O Simbolismo, movimento literário que antecedeu a Primeira Guerra Mundial (1913-1918), surge como reação às correntes materialistas e cientificistas da sociedade industrial do início do século XX. A palavra simbolismo é originária do grego, e significa colocar junto. Os simbolistas, negando os parnasianos, aboliram o culto à forma de suas composições. Resgatando um ideal romântico, os poetas desse período mergulharam no inconsciente, na introspecção do eu; entretanto o fizeram de maneira bem mais profunda que Garret, Camilo Castelo Branco e outros românticos.
Século XIX
Publicação de Oaristo (1890) de Eugênio de Castro.
1915: Ano da Proclamação da República, com a publicação
da Revista Orpheu.
1893, com a publicação de Missal e de Broquéis de Cruz e Sousa. Cabe lembrar que a poesia simbolista não teve no Brasil a mesma aceitação que na Europa. A divulgação dessa estética ocorreu paralela ao Parnasianismo.
1902, com a publicação de Canaã, de Graça Aranha.
Em 1857, na França, Charles Baudelaire (1821-1867) publicou As Flores do Mal e em 1866 saiu o primeiro número da antologia Le Parnasse Contemporain. Nesta, foram expostas tanto composições simbolistas quanto produções parnasianas. A poesia simbolista está ligada à idéia de decadência, daí seu primeiro nome ter sido Decadentismo; só mais tarde essa nova estética passou a chamar-se Simbolismo. Jean Moréas, teórico do grupo, em 1886 publicou um artigo chamado O século XX, que definia o movimento como "não tanto em seu tom decadente quanto em seu caráter simbólico"; essa publicação colocou um ponto final na nomeação da nova estética, que passou a chamar-se Simbolismo. Tendo por base as idéias de Moréas, Eugênio de Castro lançou o movimento em Portugal com Oaristo; o nome dessa obra, em grego, significa "Diálogo intímo". No Brasil, o movimento chegou, sem influências portuguesas, com a publicação de Missal e de Broqueis, ambas de Cruz e Souza.
O Simbolismo representa uma espécie de volta ao Romantismo, especificamente ao "mal do século", que marcou a segunda fase romântica. Mas o mergulho simbolista no universo metafísico foi mais profundo que a imersão no movimento anterior. Os simbolistas buscavam integrar a poesia na vida cósmica, usando uma linguagem indireta e figurada. Cabe ainda ressaltar que a diferença entre o Simbolismo e o Parnasianismo não está primeiramente na forma, já que ambos empregam certos formalismos (uso do soneto, da métrica tradicional, das rimas ricas e raras e de vocabulário rico), mas no conteúdo e na visão de mundo do artista.
Apesar de seguir alguns efeitos estéticos do Parnaso, esse movimento desrespeitou a gramática tradicional com o intuito de não limitar a arte ao objeto, trabalhando conteúdos místicos e sentimentais, usando para tanto a sinestesia (mistura de sensações: tato, visão, olfato...). Essa corrente literária deu atenção exclusiva à matéria submersa do"eu", explorando-a por meio de uma linguagem pessimista e musical, na qual a carga emotiva das palavras é ressaltada; a poesia aproxima-se da música usando aliterações.
Motivado pela influência recebida em sua estada na França, Castro, formado em Letras na Universidade de Coimbra, inaugura o Simbolismo português com Oaristo, cuja técnica é baseada na poesia de Paul Verlaine. Massaud Moisés, estudioso da Literatura, assinala que, apesar de fazer uso de prefácios polêmicos e agressivos para inserir os pressupostos da estética simbolista em seus livros, esse artista revela uma tendência inata para o equilíbrio clássico, para a contenção e para o formalismo de tradição. Essa tendência vai substituindo de forma gradativa a postura simbolista.
A produção literária de Eugênio de Castro apresenta versos livres, vocabulário erudito, pessimismo e ambigüidade nos temas trabalhados(blasfêmias-liturgia; ocultismo-catolicismo).
