difícil que ela não possa entrar, ela pode entrar, agora, o que nós podemos garantir que aconteça é que ela não seja disseminada para outras pessoas do país", afirma Humberto Costa, ministro da Saúde.
O Instituto Adolpho Lutz e o Instituto Oswaldo Cruz, são as únicas instituições que até o momento estão preparadas para diagnosticar essa doença. Até agora, os médicos vêm tratando o caso como uma pneumonia comum, do tipo bacteriana.
Fonte: www.arquivomedico.hpg.com.br
Pneumonia severa, causada provavelmente por uma mutação do vírus do resfriado comum, o coronavírus.
Tem origem diferente da pneumonia comum, que é causada por bactérias, não por vírus
Mata 3,5% de suas vítimas, contra uma mortalidade de menos de 1% da pneumonia tradicional
De 2 a 11 dias
São muito semelhantes aos da pneumonia comum: febre maior que 38 graus, tosse seca, dificuldade de respirar, dores de cabeça, enrijecimento de músculos, perda de apetite e diarréia. Mas o desconforto é tão forte que, em três dias, pode levar a insuficiência respiratória
Sinais de inflamação, revelados no exame de raios X, do tecido que recobre os alvéolos. A pneumonia comum é diferente: inflama os próprios alvéolos
O vírus se propaga por gotas de saliva contaminadas ou por contato direto com as mãos do doente
Não há certeza, mas o vírus poderia sobreviver por algum tempo em suspensão e alojar-se em pessoas que passam por ambientes infectados
A maioria dos casos não reage a tratamentos. Ainda assim, a droga mais ministrada é o antiviral Ribavirina. Requer internação em hospital de isolamento
Evitar viagens para as regiões atingidas pela doença, como Hong Kong, Vietnã e Canadá
Evitar contato com pessoas que chegaram desses lugares nas últimas duas semanas
Cuidados básicos de higiene, como lavar as mãos algumas vezes por dia, podem ajudar a prevenir a propagação
O uso de máscaras só é indicado em ambientes atingidos pela doença, mas devem ser máscaras especiais. Simples pedaços de pano não evitam o contágio.

1. O ataque do vírus provoca inflamação no tecido que recobre os brônquios na base dos pulmões. As primeiras manifestações são tosse seca e dificuldade de respirar
2. O pulmão se enche de líquidos. Nos casos mais graves, o paciente passa a respirar por aparelhos três dias após os primeiros sintomas
3. A doença atinge a medula e reduz a produção de glóbulos brancos e plaquetas no sangue
4. O pulmão, inflamado e cheio de água, enrijece e entra em colapso. A morte ocorre por insuficiência respiratória
Fonte: www.escolavesper.com.br
A síndrome é uma doença respiratória, também denominada pneumonia asiática, ou pneumonia atípica, que foi descrita na Ásia, América do Norte e Europa. Foi descrita pela primeira vez em 26 de fevereiro de 2003, em Hanói, Vietnam, em um paciente proveniente de Hong Kong.
O período de incubação tem variado entre 2 a 10 dias (na maioria dos casos entre 2 a 7 dias). As primeiras manifestações da doença incluem febre alta (> 38.0°C) de início súbito, calafrios, dor muscular e tosse seca. Em 3 a 4 dias os pacientes evoluem com dispnéia, sendo comum achados radiológicos de infiltrado intersticial bilateral. Em 80 a 90% dos casos há significativa melhora dos sintomas a partir do 6º dia. Em 10 a 20% dos casos os pacientes têm evolução para um quadro clínico mais grave, progredindo para insuficiência respiratória aguda, desenvolvendo um quadro de Síndrome da Angústia Respiratória (hipoxemia grave, refratária ao uso de oxigenoterapia), exigindo entubação e ventilação mecânica. A letalidade neste grupo de pacientes tende a ser elevada. Os fatores associados à gravidade têm sido idade acima de 40 anos e presença de co-fatores de morbidade.
A forma de transmissãoprincipal parece ser através de gotículas, isto é, quando algum doente de SARS tosse ou espirra, libera gotículas no ar e outra pessoa próxima respira essas gotículas. É possível que a SARS seja também transmitida através do ar de forma mais ampla ou de objetos contaminados.
Cientistas no CDC (Center for Disease Control, nos Estados Unidos) e outros laboratórios descobriram um coronavirus em pacientes com SARS. Por enquanto, este novo coronavírus ainda é a hipótese principal para a causa da SARS, mas outros vírus ainda estão sendo investigados como causas em potencial.
