
É uma pequena membrana na superfície do olho que cresce em direção à córnea. Conhecido popularmente como "carne crescida" ou chamado erroneamente de "catarata".
Pode favorecer o aparecimento de "queimação", ardor e vermelhidão nos olhos. Geralmente estes sintomas pioram se houver exposição excessiva ao ar condicionado, sol, vento, poeira, fumaça ou esforço visual.
Em alguns casos, a cirurgia é indicada, antes que o pterígio alcance a pupila e deixe manchas de difícil remoção na córnea, diminuindo a visão. Em outros casos, apenas o acompanhamento se faz necessário.
Fonte: www.oftalmocenter.com.br

O pterígio é um tecido carnoso que cresce sobre a córnea. Esta lesão pode manter-se pequena ou crescer até interferir com a visão. O pterígio se localiza com maior frequência sobre o ângulo nasal do olho, porém pode aparecer no ângulo externo.
A causa exata não está definida por completo. O pterígio é mais frequente em pessoas que passam muito tempo ao ar livre, em especial durante o verão. A exposição prolongada à luz solar, sobretudo aos raios ultravioletas e a irritação crônica do olho devido a condições ambientais secas e poeira parecem desempenhar um papel importante. Um olho seco pode contribuir para o aparecimento de um pterígio.
Quando o pterígio torna-se avermelhado e irritado, empregam-se gotas e pomadas oculares para reduzir a inflamação. Se o pterígio tornou-se grande o suficiente para atrapalhar a visão ou é anti-estético, pode ser retirado mediante cirurgia.
Apesar de uma excisão cirúrgica correta, o pterígio pode reaparecer, sobretudo em pessoas jovens. Em alguns casos recorre-se à radiação da superfície com b-terapia ou ao uso de medicações com o objetivo de prevenir a recorrência.
A proteção dos olhos contra a luz ultravioleta excessiva através óculos solares apropriados, evitando condições ambientais secas e empoeiradas, e a aplicação de lágrimas artificiais são medidas que podem ser úteis.
A pinguécula é uma mancha amarelada ou um engrossamento sobre a esclera (branco do olho), e assim como o pterígio é mais comum no ângulo interno do olho.
A pinguécula é uma alteração do tecido conjuntival normal onde há um depósito de material proteico e lipídico. Diferentemente do pterígio, a pinguécula não cresce sobre a córnea. A pinguécula também pode ser uma resposta à irritação ocular crônica ou à luz solar.
Pingúecula próxima à córnea.
Não é necessário nenhum tratamento a menos que se produza inflamação, pois a pinguécula não cresce sobre a córnea nem prejudica a visão. Em alguns casos, quando a pinguécula torna-se motivo de preocupação, principalmente estética, pode-se retirá-la cirurgicamente.
As enfermidades do olho podem manifestar-se a qualquer idade. Muitas delas não causam sintomas até que tenham produzido lesão. Por isso exames médicos realizados regularmente por um oftalmologista são muito importantes, já que muitos casos de cegueira são preveníveis quando são diagnosticadas e tratadas a tempo.