Oaristo (1890), Horas (1891), Silva e Interlúdio (1894).
Em 1892, Nobre, advogado formado em Paris, publica sua obra mais importante: Só, uma coletânea de poemas em que utiliza uma linguagem coloquial, para voltar ao passado, à infância. Sua produção revela uma hipersensibilidade, um forte sentimento de tristeza e de completa inadaptação ao mundo. Suas descrições são preenchidas por ambientes vagos ou nebulosos; por esses motivos, o poeta é chamado de crepuscular, ou seja, um artista voltado para as horas de recolhimento.
A produção literária de Antônio Nobre apresenta vocabulário simples, temas coloquiais, apego à terra, às raízes populares; descrição de seu exílio parisiense e egocentrismo.
Só (1892), Despedidas (1902), Primeiros Versos (1921) e Alicerces (1983).
Pessanha, estudioso da civilização chinesa, morreu em Macau. É considerado o maior simbolista português. Alguns de seus poemas foram publicados na revista Centauro em 1916, graças ao interesse e esforço de João de Castro Osório. Mais tarde, em 1920, conseguindo outras composições às quais reuniu as já publicadas, publicou Clepsidra. O nome da obra significa relógio movido a água.
Suas composições trabalham temas sentimentais, apresentam uma musicalidade marcante e uma postura de resignação diante da adversidade. Esse quadro compõe imagens fugidias, carregadas de pessimismo, e transitoriedade da vida.
Clepsidra (1920).
Nasceu em Santa Catarina, no ano de 1861 e faleceu em Minas Gerais, em 1898.
Apesar de ser filho de negros escravos, teve uma excelente educação,
falava francês, latim e grego. Foi nomeado promotor em Laguna, SC, mas
não assumiu seu posto, devido a preconceitos raciais. Em 1886, mudou-se
para o Rio de Janeiro, trabalhando como arquivista da Central do Brasil e
secretário e ponto de uma companhia dramática. Em 1885, publicou
um volume intitulado Tropos e Fantasias, em colaboração com
Virgílio Várzea, com quem já tinha dirigido um jornal
abolicionista, o Tribuna Popular. Em 1893, lançou Missal e Broquéis.
O poeta teve quatro filhos; destes, morreram dois. Sua mulher enlouqueceu;
além disso, a família tinha uma péssima situação
econômica. Todos esses acontecimentos afetaram profundamente a vida
desse artista, que morreu tuberculoso em 1898.
Sua produção literária é carregada ora de erotismo e satanismo, ora sde misticismo. As composições apresentam uma visão trágica da vida e busca de transcedência (eu x mundo). O poeta, usando um vocabulário litúrgico e apresentando obsessão pela cor branca, cria analogias e correspondências entre o concreto e o abstrato.
Tropos e Fantasias
Missal e Broquéis, 1893 (poesia)
Evocações, 1898 (prosa)
Faróis, 1900 (poesia)
Últimos Sonetos, 1905 (poesia)
Alphonsus de Guimaraens
(O solitário de Mariana ou O Poeta Lunar)
Nasceu em Ouro Preto (1870) e faleceu em Mariana, Minas Gerais, em 1921.
Formou-se em Direito, tendo sido promotor e juiz. A noiva morreu quando ambos
tinham dezoito anos; ele nunca superou este ocorrido, apesar de ter-se casado
e ter tido quatorze filhos. Viveu isolado do mundo literário de sua
época, o que lhe valeu o apelido de "O solitário de Mariana".
Sua obra revela um apelo constante à memória e à imaginação, os versos são melancólicos, dotados de uma musicalidade marcante. Religião, Natureza e Arte servem de apoio para a exploração de seu tema preferido: a morte da amada.