Coronavirus são um grupo de vírus que, à microscopia eletrônica, assemelham-se à coroa solar e por isso têm esse nome (clique para ver a foto de microscopia eletrônica). Estes vírus são uma causa comum de doenças respiratórias leves e moderadas em humanos e são associados com doenças respiratórias, gastrointestinais, do fígado e neurológicas em animais. Os coronavirus pode sobreviver por até três horas no meio ambiente. Veja as principais características dos coronavírus clicando aqui.
Os cientistas do CDC e outros laboratórios da rede da OMS isolaram um vírus a partir de tecidos de pacientes com SARS e utilizaram vários métodos laboratoriais para caracterizar o agente. O exame por microscopia eletrônica revelou que o vírus tem uma morfologia distinta, semelhante aos coronavírus. Testes de amostras de soros dos pacientes com SARS mostraram que os pacientes foram infectados recentemente com um coronavírus. Outros testes demonstraram que os coronavírus estavam presentes em várias amostras clínicas dos pacientes, incluindo swabs nasais e de garganta. Além disso, análises genéticas sugerem que este novo vírus pertence à Família Coronaviridae, mas é diferente de outros coronavírus. Esses resultados de laboratório não são conclusivos para afirmar que os coronavírus são os causadores da SARS. Outras amostras estão sendo testadas, para a aquisição de outras informações sobre coronavírus e sua ligação com a SARS. Foram publicados alguns tra balhos científicos que afirmam o coronavírus como agente etiológico da SARS (ver aqui)
O único laboratório autorizado para diagnóstico do agente etiológico da SARS no Estado de São Paulo é o Instituto Adolfo Lutz da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, cujo Serviço de Virologia é um Centro Colaborador de Organização Mundial de Saúde/Organização Panamericana de Saúde. Esse laboratório está procendendo ao isolamento do agente etiológico em culturas celulares, de acordo com o protocolo do CDC, EUA, com todos as precauções de segurança nível 3.
Esforços estão em andamento para caracterizar melhor o papel de um coronavírus na SARS. A reação em cadeia pela polimerase (PCR), isolamento do vírus, estudos de microscopia eletrônica e estudos histológicos estão em desenvolvimento para detecção do vírus em amostras de pacientes com suspeita de SARS. Já foram desenvolvidos e estão sendo aplicados em pacientes com suspeita de SARS testes de imunofluorescência indireta (veja um exemplo clicando aqui) e ensaios imunoenzimáticos para detectar anticorpos anti-coronavírus, como indicador da infecção. Os estudos de laboratório no CDC e da rede de laboratórios da Organização Mundial de Saúde detectaram este novo coronavírus em pacientes de SARS, o que é consistente com o papel etiológico na doença.O CDC detectou um metapneumovírus humano (paramixovírus) em um dos pacientes de SARS e outros laboratórios também detectaram esse vírus. O papel destes víru s na patogênese da SARS não está esclarecido.
O CDC recomenda que o paciente com SARS receba o mesmo tratamento que seria utilizado para pacientes com pneumonia atípica grave de causa desconhecida, em hospitais. Vários tratamentos tem sido utilizados mas não há informação suficiente para determinar se eles têm efeito benéfico. Tem sido utilizados antibióticos, para tratar agentes bacterianos conhecidos de pneumonis atípicas. Alguns tratamentos também incluem o uso dos antivirais ribavirina e oseltamivir, com ou sem o uso de esteróides. A terapia mais apropriada tem sido as medidas de suporte geral do paciente, assegurando a hidratação e o tratamento de infecções subseqüentes.
Baseando-se nas definições de caso apresentadas abaixo, permanecem até o momento, dois casos suspeitos no Brasil. O primeiro caso notificado ao CENEPI no dia 02.04.2003, trata-se de uma paciente procedente da Malásia, que realizou conexão em Cingapura há 08 dias. A paciente evoluiu com quadro clinico satisfatório, já recebeu alta hospitalar e a avaliação radiológica está sendo conduzida conjuntamente com a Organização Mundial de Saúde. O segundo caso suspeito foi uma criança de 04 anos, residente em Sorocaba e internada no Hospital da Universidade de Campinas. Esta criança esteve em Guangdong e Hong Kong, até a noite do dia 23.03.03, quando iniciou viagem com destino ao Brasil. No dia 03.04.03, iniciou com tosse, progredindo nos dias seguintes com febre e dispneia. Desde os últimos dias vem evoluindo sem sintomologia. Apesar de ter sido recentemente divulgado que este não seria um caso suspeito, o Centro Nacional de Epidemiologia e a Secretaria Estadual de Saúde d e São Paulo, baseado no fato de que o caso preenche a definição estabelecida internacionalmente, mantém a classificação atual. A Organização Mundial de Saúde incluiu o Brasil na lista de países com casos: 1 caso, a partir de 3 de abril e 2 casos a partir de 10 de abril. Os casos foram excluídos, pela OMS, do mapa de casos prováveis atuais no dia 01/05/2003.