Fonte: www.drqueirozneto.com.br

É uma pequena membrana na superfície do olho que cresce em direção à córnea. Conhecido popularmente como "carne crescida" ou chamado erroneamente de "catarata".
Acredita-se ser causado em parte, pela luz do sol, poeira ou vento, associada a uma predisposição familiar.
Pode favorecer o aparecimento de "queimação", ardor, vermelhidão nos olhos. Geralmente estes sintomas pioram se houver exposição excessiva ao ar condicionado, sol, vento, poeira, fumaça ou esforço visual.
Em alguns casos, a cirurgia é indicada, antes que o pterígio alcance a pupila e deixe manchas de difícil remoção na córnea, diminuindo a visão. Em outros casos, apenas o acompanhamento se faz necessário.
Fonte: www.oftalmocenter.com.br
Crescimento de uma pele que nasce no tecido conjuntivo (parte branca do olho) em direção à córnea. Normalmente, ocorre em pessoas que tomam muito sol sem óculos escuros, pois os raios ultravioletas afetam a conjuntiva.
Espessamento da conjuntiva, que atrapalha a visão.
Raspagem cirúrgica do pterígio, associada a medicamentos para evitar o problema.
Fonte: www.hgb.rj.saude.gov.br
O pterígio é um crescimento triangular de tecido fibrovascular da conjuntiva bulbar sobre a córnea. Localiza-se horizontalmente na fissura interpalpebral, quer do lado nasal onde é mais freqüente, quer do lado temporal.
A partir de fatores constitucionais, a ocorrência do pterígio é desencadeada provavelmente pela exposição à radiação ultravioleta cujas quantidades variam com a latitude geográfica .
O pterígio pode ocorrer em qualquer parte do mundo, porém é mais freqüente nas regiões tropicais onde a prevalência é alta, em torno de 22%, diminuindo para 2% em latitudes maiores que 40o . Na Região Amazônica até ¼ dos pacientes que procuram o ambulatório de Oftalmologia apresentam pterígio.
Embora a literatura refira que as prevalências mais elevadas ocorram em climas quentes e secos, a literatura evidencia que numa região de clima quente e umidade relativa superior a 80%, demonstra que nessas condições a ocorrência de pterígio pode ser ainda maior .
O pterígio pode progredir lentamente em direção ao centro da córnea ou tornar-se quiescente. As indicações de atividade são observadas pela irregularidade do epitélio da córnea, opacificação da membrana de Bowman, vascularização da córnea e inflamação. O pterígio pode produzir astigmatismo irregular com diminuição acentuada da acuidade visual e 90% deles se localizam na região nasal do olho . Menos freqüente são os simbléfaros, que quando presentes limitam a motilidade ocular e produzem diplopia.
O exame histopatológico revela que o tecido subepitelial sofreu degeneração elástica, e resulta da degradação do colágeno e destruição da membrana de Bowman .O uso de filtros solares anti-UV pode diminuir a incidência da neoplasia. A excisão do pterígio está indicada se o eixo visual estiver ameaçado, se o pterígio causar extrema irritação ou astigmatismo. As recidivas são mais freqüentes em jovens do que em velhos e ocorrem no período de algumas semanas após a cirurgia, iniciando do bordo conjuntival excisado. A taxa de recidiva chega a 40% quando se faz excisão de esclera nua. Essa taxa decai, se a cirurgia for feita com transplante de conjuntiva autólogo ou uso tópico de mitomicina. Esses procedimentos podem diminuir a recidiva para até 5%.
Fonte: www.filadelfianet.com.br

