
Esta imagem da NASA mostra a Via Láctea numa perspectiva lateral.
A localização aproximada do sol nos dá uma idéia
da nossa posição na Galáxia, a figura combina imagens
obtidas em vários comprimentos de onda próximo do infravermelho.
(Cortesia NASA).
Todo o sistema solar, em conjunto com as estrelas visíveis numa noite clara, orbitam em volta do centro da nossa Galáxia, um disco em espiral com aproximadamente 200 bilhões de estrelas, a qual chamamos Via Láctea.
A Galáxia mais próxima a nossa Via Láctea é a Galáxia de Andrômeda, é uma galáxia em espiral, tal como a Via Láctea, cuja massa é 4 vezes maior que a nossa e está a 2 milhões de anos-luz de distância.
A nossa galáxia, uma entre bilhões de galáxias conhecidas, viaja pelo espaço intergaláctico. Nos últimos anos os astrônomos estão encontrando evidências que muitas destas estrelas, como ocorre com o Sol, também possuem seus próprios sistemas de planetas, conhecidos como planetas extra-solar.
Em janeiro de 2001 astrônomos já haviam encontrado aproximadamente 50 planetas orbitando em outras estrelas.Estes planetas encontrados são tão grandes como o nosso planeta Júpiter, feitos basicamente de gás. Os métodos empregados na descoberta de planetas fora do sistema solar, só podem no momento detectar grandes planetas.

Vista do disco espiralado da Via Láctea
A estrela mais próxima do nosso sistema é a Próxima Centauri, a uma distância de aproximadamente 4,3 anos luz. O ano luz é uma medida de distância utilizada na astronomia, ela equivale ao espaço percorrido durante um ano por um corpo com a velocidade da luz (300.000 km/segundo).
O sistema solar desde os primórdios da civilização foi um tema de curiosidade e estudo. Os antigos astrônomos olhando o céu, notavam que alguns pontos luminosos moviam-se no céu entre as estrelas e que durante o ano alteravam o seu brilho. Estes corpos com movimento errante foram chamados de Planetas, que significa estrelas viajantes.

Estes corpos receberam vários nomes, dados pelos diferentes povos antigos: os egípcios, chineses, mesopotâmios, os gregos, romanos... No início as medidas realizadas para este estudo era pouco precisas e feitas muitas vezes de maneira indireta, utilizando a luz visível para realiza-las.

Após a invenção do telescópio outros planetas
foram descobertos: Urano (1781), Netuno (1846) e Plutão (1930), além
de uma infinidade de outros corpos celestes, como os asteróides e cometas.
No início do século 20 os cientistas descobriram outros tipos
de ondas que como a luz fazem parte do espectro eletromagnético. Estas
ondas no entanto apresentam uma série de vantagens em relação
a luz, basta pensar no mau tempo ou no céu encoberto para realizar
observações astronômicas.
Em 1931 Karl Jansky, descobriu a presença de Ondas de Rádio
que chegavam do espaço e interferiam nas comunicações
na Terra. Esta descoberta marca o início da radioastronomia, uma técnica
de observação tão importante quanto as observações
astronômicas por telescópios, possibilitando o estudo de corpos
celestes. As substâncias de que são feitos os planetas emitem
ondas de rádio. E essas ondas, diferentemente da luz visível,
penetram com facilidade na atmosfera terrestre e suas camadas de nuvens.
Em 1957 com o início dos vôos espaciais, novos equipamentos indicavam a vantagem em utilizar outros tipos de ondas eletromagnéticas. Afinal com as viagens espaciais e o envio de sondas interplanetárias, muitos dos instrumentos a bordo foram projetados para estudar e medir com grande precisão as propriedades físicas e químicas da atmosfera e da superfície de planetas e mais recentemente do Sol, onde as condições do local na maioria das vezes não são nem um pouco favoráveis.
No século 21 o conhecimento do sistema solar está crescendo de maneira surpreendente.
O Sistema solar é composto de uma estrela comum, que nos chamamos de SOL e seus planetas; MERCÚRIO, VÊNUS, TERRA, MARTE, JÚPITER, SATURNO, URANO, NETUNO e PLUTÃO. Inclui também as Luas dos planetas, numerosos cometas e asteróides, meteoros e o meio interplanetário que é a região compreendida entre os corpos do sistema solar.