Fonte: www.brasilescola.com
1893: MARCO
Obra: MISSAL E BROQUÉIS (1893)
Autor: Cruz e Sousa (1861-1898)
O fim do século XIX foi profundamente marcado pelo avanço científico e a corrida desenfreada do capitalismo industrial em busca da tecnologia e matéria-prima. Era também a busca de novas tendências e caminhos, apesar de haver um certo pessimismo com relação ao século vindouro, e o Brasil passou por mudanças expressivas dentro de sua estrutura política, econômica e social. A abolição da escravatura (1888) não assegurou o direito de igualdade e civilidade aos negros, acentuando o problema da miséria no país. Revoltas como a "A guerra de Canudos" e a "Revolta da Armada" refletiam o descontentamento com as condições sociais vigentes. O império decadente deu lugar a uma república (1889) que favorecia diretamente o sudeste do Brasil, com a política do "café-com-leite" (domínio alternado de presidentes mineiros e paulistas). As cidades, com seus centros culturais e comerciais aos moldes da Europa (principalmente de Paris), se preocupavam com o inchaço de suas periferias, onde estava a miséria dos negros livres e das massas de imigrantes, provenientes principalmente da Europa e Japão, e que surgiram para mudar o perfil do povo brasileiro, principalmente no sul do país. A industrialização, ainda em estado fetal, e a cultura à moda francesa da elite contrastavam com uma nação tipicamente rural e analfabeta que enfrentava os horrores das pestes e epidemias como a febre amarela, dizimando milhares de pessoas.
O Simbolismo surge no final do século XIX como movimento de retomada de alguns ideais do Romantismo, bem como de oposição ao Parnasianismo, Naturalismo, correntes literárias apreciadas pela elite social. Apesar disso, conserva algumas peculiaridades parnasianas, como a estrutura dos versos, o vasto uso do soneto, e a preciosidade no vocabulário. Sua poesia, no entanto, vai mais além. Há a constante busca de uma linguagem mais rica, repleta de novas palavras, com o emprego de novos ritmos que associem de forma harmoniosa a poesia à música, explorando muito o uso da sinestesia, das aliterações, ecos e assonâncias.
O poeta simbolista não quer somente cantar e evocar suas emoções. Ele quer trazê-las de uma forma mais palpável para o texto, para que possam ser sentidas em sua plenitude. Por isso, o uso da sinestesia, isto é, a associação de impressões sensoriais distintas, é amplo. Há também a forte ligação com as cores, ressaltando as sensações que provocam no espírito humano. A cor branca é sempre a mais presente e já sugere, entre outras coisas, a pureza, ou o opaco, indiciando a presença de neblina ou nuvem e tornando as imagens poéticas mais obscuras.
Obscuridade, aliás, é uma forte característica simbolista: a realidade é revelada de uma forma imprecisa e vaga. Não há a preocupação de nomear os objetos, e sim evocá-los, sugeri-los. É o emprego do símbolo, que liga o abstrato ao concreto, o material ao irreal. Servindo como ponte entre o homem e as coisas, o símbolo preserva o domínio da intuição sobre a razão, bem como a exaltação das forças espirituais e místicas que regem o universo, contrária ao Cientificismo, ao Positivismo e ao materialismo naturalista e parnasiano. É o culto ao sonho, ao desconhecido, à fantasia e à imaginação, numa busca pela essência do ser humano, com todos os seus mistérios, seu dualismo (espírito e matéria) e seu destino frente à vida e à morte.
A poesia, então, ganha o tom subjetivista que a aproxima muito do movimento romântico, disposto a explorar e sentir tudo o que há entre a alma e a carne, entre o céu e a terra. O poeta se entrega muitas vezes ao seu inconsciente e ao subconsciente para estar mais próximo dos segredos que ligam o homem a Deus. Esse caminho, por vezes alucinado, leva ao isolamento, à solidão, à loucura e à alienação, evidenciando um clima mais pessimista, mórbido e algumas vezes satânico. Rompendo com a linearidade do texto, dando voz ao fluxo da consciência e trabalhando de forma mais desarticulada a palavra e seu significado, o Simbolismo antecipa características que seriam marcantes dentro do Modernismo.