Não há indicação da ligação da SARS com o bioterrorismo.
Fonte: www.coladaweb.com
A pneumonia asiática é uma doença que apresenta sintomas parecidos com uma gripe: febre alta (acima de 38ºC), calafrios, dores musculares e tosse seca. O quadro evolui para dificuldade na respiração.
A epidemia da síndrome respiratória aguda grave (Sars, na sigla em inglês) surgiu na Ásia e se espalhou para diversos países da Oceania, da Europa e da América do Norte. Ainda não há casos confirmados na América do Sul.
Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), os primeiros casos da doença surgiram em novembro de 2002 na China, país mais atingido pela epidemia.
São notificados casos também em países como Canadá, Alemanha, Estados Unidos, Suécia, Suíça, França, Reino Unido, Irlanda, Espanha e Áustria.
Segundo informações da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a maior proporção dos casos foi registrada em adultos (25 a 70 anos). O período de incubação pode variar de dois e dez dias.
Uma "significativa" melhora dos sintomas ocorre a partir do sexto dia para 80% ou 90% dos casos. O quadro clínico do restante dos pacientes se agrava, progredindo para insuficiência respiratória aguda, exigindo entubação e ventilação mecânica.
Aparentemente, a doença precisa de contato próximo com pessoas infectadas para ser transmitida, através da saliva ou secreções corporais. Não há certeza, porém, sobre o real grau de infecciosidade da pneumonia asiática.
Os cientistas acreditam que o vírus causador da pneumonia asiática seja um novo tipo de coronavírus, da mesma família dos vírus da gripe, segundo a publicação New England Journal of Medicine. A identificação do agente da Sars permite que laboratórios se concentrem no desenvolvimento de diagnósticos mais rápidos e precisos.
Mas alguns exames laboratoriais em pacientes do Canadá, China e Estados Unidos detectaram a presença de vírus das famílias Paramyxoviridae, além de M. pneumoniae, segundo o Ministério da Saúde. Mas pesquisadores ainda não determinaram se eles podem ser, na verdade, infecções oportunistas, que se aproveitam do enfraquecimento causado pelo coronavírus.
Outras hipóteses também são levadas em conta, como de ser algum vírus que cause infecção em animais e que tenha cruzado a barreira das espécies para infectar humanos ou de ser algum vírus que cause infecção em humanos e que tenha sofrido processo de mutação.
De acordo com a Anvisa, diversas terapias com antibióticos têm sido tentadas até o momento, com pouco efeito evidente. A terapia mais utilizada atualmente é o suporte geral do paciente, assegurando a hidratação e o tratamento de infecções subsequentes. O paciente deve ser isolado.
O ministro da Saúde, Humberto Costa, disse que o Brasil já adotou todas as providências recomendadas pela OMS (Organização Mundial de Saúde) para evitar uma epidemia da Sars no país.
Aeroportos e portos estão orientados para identificar possíveis vítimas. Além disso, o governo colocou em alerta as secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, que deverão isolar pessoas supostamente contaminadas e providenciar a biossegurança dos profissionais de saúde envolvidos no atendimento.
A pessoa que apresentar os sintomas suspeitos deve procurar atendimento médico. A Vigilância Epidemiológica das secretarias Municipal e Estadual de Saúde devem ser comunicadas.
Se for detectado caso suspeito durante vôo internacional de aeronaves procedentes de áreas afetadas, ele deve ser notificado às autoridades sanitárias da Anvisa em exercício no aeroporto. Além disso, a aeronave deverá ser estacionada em área remota e aguardar a presença da autoridade sanitária da Anvisa para autorização de desembarque dos passageiros.
A Anvisa afirma que passageiros que tiveram contato direto com o caso suspeito e aqueles que se sentaram próximos ao paciente deverão ficar em regime de quarentena domiciliar por dez dias a partir da data do desembarque.
Em caso de viagens marítimas internacionais, o procedimento é parecido. Todos os passageiros e a tripulação, porém, serão considerados contatos íntimos e só poderão ser liberados para desembarque após autorização da autoridade sanitária da Anvisa em exercício no porto, por um período máximo de dez dias após a data de início de sintomas do caso suspeito. Durante o período, a embarcação ficará fundeada e deverá ser garantida a avaliação e assistência sistemática da saúde dos passageiros e tripulação.