O Sol é a fonte mais rica de energia eletromagnética do sistema solar. A gravidade do Sol cria pressões extremas e provoca grandes temperaturas internas , capazes de provocar e sustentar reações termonucleares que funde núcleos de hidrogênio produzindo núcleos de hélio. Estas reações termonucleares começaram aproximadamente 5 x 109 anos atrás, e provavelmente continuará por mais 5 x 109 anos. A superfície aparente do sol não tem nenhum limite físico, como estamos acostumados com os planetas sólidos (como a Terra), embora quando o vemos da Terra temos a impressão de ver um corpo com uma superfície delimitada.
O Sol contém 99,85% de toda a matéria do Sistema Solar. Os
planetas, que se condensaram a partir do mesmo disco de matéria de
onde se formou o Sol, contêm apenas 0,135% da massa do sistema solar.
Júpiter contém mais do dobro da matéria de todos os outros
planetas juntos. Os satélites dos planetas, cometas, asteróides,
meteoros e o meio interplanetário constituem os restantes 0,015%.
A tabela seguinte é uma lista da distribuição de massa
no nosso Sistema Solar. Sol 99,85%
Os planetas, a maior parte dos satélites dos planetas e os asteróides giram em volta do Sol na mesma direção, em órbitas aproximadamente circulares. Se olharmos de cima do pólo norte solar, os planetas orbitam num sentido anti-horário.
Os planetas orbitam o Sol num mesmo plano, ou próximo, chamado a eclíptica. Plutão é um caso especial, porque a sua órbita é a mais inclinada (18 graus) e a mais elíptica de todos os planetas. Por isso, durante uma parte da sua órbita, Plutão está mais perto do Sol do que Netuno. O eixo de rotação da maior parte dos planetas é aproximadamente perpendicular à eclíptica. As exceções são Urano e Plutão, que estão inclinados para um lado.
Júpiter, Saturno, Urano, e Netuno são conhecido por planetas Jupiterianos, ou Jovianos (semelhantes a Júpiter, ou Jove), porque são todos gigantescos comparados com a Terra, e têm uma natureza gasosa tal como Júpiter. Os planetas Jovianos também são referidos como os gigantes gasosos, apesar de poderem possuir pequenos núcleos sólidos.
Os planetas terrestres são os quatro planetas mais interiores no sistema solar, Mercúrio, Vênus, Terra e Marte. São denominados de terrestres, porque têm uma superfície compacta rochosa tal como a Terra. Os planetas Vênus, Terra e Marte têm atmosferas significativas enquanto Mercúrio praticamente não possui...
Ao analisarmos o volume do sistema solar como um todo, notaremos que é praticamente vazio. Longe de ser absolutamente nada, este "espaço" compõe o meio interplanetário, inclui diversas formas de energia e pelo menos dois componentes materiais: poeira interplanetária e gás interplanetário. A poeira interplanetária consiste de partículas sólidas microscópicas. O gás interplanetário é um tênue fluxo de gás e de partículas carregadas, principalmente prótons e elétrons -- plasma -- que flui do Sol, chamado o vento solar.

Na foto ao lado você pode ver um cometa sendo visto a olho nu da Terra. Eles surgem no céu por algum tempo e são descritos pelo homem desde o início da nossa civilização. O cometa de Halley é talvez o mais famoso, ele aparece a cada 76 anos, a sua última aparição foi em 1986.

Os asteróides são corpos pequenos, seriam pedaços de rocha no espaço, como vemos na fotografia acima. Eles podem ser encontrados no sistema solar, principalmente na região entre o planetas Marte e Júpiter.

Fonte: www.ciencia-cultura.com

Conjunto de nove planetas, entre os quais a Terra, 61 satélites naturais, milhares de asteróides, meteoróides e cometas, que gravitam em torno do Sol, além de gás e poeira interplanetários. Formado há cerca de 5 bilhões de anos, o Sistema Solar localiza-se no Braço de Órion da Galáxia Via Láctea, a aproximadamente 33 mil anos-luz de seu centro.
São corpos celestes sem luz própria e relativamente frios que giram ao redor de uma estrela. No Sistema Solar existem nove planetas conhecidos: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão. Entre 1995 e 1996 são descobertos cerca de 12 novos planetas, todos eles fora do Sistema Solar. Em torno dos planetas do sistema solar giram corpos celestes conhecidos como satélites.
Os asteróides são pequenos corpos celestes, com diâmetro inferior ao de Ceres (1.003 km), o maior de todos. Grande parte deles está localizada entre Marte e Júpiter, numa região conhecida por cinturão de asteróides. Os meteoróides são fragmentos de matéria com tamanho maior do que uma molécula e menor do que um asteróide. Ao entrarem na atmosfera terrestre se aquecem produzindo um fenômeno luminoso chamado meteoro. Ao atingir a superfície, recebem o nome de meteoritos. O maior meteorito (em massa) é o Hoba, que pesa 60 t e caiu na África do Sul.
Fonte: www.netguest.com