No Brasil, o movimento simbolista não alcançou o êxito obtido na Europa, devido ao forte predomínio das tendências parnasianas em nossa literatura. Entre os poetas simbolistas, destacam-se as obras de Cruz e Sousa, autor de nossa primeira obra simbolista Missal e Broquéis e Alphonsus de Guimaraens, o mais místico de nosso poetas.
Fonte: nilc.icmc.sc.usp.br
O simbolismo dividiu com aquele estilo o espaço cultural europeu entre o final do século XIX e o início do século XX.
O período que vai de 1890 a 1915 é marcado por inúmeras tendências literárias e filosóficas, representando, no geral, a superação das teses centrais divulgadas pela geração de 70. Aliás, muitos autores realistas já não endossam mais aquelas idéias radicais, como se pode ver pelo modo como Antero de Quental e Eça de Queirós, por exemplo, revêem suas posições intelectuais.
Surgem movimentos renovadores de cunho antimaterialista e antipositivista. A filosofia do espírito ressurge e idéias nacionalistas começam a ganhar terreno na literatura.
Cumpre destacar que a agitação política contra a monarquia tornava-se cada vez mais intensa, vindo a culminar, em 1910, com a instauração da república. O movimento nacionalista vinha, pois, fomentar a exaltação de valores nacionais e, se por vezes pecou por um sentimentalismo excessivo, constituiu um fator importante na restauração psicológica de uma sociedade em crise.
Sobre essa renovação espiritual, assim se manifesta o crítico Antonio Soares Amora : "O movimento de reabilitação do espírito foi mais longo ; sem cogitar de p6or em dúvida as verdades e as possibilidades cognoscentes das ciências positivas, no que respeita a matéria, impôs a convicção de que as verdades sobre o mundo exterior, afirmadas por todas as manifestações da espiritualidade do homem, não são menos verdades que as apura a inteligência com métodos científicos. Deste modo, reabilitaram-se as verdades do idealismo, as verdades morais e sentimentos, as verdades da imaginação, as verdades do subconsciente, enfim, as verdades da alma, que nos dão a realidade objetiva com uma natureza e com uma significação muito diferente de tudo o que nos oferece o racionalismo científico e materialista. "
A esse ressurgir da filosofia do espírito e do nacionalismo, junta-se a reação ao Realismo com a proposta de uma literatura mais c\voltada para as forças interiores do homem, para sua dimensão psicológica e transcendental, beirando o místico e o irracional. Essa tendência literária recebeu influência direta do Simbolismo francês, que em 1886 já lançara suas bases.
Contudo, vemos que, em Portugal, esse período de 1890 a 1915, ainda que receba o nome geral de Simbolismo, está longe de esgotar-se apenas nessa direção. Para melhor o compreendermos, temos que ter presente a de intermediários para as novas posições que serão assumidas a partir da década de 20, inaugurando o Modernismo.
No Brasil, esse início se seu com a publicação, no mesmo ano (1893), dos livros Missal e Broqueis, de autoria de Cruz e Souza, nosso melhor poeta simbolista. Nos dois países ( Portugal / Brasil), considera-se geralmente que o início dos respectivos movimentos modernistas representou o surgimento de novas alternativas literárias : 1915, em Portugal e 1922, no Brasil. a crítica literária brasileira por vezes opta pela escolha do ano de 1902 para demarcar o fim da era parnasiano-simbolista, porque foi então que se deu a publicação do livro Os sertões, de Euclides da Cunha, representativo de um nova preocupação social que, ausente nos estilos anteriores, passaria a dominar a literatura nacional.
Contrariamente aos preceitos realistas, a poesia do Simbolismo valorizou o subjetivismo e o inconsciente, tornando-se um meio de sondagem do mundo interior do "eu"lírico. Essa introspecção gerou caminhos diversos nos muitos poetas simbolistas, levando tanto a um intimismo saudosista, à expressão dos desencontros da vida como à angústia diante do destino e da morte.