Fonte: www.drashirleydecampos.com.br
Febre alta, que ultrapassa os 38 graus, tosse, coriza, dores pelo corpo todo e falta de ar são os sintomas da nova pneumonia, a SRAS (Síndrome Respiratória Aguda Severa, ou SARS, na sigla em inglês). O quadro é bem parecido com o de uma gripe forte, mas a falta de ar é o sinal de que algo grave está ocorrendo.
"Os sintomas persistem por dois ou até sete dias, dependendo da reação de cada indivíduo", explica o médico Kleper Almeida, professor assistente do Colégio de Medicina da Universidade de Drexel, nos Estados Unidos. Mas não basta ter sintomas que para se suspeite da doença, pois os sinais são muito semelhantes aos da gripe, por exemplo. O que faz um indivíduo ser um caso suspeito da pneumonia atípica é sintoma aliado com viagem recente (nos últimos dez dias) para um dos lugares atingidos pela síndrome. Ou manifestar sintomas e ter se encontrado pessoalmente com alguém que chegou de um desses lugares nos últimos dez dias. É esse perfil de paciente que deve procurar um serviço de médico o mais rápido possível.
A infecção pelo vírus da pneumonia atípica tem evolução rápida. "Em cinco dias, a pessoa pode estar numa unidade de terapia intensiva, com respiração artificial", diz Almeida. Nem todas as pessoas infectadas pelo vírus desenvolvem a doença e morrem. Quatro de cada cem infectados morrem; 16 têm pneumonia e são curadas e 80 têm só um quadro de sintomas semelhante ao da gripe.
Um médico do Hospital da Universidade Nacional de Taiwan (Hunt) afirmou hoje que a Síndrome Respiratória Aguda Severa (SRAS, ou SARS, na sigla em inglês) se transmite também pelos alimentos, uma vez que os doentes sofrem primeiro problemas gastrointestinais. O clínico Chang Shan-Chwen, do Departamento de Doenças Infecciosas da Hunt, disse que os doentes atingidos pela SRAS, conhecida por pneumonia atípica, sofrem primeiro problemas gastrointestinais, e só depois respiratórios, "o que sugere que o vírus chega primeiro ao estômago e que, a partir daí, passa para o aparelho respiratório pelo sangue".
Contudo, a Organização Mundial de Saúde (OMS) comprovou apenas que a doença, cujos sintomas são febre alta, tosse seca e dores musculares, se transmite pelos fluidos corporais que o infectado expele pela tosse, espirros e de outras formas. Os peritos da OMS, que montaram 11 laboratórios em nove países, investigam o contágio pela água.
A doença surgiu na China, em novembro, e propagou-se pelos quatro continentes, matando 78 pessoas e atingindo 2.223 pessoas, segundo os últimos dados da OMS.
O ministro da Saúde, Humberto Costa, procurou tranqüilizar a população brasileira sobre a ocorrência no País da pneumonia asiática. "Todas as medidas que são cabíveis neste momento estão sendo tomadas", afirmou. Segundo ele, são as mesmas medidas que estão sendo tomadas onde a propagação da doença foi contida.
"Nós, acima de tudo, o tempo inteiro estamos antenados com tudo que está surgindo sobre essa doença e de orientação de ação de saúde pública. A população brasileira pode ficar tranqüila", disse. Segundo ele, o governo está tratando o assunto com máxima transparência e total compromisso para fazer tudo que for preciso para evitar a doença.
Em teoria, deve ser usada como medida de proteção se a doença começar a ser transmitida no Brasil
Apesar de os especialistas ainda não saberem como o vírus que provoca a doença é transmitido de uma pessoa para outra, as mãos são um importante meio de transporte de microrganismos para dentro do corpo. Isso ocorre quando o indivíduo com as mãos contaminadas coça os olhos, mexe no nariz ou na boca. A porta de entrada dos vírus para o organismo humano é a mucosa dessas partes do corpo.
"As mãos têm papel importante na transmissão de vírus respiratórios", explica o infectologista Celso Granato, professor do Laboratório de Virologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Por isso, quem pensa que usar máscara é a solução para se proteger contra a doença está enganado.
Além de lavar sempre as mãos, os especialistas recomendam que as pessoas evitem viajar para o sudeste asiático e a cidade canadense de Toronto. Esses são os lugares mais atingidos pela Síndrome Respiratória Aguda Severa (SARS), também chamada de pneumonia atípica.
Outra dica de prevenção é evitar encontros com quem acabou de chegar desses locais. Kleper Almeida aconselha esperar dez dias antes de encontrar a pessoa, mesmo que ela não tenha sintomas da pneumonia. O prazo está ligado com o tempo de incubação do vírus no organismo humano - de dois a dez dias. Mas, para se proteger contra a doença, um item simples não pode faltar: lavar as mãos várias vezes ao dia.
Fonte: www.picarelli.com.br