
As "águas brancas" (como eram conhecidas as corredeiras, há muito tempo) eram consideradas intransponíveis para os antigos navegadores. Cada obstáculo parecia defender os segredos e as belezas selvagens de seus rios. Apenas quando um ousado expedicionário do século XIX resolveu enfrentar, num simples barco de madeira, as turbulentas corredeiras do Rio Colorado, nos Estados Unidos, nasceu o "rafting". Lances de remos, viradas de bote, movimento, impacto! A atividade criou equipamentos e manobras específicas para navegar pelo antes inacessível mundo das águas brancas. A natureza, no entanto, não se rendeu. Muitas corredeiras ainda amedrontam e desafiam tanto os mais experientes, quanto os novos e inexperientes praticantes.
Hoje, já existem pacotes de "rafting" turísticos e campeonatos, mas são as grandes expedições de "rafting" que mantêm o mesmo espírito desbravador dos ousados pioneiros.
1869: O expedicionário americano John Wesley fez a primeira descida de corredeiras da história, no Rio Colorado, em barcos de madeira com remo central.
A rigidez da embarcação e a falta de técnica para as manobras causaram vários capotamentos e choques com pedras.
1896: Nataniel Galloway, também americano, teve a idéia de construir embarcações mais leves e com o assento virado para frente, que o possibilitaria maior segurança e controle do barco na descida.
1909: Foi realizada a primeira expedição comercial, ainda em barcos de madeira, mas com fundo achatado, comandada pelo americano Julius Stone.
1936: Surgiu o bote inflável, provavelmente inventado pelo explorador americano Amos Burg.
1980: Surgiu o bote auto-esgotável, também inovador nos materiais, mais leve e resistente. O fato fez com que, finalmente, o "rafting" começasse a crescer em todo o mundo.
1982: O "rafting" chegou ao Brasil com a criação da operadora TY-Y Expedições, que descia os Rios Paraíba do Sul e Paraibuna, no interior do Estado do Rio de Janeiro. Operava com botes de remo central, no qual apenas o guia remava.
1984: Realizou-se o grande sonho do Empresário Edson Médici: a construção do Hotel Fazenda Pontal, na propriedade da Família, há mais de 60 anos, que serviria de base e ofereceria todo o apoio logístico para a empresa Harpia. Dois anos mais tarde, foi inaugurada a Aventur Turismo, do mesmo proprietário, fazendo com seus próprios botes expedições e apoiando trabalhos de conscientização ecológica por todo o Brasil.
1996: A Confederação Brasileira de Canoagem criou seu departamento de "rafting", coordenado por Massimo Desiati. No mesmo ano, o primeiro campeonato brasileiro aconteceu em Tibagi, no Paraná.
1997: Criação da Federação Internacional de "Rafting" (IFR, em inglês), que passou a regulamentar o esporte e, em 1999, realizou-se o primeiro campeonato mundial oficial. Foi na África do Sul e o Brasil ficou em sétimo lugar.
Fonte: www.aventur.com.br

Primeiros botes para corredeiras chegaram no Brasil em 1982
O Rafting teve seu primeiro registro quando, em 1869, o norte-americano John Wesley Powel organizou uma expedição no rio Colorado, nos Estados Unidos, em barcos com remo central. Não havia, neste início, técnica para manobrar seus barcos nas corredeiras, e problemas de capotamentos e choques com pedras eram freqüentes. A primeira viagem de Rafting com finalidade comercial foi realizada em 1909, pela empresa Julius Stones Grand Cânion.
O Rafting teve um grande impulso após a II guerra mundial, pois foram desenvolvidos botes salva vidas pela marinha norte americana com uma tecnologia totalmente inovadora para a época, qual seja, a fabricação do bote com neoprene. Após a II guerra, tais botes encontraram seu caminho nas mãos de aventureiros por toda a América do Norte.
A partir daí, a melhora foi bastante acentuada nos equipamentos, e a descoberta de novos roteiros atraiu vários novos praticantes. Competitivamente, o Rafting é praticado extra-oficialmente desde o início da década de 1990, sendo a maioria das disputas nos Estados Unidos e na Europa. O primeiro Campeonato Mundial ocorreu em 1999, na África do Sul, organizado pela International Rafting Federation (IRF).
A história do Rafting no Brasil é mais recente. Os primeiros botes para corredeiras chegaram no ano de 1982, quando foi montada a primeira empresa brasileira de Rafting, a TY-Y expedições, que no início operava no Rio Paraibuna do Sul e Rio Paraibuna, ambos em Três Rios, no Estado do Rio de Janeiro. Em 1996, o Rafting consolidou sua expansão no Brasil, com o surgimento de diversas empresas especializadas.
Atualmente, estima-se em 50 o número de operadoras de Rafting no Brasil, explorando descidas comerciais nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Paraná, Bahia, Mato Grosso do Sul e Tocantins.
Fonte: wateractions.uol.com.br

A história do rafting começou no final do século XIX no rio Colorado, nos Estados Unidos. A primeira expedição foi organizada por John Wesley Powel, mas pela precariedade do barco e a falta de técnica fez com que muitos acidentes acontecessem.
Uma modificação muito simples revolucionou as técnicas de rafting. Nataniel Galloway botou o assento do bote para frente, o que facilitou as manobras. A primeira viagem comercial aconteceu em 1909, no Grand Canyon.
As décadas de 50 e 60 foram essenciais para a popularização do rafting. É que nessa época foram criados os botões com fundo inflável, denominados auto-infláveis.
No Brasil o rafting é praticado desde a década de 80. Apesar do pouco tempo, a divulgação do esporte e as muitas possibilidades que o país dá aos aventureiros, fizeram com que o esporte se desenvolvesse rapidamente. O primeiro campeonato brasileiro aconteceu em 1995, na cidade de Tibagí/PR.
Fonte: gramadosite.com.br
O Rafting foi introduzido no Brasil no início da década de 80. Atualmente, é considerado o principal esporte de turismo de aventura praticado no país. Esta modalidade, trata-se da descida de corredeiras de um rio em um bote inflável com o auxílio de remos.
Após o grande boom do ecoturismo no Brasil, cada vez mais pessoas se interessam por essa atividade, forçando sua expansão para várias regiões. Hoje, existem aproximadamente 30 rios no país com os trechos de corredeiras sendo explorados pela prática do Rafting. A Associação Brasileira de Rafting (ABR) registrou no ano de 97, cerca de 28 mil pessoas atendidas pelas várias agencias especializadas. Em 1999, este número triplicou para 90 mil.
O movimento ascendente tão acelerado no número de interessados pelo esporte acabou por agitar todo o cenário do rafting no Brasil. O ano de 2000 foi marcado pelo surgimento de várias equipes competitivas e novos campeonatos regionais. Após 2001, surgiram os campeonatos Paulista e Brasileiro em diversas modalidades. Essa evolução do esporte é observada na promessa do país sediar provas internacionais no próximo ano.
Fonte: www.brotas.sp.gov.br