Na linguagem, os simbolistas abandonaram o vocabulário filosófico dos realistas e utilizaram-se abundantemente das metáforas inusitadas, dos termos "sugestivos ", das analogias, das sinestesias. Ao tom incisivo do Realismo opuseram a musicalidade, mais adequada à expressão dos vários matizes da vida psicológica. Essas características subjetivas, que, por vezes, deságuam num sentimentalismo de mau gosto, marcaram também a prosa da época.
Dentre os numerosos poetas de tendências simbolistas, devem ser mencionados Camilo Pessanha, Eugênio de Castro ( cuja obra O aristos assinala, em 1890, o início do Simbolismo português ), Antônio Nobre, Florbela Espanca e Teixeira de Pascoaes.
Embora as características típicas do Simbolismo privilegiassem a poesia como meio de expressão mais adequado, a prosa também foi bastante cultivada nesse período e, ainda que com menor intensidade, revela influências do subjetivismo e do espiritualismo dominante nos poetas.
Sem deixar de considerar o contexto social, os ficcionistas, entretanto, analisaram suas personagens de modo bem mais pessoal e introspectivo do que o fizeram os realistas. Mergulhando no interior do ser humano, daí extraíram dramas de consciência e angústias existenciais que geraram páginas de grande densidade psicológica, traço que vai influenciar a geração dos prosadores modernos.
A linguagem ganha em plasticidade e, não raro, os limites entre prosa e poesia não serão facilmente identificados em obras de autores dessa época, dentre os quais merecem citação Raul Brandão, Teixeira Gomes, Carlos Malheiro Dias, Antero de Figueiredo, entre outros.
O teatro não acompanhou a riqueza da prosa e da poesia, e daqueles que se dedicaram a escrever obras para o palco, o único que se tornou mais conhecido foi Júlio Dantas (1876-1962) e, mesmo assim, em função apenas de uma obra sentimental : A Ceia dos cardeais, de 1902.
Por outro lado, a cultura portuguesa viu-se enriquecida com o surgimento de uma geração de críticos e historiadores importantes, como Antônio Sérgio e Fidelino de Figueiredo.
A literatura simbolista surgiu, em parte, como reação ao espírito racionalista e cientificista do Realismo-Naturalismo e do Parnasianismo. Nesse sentido, seguindo correntes filosóficas e artísticas de sua época, negou o poder absoluto de explicação do mundo que se atribuía àquele espírito, fundamentando sua arte na rejeição do racionalismo e do cientificismo.
O espiritismo funcionava, assim, como forma de abordagem de um mundo que se supunha existir para além da realidade visível e concreta. No Brasil, o vocabulário litúrgico ( isto é, repleto de referências a celebrações religiosas ) foi largamente usado como expressão dessa espiritualidade.
Os objetos, as figuras humanas, enfim toda a realidade era focalizada através de imagens vagas e imprecisas, que propositadamente dificultavam sua compreensão e interpretação.
A inovação na combinação de expressões conhecidas conduziu naturalmente os simbolistas à criação de neologismos, isto é,novas palavras.
Os procedimentos técnicos mais ligados ao Simbolismo são a sinestesia e a musicalidade. A sinestesia corresponde à mistura de sensações, provocada exatamente para acionar no leitor uma série de sentidos: "Tardes como músicas de violinos " ( Emiliano Perneta ).
A musicalidade é obtida com a exploração da camada sonora dos vocábulos. A poesia desenvolveu, desde o final da época trovadoresca, formas particulares de obtenção da sonoridade, que sempre foram utilizadas.
A musicalidade está presente na estética simbolista em dois procedimentos básicos: a aliteração (repetição de consoantes: "Fujamos, flor ! à flor destes floridos fenos. "- Eugênio de Castro) e a assonância ( repetição de vogais: "amarguras do fundo das sepulturas"- Cruz e Souza ).
Fonte: www.profabeatriz.hpg.ig.com.br