Esse profissional dá suporte ao trabalho do oftamologista. É o tecnólogo quem realiza os exames complementares para o diagnóstico dos pacientes e opera os equipamentos ópticos. Tanto nas consultas como nas cirurgias, é preciso manusear aparelhos para verificar dados como acuidade visual, espessura da córnea e sintonia entre os olhos. O profissional está capacitado também a aplicar testes como o de campo visual e de identificação de cores, e orientar sobre o uso de lentes de contato.
Para isso, o tecnólogo em Oftálmica aprende anatomia, fisiologia e patologias oculares. Conhecimentos mais genéricos são importantes porque várias doenças podem ser detectadas pelos olhos.
A única instituição a oferecer o curso no país é a Unifesp e a seleção é pela Fuvest. Apesar do número relativamente baixo de vagas – 30 por ano – o mercado de trabalho é saturado em cidades grandes como São Paulo.
Duração média do curso: três anos
Este tecnólogo aplica exames ópticos complementares para ajudar o oftalmologista a diagnosticar problemas e patologias da visão. Opera equipamentos de fotografia e ultra-sonografia ocular para medir a percepção e a amplitude visual, a espessura da córnea, o desempenho de cada um dos olhos, o equilíbrio entre os eixos visuais e a capacidade de identificação das cores. Encarrega-se da adaptação de óculos e lentes de contato e presta auxílio óptico a pacientes com distúrbios da visão. Seu trabalho é desenvolvido sempre sob a supervisão de um oftalmologista, em consultórios e clínicas especializadas. Também é possível atuar em unidades clínicas e hospitalares de cirurgias oculares, preparando equipamentos, instalações e a instrumentação cirúrgica.
Fonte: www1.uol.com.br