O pterígio, conhecido popularmente como "carne no olho", é um tecido fibroso e vascularizado que cresce sobre a córnea. Esta lesão pode manter-se pequena ou crescer até interferir com a visão. O pterígio se localiza com maior freqüência no canto interno dos olhos, porém pode aparecer no ângulo externo.
Os principais sintomas são ardor, irritação ocular freqüente, olho vermelho e fotofobia (sensibilidade à luz). Geralmente estes sintomas pioram se houver exposição excessiva ao ar condicionado, sol, vento, poeira, fumaça ou esforço visual.
A causa exata não está definida por completo, porém o pterígio é mais freqüente em pessoas expostas à luz do sol ou que passam muito tempo ao ar livre, em especial durante o verão. A exposição prolongada à luz solar, sobretudo aos raios ultravioletas e a irritação crônica do olho parecem desempenhar um papel importante na sua etiologia.
A doença tem grande incidência nas populações que vivem em regiões mais próximas à linha do Equador, como o Nordeste brasileiro.
Quando o pterígio torna-se avermelhado e irritado, alguns colírios podem ser utilizados para reduzir a inflamação. Geralmente indica-se o uso de colírios a base de vasoconstrictores e lubrificantes, além de promover proteção contra agentes agressores como o sol, vento, poeira e fumaça.
No entanto, nos casos em que o pterígio tornou-se grande o suficiente para atrapalhar a visão ou é antiestético, deve ser retirado mediante cirurgia.
A exérese simples do pterígio na qual apenas o tecido é removido é uma técnica simples e rápida, mas está associada a uma alta incidência de recidivas, pois a área que fica exposta sem nenhuma proteção produz uma resposta inflamatória para forçar o organismo a recobrir aquela região, o que causa a recorrência em cerca de 30 a 60%.
Atualmente, com o objetivo de prevenir a recorrência, associa-se a remoção do pterígio à uma segunda técnica, o transplante autológo de conjuntiva (fina camada que recobre o globo ocular), o qual é transplantado da porção superior do olho (protegida pela pálpebra da ação de agentes agressores durante toda a vida) para a área onde existia o pterígio, devolvendo assim a fisiologia e anatomia normal da área afetada.
Dessa forma, a recuperação é mais rápida e a chance de recidiva diminui para 3 a 5%. Esta é a técnica preconizada no DayHORC para tratamento do Pterígio.
Fonte: www.dayhorc.com.br
É uma pequena membrana avermelhada na superfície do olho que se prolifera em direção à córnea. É popularmente chamado de "carne crescida" ou equivocadamente de "catarata". O pterígio, em geral, parte da parte branca do olho (esclera) e pode chegar até a córnea. Com bastante freqüência provoca irritação, vermelhidão, ardor, coceira e sensação de cisco no olho, além de muita sensibilidade à luminosidade.
A causa exata não se conhece bem até hoje. Pode ser provocado por fatores hereditários ou ambientais e tem maior incidência em regiões tropicais, onde o clima é mais seco e quente. O pterígio ocorre em pessoas que passam bastante tempo diante do ar livre, com vento, principalmente durante o verão e com exposição prolongada ao sol, sobretudo aos raios ultravioletas (UVA e UVB). Ambientes com poeira e o ressecamento dos olhos também favorecem o surgimento do pterígio.
No início, o tratamento pode ser clínico. É importante um acompanhamento oftalmológico para se fazer a proteção adequada dos olhos, como uso de óculos escuros e/ou lágrimas artificiais para evitar o ressecamento. Quando o pterígio apresenta aspecto avermelhado e irritado, é possível que se aplique gotas e pomadas oftálmicas específicas para reduzir a inflamação.
Existem casos em que a cirurgia é indicada com o objetivo de que o pterígio não alcance a pupila ou deixe manchas de difícil remoção na córnea, além de poder diminuir a visão ou se tornar antiestético. No entanto, mesmo com uma cirurgia bem executada, o pterígio pode ocorrer novamente.
Pode-se ainda fazer a radiação da superfície com b-terapia ou uso de medicações de caráter preventivo, mas a proteção dos olhos contra a radiação ultravioleta excessiva, evitar condições ambientais secas e empoeiradas são importantes recomendações.
Fonte: www.drvisao.com.br

O pterígio é uma formação carnosa que avança sobre a córnea, geralmente do lado nasal. Trata-se de uma resposta do olho a um processo de irritação ocular crônica, em que a exposição à luz solar e ao vento têm um papel importante.
Além do olho vermelho, o pterígio causa sensação de corpo estranho e ardor ocular. O pterígio não leva à perda da visão; sua presença pode provocar alterações da córnea, com aparecimento de astigmatismos elevados, que muitas vezes não são corrigidos pelos óculos.
Pessoas que trabalham ao ar livre, expostas ao sol, vento, poeira, têm mais chance de desenvolverem pterígio. Uma medida preventiva de grande importância é o uso de óculos de sol para proteção contra a radiação ultravioleta. Pessoas que andam de moto, ou mesmo de carro, devem evitar que o vento atinja diretamente os olhos, causando ressecamento e irritação crônica. O uso de lágrima artificial nestes casos é aconselhável.
Os cuidados citados podem diminuir o risco de progressão e os sintomas desconfortáveis do pterígio que já se desenvolveu. O tratamento cirúrgico está indicado nos casos em que o aspecto estético não é satisfatório e os sintomas são severos. Técnicas de transplante conjuntival, uso de membrana amniótica e uso de drogas que inibem o crescimento celular melhoraram o resultado cirúrgico, com diminuição do número de casos em que há retorno do pterígio removido cirúrgicamente.
Fonte: www.ipvisao.com.br

O pterígio (do grego pterygion, "asinha") caracteriza-se por massa fibrovascular, triangular e elevada, crescendo a partir da conjuntiva em direção à córnea. Localiza-se principalmente na área interpalpebral, no setor nasal, e mais raramente no setor temporal.
A característica clínica do pterígio varia de acordo com seu estágio de evolução. Em sua forma inicial, observa-se um pequeno crescimento da conjuntiva em direção a córnea, através do limbo. Esta forma incipiente possui poucos vasos. Com a progressão, os vasos sangüíneos tornam-se dilatados e congestos, a córnea torna-se irregular, podendo haver comprometimento do eixo visual se o pterígio atinge o centro da córnea. Um depósito de ferro pode ser observado na borda do pterígio (linha de Stocker) significando cronicidade.
A localização fora da zona interpalpebral é considerada atípica e nesses casos outras etiologias como ceratoconjuntivite flictenular e malignidade devem ser consideradas.
Histologicamente, carateriza-se por um tecido fibrilar e fibrovascular, degenerativo, elastótico, basofílico e subepitelial que invade a córnea, destruindo a camada de Bowman.
Diversas teorias tentam explicar a patogênese do pterígio, como fatores hereditários e ambientais. A incidência é maior em áreas tropicais e subtropicais onde o clima é mais seco e quente. Pessoas freqüentemente expostas a luz solar (irradiação ultravioleta), vento, poeira, fumaça e outros fatores irritativos são mais propensas a desenvolver esta alteração.
O pseudopterígio é o nome dado a aderência inflamatórias da conjuntiva na córnea, em olhos que sofreram queimadura química, térmica ou trauma. Diferencia-se do pterígio por não se aderir ao limbo, havendo então um plano de clivagem entre ele e a estrutura subjacente, além de ocorrer mais comumente fora do eixo interpalpebral.
A pinguécula, uma degeneração amarelada e elevada localizada no limbo, freqüentemente precede o pterígio. Este tecido conjuntival elevado propicia um defeito do filme lacrimal com formação de áreas de ressecamento adjacente; inflamação e vascularização iniciam-se no local e o paciente começa a apresentar irritação e prurido, e a lesão vai progressivamente aumentando de volume e tamanho, formando nova área de ressecamento; com a cronicidade do processo a córnea é invadida e esta alteração passa então a denominar-se pterígio.
O tratamento inicial deve ser clínico, orientando-se o paciente a proteger seus olhos da luz solar com óculos escuros e lubrificantes oculares para evitar ressecamento. Se ocorrer inflamação e edema deve-se usar colírio com vasoconstritores para prevenir elevação do tecido e formação de defeito do filme lacrimal na área subjacente. Corticosteróides de baixa concentração podem ser prescrito por curto período de tempo.
A intervenção cirúrgica está indicada por motivo cosmético ou funcional quando a progressão da lesão coloca em risco a visão ou quando há formação de simbléfaro limitando a mobilidade ocular. Se nenhuma destas indicações existe, é melhor tratar o pterígio clinicamente, já que a recorrência após a cirurgia é freqüentemente mais agressiva do que a lesão primária.
Existem múltiplas técnicas cirúrgicas para a remoção do pterígio, todas elas apresentando possibilidade de recidiva. Vários tratamentos para evitá-la após a cirurgia são preconizados. O mais comum é a irradiação beta com estrôncio 90 aplicado na esclera próxima ao limbo, num total de 1.000 a 1.500 rad divididos em 6 aplicações. As complicações mais freqüentes com este tratamento são: escleromalácia, afinamentos esclerais graves e mesmo endoftalmite. Outra forma de tratamento é o uso tópico de thiotepa, agente antineoplásico, que deve ser utilizado de 4 a 6 vezes ao dia por 6 a 8 semanas no período pós-operatório. A complicação mais importante desta droga é a despigmentação irreversível da margem palpebral. Mais recentemente tem sido empregado a mitomicina, droga antimitótica e antimetabólica, na dose de 0,4 mg/ml por 4 vezes ao dia durante 2 semanas. As complicações decorrentes do uso desta droga são oclusão do ponto lacrimal e necrose escleral.
Atualmente, a técnica cirúrgica que apresenta uma das menores taxas de recidiva é através do transplante livre de conjuntiva. Após a excisão do pterígio, retira-se da região superior do mesmo olho um retalho de conjuntiva justalimbar e transporta-se para a área onde o pterígio foi ressecado. Com esta técnica a anatomia da região fica preservada, a esclera fica protegida e não é necessário no pós-operatório a utilização de tratamentos especiais como os citados anteriormente. Como complicações podemos observar a formação de cistos epiteliais, retração do retalho e edema da conjuntiva transplantada. Tem sido usado também em alguns serviços, como o da Faculdade de medicina do Triângulo Mineiro, o transplante de membrama amniótica no lugar do retalho de conjuntiva.

Fonte: www.geocities.com